3/29/2026

 A civilização maia não desapareceu completamente, mas sofreu um colapso no período Clássico (séculos VIII a X d.C.), com o abandono de grandes centros urbanos nas terras baixas do sul. 

Os maias continuaram existindo e se adaptaram em outras regiões, como o norte da Península de Yucatán, até a chegada dos espanhóis.

Fator Ambiental

Secas prolongadas e extremas, com reduções de até 70% nas chuvas, foram cruciais, agravadas pelo desmatamento para agricultura de corte e queima, que degradou o solo e intensificou a crise hídrica. 

Estudos recentes em estalagmites e lagos confirmam que essas mudanças climáticas coincidiram com quedas na produção de monumentos e alimentos.

Conflitos e Sobrecarga

Guerras entre cidades-estado rivais por terras e recursos escassos geraram instabilidade política e social, combinadas com superpopulação que pressionou o sistema agrícola. A dependência de uma agricultura vulnerável levou a fome e migrações em massa para o norte.

Mito do Desaparecimento

O "mistério" surgiu de visões eurocêntricas dos exploradores espanhóis, que encontraram ruínas sem imaginar a continuidade maia em áreas rurais e no pós-clássico. Pesquisas modernas mostram colapsos regionais graduais, não um fim abrupto.


O único que podia nos julgar… escolheu nos amar. E é isso que muda tudo. Ele não veio pra apontar o erro, veio pra salvar. Que hoje você lembre disso, de verdade: você é amado por Deus. 🤍

 


JESUS disse: ama o teu próximo como a ti mesmo. Amar a todos sem distinção é um ótimo exercício para sermos pessoas melhores, mais humanas, mais empáticas e principalmente saber se colocar no lugar do outro antes de julgá-lo.

 


A Semana Santa começa com um convite: acompanhar Jesus não apenas na entrada gloriosa, mas até o Calvário. É aí que a fé se torna real.

 




Café com Tradição


lembrança do maior jogador de futebol Maradona camisa 10





 

Na manhã deste Domingo de Ramos, 29 de março, a polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém, cardeal Pierbattista Pizzaballa, juntamente com o Custódio da Terra Santa, Pe. Francesco Ielpo, de entrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, enquanto se dirigiam para celebrar a missa do Domingo de Ramos. Medida irracional e desproporcional A informação foi divulgada em um comunicado conjunto pelo Patriarcado Latino e pela Custódia da Terra Santa. Impedir a entrada daqueles que “ocupam as mais altas responsabilidades eclesiásticas pela Igreja Católica e pelos Lugares Santos”, denunciam, constitui “uma medida claramente irracional e gravemente desproporcional”. Uma decisão considerada “precipitada e fundamentalmente errada, viciada por considerações impróprias”, que “representa um grave afastamento dos princípios fundamentais de razoabilidade, liberdade de culto e respeito pelo Status Quo”. O primeiro impedimento desse tipo em séculos

 


Em 25 de março de 1824, Dom Pedro I outorgou a Constituição de 1824, a primeira do Brasil independente. O documento estabeleceu as bases políticas e jurídicas do recém-criado Império do Brasil. A Constituição foi imposta pelo imperador após o fechamento da Assembleia Constituinte. Ela consolidou um modelo centralizador, com forte poder nas mãos do monarca. Um de seus pontos mais marcantes foi a criação do Poder Moderador, exclusivo do imperador. Esse mecanismo permitia interferir nos demais poderes, garantindo amplo controle político. Apesar das limitações democráticas, o texto organizou o funcionamento do Estado brasileiro. A Constituição de 1824 permaneceu em vigor por mais de 60 anos, até a Proclamação da República.

Israel nem sequer é um país cristão. Israel também não gosta de cristãos. É um Estado criado em 1948 e não tem nada a ver com o Israel mencionado na Bíblia. Israel não conseguiu convencer países europeus a lutar contra o Irã, mas usou a religião para atrair Uganda com muita facilidade. Apenas 2% da população de Israel é cristã.

(Jesus) não ouve as orações dos que fazem guerra, mas as rejeita, dizendo: ‘ainda que multipliquem as suas orações, eu não as ouvirei, porque as suas mãos estão cheias de sangue”, disse ele, citando uma passagem bíblica. Papa Leão 14 não mencionou especificamente nenhum líder mundial, mas tem intensificado as críticas à guerra contra o Irã nas últimas semanas.

Um verdadeiro profeta que esteve entre nós! Dom Pedro Casaldáliga (1928–2020) foi um Bispo católico espanhol naturalizado brasileiro, figura central da Teologia da Libertação e defensor incansável dos direitos dos povos indígenas e camponeses sem-terra. Como Prelado de São Félix do Araguaia (MT), combateu o latifúndio e a ditadura militar, tornando-se uma voz profética pelos pobres.

