9/15/2025

 A Amazônia não é só natureza, é também um berço de criatividade e resistência. A arte indígena, o artesanato ribeirinho e as inovações como o fermentado de açaí não são apenas belos ou saborosos, eles contam histórias, defendem territórios e geram uma economia que mantém a floresta em pé.























































9/07/2025

A vida é uma arte!

 

COP30: um balcão de negócios para mascarar a destruição!

 "Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber."

 A independência do Brasil foi um processo que se desenvolveu ao longo das primeiras décadas do século XIX, marcado por tensões políticas entre a antiga colônia e a metrópole. Desde a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, o Brasil havia conquistado um papel mais central no Império Português, com a abertura dos portos, a criação de instituições culturais e administrativas e, em 1815, a elevação à condição de Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Essa mudança aproximou o território da autonomia, mas também despertou em Portugal o desejo de retomar o controle perdido.

A Revolução Liberal do Porto, em 1820, reforçou essas pressões. As Cortes portuguesas exigiram o retorno imediato de D. Pedro a Lisboa e buscavam restaurar a condição de dependência do Brasil. Contudo, parte significativa da elite brasileira, formada por grandes proprietários de terras e comerciantes, desejava preservar as conquistas obtidas desde a vinda da família real. Foi nesse contexto que, em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro declarou o famoso “Fico”, afirmando que permaneceria no Brasil para atender aos anseios da população local.
Os meses seguintes intensificaram o conflito político. À medida que crescia a resistência à recolonização, aumentava também a mobilização em favor da separação. Em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, D. Pedro proclamou a independência, transformando-se, pouco depois, em D. Pedro I, o primeiro imperador do Brasil. O rompimento, entretanto, não foi inteiramente pacífico: províncias como Bahia, Maranhão e Pará ainda tiveram confrontos armados contra tropas leais a Portugal.
Portugal só reconheceu oficialmente a independência em 1825, após receber uma indenização paga com empréstimos obtidos junto à Inglaterra, o que reforçou a influência britânica na política e na economia brasileiras. Apesar da importância simbólica e política da emancipação, a independência não significou transformações profundas para a maior parte da sociedade. A escravidão, base da economia, permaneceu intocada, as estruturas de poder continuaram nas mãos das elites agrárias, e a população pobre e livre pouco se beneficiou do novo regime. Ainda assim, o 7 de setembro de 1822 representou o marco do nascimento do Estado brasileiro, inaugurando um caminho próprio no cenário internacional e consolidando a ideia de uma nação unificada sob a forma de monarquia constitucional.

 Venezuela foi o primeiro país fora da OTAN e da América do Sul a usar F-16s (a venda foi concluída em 1981; eles voaram no país no final daquele ano e durante a Guerra das Malouines). Em 1983, o uso do F-16 na Força Aérea Venezuelana tornou-se oficial). Existem 24 dispositivos, principalmente Bloco 15. A condição dos dispositivos é incerta, mas estima-se que 12 a 14 estejam operacionais. Quase todas as peças sobressalentes, bem como algumas melhorias feitas, vêm da Turquia.





 Vladimir Putin e Xi Jimping lembrarão ao mundo que a Rússia e a China são chamados à liderança internacional da nova ordem mundial, camaradas patriotas universais vamos apoiar firmemente a nova ordem mundial a história será de todos aqueles que desejam participar de alguma forma positiva nela juntos venceremos, Comunidade de apoio a Vladimir Putin, Rússia e aliados.





 O governo dos EUA jamais terá moral para combater o terrorismo, enquanto não deixar de apoiar matanças massivas, repugnantes e brutais, como a realizada pelo Estado de Israel, seu aliado, contra o povo palestino”.


Fidel Castro

 Os capitalistas chamam 'liberdade' à liberdade dos ricos de enriquecer e à dos operários para morrer de fome. Os capitalistas chamam liberdade de imprensa à compra dela pelos ricos, servindo-se da riqueza para fabricar e falsificar a opinião pública.

