1/04/2025

 

PROPOSTA DE PLANO DE TRABALHO NAS CEBS

 

OBJETIVO DO PLANO DE TRABALHO AÇÃO PASTORAL

·        Evangelizar as pessoas e as comunidades, anunciando e testemunhando a alegria do Evangelho, por meio da formação de discípulos (as) missionários (as) de Jesus Cristo para uma significativa experiência de vida em comunidades eclesiais missionárias, comprometidas com a vivência dos valores do Reino de Deus, à luz da opção preferencial pelos pobres.

 

·        EVANGELIZAR, pelo anúncio da Palavra de Deus, formando discípulos e discípulas de Jesus Cristo, em comunidades eclesiais de Base, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, cuidando da Casa Comum e testemunhando o Reino de Deus rumo à plenitude.

METODOLOGIA:

VER A REALIDADE COM ATENÇÃO E CUIDADO:

• Mudança de época

• Época de muitos embates (econômicos, culturais, políticos e religiosos)

• Época de contradição:

• Esperança x Medo

• Globalização x Nacionalismos

• Pandemia x Negacionismo

• Pobreza x Riqueza

• Ciência x Opinião

• Verdade x Pós-verdade

  

VER A REALIDADE COM OS OLHOS DA FÉ, DA ESPERANÇA E

DA CARIDADE:

• Deus está presente neste mundo.

• Deus não é indiferente à realidade do mundo.

• Igreja, Povo de Deus: - é chamada e convocada a anunciar o

Evangelho não é indiferente à realidade atual; - propõe Jesus

Cristo como caminho, verdade e vida; - é a casa de portas

abertas “em saída”; - é a casa da Palavra, do Pão, da Caridade

e da Missão.

 

PALAVRA DE DEUS

• Identidade da Palavra.

• Centralidade da Palavra na vida das comunidades.

• Intimidade entre Palavra de Deus e Iniciação à Vida Cristã.

• Manifestação do amor de Deus.

• Revelação da presença de Deus na vida do Povo.

• Palavra de Deus é alicerce sólido para construção da vida.

• Apelo à conversão contínua.

 

OPÇÃO PREFERENCIAL PELOS POBRES

• Opção preferencial pelos pobres é questão essencial da vida de fé

Cristã: Ela não é uma invenção da Igreja.

• Trata-se da compreensão radical da proposta de Deus à humanidade.

• Opção pelos pobres conecta o discipulado e a missionariedade.

• Opção pelo pobre é fidelidade ao Evangelho.

• Os pobres são os destinatários privilegiados do Evangelho.

 

CASA COMUM

• Desafio ambiental não está distante da ação evangelizadora da Igreja

• Crise ecológica impõe-se à humanidade de forma irrenunciável.

• Crise ecológica tem sua raiz na crise antropológica.

• Emergência da busca do desenvolvimento humano integral e a inclusão social.

• Trata-se de cuidar da casa comum que é de todos.

• Ecologia integral envolve a vida cotidiana, a economia, a cultura, a política e a religião, trata-se de superar o crescimento focado no lucro e na exclusão para o desenvolvimento sustentável do todo.

• Passagem do bem-estar de uma parte da população para o bem viver de todos.

O Plano de trabalho, busca ser um “instrumento” de comunhão no conjunto das muitas ações existentes e também nas proposições novas, não obstante o momento seja difícil, e, devido à pandemia, dramático, o Plano de Pastoral busca conjugar as ações e dar-lhes comunhão e unidade.

 A Igreja é chamada a ativar em sinergia sinodal os ministérios e os

carismas a Sinodalidade exprime o ser sujeito de toda a Igreja e de todos (as) na Igreja.

                            

Dinamismo, sensibilidade, corresponsabilidade, sentido de pertença, senso de comunhão, missionariedade...

Amor à Igreja!

 

PRIORIDADES DE AÇÕES: PROBLEMÁTICA

1-consumo e excesso de bebida alcóolica: realizar roda de conversa nas comunidades,

2- segurança pública: promover audiência pública, agendar com órgãos competentes e mobilizar as comunidades através das pastorais e dos programas católicos da rádio comunitária.

3-combater a pesca no período seguro defeso: cobrar os órgãos competentes, e distribuir a portaria nas comunidades- mobilizar a sociedade civil organizada- cjp e z-49.

4- valorização dos produtos da região: incentivo da produção familiar, promover debates nas cebs mobilizar as comunidades- cjp e sttr.

