12/21/2024


 

O começo da pesquisa: Foi com 18 anos de idade em uma viagem de mais de 24 horas de barco, deitado na rede e escrevendo meu diário de pesquisa passando pelas belezas da ilha grande de Gurupá, até a cidade de Breves e seus rios e estreitos, movimentados de barcos de diferentes calados, vilas e povoados, casas cobertas de palha à beira do rio. Uma beleza de estrema grandeza da mata de várzea. às margens do rio amazonas, suas águas amareladas é tão volumosa repleta de canais e palafitas, é uma viagem cansativa pelo fato de você passar muito tempo no barco mais é uma beleza a cada instante em cada cena que podemos ver as belezas interioranas. Recordações de Gurupá, quando tinha dezoito anos de idade eu conheci naquele povo a beleza exótica de uma cultura unindo o passado com o presente, minha origem onde jamais neguei e às vezes fico com os olhos cheios de lágrimas, toda vez que me lembro desse tempo que passei lá, toda vez que vejo o mar vem em minha lembrança às embarcações, casas de madeiras sobre palafitas, paisagens naturais e relembro com emoção tudo que vivi logo eu que sempre fui urbano e de repente me vi na zona rural, cercado por uma beleza incomensurável, com pessoas e estilos de vida completamente diferente do meu, foi um tempo de aprendizagem. Pensei porque não escrever um livro sobre este município, passei 54 meses no rio mararú e absorvi muita experiência e analisei o cotidiano da vida ribeirinha principalmente no rio mararú.



Podemos observar que a politica das fortificações constitui-o expressivo capitulo no processo da dominação lusitana no Brasil.

 Era uma grande preocupação de defender o patrimônio ultramarino. 

A historia de Gurupá foi marcada em seu relevo por uma intensa disputa desde os holandeses com a fortificação levantada com auxílios dos índios locais e com o plano de estabelecer uma empresa mercantil nas terras exploradas até o rio Xingu entre os fortes Nassau, Maturu e Mariocay, este último seria um deposito das mercadorias exploradas pelo rio Xingu. 

A presença estrangeira foi dizimada pelas forças portuguesas em batalhas e conquista do forte, reconstruindo e expulsando a presença dos holandeses na região. 

Gurupá era sentinela avançada na região, à conquista lusitana foi essencial para expandir o domínio da coroa portuguesa na região até então desconhecida. 

Podemos citar o ano de 1929 quando Gurupá serviu de abastecimento das forças de Pedro Teixeira para tomada do forte do Torrego, também a artilharia pesada contra o navio do Capitão Roger North, do forte de Gurupá foi bombardeado reagindo à altura, fazendo que o inimigo se afasta-se do povoado. 

Encerrando gloriosamente com a ultima tentativa de invasão dos holandeses sendo um batalha que afundaram o patachão de vinte peças de artilharia enviado pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. 

O forte ficou sem reparos e desarmado por muitos anos... 

O povoado foi crescendo, em 1920 a vila era apenas um forte desativado, casas com cobertas de palha e sem manutenção, uma guarnição de meia dúzia de soldados, igreja, convento e enfermaria, construído com recursos da Coroa Portuguesa. 

Em 1828 segundo relatos do historiador Hercules Florence a vila era composta por duas ruas de casas simples, a vila se desenvolvia com a arrecadação do posto sendo uma vila pacata até os anos da cabanagem, embora os cabanos tivessem um ideal, os que se esconderam na ilha grande de Gurupá atacavam com estratégia de guerrilha e durantes os anos de 1835/1839 foi dominado por grupos cabanos que não representavam os ideais principais do movimento.

 O forte não podia utilizar as peças de artilharia pela situação de imprestabilidade que ofereciam. 

Foi no segundo reinado que Gurupá foi elevado pela lei n° 1.209 de 11 de novembro de 1885 a categoria de cidade, a lei n° 286 de 18 de setembro de 1856 caracterizava como vila. 