(Vladimir Lenin)

  Palavras do Presidente Vladimir Putin na última conferência de imprensa em Pequim

🇨🇳
Um mundo unipolar é injusto.
O mundo unipolar deve deixar de existir, o que beneficiará todos os países mundiais. Todos os participantes nas relações internacionais devem ser iguais e não devem haver "uns mais iguais que outros". O mundo unipolar deve deixar de existir, entre outras coisas, em benefício dos povos daqueles países cujos líderes ainda defendem este sistema obsoleto. A Rússia e os seus parceiros constroem relações não com base na maioria, mas na ideia de construir um mundo multipolar onde todos os países sejam iguais.




















A Cimeira de Xangai mostrou quem está a moldar a nova ordem global! 🌏🌎🌍
A Rússia e a China emergiram como os pilares centrais deste fórum estratégico, reforçando uma visão comum de um mundo multipolar e desafiando a hegemonia ocidental.
Juntos, defendem uma nova arquitetura de segurança euroasiática, sem blocos militares hostis.
Cooperação económica e logística robusta, contornando sanções.
Uma governança global mais justa, longe da influência dos EUA.
Esta aliança estratégia entre Moscovo e Pequim está a redefinir o equilíbrio de poder mundial.
Este é o despertar de uma nova era.
O futuro está a ser escrito em Xangai.


 Você sabia que **Altamira**, no Pará, é simplesmente o **maior município do Brasil**? Sua área chega a **159.533 km²** — maior do que países inteiros como **Portugal, Grécia ou Coreia do Sul**! Apesar da imensidão, sua população é de pouco mais de **126 mil habitantes**, o que resulta em uma das menores densidades demográficas do país. Grande parte do território é coberta pela **Floresta Amazônica** e cortada pelo **rio Xingu**, uma das veias vitais da região.

🏞️ Mas Altamira também é palco de um dos projetos mais polêmicos do Brasil: a **Usina Hidrelétrica de Belo Monte**, a terceira maior do mundo em capacidade instalada. Ela trouxe crescimento econômico, mas também deixou marcas profundas com impactos **ambientais e sociais**, ainda hoje discutidos. Altamira ocupa **12,8% do território do Pará** e cerca de **1,8% de todo o Brasil**. Um verdadeiro gigante amazônico, símbolo da grandiosidade e dos dilemas de desenvolvimento da região.


 
























Minha primeira Xilogravura o tema: O Seringueiro

9/04/2025




 

 Às vezes nos sentimos cansados, desanimados, como aqueles pescadores que voltaram da noite sem nada nas redes. Mas Jesus nos lembra que não é pelo nosso esforço sozinho que os frutos acontecem. Quando confiamos e obedecemos à Sua palavra, mesmo depois de tanta luta, Ele transforma nosso cansaço em abundância.

Hoje, Jesus nos chama: ‘Vinde após mim’. Mesmo cansados, Ele nos dá força e propósito. Que possamos descansar Nele, renovar nossas forças e continuar nossa missão com fé e coragem.”

  palavra “doxologia” é um neologismo que vem do grego “doxa” (glória, louvor) e “logos” “palavra”. Portanto, o termo “doxologia” significa “palavra de louvor”.