5- educação: fiscalizar, buscar informações- membros cme, fundeb e cjp participar das conferências, audiências, visitar as escolas e propor dialogo entre as instituições.

 

PROBLEMAS LOCAIS:

• Êxodo rural: proposta analisar, buscar informações e acompanhar, os fatos que vem fazendo com que as famílias deixem suas comunidades e vem para cidade: falta de condições para viver na terra; vendas de terras;  ocupação urbana:

PROBLEMAS: A saída desordenada da população do meio urbano, ocasionando inchaço populacional nas cidades, com isso nasce as periferias locais, gera exclusão e pobreza, com a violência na cidade.

PROBLEMÁTICAS GRAVES: Trânsito, desrespeito e violência no transito, conscientização das comunidades e das pessoas, ampliar a fiscalização. Poluição sonora; praças e ocupações; calçadas públicas; hidroviária( desordem); TFD- situações desumanas; • abandono cemitérios; esclarecimentos sobre iluminação pública.

 

CAMINHOS: Debater a respeito da crise social, da crise do sistema de trabalho e da crise ecológica, fazendo um levantamento de situações contrária a ética.

COMO FAZER: Nos Encontros das comunidades, fazer as analises da realidade( roda de conversa).

As CEBs têm como objetivo principal promover a participação ativa dos fiéis leigos na vida da Igreja e na transformação da sociedade.

Elas enfatizam a importância da partilha da Palavra de Deus, da oração, da solidariedade e da ação social como expressões da vivência do Evangelho no contexto concreto em que vivem.

Algumas características comuns das CEBs incluem:

1. Participação ativa dos fiéis leigos: As CEBs buscam a valorização e a participação plena dos leigos na vida da Igreja, incentivando-os a assumir responsabilidades pastorais e a compartilhar seus dons e talentos.

2. Encontro com a Palavra de Deus: A leitura e reflexão da Bíblia são fundamentais nas CEBs, sendo consideradas fonte de inspiração e orientação para a vida dos membros da comunidade.

3. Celebrações litúrgicas e sacramentais: As CEBs celebram a Eucaristia, os sacramentos e outras formas de oração comunitária, adaptando-as às necessidades e realidades locais.

4. Ação social e engajamento comunitário: As CEBs se preocupam com as questões sociais e trabalham em prol da justiça, da solidariedade e da transformação das realidades de injustiça e exclusão.

5. Formação e educação: As CEBs valorizam a formação dos seus membros, oferecendo momentos de estudo, reflexão e capacitação em temas relevantes para a vida da comunidade e da sociedade.

6. Liderança compartilhada: As CEBs promovem a participação de todos os membros na tomada de decisões e no exercício da liderança, evitando concentrações excessivas de poder e incentivando a colaboração e o serviço mútuo.

 

AUTOR: GILVANDRO

As Comunidades Eclesiais de Base são comunidades ligadas à Igreja Católica com o intuito de promover a vocação e missão, formação e espiritualidade, organização e atuação do laicato, particularmente da juventude, na igreja e no mundo.

 

As Comunidades Eclesiais de Base são comunidades ligadas à Igreja Católica com o intuito de promover a vocação e missão, formação e espiritualidade, organização e atuação do laicato, particularmente da juventude, na igreja e no mundo.

COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE (CEBS) são grupos de fiéis que se reúnem em nível local para viver sua fé de forma comunitária e engajada. As CEBs surgiram na década de 1960, como uma resposta às necessidades pastorais e sociais das pessoas nas áreas rurais e urbanas mais marginalizadas.

As CEBs têm como objetivo principal promover a participação ativa dos fiéis leigos na vida da Igreja e na transformação da sociedade.

Elas enfatizam a importância da partilha da Palavra de Deus, da oração, da solidariedade e da ação social como expressões da vivência do Evangelho no contexto concreto em que vivem.

Algumas características comuns das CEBs incluem:

 1. Participação ativa dos fiéis leigos: As CEBs buscam a valorização e a participação plena dos leigos na vida da Igreja, incentivando-os a assumir responsabilidades pastorais e a compartilhar seus dons e talentos.

2. Encontro com a Palavra de Deus: A leitura e reflexão da Bíblia são fundamentais nas CEBs, sendo consideradas fonte de inspiração e orientação para a vida dos membros da comunidade.

3. Celebrações litúrgicas e sacramentais: As CEBs celebram a Eucaristia, os sacramentos e outras formas de oração comunitária, adaptando-as às necessidades e realidades locais.

4. Ação social e engajamento comunitário: As CEBs se preocupam com as questões sociais e trabalham em prol da justiça, da solidariedade e da transformação das realidades de injustiça e exclusão.

