3/01/2026

O pelerine roupa utilizada pelas Academias de Letras, sobreposta aos ombros de seus Membros vestimenta obrigatória em momentos festivos e Solene da Agremiação Literária, sou o primeiro Gurupaense a usar como Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras composto por 40 Membros de todos os municípios do Marajó, ocupando a cadeira n. 37. Imortalizado pelo livro "Gurupá uma conquista pelo povo", uma grande honra saber que daqui a 100 anos nosso legado literário e social sempre será lembrado. Um sentimento de pertencimento, usar está pelerine e também uma grande responsabilidade transmitir a cultura do nosso Marajó é suas belas histórias e cultura do povo. Ir além de sonhos a realidade com ações concretas é a nossa missão! Gilvandro Torres- Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras. Representando o município de Gurupá-PA.

 























O Pelerine: Símbolo de Honra Literária no Marajó

O pelerine, roupa utilizada pelas Academias de Letras, é sobreposta aos ombros de seus Membros como vestimenta obrigatória em momentos festivos e solenes da Agremiação Literária. 

Sou o primeiro gurupaense a usá-lo como Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras, composta por 40 Membros de todos os municípios do Marajó, ocupando a cadeira nº 37.

Imortalizado pelo livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", é uma grande honra saber que, daqui a 100 anos, nosso legado literário e social sempre será lembrado.

Usar esta pelerine desperta um profundo sentimento de pertencimento e, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade: transmitir a cultura do nosso Marajó, suas belas histórias e o rico patrimônio do povo. Ir além dos sonhos, transformando-os em realidade com ações concretas, é a nossa missão!

Gilvandro Torres- Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras
Representando o município de Gurupá-PA





O Irã vive um momento delicado de transição

 O Irã vive um momento delicado de transição política após a morte do aiatolá Ali Khamenei, com a ativação do Artigo 111 da Constituição iraniana. Um Conselho de Liderança Interino, formado por Alireza Arafi (clérigo sênior e chefe do conselho), o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei, assumiu temporariamente os poderes do Líder Supremo para garantir estabilidade.

Esse trio exerce coletivamente funções como política externa, supervisão do Parlamento e comando da Guarda Revolucionária, até a Assembleia de Peritos eleger um líder permanente – possivelmente em poucos dias.

​Alireza Arafi: Membro do Conselho dos Guardiões e vice-presidente da Assembleia de Peritos, atua como chefe interino.

Masoud Pezeshkian: Presidente moderado, foca em políticas internas e econômicas.

Gholamhossein Mohseni Ejei: Líder hardline do Judiciário, garante continuidade repressiva.

​Contexto da Transição

A morte de Khamenei ocorreu em ataques coordenados por EUA e Israel em Teerã, durante tensões regionais, o que agrava a crise de sucessão. O conselho visa projetar unidade em meio a instabilidade interna e luto de 40 dias, com influência da Guarda Revolucionária (IRGC).

A continuidade do regime teocrático está em risco, com disputas internas entre moderados e radicais. Relações com EUA e Israel tendem a endurecer, enquanto o programa nuclear e a estabilidade no Oriente Médio dependem da rapidez na escolha do novo líder. O mundo monitora para evitar vácuo de poder que beneficie rivais regionais.

CONJUNTURA INTERNACIONAL- GILVANDRO TORRES

 Trump afirmou que os EUA forneceram inteligência para forças mexicanas eliminarem Nemesio Oseguera Cervantes, "El Mencho", em operação em Tapalpa, Jalisco, no dia 22 de fevereiro de 2026. O México confirmou a morte do líder do Cartel Jalisco Nova Geração durante confronto armado, com apreensões de armas e veículos; Trump destacou o papel americano no apoio.

Nicolás Maduro (Venezuela)

Trump declarou que os EUA "deram fim ao reino do ditador Nicolás Maduro" após sua captura em janeiro de 2026 em Caracas, junto com a esposa Cilia Flores, em operação militar com explosões reportadas. Maduro está detido nos EUA aguardando julgamento por narcotráfico, com Delcy Rodríguez como presidente interina apoiada por Washington; ele pediu arquivamento do processo recentemente.

Ali Khamenei (Irã)

Trump anunciou a morte do líder supremo iraniano em bombardeios conjuntos EUA-Israel no final de fevereiro de 2026, elevando tensões globais. 

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, disse hoje que a morte do líder supremo do Irã é um "assassinato cínico" que viola o direito internacional. 

O Papa Leão 14 demonstrou preocupação com a escalada do conflito e clamou por uma solução diplomática.



A história é real e é um dos episódios mais marcantes da identidade do futebol brasileiro.

