8/25/2025


 







Hoje vamos falar sobre uma realidade fascinante: a Igreja na Amazônia. Uma Igreja que respira sinodalidade e vive verdadeiramente o espírito do Concílio Vaticano II.

como a Igreja atua nesse imenso território verde? 

A Amazônia não é apenas uma região geográfica - é um lugar onde a Igreja verdadeiramente caminha junto com o povo, uma Igreja em saída, como tanto nos convida o Papa Francisco.

Nas comunidades amazônicas, vemos algo extraordinário: as CEBs, Comunidades Eclesiais de Base, são o coração pulsante da vida cristã. São pequenos grupos que se reúnem para rezar, refletir e agir, mantendo viva a chama da fé mesmo nos lugares mais remotos da floresta.

E sabe o que é mais bonito? 

A opção preferencial pelos pobres não é apenas uma frase bonita nos documentos - é uma realidade vivida diariamente. 

A Igreja na Amazônia está presente onde muitos não chegam, defendendo os direitos dos povos indígenas, dos ribeirinhos, dos quilombolas e de todas as comunidades tradicionais.

Esta é uma herança preciosa do Concílio Vaticano II: uma Igreja que não apenas fala para os pobres, mas caminha com eles. 

Uma Igreja que aprende com a sabedoria ancestral dos povos da floresta e que defende não só as pessoas, mas também a própria casa comum, nossa Amazônia.

Nas comunidades ribeirinhas, nos encontros de base, nas celebrações nas aldeias indígenas, vemos uma Igreja viva, que respira a cultura local e que verdadeiramente pratica a sinodalidade. 

Não é uma Igreja que decide de cima para baixo, mas que escuta, dialoga e caminha junto.

Os missionários e agentes pastorais que atuam na Amazônia nos dão um testemunho precioso: é possível ser Igreja de um jeito diferente, mais próximo, mais participativo.

 Uma Igreja que não tem medo de sujar os pés na lama dos igarapés, que atravessa rios para levar esperança e que aprende tanto quanto ensina.

Esta é uma Igreja que entende que evangelizar não é impor, mas dialogar. 

Que compreende que a defesa da vida inclui a defesa da floresta, dos rios, dos territórios sagrados. 

Uma Igreja que reconhece nos rostos sofridos da Amazônia o próprio rosto de Cristo.

E você, já conhecia esta face da Igreja? 

Uma Igreja que verdadeiramente vive o que prega, que está presente nas lutas do povo, que defende os direitos dos mais vulneráveis e que cuida da nossa casa comum?



8/24/2025

 Agradeço a Coordenação central da Pastoral da Juventude de Gurupá pelo convite de Assessorar e compartilhar conhecimento no 42 Encontrão da Pastoral da Juventude da Paróquia Santo Antônio de Gurupá. Com apoio do Pároco Aderney e do Padre José Amaro. O tema apresentado "Na caminhada do grupo de jovens trabalhamos a esperança".







O "falso desenvolvimento" no Xingu é a ideia de que os projetos de infraestrutura e atividades como o garimpo, que se apresentam como progresso, causam impactos negativos e destrutivos para a região e seus povos, como o desmatamento, a poluição dos rios, a grilagem e a quebra da conectividade entre as áreas protegidas, tudo isto sem que os benefícios se distribuam de forma justa. Impactos ambientais e sociais: Desmatamento e grilagemO avanço do desmatamento é impulsionado pela grilagem, pela expansão do agronegócio e pelo garimpo ilegal, que resultam na destruição da vegetação e na perda de áreas de proteção ambiental.  Poluição de riosA monocultura e o garimpo contaminam os rios com agrotóxicos e mercúrio, afetando as nascentes e a qualidade da água que é vital para os povos da região. Quebra da conectividade do Corredor XinguProjetos como a Ferrogrão, e a construção de estradas, fragmentam as áreas protegidas, prejudicando a conectividade do Corredor Socioambiental do Xingu e a biodiversidade que ele abriga. O paradoxo do desenvolvimento: Benefícios concentrados: Os projetos de "desenvolvimento", como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, acabam beneficiando poucos e desrespeitando os direitos e a cultura dos povos locais. Racismo e desinformação: Há uma visão racista que considera os povos indígenas como "atrasados", o que justifica a imposição de um modelo de desenvolvimento único e a negação das contribuições que o pensamento indígena pode trazer para a sociedade. Desinformação: Durante a pandemia de COVID-19, a circulação de fake news, muitas vezes promovidas por alguns governos, contribuiu para a desinformação e a negação da gravidade do vírus entre os indígenas, dificultando a vacinação e a proteção da vida. 

8/22/2025

Rio Amazonas no município de Gurupá-PA

Ilha Grande de Gurupá, suas belezas naturais

Pelos rios de Gurupá no Setor Ipixuma

Pelos rios do Setor Ipixuna em Gurupá

Quilombo do Ipixuna em Gurupá

Belezas da Amazônia gurupaense

Ipixuna, verdes da Amazônia gurupaense

Inverno amazônico em Gurupá

Rio amazonas

Comunidade ribeirinha ma ilha do cojuba, em Gurupá

8/16/2025

Filme completo da vida Santo Afonso

Filme Irmã Pascalina, a serva do Papa

Filme papa Francisco completo. Conquistando corações.

“A romaria da floresta não se explica, se sente. ”18ª Romaria da florest...

