Projeto Cultural foi idealizado e Coordenado por GILVANDRO TORRES com objetivo do dialogo sobre a realidade de Gurupá-PA.
1/14/2025
Proteja, Senhor, os explorados. E que nenhum sangue seja derramado, nunca mais.
"Toda pessoa que luta pela justiça, que busca reivindicações justas em um ambiente injusto, está trabalhando pelo Reino de Deus"
São Oscar Romero de América!
Pela primeira vez na história da Igreja, uma mulher dirige um dicastério da Cúria Romana. Hoje (6), a irmã Simona Brambilla, M.C., foi nomeada pelo papa Francisco prefeita do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica. A religiosa já era secretária do dicastério.
A nomeação de uma mulher para chefiar um dicastério decorre da reforma da Cúria Romana feita pelo papa Francisco por meio da constituição apostólica Praedicate Evangelium, de 2022.
A nomeação de uma mulher para chefiar um dicastério decorre da reforma da Cúria Romana feita pelo papa Francisco por meio da constituição apostólica Praedicate Evangelium, de 2022.
A constituição define, no número 5 da seção “Princípios e Critérios para o Serviço da Cúria Romana” que cada instituição da cúria “cumpre a própria missão em virtude do poder recebido do Romano Pontífice, em cujo nome atua com poder vicário no exercício do seu múnus primacial.
Por esta razão, qualquer fiel pode presidir a um Dicastério ou a um Organismo, no respeito da peculiar competência, poder de governo e função dos mesmos”.
Portanto, não é mais necessário ser bispo nem padre, isto é, sacerdotes ordenados, “chamados por Deus, na Igreja e pela Igreja, a um serviço especial da comunidade (...) para agirem na pessoa de Cristo-Cabeça ao serviço de todos os membros da Igreja”, como diz o número 1.142 do Catecismo da Igreja Católica, para chefiar um dicastério.
Jesus viveu e pregou na Palestina, berço de civilizações antigas, habitada por árabes (muçulmanos e cristãos) antes da colonização sionista em 1948, que instaurou o apartheid israelense.
Os palestinos têm um direito inalienável sobre seu território, incluindo Gaza, Jerusalém Oriental e a Cisjordânia.
O sionismo distorce a religião judaica para justificar a ocupação e a limpeza étnica, resultando em segregação, opressão e violência contra os palestinos.
O que vemos hoje é um verdadeiro holocausto do povo palestino.
Denunciar as ações do Estado de Israel não é criticar os judeus, mas sim um governo genocida que apaga e massacra a história palestina.
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