3/04/2026

15ª INTERECLESIAL DAS CEBS DO BRASIL- 2023 EM RONDONOPOLIS-MT

 



 Quatro grandes cristãos socialistas e que morreram assassinados por lutarem pelo melhor para o povo.

Rev. Martin Luther King Jr (1929-1968).
Santo e mártir Arcebispo D. Oscar Romero (1917-1980).
Pe. Camilo Torres (1929-1966).
Beato Pe. Rutilio Grande (1928-1977).



GILVANDRO TORRES, torcedor do Paysandu e também do São Raimundo da cidade de Santarém.

 


















Gilvandro dos Santos Torres é um historiador, educador popular, escritor e militante social de Gurupá, no Pará, Brasil. Nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú, ele se destaca por sua atuação em movimentos sociais, educação comunitária e preservação cultural local.

 



















A Exortação Apostólica Dilexi Te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, ressoa como sopro de esperança e significativa reafirmação do Evangelho vivido a partir dos pobres. No Brasil, onde a desigualdade social tem rosto, cor e território — o rosto das mulheres negras periféricas, o corpo exaurido dos trabalhadores informais, os povos indígenas ameaçados, os jovens de favelas mortos pela violência —, o conteúdo do documento não chega como novidade, e sim confirmação e estímulo da caminhada histórica da Teologia da Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

 


O massacre de Babi Yar

 O massacre de Babi Yar ocorreu em 29 e 30 de setembro de 1941, na ravina de Kiev, Ucrânia, onde nazistas assassinaram 33.771 judeus em apenas dois dias. 

Foi um dos maiores massacres individuais da Segunda Guerra Mundial, com o total de vítimas (incluindo ciganos, prisioneiros de guerra e civis) chegando a cerca de 100.000, perpetrado por unidades da SS com apoio local. 

Aqui estão os detalhes principais sobre o massacre de Babi Yar:

Localização: A ravina de Babi Yar (Babyn Yar) situa-se perto de Kiev, na Ucrânia.

Contexto: Após a ocupação alemã de Kiev, a Einsatzgruppe C, uma unidade móvel de extermínio nazista, recebeu ordens para eliminar a população judaica local.

O Massacre Principal: Em dois dias (29-30 de setembro de 1941), 33.771 judeus foram fuzilados e enterrados na ravina.

Vítimas: Além dos judeus, o local foi usado para assassinar ciganos (Roma), prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes psiquiátricos e membros da resistência ucraniana, totalizando cerca de 100.000 mortos ao longo da ocupação.

Esforços de Ocultação: Em 1943, os alemães tentaram esconder as evidências do crime, ordenando que prisioneiros exumassem e queimassem os corpos (ação conhecida como Sonderaktion 1005).

Memória: Babi Yar tornou-se um símbolo do "Holocausto por balas" na Europa Oriental, marcando o início intenso do extermínio na União Soviética. 















O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.

 A Campanha da Fraternidade 2026 nos convida a lembrar que Jesus veio morar entre nós. 

Ele se faz presente em cada pessoa, especialmente nos que mais precisam de acolhida e cuidado. 

Que possamos abrir o coração, partilhar o que temos e ajudar a construir um mundo onde todos tenham um lar digno e sejam tratados com amor. 

Pequenos gestos de fraternidade transformam a vida e fazem nascer a esperança.

 O primeiro passo para viver a fraternidade é abrir os olhos e enxergar a realidade. 

Ao contemplarmos a situação da moradia no Brasil, percebemos que muitos irmãos e irmãs ainda vivem sem casa digna, sem saneamento, sem segurança e, muitas vezes, sem esperança. 

São milhões de pessoas que enfrentam diariamente a falta de um lar adequado, realidade que fere a dignidade humana e o sonho de Deus para seus filhos.

O tema da Campanha da Fraternidade nos convida a ver, sentir e nos deixar tocar por essa realidade. 

Ver não é apenas observar números ou estatísticas; é reconhecer rostos, histórias e vidas. 

Como comunidade cristã, somos chamados a não permanecer indiferentes. 

O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo. 

Ver a realidade da moradia é dar o primeiro passo para transformá-la: por meio da solidariedade, da partilha, da mobilização e da busca por justiça social.

Que este tempo nos ajude a olhar com mais atenção para quem vive ao nosso redor. 

Que possamos perceber as necessidades de nossas comunidades e nos comprometer, juntos, a construir uma sociedade onde todos tenham um lugar para morar, viver e sonhar. 

Ver a realidade é o começo da mudança; agir com amor é o caminho para a fraternidade. 

Com fé e união, podemos transformar a realidade e fazer com que o amor de Deus habite em cada casa e em cada coração.