Em 1885 tinha duas ruas, duas travessas, duas praças com 93 casas e 800 pessoas. Já cidade recebeu a visita do Presidente da época Washington Luiz, que ergueu na praça de guerra um marco com datas dos feitos ali travados. 

Desde os holandeses, portugueses e exploradores, escravocratas, comerciantes, judeus, pesquisadores, missionários, cabanos e Ribeirinhos. Precisamos valorizar nossa cultura e divulga-la com o sentimento único de orgulho gurupaense. 

Podemos dizer hoje que Gurupá evoluiu e desenvolveu bastante, uma cidade muito boa de viver e um povo hospitaleiro e otimista.

AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

Ano de 1948 foi 1° eleição de Prefeito Constitucional de Gurupá.




 Antônio Alberto dos Santos, foi nomeado Intendente municipal em 15/02/1947 pelo interventor José Faustino da Silva até a eleição do 1º Prefeito Constitucional. 

As eleições na cidade de Gurupá estavam entre os partidos PSD e PSP, os candidatos eram o Coletor Federal Sr. Flodoaldo Pontes Pinto e Antemorgenes Mariocai da Fonseca, os candidatos a Vice Prefeito eram em chapas separadas estavam José Libânio de Souza Pará e Abílio Cardoso Lobato; 

Sendo Flodoaldo Pontes Pinto eleito 1°Prefeito de Gurupá em 11/01/1948. 

A Câmara Municipal de Vereadores constituía com apenas quatro representantes, os eleitos foram: 

Daniel Pires Serra, 

Raimunda Machado Tavares (a 1° mulher eleita Vereadora do município), 

Eulálio Jose dos Santos, 

Teotônio Manoel Palheta. 

O Padre Clemente Geiger Monsenhor, estava presente na posse do 1° Prefeito Constitucional.


autor: GILVANDRO TORRES

 

RAIMUNDO RIBEIRO DIAS UM GRANDE GURUPAENSE! 










Filho de Aureliano de Alcântara Dias e de Sebastiana Ribeiro Dias Nasceu em 20 de março de 1915 Exerceu funções de Fiscal do Município, nomeado pelo Decreto nº 13 de 23 de abril de 1946.

 Nomeado por Decreto nº 11 no dia 31 de março de 1950 para exercer a função de Enfermeiro. 

No dia 20 de outubro de 1951 foi transferido para a seção de protocolo e arquivista, sendo efetivado Enfermeiro no dia 02 de janeiro de 1955 pelo Decreto nº03/55. 

Exerceu as funções de Tesoureiro, nomeado pelo Decreto nº 013/55. No dia 23 de fevereiro de 1955. 

Em 1956 licenciou-se para concorrer às eleições para o legislativo municipal. 

Na cidade de Gurupá, uma escola leva seu nome em homenagem aos relevantes serviços prestados nesta cidade.

 A E.M.E. F Raimundo Ribeiro Dias, construída em 1996, inaugurada e vindo a funcionar em 1998 na esfera estadual passando a ser municipalizada em 2006.


AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

Marinho de Abreu Paiva( capitão Marinho Paiva) 

Nasceu no rio mararú, Filho de Hermenegilda Abreu nasceu no dia 04 de outubro de 1883. 

Na data de 01 de agosto de 1939 foi nomeado por portaria n° 09/39 para exercer as funções de Fiscal Geral da Prefeitura Municipal de Gurupá e responsável pela lancha Dulcinéia de propriedade da prefeitura. 

No Decreto n° 023/48 de 01 de junho de 1948 foi nomeado para exercer os cargos de Fiscal Geral da Prefeitura e Administrador do mercado e do trapiche municipal. 

Com a venda de um seringal no rio Mararú, e com conhecimento de pessoas importantes na capital, sabendo de seus serviços importantes na comunidade católica e seriedade, consegui comprar a patente de Capitão da antiga Guarda Nacional.





AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

JOSÉ LIBANIO DE SOUZA PARÁ 


Nasceu no dia 30 de janeiro de 1910, foi nomeado em 1932 para exercer o cargo de trapicheiro, em 1946 exerceu o cargo de Secretário Contador na gestão do Intendente municipal Wortigem Castelo Branco, 1947 foi nomeado para o cargo de Fiscal geral da Prefeitura. 

Em 1948 efetivado como Contador, em 1953 foi designado para proceder ao inventario municipal existente no almoxarifado. 

Em 1955 foi nomeado Secretário interino, em 1950 se se licenciou para concorrer às eleições municipais para o cargo de vereador pelo Partido Social Democrático, sendo eleito em 03 de outubro de 1951.






FONTE: GILVANDRO TORRES

 

Histórias de Gurupá por Gilvandro Torres

Podemos observar que a politica das fortificações constitui-o expressivo capitulo no processo da dominação lusitana no Brasil.

Era uma grande preocupação de defender o patrimônio ultramarino

 A historia de Gurupá foi marcada em seu relevo por uma intensa disputa desde os holandeses com a fortificação levantada com auxílios dos INDIGENAS locais e com o plano de estabelecer uma empresa mercantil nas terras exploradas até o rio Xingu entre os fortes Nassau, Maturu e Mariocay, este último seria um deposito das mercadorias exploradas pelo rio Xingu. 

A presença estrangeira foi dizimada pelas forças portuguesas em batalhas e conquista do forte, reconstruindo e expulsando a presença dos holandeses na região. 

Gurupá era sentinela avançada na região, à conquista lusitana foi essencial para expandir o domínio da coroa portuguesa na região até então desconhecida. 

Podemos citar o ano de 1929 quando Gurupá serviu de abastecimento das forças de Pedro Teixeira para tomada do forte do Torrego, também a artilharia pesada contra o navio do Capitão Roger North, do forte de Gurupá foi bombardeado reagindo à altura, fazendo que o inimigo se afasta-se do povoado. 


Com a lei Provincial n° 1.209 de 11 de novembro de 1885 Gurupá foi elevada a cidade. O historiador Theodoro Braga a origem Gurupá é indígena e significa “Porto de canoas”.”Essa era a bandeira do Brasil e o dinheiro usado na época.






As relações dos INDIGENAS chamados de Mariocay pelos holandeses eram amistosas, os europeus desenvolveram relações comerciais com os nativos. 

Os holandeses e irlandeses iniciaram uma feitoria na região com postos militares que chamamos de forte, acredito que o TABACO era cultivado na região por ser uma planta com demanda alta na Inglaterra e Holanda, era uma planta que crescia rápido e dava retorno imediato, os escravos angolanos foram trazidos pelos holandeses para feitoria de Gurupá, que chamavam de SÃO PEDRO DO CORPAPI e outras fontes denominavam forte do Mariocay. 

O contato com os índios foram feitos em 1616 trocando mercadorias como machado e chapéu, assim conquistaram a confiança dos INDIGENAS locais.





FONTES CONSULTADAS NESSES CINCO ANOS DE PESQUISA SOBRE GURUPÁ.

FONTES CONSULTADAS:
 1- Charles Wagley, Amazon Town, a study of man in the tropics/1953 

2- Eduardo Galvão, The Religion of an amazon community: a study in culture change/ 1952- Universidad Columbia. 

3- Arlene Mari Kelly, Family, Church and Crown: a social and demographic history of the lower Xingu river valley and the municipality of Gurupá, 1623/1889- 1984/ University Of Florida.

 4- Richard Brown Pace, Economic and political change in the Amazonian community of ITA, Brazil/ 1987- University of Florida.

 5- Paulo Henrique Borges de Oliveira, Ribeirinhos e Roceiros, Gêneses, subordinação e resistência camponesa em Gurupá/ 1991- Universidade de São Paulo. 