5. Formação e educação: As CEBs valorizam a formação dos seus membros, oferecendo momentos de estudo, reflexão e capacitação em temas relevantes para a vida da comunidade e da sociedade.

6. Liderança compartilhada: As CEBs promovem a participação de todos os membros na tomada de decisões e no exercício da liderança, evitando concentrações excessivas de poder e incentivando a colaboração e o serviço mútuo.

AUTOR: GILVANDRO TORRES

 


 
Para aprofundamento nas Comunidades:

IVC- Iniciação à Vida Cristã é um processo de crescimento na fé de forma gradual e permanente, que acontece numa comunidade eclesial, visa transformar a fé inicial em uma fé progressivamente adulta, cada vez mais convicta e comprometida como inspiração o catecumenato que não se limita à celebração dos sacramentos, dando valor a tempos, etapas com suas celebrações, símbolos, ritos e bênçãos.

CATECUMENATO:  Processo catequético de iniciação dos primeiros séculos, na sua época, foi uma verdadeira escola de fé. Ele oferece um modelo de catequese que se apresenta num modo especial e significativo de fazer a iniciação cristã, visa a formação na fé e a participação litúrgica, portanto catequese e liturgia caminham juntas. Devem ser realizadas celebrações da Palavra, como também os catecúmenos devem participar da vida litúrgica na comunidade.

PASTORAL DE CONJUNTO: Não é uma outra frente de pastoral, ela é o esforço das pastorais, serviços e movimentos para trabalharem em união. É um empenho para colocar em comum a riqueza de cada uma das realidades, a diversidade dos dons e carismas, em favor e benefício da mesma ação evangelizado.

PEQUENAS COMUNIDADES MISSIONÁRIAS: O encontro com a Palavra muda a vida e dá sentido ao ser e agir de quem é cristão, corrige posturas e forma no modo de ser, de pensar e de agir de Jesus Cristo a serviço à vida plena, o amor preferencial pelos pobres, como o fez Jesus, é consequência de uma vida de amizade, uma fé madura e uma oração intensa. Como uma  Igreja em saída missionária. As pequenas comunidades como luz de renovação para o caminho do Reino de Deus.


autor: GILVANDRO TORRES

COMO SER IGREJA EM SAÍDA MISSIONÁRIA, CONFORME O CHAMADO DE JESUS E A CONVOCAÇÃO DO PAPA FRANCISCO? AUTOR GILVANDRO TORRES

 

 COMO SER IGREJA EM SAÍDA MISSIONÁRIA, CONFORME O CHAMADO DE JESUS E A CONVOCAÇÃO DO PAPA FRANCISCO?

 


Indo aos locais mais distantes, sem a presença da Igreja, onde há pessoas excluídas, rejeitadas e até abandonadas pela sociedade e os poderes públicos. Precisamos ser discípulos e discípulas fiéis, que compartilham e vivenciam a fé e o amor através da experiência e da dor do nosso irmão. 

Cuidar da natureza, preservar o meio ambiente; assumir compromisso dentro da comunidade e do setor e ser missionário. 

Criar comissão evangelizadora e articuladora para atuar junto com os conselheiros e coordenações do setor, buscando parcerias governamentais e não-governamentais, fazendo assim a unidade com todas as comunidades:


       Escuta Ativa: Ouvir as vozes da comunidade e as necessidades do mundo.

       Abertura ao Diálogo: Estar dispostos a conversar com diferentes culturas e crenças.

       Formação Missionária: Investir em formação contínua para todos os membros da Igreja.

       Ações Concretas: Realizar projetos que atendam a necessidades sociais, como a assistência aos pobres e marginalizados.



 AUTOR GILVANDRO TORRES

OUVIR OS CLAMORES E PERCEBER OS DESAFIOS DA CAMINHADA.

 

A memória de nossa caminhada como Igreja no Xingu ensina a resiliência e a importância da ação comunitária. Ao refletirmos sobre nossa história, lembramos das lutas e conquistas que moldaram nossa identidade, e isso nos motiva a enfrentar os desafios atuais com esperança e determinação. Viver em uma Igreja Sinodal é um convite do papa Francisco a todos nós. Essência de nossa Igreja missionária no Xingu.  