A frase ” Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre” faz parte da doxologia final, que, por sua vez, é a última parte da Oração Eucarística.
Esta doxologia final da missa, na forma como a conhecemos, é utilizada aproximadamente desde o século VII, em toda a cristandade do Ocidente.
Estas palavras são próprias, única e exclusivamente, do padre (ou bispo) que celebra a missa, e dos sacerdotes concelebrantes. O povo participa dela dizendo “Amém” no final.
“A doxologia final, pela qual se expressa a glorificação de Deus, (…) é afirmada e concluída com a aclamação ‘Amém’ do povo” (IGMR, 78, h). Portanto, durante a doxologia, os fiéis guardam silêncio e só intervêm para unir-se a ela com um forte e contundente “Amém”.
Esta doxologia é uma das usadas para dar glória e louvor a Deus, distinguindo-se da doxologia maior (“Glória a Deus nas alturas…”) e da doxologia menor (“Glória ao Pai e ao filho e ao Espírito Santo…”).
Finalmente, uma destas doxologias é a que se pronuncia antes do rito da paz: “Vosso é o Reino, o poder e a glória…”.
O Missal não diz que o sacerdote ergue as mãos, mas sim que eleva o cálice e a patena.
O oferecimento é algo específico de sua condição sacerdotal. O gesto é feito por ele e contemplado pela assembleia, que se une ao seu gesto sacerdotal com um Amém, que deveria sair do fundo do coração e da alma.
O "Por Cristo" nada mais é do que o oferecimento do sacrifício recém efetuado na consagração. Ora, é próprio do sacerdócio oferecer o sacrifício da Missa, que com a Cruz possui uma identidade substancial.
Uma boa regra para a celebração litúrgica é: o que não está estabelecido ou previsto pelas normas, não seja feito. Isso evitaria a criação constante de novos “ritos” e a necessidade de lhes atribuir algum significado, e também evitaria o desvio de foco do essencial.
“Para se conseguir a uniformidade nos gestos e atitudes do corpo na mesma celebração, os fiéis devem obedecer às indicações que, no decurso da mesma, lhes forem dadas pelo diácono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote, de acordo com o que está estabelecido no Missal” (IGMR 43).
Doxologia - O grande Amém
Não é demais insistir na importância deste grande Amém, que a comunidade celebrante pronuncia solenemente, glorificando o Pai, no Filho e pelo Espírito Santo, em resposta e adesão ao "Por Cristo, com Cristo e em Cristo..." que conclui a Oração Eucarística proclamada pelo presidente, e que os fiéis acompanham, reverentes e silenciosos, participando por meio das aclamações previstas. Bom seria que o presidente a cantasse, para facilitar a resposta cantada pela assembleia, mas se ele não o fizer, o Amém deve ser cantado, de modo solene e vibrante, repetido várias vezes. Simplesmente recitado de forma tímida e fraca, ele perde o seu sentido essencial, pois no dizer de Santo Agostinho, este "amém é nossa assinatura, nosso consentimento, nosso compromisso", concordando com tudo o que se proclamou ao longo da mesma Oração, que é de ação de graças pelas maravilhas de Deus, realizadas sobretudo por Cristo, com Cristo e em Cristo, nosso Salvador. Dizia ele que ao cantar a assembleia o Amém, na liturgia, tremiam as colunas da sua catedral de Hipona, pelo seu poder irresistível. E São Jerônimo nos lembra que o mesmo "retumbava como um trovão" na basílica de Milão e demais igrejas romanas.
"amém é nossa assinatura, nosso consentimento, nosso compromisso"
Portanto, não podemos nos limitar a dizer este Amém, palavra que não se traduz, mas a mais importante que um batizado pode pronunciar: Sim, eu estou presente... me envolvo... me comprometo... concordo... é verdade... assino embaixo... é minha vida toda se oferecendo com Jesus, a única Oferta ao Pai. Amém! Jesus Cristo é o nosso Amém, para a glória de Deus Pai!... Infelizmente hoje se canta e se vibra pouco, por falta de compreensão do sentido profundo deste momento ritual. O Missal Romano, aliás, propõe diversas outras formas aclamativas, justamente para valorizar esta aclamação doxológica, de puro louvor, que deve soar como grito jubiloso, como adesão do ser inteiro, como experiência vital: Amém! Aleluia, aleluia! - A Deus que é nosso Pai, amém, louvor e glória! - Amém, honra e louvor ao Pai, que em Cristo nos salvou! - Cristo é o nosso Amém, para a glória de Deus Pai!
Portanto, que a nossa liturgia terrestre seja treinamento, preparação e começo do louvor do céu, onde ao Amém se acrescentará o Aleluia pascal da vida futura, da liturgia perfeita, do canto eterno, que os remidos pelo Sangue do Cordeiro cantarão a Deus sem cessar, como os anjos, conforme o Apocalipse de São João. No dizer de Santo Agostinho, descrevendo o canto do céu:"Assim como o canto da terra, tanto no plano natural como religioso, é a expressão do amor do coração, a vida do homem no céu, participação do amor de Deus, consistirá necessariamente em um incessante canto de louvor."
"Aquele que não louva nesta vida, não poderá participar da outra, que consiste essencialmente em louvar a Deus." (Santo Agostinho)
Saudosa Ir. Miria Kolling foi Religiosa da Congregação do Imaculado Coração de Maria, compositora da música litúrgica e religiosa, musicista, pedagoga, gravou mais de 30 trabalhos em LPs e CDs, como também livros sobre canto e liturgia.
"Por trás de uma perfeita aparência religiosa pode se esconder uma satisfação das próprias necessidades, busca de prestígio pessoal, o desejo de ter um cargo, de ter tudo sob controle, ocupar espaços e ter privilégios […] Isso acontece entre os cristãos."
Papa Francisco (04/09/2022)