 
O trauma do Maracanazo (1950) foi tão grande porque a derrota para o Uruguai aconteceu dentro do Estádio do Maracanã, diante de quase 200 mil pessoas.

O uniforme branco usado até então passou a ser visto como “sem alma” e pouco representativo do país. Não foi uma decisão oficial de “abandono por azar”, mas sim uma forte pressão simbólica e cultural para mudar a imagem da equipe.

Em 1953, o jornal Correio da Manhã organizou o concurso nacional exigindo que o novo uniforme tivesse todas as cores da bandeira brasileira.

O jovem Aldyr Garcia Schlee venceu com um projeto inovador: camisa amarela, detalhes verdes, calção azul e meias brancas — algo ousado para a época.

A criação passou a ser usada oficialmente pela Seleção Brasileira a partir da Copa do Mundo FIFA de 1954.

Curiosamente, Aldyr depois revelou que torcia pelo Uruguai na final de 1950 — uma ironia histórica que ele mesmo adorava contar.

A “Amarelinha” acabou se transformando não só em uniforme esportivo, mas em um dos maiores símbolos visuais do Brasil no mundo, associada diretamente às conquistas de 1958, 1962, 1970 e às gerações lendárias do futebol nacional.

1958 — O nascimento de um símbolo mundial

Na Copa do Mundo FIFA de 1958, o uniforme criado por Aldyr Garcia Schlee apareceu para o mundo pela primeira vez com grande impacto. Foi ali que o jovem Pelé, com apenas 17 anos, ajudou o Brasil a conquistar o primeiro título mundial — eternizando a camisa amarela como símbolo de alegria, talento e ousadia. 

Curiosidade: na final contra a Suécia, o Brasil teve que usar camisa azul (o segundo uniforme), porque os donos da casa também jogavam de amarelo.

1962 — A confirmação da identidade brasileira

Na Copa do Mundo FIFA de 1962, o Brasil manteve praticamente o mesmo design.

A simplicidade do modelo — sem escudo centralizado, gola verde e número azul — consolidou a estética clássica que ainda hoje inspira versões modernas.

1970 — A camisa mais icônica da história

A consagração definitiva veio na Copa do Mundo FIFA de 1970.

Com jogadores como Jairzinho, Tostão e Rivelino, o Brasil encantou o planeta com futebol ofensivo e artístico.

Foi a primeira Copa transmitida ao vivo em cores para muitos países — e o amarelo vibrante virou uma marca visual inesquecível.

Anos 1990–2000 — Modernização sem perder a essência

Com a profissionalização do marketing esportivo, surgiram:

tecidos mais leves e tecnológicos

ajustes no tom do amarelo

escudos redesenhados após cada título

Na Copa do Mundo FIFA de 1994, o tetra trouxe um uniforme com grafismos discretos — algo inédito até então.

2002 — O penta e a globalização da camisa

Na Copa do Mundo FIFA de 2002, com Ronaldo Nazário como protagonista, a Amarelinha virou definitivamente um ícone pop mundial. Passou a ser usada não só por torcedores, mas também na moda, música e cultura urbana.

GILVANDRO TORRES


A história do Zé Carioca como uma estratégia da "Política da Boa Vizinhança" dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial é precisa e fascinante. Walt Disney realmente visitou o Rio de Janeiro em 1941, financiado pelo governo americano, e criou o personagem ali mesmo, inspirado na cultura brasileira. Em 1941, os EUA temiam a neutralidade ou possível alinhamento do Brasil com o Eixo, liderado pela Alemanha. A Política da Boa Vizinhança, de Franklin Roosevelt, visava fortalecer laços com a América Latina via cultura e diplomacia, evitando o avanço nazista. Disney hospedou-se no Copacabana Palace e, encantado com o samba e a malandragem carioca, esboçou o papagaio Zé Carioca. Ele estreou em 1942 no curta "Alô, Amigos" (Saludos Amigos), guiando o Pato Donald pelo Rio, com músicas como "Aquarela do Brasil". A estratégia funcionou: o Brasil declarou guerra ao Eixo em 1942 e enviou tropas à Europa. Zé Carioca virou símbolo de amizade EUA-Brasil, aparecendo em mais animações e quadrinhos, consolidando a influência cultural americana.

 


GUERRA NO ORIENTE MÉDIO | SEIS GRÁFICOS PARA ENTENDER O PODERIO DE EUA, ISRAEL E IRÃ Após ataques a cidades iranianas, Teerã retaliou com mísseis em direção a Israel e bases americanas no Oriente Médio; veja qual a potência militar dos envolvidos

 

















fonte: https://www.facebook.com/estadao

viagem GILVANDRO TORRES na cidade de Manaus-AM em 2021