Projeto Cultural foi idealizado e Coordenado por GILVANDRO TORRES com objetivo do dialogo sobre a realidade de Gurupá-PA.
3/04/2026
A Exortação Apostólica Dilexi Te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, ressoa como sopro de esperança e significativa reafirmação do Evangelho vivido a partir dos pobres. No Brasil, onde a desigualdade social tem rosto, cor e território — o rosto das mulheres negras periféricas, o corpo exaurido dos trabalhadores informais, os povos indígenas ameaçados, os jovens de favelas mortos pela violência —, o conteúdo do documento não chega como novidade, e sim confirmação e estímulo da caminhada histórica da Teologia da Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).
O massacre de Babi Yar
O massacre de Babi Yar ocorreu em 29 e 30 de setembro de 1941, na ravina de Kiev, Ucrânia, onde nazistas assassinaram 33.771 judeus em apenas dois dias.
Foi um dos maiores massacres individuais da Segunda Guerra Mundial, com o total de vítimas (incluindo ciganos, prisioneiros de guerra e civis) chegando a cerca de 100.000, perpetrado por unidades da SS com apoio local.
Aqui estão os detalhes principais sobre o massacre de Babi Yar:
Localização: A ravina de Babi Yar (Babyn Yar) situa-se perto de Kiev, na Ucrânia.
Contexto: Após a ocupação alemã de Kiev, a Einsatzgruppe C, uma unidade móvel de extermínio nazista, recebeu ordens para eliminar a população judaica local.
O Massacre Principal: Em dois dias (29-30 de setembro de 1941), 33.771 judeus foram fuzilados e enterrados na ravina.
Vítimas: Além dos judeus, o local foi usado para assassinar ciganos (Roma), prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes psiquiátricos e membros da resistência ucraniana, totalizando cerca de 100.000 mortos ao longo da ocupação.
Esforços de Ocultação: Em 1943, os alemães tentaram esconder as evidências do crime, ordenando que prisioneiros exumassem e queimassem os corpos (ação conhecida como Sonderaktion 1005).
Memória: Babi Yar tornou-se um símbolo do "Holocausto por balas" na Europa Oriental, marcando o início intenso do extermínio na União Soviética.
O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.
A Campanha da Fraternidade 2026 nos convida a lembrar que Jesus veio morar entre nós.
Ele se faz presente em cada pessoa, especialmente nos que mais precisam de acolhida e cuidado.
Que possamos abrir o coração, partilhar o que temos e ajudar a construir um mundo onde todos tenham um lar digno e sejam tratados com amor.
Pequenos gestos de fraternidade transformam a vida e fazem nascer a esperança.
O primeiro passo para viver a fraternidade é abrir os olhos e enxergar a realidade.
Ao contemplarmos a situação da moradia no Brasil, percebemos que muitos irmãos e irmãs ainda vivem sem casa digna, sem saneamento, sem segurança e, muitas vezes, sem esperança.
São milhões de pessoas que enfrentam diariamente a falta de um lar adequado, realidade que fere a dignidade humana e o sonho de Deus para seus filhos.
O tema da Campanha da Fraternidade nos convida a ver, sentir e nos deixar tocar por essa realidade.
Ver não é apenas observar números ou estatísticas; é reconhecer rostos, histórias e vidas.
Como comunidade cristã, somos chamados a não permanecer indiferentes.
O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.
Ver a realidade da moradia é dar o primeiro passo para transformá-la: por meio da solidariedade, da partilha, da mobilização e da busca por justiça social.
Que este tempo nos ajude a olhar com mais atenção para quem vive ao nosso redor.
Que possamos perceber as necessidades de nossas comunidades e nos comprometer, juntos, a construir uma sociedade onde todos tenham um lugar para morar, viver e sonhar.
Ver a realidade é o começo da mudança; agir com amor é o caminho para a fraternidade.
Com fé e união, podemos transformar a realidade e fazer com que o amor de Deus habite em cada casa e em cada coração.
