9/03/2025

 SETEMBRO: MÊS DA BÍBLIA

“A esperança não decepciona” (RM 5,5)
A Igreja no Brasil, com o objetivo de fortalecer a vivência cristã e renovar a esperança em Cristo através da leitura e reflexão da Palavra de Deus, convida para o aprofundamento da Carta aos Romanos, com o lema” A esperança não decepciona” (Rm 5,5).
O Mês da Bíblia em 2025 será um momento para buscarmos o fortalecimento da fé e da esperança cristã. Em espirito de comunhão com toda a Igreja no Brasil, vamos alimentar a nossa fé e vivenciá-la comunitariamente.
A Carta aos Romanos é um texto inspirador e de profunda experiência libertadora para todos que procuram reconhecer a importância da esperança na vida cristã e como ela se encontra centrada na fé em Jesus Cristo.
Esse lema, ganhou especial significado com do Papa Francisco para o Jubileu da Encarnação de 2025Peregrinos de Esperança. Isso mostra o quanto a Igreja demonstra uma verdadeira convergência espiritual.
Unidos nessa jornada da fé nesse Ano Santo, sejamos peregrinos de esperança, acolhendo e transmitindo a fé, especialmente às novas gerações.

9/01/2025

 

Uma das passagens mais significativas do Evangelho de João, que nos mostra como Jesus começou a reunir seus primeiros discípulos.

No evangelho de João, capítulo 1, versículos 35 a 40, encontramos uma cena muito especial. João Batista estava com dois de seus discípulos quando viu Jesus passando. 

Naquele momento, ele proclamou: "Eis o Cordeiro de Deus!" Essas palavras mudaram para sempre a vida daqueles dois homens. 

Você já parou para pensar no poder dessas palavras? João Batista não hesitou em apontar para Jesus. 

Ele sabia que seu papel era preparar o caminho para o verdadeiro Messias. Que exemplo de humildade e propósito!

Os dois discípulos, ao ouvirem João, imediatamente seguiram Jesus. Isso nos ensina algo precioso: quando reconhecemos Jesus como o Cordeiro de Deus, nossa resposta natural deve ser segui-Lo. 

Não há meio termo, não há espera. Jesus, percebendo que era seguido, virou-se e perguntou: "O que vocês querem?" Uma pergunta simples, mas profunda. 

Até hoje, Jesus nos faz a mesma pergunta. O que realmente buscamos em nossa caminhada com Ele?

Os discípulos responderam chamando-o de "Rabi", que significa Mestre, e perguntaram onde Ele estava hospedado. Jesus, com Sua característica acolhedora, respondeu: "Venham e vejam". Que convite maravilhoso! Não apenas uma resposta, mas um convite à experiência pessoal.

Sabemos que um desses homens era André, irmão de Simão Pedro. Ele passou o resto do dia com Jesus, e aquelas horas foram tão impactantes que sua primeira ação foi procurar seu irmão para compartilhar a boa nova

Esta passagem nos ensina que o verdadeiro encontro com Jesus não pode ficar guardado para nós mesmos. 

O evangelho de Cristo é uma mensagem que precisa ser compartilhada, assim como André fez com Pedro.

Hoje, você está ouvindo este mesmo convite. Jesus quer que você O conheça pessoalmente, que experimente Sua presença, Seu amor e Sua verdade. Não é sobre religião, é sobre relacionamento.

Assim como aqueles primeiros discípulos, somos chamados a seguir Jesus e compartilhar Suas boas novas com outros.