Projeto Cultural foi idealizado e Coordenado por GILVANDRO TORRES com objetivo do dialogo sobre a realidade de Gurupá-PA.
4/04/2026
Santo Afonso Maria de Ligório (1696–1787) foi um bispo, teólogo moral, escritor espiritual, padre fundador e santo da Igreja Católica, conhecido como Doutor da Igreja e patrono dos confessores e teólogos da moral. Nasceu em 27 de setembro de 1696, em Marianella, perto de Nápoles (Itália), e morreu em 1º de agosto de 1787, em Nocera dei Pagani, com 91 anos. Juventude e formação De origem nobre, Afonso estudou Direito na Universidade de Nápoles e obteve sucesso como advogado, chegando a ganhar grandes processos civis e criminais. No entanto, aos 26 anos, resolveu deixar a carreira jurídica para se dedicar totalmente à vida religiosa, ordenando‑se sacerdote em 1726. Ministério e fundação dos Redentoristas A partir da ordenação, consagrou‑se à pregação, especialmente aos pobres e às populações abandonadas do sul da Itália. Em 1732, fundou a Congregação do Santíssimo Redentor (Redentoristas), destinada à evangelização dos pobres, missões e retiros populares, o que se tornou um dos grandes movimentos missionários da Igreja moderna. Bispo e reformador da diocese Em 1762, com cerca de 66 anos, foi nomeado bispo de Santa Águeda dos Godos (Benevento), perto de Nápoles. Exerceu o ministério com grande zelo, visitando paróquias, reformando o clero e a vida litúrgica, vendendo até seus próprios bens para ajudar os pobres, o que lhe valeu o reconhecimento popular como “bispo‑santo”. Obra teológica e espiritual Santo Afonso se consagrou também à escrita, deixando cerca de 120 livros e tratados, entre os quais se destacam: Teologia Moral (clássico da moral católica), Glórias de Maria (grande obra mariana), Visitas ao Santíssimo Sacramento e Tratado sobre a oração. Sua doutrina é marcada por equilíbrio entre a justiça e a misericórdia de Deus, sempre voltada para a consciência e a conversão do penitente.
GILVANDRO TORRES, UM RESUMO DE SUA VIDA
Gilvandro Torres (cujo nome completo é Gilvandro dos Santos Torres) é um autor, historiador e figura pública natural de Gurupá, no Pará. Ele é amplamente reconhecido por seu trabalho voltado à preservação da memória histórica e cultural da sua região.
Santo Afonso e a fé na Ressurreição
Santo Afonso, em sua espiritualidade, insiste que a fé nasce da experiência pessoal de Cristo vivo, não apenas de um sepulcro fechado, mas de um sepulcro vazio que aponta para uma presença nova e vitoriosa sobre a morte.
Ele costuma mostrar que a esperança cristã não se apoia em “onde o corpo foi posto”, mas em “ele ressuscitou e vai à frente”, tal como relatado nos evangelhos da Páscoa.
Dizer que “a fé nasce do túmulo vazio” significa que a fé cristã não se alimenta da permanência da morte, mas do mistério de Deus que ressuscita: é diante do sepulcro vazio que a fé se converte em esperança, coragem e testemunho.
Daí a beleza de ligar isso a Santo Afonso: ele é um santo que nasceu pobre (“pobre entre os pobres”) e, como teólogo do perdão e da misericórdia, ensina que a fé verdadeira floresce justamente onde o mundo vê morte, sepulcro e fim.
GILVANDRO TORRES
ANALISE CONJUNTURAL
O cenário que você descreve corresponde, em linhas gerais, a um episódio recente confirmado: um caça F‑15E Strike Eagle da Força Aérea dos Estados Unidos foi derrubado por defesas aéreas iranianas sobre o território iraniano, em meio à escalada de tensões entre Washington e Teerã em abril de 2026.
A aeronave derrubada foi identificada como um F‑15E Strike Eagle, que sobrevoava o sul ou centro do Irã durante operações aéreas ligadas à ofensiva dos EUA iniciada no fim de fevereiro.
O presidente Donald Trump confirmou publicamente que um caça americano foi atingido pelo Irã, mas insistiu que o episódio não interrompe as negociações, ao mesmo tempo em que classificou o contexto como “guerra”.
