1/21/2026

 

Ao falecer, o Papa Francisco possuía apenas €100 em bens pessoais. Não tinha contas bancárias, propriedades ou investimentos em seu nome.

Apesar de ter direito a um salário anual de €340.000, sempre se recusou a recebê-lo: fiel aos seus votos de pobreza, viveu modestamente e em consonância com seus princípios.
Jorge Mario Bergoglio – Papa Francisco – renunciou ao luxo do Palácio Apostólico e escolheu residir na simples Casa Santa Marta.
Suas necessidades eram supridas, mas seu estilo de vida permaneceu simples e fiel ao Evangelho que proclamava.
Conforme seu desejo, foi sepultado na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, e não no Vaticano, como muitos de seus antecessores.
Seu caixão, feito de madeira simples, testemunha ainda mais sua humildade.
Em seu túmulo, consta apenas o nome "Francisco", sem qualquer título honorífico.
Seu legado não foi material, mas moral: humildade, constância e serviço.
Um exemplo luminoso para toda a humanidade.

FONTE: https://www.facebook.com/groups/596942670513909/user/100007356074326/

 O submarino argentino ARA San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017 com 44 tripulantes a bordo.

Seus restos foram encontrados um ano depois, a 907 metros de profundidade no Atlântico, após uma implosão causada pela pressão da água.


A profundidade extrema e o estado dos destroços tornam a operação tecnicamente inviável e extremamente cara.

Os 44 heróis permanecem sepultados no mar, em sua tumba eterna.


FONTE: https://www.facebook.com/profile.php?id=100083960594010




 𝐕𝐈𝐈𝐈 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐞𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐌𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐒𝐚̃𝐨 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐢𝐬𝐜𝐨

Poucos sabem — e para muitos quase passa despercebida — mas a estátua de São Francisco de Assis, que se encontra diante da Basílica de São João de Latrão, não está ali por acaso.
Ela evoca um episódio decisivo da história da Igreja:
o sonho em que São Francisco de Assis sustenta a Basílica do Latrão para que não desabe.
No século XIII, o Papa Inocêncio III sonhou que a Igreja estava prestes a ruir, e que um homem pobre a sustentava com as próprias mãos.
Esse homem era São Francisco.
Um sinal profético da missão confiada ao Pobrezinho de Assis: sustentar, renovar e restaurar a Igreja não com poder humano, mas com pobreza, humildade e fidelidade ao Evangelho.
São Francisco de Assis, rogai por nós.

O VIII Centenário refere-se às comemorações de 800 anos dos eventos cruciais na vida de São Francisco de Assis, que abrangem o período de 2023 a 2026, culminando com o centenário de sua morte (o "Trânsito") em janeiro de 2026, um ciclo que inclui também o Cântico das Criaturas e os Estigmas. O Vaticano e a Família Franciscana iniciaram as celebrações em janeiro de 2026 com o tema da paz e reconciliação, com eventos em locais como Porziuncola e Assis, convidando os fiéis a reviverem o carisma franciscano e a buscarem a união com Cristo, com indulgências plenárias e um "Ano de São Francisco".
O que está sendo comemorado: 800 Anos do Cântico das Criaturas (1225-2025): Um hino de louvor à criação e à fraternidade universal. 800 Anos dos Estigmas de São Francisco (1224-2024): Recebimento das chagas de Cristo no Monte Alverne, com abertura oficial em janeiro de 2024. 800 Anos do Trânsito de São Francisco (1226-2026): O encerramento do ciclo, com as comemorações tendo início em janeiro de 2026, marcando o encontro do santo com a "Irmã Morte". Como são as comemorações: Peregrinação Espiritual: Um caminho que parte de Rieti, passa pelo Monte Alverne e chega a Assis, revivendo os últimos anos de Francisco. Ano Jubilar Franciscano: Convocado pelo Papa Leão XIV, concede indulgência plenária a fiéis que visitam locais franciscanos e cumprem as condições católicas. Foco na Paz e Reconciliação: Mensagens papais enfatizam a busca pela paz, a fraternidade e a missão de Francisco no mundo atual. Eventos Chave:
Abertura Oficial: 10 de janeiro de 2026, na Basílica de Santa Maria degli Angeli, em Porziuncola, Assis. Carta Papal: O Papa Leão XIV enviou uma carta aos franciscanos, pedindo que o centenário seja um tempo de renovação da fé e da missão.


 Maria é vista como a "Porta do Céu", pois por meio dela veio Jesus, a própria Porta da Vida e da Salvação, segundo a fé cristã. 

Ela é a abertura para a graça divina, a protetora e guia que conduz os fiéis a Cristo e à vida eterna.

 Francisco beijou o leproso e, naquele gesto, descobriu que o amor cura primeiro quem ama. 

O jubileu nos convida a tocar as dores do nosso tempo: a solidão, a indiferença, a dureza dos julgamentos, o cansaço espiritual.

Não para salvar o mundo sozinhos, mas para não passar por ele sem deixar misericórdia.



São Maximiliano, Kolbe, rogai por nós.

 São Maximiliano Maria Kolbe (1894–1941) foi um frade franciscano polonês conhecido por seu amor radical a Cristo e à Virgem Maria. 

Fundou a Milícia da Imaculada, movimento de evangelização dedicado à consagração mariana, e utilizou os meios de comunicação de sua época para anunciar o Evangelho.

 Durante a Segunda Guerra Mundial, foi preso pelos nazistas e levado ao campo de concentração de Auschwitz

Ali, ofereceu-se para morrer no lugar de um pai de família condenado à morte, entregando sua vida em um gesto supremo de caridade. 

Foi canonizado em 1982 por São João Paulo II e é lembrado como mártir da caridade, exemplo de amor que vence o ódio.










































São Maximiliano, Kolbe, rogai por nós. 

DOCUMENTÁRIO III Seminário da Escola FÉ E CIDADANIA IRMÃ DOROTHY STANG-...