6- Jean Marie Royer, Logiques sociales et extractivisme. Etude anthropologique d’une collectivité de La forêt amazonienne, etat Du Pará, Brésil/ 2003- Université Paris III- Sorbonne Nouvelle, Institut des Hautes Etudes d’amérique Latine.

7- Girolamo Domenico Treccani, Regularizar a terra: um desafio para as populações tradicionais de Gurupá/ 2006- Universidade Federal do Pará, Núcleo de altos estudos amazônicos. 

8- Pedro Alves Vieira e Girolamo Domenico Treccani, Documentar a terra: uma luta constante/2001- STTR e FASE. 

9- Arthur Viana, As fortificações na Amazônia, anais da biblioteca e arquivo do Pará, tomo IV, Belém/ 1905, página 227-307. 

10- Robson Wander Costa Lopes, Cebs Ribeirinhos: análise do processo de organização das comunidades eclesiais de base em Gurupá/ 2013- UEPA, Mestrado em Ciência da religião. 

11- IBGE- estatística municipal e Gurupá/ 2014. 

13- Antônio de Pádua de Mesquita dos Santos Brasil, a atuação da organizações não governamentais na governança ambiental da Amazônia: O caso da ONG FASE no município de Gurupá/ 2007- Universidade Católica de Brasília.

 14- Pamela Melo Costa Acordo de pesca: desafios de implantação e consolidação em áreas de várzea do município de Gurupá/ 2014- UFPA. 

15- Marinaldo Alves dos Santos/ Antônia Fernandes de S. Nogueira, Elementos indígenas em narrativas do quilombo Maria Ribeira/2015-UFPA.

 16- Lodewijk Hulsman, Escambo e tabaco; o comercio dos holandeses com índios no delta do rio amazonas (1600-1630), Universiteit Van Amsterdan-2012. 

17- Charles Marie de La Condomine, Viagem pelo amazonas (1743-1745), Rio de Janeiro-1992. 

18- João Felipe Bettendorff, Wikipédia. 

19- Bachelar Eindwerkstuk, Revolução da cabanagem no grão Pará e a influência holandesa- Universiteit Utrecht/2011. 

20- Robson W. C. Lopes, O porto é memória: análise da diversidade religiosa no interior da Amazônia-UEPA/2012. 

21- F.A Varnhagen, História Geral do Brasil-SP/1962

 22- Spix e Martius, Viagens pelo Brasil, Rio/1938. 

23- John Hemming, Ouro Vermelho- A conquista dos índios brasileiros, SP/ 2007. 

24- José Fernando de Almeida Prado, As bandeiras, IBDC/1987. 

25- João Felipe Bettendorf, Cronicas dos padres da Companhia de Jesus no Estado do Maranhão, Belém-CENTUR/1990. 

26- Cezar Pinto da Silva, Marly Solange C da Cunha, Os Josés na Republica: Alguns apontamentos sobre poder, dominação e tensões sociais no interior do Estado do Pará(1889-1928)/SP- 2001. 

27- Cristovão Lins, Jari 70 anos de história. Rio de Janeiro/2001.

 28- Antonio Mauricio Dias da Costa, Pesquisas antropológicas urbanas no “paraíso dos naturalistas”/UFPA-2009. 

29- Benedito Sanches, Gurupá dos Mariocays. 

30- Arthur Cezar Ferreira Reis, A politica de Portugual no vale Amazonico/Belém-1940. 

31- Mario da Silva Santos Neto, A representação de uma comunidade amazônica na literatura e na antropologia-2012. 

32- Benedicto Monteiro, Historia do Pará-2006. 

33- Jorge Henrique Hurley, Noções de História do Brasil. Belém: Instituto Lauro Sodré-1938. 

34- FASE- Regularização fundiária e manejo florestal comunitário na amazônia/ 2006. 

35- Luiz Geraldo Silva, O Brasil dos holandeses,1997. 

36- Julieta de Godoy Ladeira, Recife dos holandeses, 1997. 

37- Luiz Fernando Liveira, Caminho de rios-Santana-AP/2011.