A sabedoria acumulada ao longo dos anos pode nos guiar na busca por soluções criativas e justas para os problemas que nos cercam, sempre tendo em mente o chamado ao amor e à solidariedade. Assim, ao nos sentirmos provocados por Deus diante da realidade que nos cerca, somos chamados a ser uma Igreja que não se contenta em permanecer em silêncio, mas que se levanta em ação, amor e justiça. É um convite constante à conversão pessoal e comunitária, para que possamos ser verdadeiros instrumentos de paz e esperança. Os principais desafios que enfrentamos incluem a polarização social, a desinformação e a indiferença diante do sofrimento alheio. A urgência de lidar com questões como a pobreza, a violência e a proteção do meio ambiente exige de nós uma postura proativa. A nossa resposta deve ser moldada pelo amor e pela compaixão, características centrais do Evangelho. 



A dimensão profética da Igreja também nos chama a ser vozes de justiça e verdade.

Precisamos falar sobre as injustiças e as questões sociais que muitas vezes são ignoradas, sendo um eco da voz de Cristo que se preocupa com os marginalizados. Isso requer coragem para abordar temas difíceis, sempre com um olhar que promova a dignidade da pessoa humana.

Em relação ao diálogo, a Igreja deve ser um espaço onde diferentes vozes e experiências são ouvidas e respeitadas.

O testemunho do diálogo implica não apenas escutar, mas também construir pontes entre as diferenças.

Isso pode ser feito através de encontros, discussões e iniciativas que promovam a compreensão e a unidade.

Para que sejamos verdadeiramente uma Igreja testemunha do diálogo, é fundamental que trabalhemos na formação de lideranças capacitadas a promover essa cultura de escuta e respeito mútuo. 

O diálogo não é apenas uma técnica, mas uma atitude que deve permear todas as nossas relações.


AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

ortaleza de Santo Antônio de Gurupá e sua verdadeira história. AUTOR GILVANDRO TORRES

 

Fortaleza de Santo Antônio de Gurupá e sua verdadeira história.

 O nome do novo forte Santo Antônio foi uma homenagem e agradecimento a ajuda dos frades da província que colaborou com o recrutamento dos índios Tupinambás.

 A tomada do forte dos holandeses foi um importante passo para a consolidação da conquista da Amazônia pelos portugueses, que agora abririam caminho pelos rios a fim de estabelecer seus domínios.

 As ruínas do forte Mariocay, reconstruído de taipa e pedregulho, seria a posição portuguesa mais ocidental da América.

 Revendo algumas fontes históricas chego ao mapa publicado em 1625 pelo holandês Joannes de Laet, aparece a fortaleza de Corpapi, no local onde se localiza Gurupá.

 O mesmo acontece com outro mapa publicado em 1646 por um holandês Robert Dudley, que cita o tal forte.

 Os muros do forte foram de pedras tiradas às margens do rio amazonas em torno do forte, usando trabalho escravo indígena, as obras nunca ficaram prontas, nem concluídas, com os anos foram feitas modificações, instalações de artilharia.

 Toda essa historia há um silencio no local, analisamos esse processo de ocupação a custo do suor e sangue e escravidão dos índios que um dia habitavam este município em harmonia com a natureza.

 Gurupá é fruto de um longo processo de ocupação e um forte construído pelos holandeses para uma melhor comercialização os índios locais de, estando à margem direita do rio amazonas.

 


O historiador THEODORO BRAGA relata em sua pesquisa que provavelmente a origem da palavra Gurupá é indígena e significa “Porto de canoas”.

 Ao ser elevado pelos holandeses o forte Mariocay, como os europeus chamavam os índios que habitavam estas terras, era um ponto estratégico, instalado em um rochedo que dava uma ampla visão do rio amazonas.

 Portugal desconhecia a presença de holandeses na região, foi através da captura de dois homens de nacionalidade belga e alemã, que foi informado à presença de europeus na região amazônica.

 Até então desconhecida, o Capitão Mor de Belém BENTO MACIEL PARENTE após dizimar os índios e os europeus, apoderando-se de suas terras e escravizando poucos que sobreviveram partiram para a matança com 70 soldados e um grupo de mil índios para atacarem o forte.



 No rio Xingu capturaram 36 holandeses e 100 angolanos, após destruírem os fortes dos holandeses.

 Jorge Hurley em 1936 no livro “ noções de historia do Brasil” descreve que a Palavra MARIOCAY ( UMARYCAI)vem do Tupi: UMARY= frutos da mata, CAI= verbo queimar e UMARY= queimado.