 


As Maldivas aprovaram recentemente uma emenda à sua Lei de Imigração que proíbe a entrada de portadores de passaporte israelense, como gesto de solidariedade aos palestinos em meio ao conflito em Gaza.

Essa decisão, ratificada pelo presidente Mohamed Muizzu após aprovação parlamentar em abril de 2025, gerou repercussão global, com Israel recomendando que seus cidadãos evitem o destino e negando acusações de genocídio.

A medida reflete a posição pró-Palestina do governo maldivo, apoiada por governo e oposição, e não é inédita—uma proibição similar foi anunciada em junho de 2024. 

O presidente Muizzu destacou "atrocidades" israelenses, reafirmando solidariedade à causa palestina, o que reacende debates sobre sanções unilaterais em fóruns internacionais.

O turismo responde por cerca de 21% da economia das Maldivas, mas o efeito deve ser limitado: em fevereiro de 2025, o país recebeu 214 mil visitantes, dos quais apenas 59 eram israelenses. 

Especialistas preveem pouca repercussão financeira, dado o baixo volume de turistas israelenses comparado a mercados como Europa e Ásia.

Israel rejeita as alegações e alerta riscos aos seus cidadãos nas ilhas, enquanto organizações como Anistia Internacional ecoam críticas semelhantes em relatórios.

 Não há relatos de retaliações econômicas diretas até março de 2026, mas o caso destaca tensões entre política externa e turismo de luxo.

Outros destinos muçulmanos ou pró-Palestina, como Indonésia ou Líbano, já impõem restrições semelhantes, mas paraísos turísticos como Maldivas amplificam o debate. 

A tendência depende de escaladas no conflito de Gaza, podendo influenciar boicotes em resorts globais.


GILVANDRO TORRES

UM POUCO DE HISTORIA COM GILVANDRO TORRES

Essa resolução da ONU é realmente um marco histórico na luta pela memória e reparação da escravidão transatlântica. Vamos contextualizar os fatos de forma clara e precisa, com base em fontes oficiais.

A Assembleia Geral da ONU aprovou, em 24 de março de 2026 (Resolução A/RES/80/XXX, ainda em consolidação final), uma declaração que qualifica o tráfico transatlântico de escravos e a escravidão racializada como "crime contra a humanidade", o mais grave na escala da Convenção de 1948. 

A iniciativa veio de Gana, liderada pelo presidente John Mahama, que enfatizou a importância de "garantir que a história não seja esquecida" e pavimentar caminhos para justiça restaurativa, como pedidos de reparação e educação global.

Apoio e Posições dos Países

Apoiadores (123 países): Incluindo Brasil, grande parte da África, Caribe, Ásia e América Latina. 

O Brasil votou a favor, alinhado à sua própria história de receber cerca de 4,9 milhões de africanos escravizados (maior destino do tráfico).

Contra (3 países): EUA, Israel e Argentina. Críticos apontam que esses governos de orientação direitista resistiram por receio de implicações legais futuras em reparações financeiras.

Abstenções: União Europeia (exceto alguns membros), Reino Unido, Canadá e outros ex-colonizadores, vistos como "covardes" por evitar responsabilidade direta.

Impacto Histórico

Estima-se que, entre os séculos XVI e XIX, o tráfico transatlântico envolveu 12,5 milhões de africanos embarcados, com cerca de 1,8 milhão de mortes no trajeto (dados do Slave Voyages Project, Emory University). 

Somando vítimas indiretas (guerras de captura, marchas forçadas), o total pode chegar a 30 milhões, como você mencionou – uma perda demográfica catastrófica para a África.

Essa vitória reforça mecanismos como o Comitê Internacional sobre Crimes contra a Humanidade e abre portas para:

Reparaações simbólicas e materiais (ex.: fundos para desenvolvimento africano).

Educação obrigatória nas escolas globais.

Ações judiciais contra negacionismo histórico.

Para nós no Brasil, isso ressoa diretamente com o debate sobre reparação aos quilombolas e herdeiros da diáspora africana, fortalecendo vozes como as de Gurupá, onde a herança amazônica inclui influências afro-indígenas. 

É um passo contra o esquecimento, mas o desafio agora é a implementação.

GILVANDRO TORRES

Ver-o-Peso pelos seus 399 anos de história. Mais do que um lugar, és memória viva do povo paraense. Entre cheiros, cores, sabores e vozes, és ponto de encontro de gerações que se cruzam todos os dias, carregando histórias, tradições e sentimentos. És também palco da resenha, onde a conversa corre solta, onde o riso ecoa e onde muitos bicolores se encontram, compartilhando sua paixão, sua cultura e seu jeito único de viver Belém. O Ver-o-Peso não é apenas um cartão-postal. É símbolo, é identidade, é patrimônio imaterial que pulsa no coração da nossa capital.