Relatos de autoridades e mídia indicam que um dos tripulantes (piloto ou oficial de sistemas de armas) foi resgatado por forças americanas, enquanto o segundo membro da tripulação ainda está desaparecido ou sob custódia desconhecida. o
Os EUA iniciaram uma complexa operação de busca e resgate (CSAR) com helicópteros como HH‑60 Black Hawk e aeronaves de apoio, mas essas forças teriam sofrido disparos do solo e operado em condições de alto risco, o que levou a ajustes táticos e até recuos em certos momentos.
O episódio reforça a sensação de que o conflito já entrou em uma fase de guerra aberta, inclusive com troca de ataques contra infraestrutura (como refinarias e alvos militares) e com a ameaça de novas ofensivas coordenadas envolvendo aeronaves, drones e sistemas de defesa.
GILVANDRO TORRES
O que foi a Primeira Guerra Mundial
A Primeira Guerra Mundial foi um conflito de escala global ocorrido entre 1914 e 1918, centrado na Europa, mas que envolveu também países da Ásia, da África, da América e da Oceania.
Os principais beligerantes se organizaram em dois grandes blocos: de um lado, a Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria‑Hungria e, inicialmente, Itália), e, de outro, a Tríplice Entente (França, Reino Unido e Rússia), à qual depois se somaram outros aliados como Estados Unidos e Japão.
As causas profundas do conflito incluem o imperialismo, o revanchismo (como o desejo francês de recuperar a Alsácia e a Lorena perdidas para a Alemanha em 1871), a corrida armamentista e o nacionalismo exacerbado, com projetos como pangermanismo e pan‑eslavismo.
Como estopim imediato, conta‑se o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro‑húngaro, em 28 de junho de 1914, em Sarajevo, por um nacionalista sérvio‑bósnio ligado à organização “Mão Negra”.
A guerra ficou famosa por introduzir ou popularizar o uso de metralhadoras, tanques, armas químicas (como gás cloro e gás mostarda) e aviões, além do uso mais amplo de rádio e outras tecnologias elétricas no campo de batalha.
Também se destacou pela guerra de trincheiras, sobretudo no front ocidental, onde exércitos ficavam encastelados em trincheiras por longos períodos, com poucos avanços territoriais e altíssimo custo em vidas.
Estima‑se que cerca de 8,5 milhões de militares e cerca de 10 milhões de civis morreram no conflito, além de dezenas de milhões de feridos e traumatizados.
A guerra levou ao colapso de quatro grandes impérios (Austro‑Húngaro, Alemão, Russo e Turco‑Otomano), mudou o mapa da Europa, fragilizou as democracias liberais e criou as condições para o descontentamento alemão que alimentaria o nazismo e, posteriormente, a Segunda Guerra Mundial.
GILVANDRO TORRES
A negação de Pedro e a nossa fraqueza humana
Pedro, impetuoso, diz: “Eu darei a minha vida por ti!”. Mas Jesus, sem humilhá‑lo, responde com ternura realista: “O galo não cantará antes que me tenhas negado três vezes”.
Isso nos fala de presunção e humildade: Muitas vezes, na missa, nos sentimos fortes, mas, depois, na vida diária, nos escondemos de nossa fé por medo de serem zombados, por medo de perder proveito, por medo de enfrentar a verdade. Muitas pessoas negam Jesus ao ficarem caladas diante da destruição da natureza, da exploração do povo e da corrupção. “Assim como Pedro negou Jesus, também nós negamos Cristo quando não nos posicionamos em favor da vida, do povo e da terra.”
Mesmo com a traição de Judas e a negação de Pedro, Jesus afirma: “Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele”. A glória aparece não no poder, mas na entrega; não na vitória fácil, mas na fidelidade até o fim. São cruzes de trabalho duro, de injustiças, de expropriação da terra, de filhos que vão embora buscando vida melhor.
Mas, mesmo nisso, Deus se glorifica onde há amor, serviço, cuidado com a família e com a comunidade. Jesus não fica preso somente na traição e na negação: depois desse texto, ele anuncia o “novo mandamento”: “Amai‑vos uns aos outros, como eu vos amei”. Esse mandamento é o coração da nossa vida cristã aqui em Gurupá.
Defendendo a vida da Amazônia, não apenas com palavras, mas com ações concretas. Acolhendo o pobre, o idoso, o sofrido, o que chega à nossa igreja com a dor no coração.