 E a palavra que deu origem ao nome Gurupá, devido os portugueses passaram a chamar de “Corupá”, porque os índios afirmavam que ali era um porto de canoa ou seja origem tupi era IGUARUPÁBA= porto e de muitas canoas. Com a nossa língua entre portugueses e alguns índios, com certeza mestiços o tempo passaram a chamar de Gurupá, informações precisas de Francisco Adolpho Varnhagem no seu livro historia do Brasil do ano de 1962.

 Alguns historiadores acreditam que os holandeses fizeram amizade com os índios e até comercializavam produtos, podemos descrever que o cotidiano dessa época onde os índios produziam as atuais roças, pesca de tartaruga e seus derivados como o óleo, caça de animais silvestre com a comercialização da pele de onça, em troca os holandeses davam espelhos, roupas e utensílios para agricultura.

 Os índios leais aos holandeses foram mortos, alguns sobreviveram e se tornaram escravos, BENTO MACIEL PARENTE ficou em Gurupá, onde após destruir o forte dos holandeses, construiu sobre taipa um forte invocando a proteção de Santo Antônio em 1623.

 

AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

 Fontes Consultadas:

 Arthur Viana, As fortificações na Amazônia, anais da biblioteca e arquivo do Pará, tomo IV, Belém/ 1905, página 227-307.

 Carlos Roque, fortificações na Amazônia.

 LodewijkHulsman, Escambo e tabaco; o comercio dos holandeses com índios no delta do rio amazonas (1600-1630), Universiteit Van Amsterdan-2012.

 F.A Varnhagen, História Geral do Brasil-SP/1962.

Spix e Martius, Viagens pelo Brasil, Rio/1938.

 John Hemming, Ouro Vermelho- A conquista dos índios brasileiros, SP/ 2007.

 Jorge Henrique Hurley, Noções de História do Brasil. Belém: Instituto Lauro Sodré-1938.

 Cel. Claudio Moreira Bento, A conquista da Amazônia por Pedro Teixeira-RJ 1973.

 

BATE PAPO COM GILVANDRO TORRES



    
A REALIDADE DO MUNDO E A PALAVRA DA IGREJA NOS PROVOCAM.

 

       Chamada à Transformação: O batismo nos identifica como filhos de Deus e nos convoca a ser agentes de transformação em um mundo repleto de injustiças e desigualdades. Através dele, somos impulsionados a agir com amor e compaixão, refletindo a missão de Cristo e lutando pelos mais vulneráveis em nossas comunidades.

 

       Desafios Sociais: Em um mundo cada vez mais marcado pela modernidade, somos chamados a encontrar um equilíbrio entre a relevância das questões contemporâneas e a humildade em seu serviço. Essa humildade nos permite ouvir as vozes dos marginalizados e dialogar com a sociedade, enquanto buscamos ser uma presença de esperança e verdade em meio a conflitos e divisões.

 

       Espiritualidade de Ação: É essencial cultivar uma espiritualidade que nos leve a sair de nós mesmos, engajando-nos com as comunidades e cuidando dos mais vulneráveis. A dimensão profética da Igreja nos chama a agir com coragem e a ser vozes de justiça, denunciando injustiças e promovendo a dignidade humana. Essa espiritualidade ativa nos inspira a trabalhar por um mundo mais justo, onde o amor e a compaixão se manifestem concretamente em nossas ações.

 

       Dimensão Profética: A profecia da Igreja é crucial, pois devemos ser vozes de justiça e verdade, abordando injustiças e questões sociais com coragem. Para reavivar a chama de Deus em nós, precisamos promover a dignidade da pessoa humana e nos comprometer com a transformação das realidades que nos cercam, fazendo ecoar o amor e a compaixão de Cristo.

 

       Espaço de Diálogo: A Igreja deve ser um espaço de escuta e respeito, onde diferentes vozes e experiências sejam valorizadas. Para reavivar a chama de Deus, é fundamental que cultivemos o diálogo como uma atitude essencial em nossas relações, construindo pontes que promovam a compreensão e a unidade.

 

       Conversão Pessoal e Comunitária: Estamos constantemente chamados à conversão, para que possamos ser instrumentos de paz e esperança. Reavivar a chama de Deus em nossas vidas implica não permanecermos em silêncio diante das realidades que nos cercam, mas agirmos com amor e compaixão em prol da justiça social e do bem comum.


AUTOR: GILVANDRO TORRES

 

COMUNIDADE CRISTO REI- SETOR MARAJOI- VISITA PASTORAL EM 2024















VISITA PASTORAL COM PADRE JOSE AMARO EM 2024

AUTOR: GILVANDRO TORRES






 


Comunidade Perpétuo Socorro do Setor Amazonas-2025