PESQUISA GILVANDRO TORRES


 

O nome do novo forte Santo Antônio foi uma homenagem e agradecimento à ajuda dos frades da província que colaborou com o recrutamento dos Tupinambás, foi erguido com pedras e como na época era raro o cal ou cimento, era feito com barro misturado com palha e erguido com as pedras o muro, arquitetura muito usada na época, com trabalho escravo indígenas daqueles tupinambás apelidados de mariocay que eram aliados aos holandeses, foi necessário erguer esse forte para expulsar os ingleses de Torrego, atual município de Mazagão e outros fortes no baixo amazonas.



 

A bandeira de Gurupá



Foi criada através da Lei n° 352 do dia 06 de junho de 1969, na administração do Prefeito Municipal José Vicente de Paula Barreto Meio, que teve como Secretário Municipal de Administração o senhor Mário da Silva Machado, sendo que este projeto foi de autoria do poder público juntamente com vereadores. Baseando-se no Art. 10, § 3° da Constituição Federal criou-se a Arma Municipal e a Bandeira Municipal, símbolo forte nas comemorações cívicas. 

Sendo um dos nossos patrimônios cívicos, a bandeira municipal também representa nossos distritos através das estrelas que são Gurupá — distrito sede, Carrazedo e Itatupá. 

A bandeira Municipal é um de nossos maiores patrimônios cívicos, pois, além de representar as cores do nosso município, representa também nossos pontos distritais, como já citado, lembramos que Carrazedo está localizado na parte de cima do município, limitando-se com o município de Porto de Moz e Itatupá com o Amapá.


AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

A Lei Orgânica do Município de Gurupá 




É outro patrimônio muito importante que temos e foi promulgada no dia 05 de abril de 1990, na sala das sessões da Câmara Municipal de Gurupá, tendo como 

Presidente o senhor Manoel Pedro dos Santos Marques,

 Hamilton Rodrigues da Silva, como 1º secretário, 

Raimundo Monteiro dos Santos, como 2° secretário, 

Manoel do Carmo de Jesus Pena, como relator e 

Wilson Jacob Benathar, Antonio Santana Alves Alho, Ivanete dos Santos Melo, Rosalina Barbosa Serão e Antonio Josinaldo Nunes dos Santos como membros que projetaram e votaram a referida lei municipal que foi sancionada pela prefeita municipal da época, Excelentíssima Senhora Esmeraldina Nunes dos Santos (já falecida). 

Preâmbulo da Lei Orgânica Municipal: ―O povo de Gurupá, Estado do Pará, Brasil, através de representantes reunidos em Câmara Municipal Constituinte, conforme os dispositivos constitucionais da República Federativa do Brasil e do Estado do Pará, rejeitando todo e qualquer tipo de discriminação, colonialismo e opressão; almejando a construção de uma sociedade justa, fraterna, igualitária e pluralista; confiando em que o valor supremo é a dignidade da pessoa humana e deve ser respeitada em seus direitos elementares e naturais; invoca a proteção de Deus e promulga a seguinte Lei Orgânica do Município de Gurupá, esperando que 58 ela seja um instrumento eficiente da paz e do progresso social, perpetuando os valores fundamentais da sociedade Gurupaense. 

O artigo 1° da nossa lei maior tem como principais fundamentos:

1º — A cidadania; 

2º — A dignidade da pessoa humana; 

3º — O pluralismo político. 

Já em seu artigo 4°, nossa lei tem como principais fundamentos e/ou objetivos: 

I- Construir uma sociedade justa e solidária;

II — Promover o bem estar de todos os munícipes, sem preconceitos de raça, cor, idade e qualquer forma de discriminação; 

III — Garantir o desenvolvimento nacional; 

IV - Erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais.

Nossa constituição municipal especifica tudo o que podemos e o que não podemos, ou seja, nossos direitos e deveres, claro que nossa lei maior foi criada em conformidade com as leis do Estado do Pará e do Brasil.