HISTÓRIA com Gilvandro Torres

Cebs na AMAZÔNIA

8/15/2025


 

 GEOGRAFIA DO FUTEBOL....

Copa do Mundo de Futebol Masculino; Total de títulos: América do Sul 10 x 12 Europa.

A Copa do Mundo é uma competição internacional organizada pela Federação Internacional de Futebol a cada quatro anos. A Copa passou a ser realizada em 1930, com a primeira competição sediada pelo Uruguai. A escolha da nação-sede é determinada em eleições feitas pela própria Fifa.

As nações vencedoras de edições de Copa do Mundo são: Brasil (5 títulos), Alemanha e Itália (4 títulos cada), Argentina (3 títulos) e Uruguai (2 títulos), Espanha, França e Inglaterra (1 título cada).

As nações que mais vezes foram vice-campeãs são: Alemanha, derrotada em 4 finais (1966, 1982, 1986 e 2002), seguida da Argentina, que perdeu em 3 finais (1930, 1990 e 2014). A Holanda participou de três finais e saiu derrotada de todas as três decisões (1974, 1978 e 2010).



8/14/2025

 Mais tarde vão pra missa ou pro culto



 Esses pontinhos pretos marcam as chamadas "terras pretas do índio", solos férteis produzidos pela ação humana na Amazônia, que os arqueólogos consideram que se formaram desde há 2.500 anos (embora haja terras pretas datadas de até 4.000 anos antes de nossa Era). A presença humana na Amazônia é, contudo, mais antiga: há acahados arqueológicos de cerca de 12 mil anos. Os arqueólogos não conseguiram saber se essas terras pretas foram produzidas intencionalmente ou não, mas certamente são resultado de uma população sedentária grande e temporalmente prolongada. Essas terras pretas, por sua quantidade e extensão, lhes permitem calcular ter havido, no apogeu da ocupação humana na Amazônia pré-colonial (apogeu que ocorreu no final do primeiro milênio de nossa Era), de 8 a 10 milhões de habitantes na floresta, que domesticaram plantas, organizaram a produção agrícola, fizeram aterros (os chamados "tesos") e estradas enormes, fabricaram objetos de cerâmica (lindos, por sinal), construíram aldeias circulares, organizaram sistemas de trocas amplos e, desse modo, modificaram a paisagem natural, produzindo uma nova paisagem. As terras pretas resultam dessas civilizações. Essa população são os ascendentes dos Tupi-Guarani, dos Jê, dos Arawak etc. Ainda no mapa, as marcas vermelhas indicam centros de produção, por esses povos, de biodiversidade alimentar; as marcas amarelas, as regiões caracterizadas pela diversidade de plantas alimentícias.

Fonte: Sob os tempos do Equinócio: Oito mil anos de história na Amazônia Central (Eduardo Góes Neves, Edusp/Ubu, 2022).
Imagem: Jornal da USP




 Acredito que o que está acontecendo em Gaza é extremamente horrível. Netanyahu ultrapassou todos os limites. O ataque que testemunhamos, da noite para o dia, à cidade de Gaza é totalmente inaceitável.

Christopher Luxon
Primeiro-ministro da Nova Zelândia

#stopgenocide #gaza #gazaunderattack #PalestinaLibre #palestine #palestina #faixa #palestinalibre #genocide



8/12/2025

 Aconteceu no dia 11 de agosto de 2025 no Centro Catequético São Benedito o Encontro de Formação da Comissão de justiça e Paz da Paróquia Santo Antônio de Gurupá, com Assessoria Daniel Seidel, Secretário Executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz.









 Viva Margarida Alves! Viva a luta das mulheres trabalhadoras do campo e da cidade. Neste Dia Nacional dos Direitos Humanos, data criada em memória de Margarida Alves, fica registrada a luta de uma mulher símbolo da coragem e do compromisso com a luta do seu povo. Margarida vive! Hoje e sempre! #margaridaalves #marchadasmargaridas.



 Prenderemos Netanyahu se ele chegar ao nosso território.

Andreas Motzfeldt KravikVice-ministro das Relações Exteriores da Noruega

#stopgenocide #gaza #gazaunderattack



 

 



















Hoje, 11 de agosto de 2025, nos despedimos de Jijukè, mulher Karajá da aldeia Hãwalo, em Santa Isabel do Morro, a maior do nosso povo Iny Karajá.

Ao lado de Koixaru Karajá, sua companheira, marcou a história do nosso povo e também do Brasil, eternizada no verso da nota de 1.000 cruzeiros lançada em 1990, a primeira cédula brasileira a homenagear povos indígenas.
A fotografia, feita pelo artista Peret, atravessou o tempo e tornou-se símbolo da nossa cultura, do nosso modo de ser e da nossa presença na história do país. Naquele tempo, a nota trazia Marechal Rondon no anverso e, no verso, o rosto de Jijukè e Koixaru, representando um marco de reconhecimento, mesmo que simbólico, para todos nós, Iny Karajá.
A nota de 1.000 cruzeiros teve tiragem limitada e, hoje, é rara e valorizada não apenas por colecionadores, mas por todos que compreendem a importância de manter viva a memória e a história dos povos indígenas.
Jijukè agora se junta aos nossos ancestrais, mas sua imagem e legado seguem vivos na memória do Brasil e do nosso povo.
DESCANSE EM PAZ
Via: midia_karaja