4/05/2026

A Exortação Apostólica Amoris Laetitia ("A Alegria do Amor")

 A Exortação Apostólica Amoris Laetitia ("A Alegria do Amor"), publicada pelo Papa Francisco em 2016, é um documento pós-sinodal sobre a família, amor conjugal e educação dos filhos. 

Com 325 parágrafos e nove capítulos, o texto foca no acolhimento, discernimento pastoral e integração de famílias, incluindo casos complexos como divorciados recasados, enfatizando que a família é uma oportunidade e não apenas um problema.

Pontos Principais da Amoris Laetitia: 

Acolhimento e Integração: O documento, disponível no site do Vaticano, destaca a necessidade de acolhimento misericordioso a todos, especialmente famílias em situações frágeis ou irregulares, sugerindo a possibilidade de acompanhamento para divorciados em segunda união.

O "Coração" da Exortação (Capítulo 4): Baseado no hino à caridade de São Paulo (1 Coríntios 13), o Papa descreve o amor no matrimônio como paciente, bondoso, capaz de suportar e perdoar, essencial para a vivência cotidiana.

Realidade Familiar: Francisco não idealiza a família, mas a encara com "os pés assentes na terra", reconhecendo desafios, dificuldades e a necessidade de amadurecimento progressivo no amor.

Educação dos Filhos: Aborda a importância da formação moral e espiritual dos filhos no contexto familiar.

Espiritualidade Conjugal: Enfatiza a família como reflexo da união entre Cristo e a Igreja, valorizando a oração e a ajuda mútua.

O documento também valoriza a presença de pessoas com deficiência na família como um dom e um testemunho de vida.


A tradição redentorista, inspirada em Santo Afonso Maria de Ligório, propõe a vivência das Doze Virtudes do Ano como um caminho prático de santificação mensal: para cada mês, escolhe‑se uma virtude central a ser cultivada na oração, na convivência e na missão.

 O que são as Doze Virtudes do Ano

As Doze Virtudes do Ano correspondem a doze virtudes cristãs distribuídas ao longo dos meses, a partir dos ensinamentos de Santo Afonso, que são comentadas e aprofundadas em materiais como o livro As Doze Virtudes para cada mês do ano e em reflexões de padres redentoristas. 

A ideia é oferecer aos fiéis um “programa espiritual simples”: fixar‑se numa virtude por mês, com leitura, oração e pequenas práticas concretas.

Janeiro – Fé

Fevereiro – Esperança

Março – Amor a Deus

Abril – Conversão / Arrependimento

Maio – Consagração a Maria

Junho – Castidade / Pureza

Julho – Obediência

Agosto – Mortificação

Setembro – Humildade

Outubro – Generosidade / caridade ativa

Novembro – Respeito / reverência

Dezembro – Amor ao próximo

O ponto de partida do missionário Leigo Redentorista é "continuar o exemplo de Jesus Cristo Salvador, pregando aos pobres a Palavra de Deus, como disse Ele de si mesmo: enviou-me para evangelizar os pobres" . 

Foi esse ideal que levou Santo Afonso Maria de vida e convidar outros a seguir o mesmo caminho. 

Diante de uma realidade de abandono social e espiritual.

Santo Afonso utilizou diversos meios para oferecer ao povo simples uma catequese sólida, que os ajudasse a compreender a vontade do Pai revelada por Jesus.

O título de "Mãe do Perpétuo Socorro" foi incorporado à devoção redentorista.

Maria ocupa um lugar de destaque na espiritualidade redentorista porque Santo Afonso, fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, era profundamente devoto da Imaculada Conceição, escolhendo-a como padroeira da Congregação. 

O título de "Mãe do Perpétuo Socorro" foi incorporado à devoção redentorista. 

O ícone venerado hoje tem origem na ilha de Creta (entre os séculos XII e XVII) e, após um período MISSÃO EM FOCO de esquecimento, foi recolocado na Igreja de Santo Afonso, em Roma, em 1866, a pedido do Papa Pio IX, que também incumbiu os Redentoristas de propagá-lo pelo mundo. 

A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro teve início com um gesto de amor profundo à Virgem Maria, reconhecida sob esse título especial como aquela que está sempre pronta a interceder por nós e nos conduzir a Jesus, o Redentor. 

A partir daí, iniciou-se uma linda história marcada por fé e confiança na Mãe Imaculada, que não cessa de apresentar nossas súplicas ao seu Filho. 

Essa devoção foi acolhida com entusiasmo pelos Missionários Redentoristas, que encontraram nas Novenas Perpétuas uma forma concreta e eficaz de torná-la conhecida. 

Com o passar dos anos, a Mãe do Perpétuo Socorro tornou-se parte fundamental da espiritualidade redentorista, profundamente ligada à missão da Congregação: evangelizar os mais pobres e abandonados. 

No ícone venerado globalmente, Maria nos olha com ternura e aponta para Jesus, indicando que é nele que encontramos o verdadeiro socorro e salvação. Seu gesto é um convite constante a voltarmos o olhar ao seu Filho. 

Tamanha é a importância dessa devoção que ela se tornou inseparável da identidade redentorista. 

Falar de Maria sob o título do Perpétuo Socorro é falar de uma experiência de fé que transforma e aproxima o povo de Deus do amor misericordioso do Redentor.


"Ele não está aqui, ressuscitou!" (Lc 24,6)

A Páscoa é o centro da nossa fé cristã e, consequentemente, da nossa missão redentorista. 

Nesta celebração ressoa com força a mensagem dos anjos as mulheres diante do túmulo vazio: "Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?" (Lc 24,5). 

Essa pergunta continua a nos interpelar hoje, em meio a um mundo marcado por guerras, injustiças, dores e incertezas. 

Mesmo diante de tantas sombras, somos convidados a erguer os olhos com esperança e reconhecer os sinais da vida nova que brotam da Cruz do Senhor. 

A Ressurreição de Cristo não nega o sofrimento, mas o transforma. 

A dor e a morte, tão presentes na experiência humana, ganham um novo sentido à luz da vitória pascal.


Actus Contritionis Ato de Contrição em Latim

 Latim

Deus meus, 

ex toto corde paénitet me ómnium meórum peccatórum, 

eáque detéstor, 

qui peccándo, 

non solum poenas a te iuste statútas proméritus sum, 

sed praesértim quia offéndi te, 

summum bonum, 

ac dignum qui super ómnia diligáris. Ideo firmiter propóno, 

adiuvánte grátia tua, 

de cétero me non peccatúrum peccandíque occasiónes próximas fugitúrum. 

Amen. 


Português

Meu Deus, eu me arrependo, de todo coração de todos meus pecados e os detesto, porque pecando não só mereci as penas que justamente estabelecestes, mas principalmente porque Vos ofendi a Vós, sumo bem e digno de ser amado sobre todas as coisas. Por isso, proponho firmemente, com a ajuda da vossa graça, não mais pecar e fugir das ocasiões próximas de pecar. 

Amém.