2/08/2026

 

"Toda a santidade consiste em amar a Jesus Cristo" é uma verdade central na espiritualidade cristã, frequentemente citada por santos e doutores da Igreja como Santo Afonso Maria de Ligório. Ela resume que a perfeição cristã não se baseia apenas em regras ou grandes obras, mas na intensidade do amor e na união com Cristo

  • O Amor é a Essência: Santidade não é perfeccionismo ou ausência de erros, mas sim a maturidade no amor a Deus e ao próximo. Santo Afonso afirmava: "Toda a santidade consiste em amar a Deus e todo o amor a Deus consiste em fazer a sua vontade".
  • Jesus é o Centro: A santidade cristã é centrada em Cristo, que é o modelo e o meio de santificação. Ele sofreu a Paixão e Morte para que a humanidade pudesse ser reconciliada e santa.
  • Amor em Pequenas Coisas: Como ensinou Santa Teresinha do Menino Jesus, a santidade não exige grandes feitos, mas realizar as pequenas coisas do cotidiano com um grande amor.
  • Amor ao Próximo: Amar a Jesus Cristo necessariamente envolve o amor ao próximo, incluindo inimigos, através de misericórdia e compaixão.
  • Ação do Espírito Santo: Tornar-se santo à semelhança de Jesus é um dom do Espírito Santo, que opera no coração de quem se entrega a esse amor.
  • Em suma, a santidade é um chamado universal, acessível a todos, baseado na entrega de amor a Deus, colocando Jesus Cristo no centro da vida.

  • Centralidade em Jesus Cristo: Amar a Jesus é o núcleo da vida cristã. Isso significa colocar a pessoa de Cristo no centro de todas as ações, decisões e intenções, buscando conformar a própria vontade à Dele.
  • A Vontade de Deus: Santo Afonso Maria de Ligório completa que o amor a Deus se concretiza em fazer a Sua vontade, o que reflete a obediência e a confiança Nele.
  • Ação Concreta: O amor por Jesus se manifesta através de gestos de caridade, serviço aos pobres, paciência e humildade, não apenas em sentimentos.
  • Modelo e Salvação: Jesus é o modelo de santidade e foi através da Sua Paixão e Morte que a humanidade foi reconciliada com o Pai e capacitada a viver em santidade.


Leonardo Boff, pseudônimo de Genézio Darci Boff (Concórdia, 14 de dezembro de 1938), é um teólogo, escritor, filósofo e professor universitário brasileiro

Simpatizante do socialismo, Boff é expoente da teologia da libertação no Brasil e conhecido internacionalmente por sua defesa dos direitos dos pobres e excluídos. 

Foi membro da Ordem dos Frades Menores (franciscanos) e atualmente é professor emérito de Ética, Filosofia da Religião e Ecologia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). 

Seu trabalho atual está relacionado principalmente às questões ambientais.


Sua reflexão teológica nasceu da necessidade de dar resposta a perguntas como:

  1. Como anunciar a morte e ressurreição de Jesus a indígenas que estão sendo exterminados?
  2. Como anunciar a Boa Nova da Salvação às populações exploradas?

Por isso, empregou o método da "dupla mediação", típico dos teólogos da libertação, pois recorre às ciências humanas e sociais para uma melhor compreensão da realidade, descobrir os mecanismos de opressão que ameaçam a vida dos pobres e para libertar a teologia de sua falsa neutralidade social, de sua suposta neutralidade política e de sua aparente indiferença ética, e também utiliza a hermenêutica para o estudo e interpretação dos textos fundadores do cristianismo, procurando analisar o contexto e o conteúdo desses textos, descobrir o seu significado original e interpretar seu significado atual a luz dos novos desafios.

GILVANDRO TORRES- PALESTRANDO PARA OS JOVENS NA PASTORAL DA JUVENTUDE DE GURUPÁ




 

2/05/2026

Gilvandro Torres é escritor gurupaense, nascido e formado à beira do rio Amazonas, onde a memória, a oralidade e o cotidiano ribeirinho moldam sua visão de mundo e sua escrita. Sua produção literária dialoga com a cultura amazônica, valorizando as narrativas locais, os saberes populares e a experiência histórica do povo de Gurupá. Em seus textos, Gilvandro Torres constrói uma literatura comprometida com a identidade regional, explorando temas como pertencimento, resistência cultural, memória coletiva e a relação profunda entre o ser humano e a natureza amazônica. Sua escrita se destaca pela sensibilidade narrativa e pelo cuidado em preservar vozes que, muitas vezes, permanecem à margem da literatura dominante. Como escritor, contribui para o fortalecimento da literatura paraense e amazônica, reafirmando Gurupá como território vivo de criação artística, história e palavra.

 



The International

 Nota: Este artigo é sobre um filme. Para o torneio de videogame, veja The International 
The International
Cartaz promocional
No BrasilTrama Internacional
Em PortugalThe International - A Organização

2009 •  cor •  118 min 
Género
DireçãoTony Tykwer
Produção
  • Lloyd Phillips[1]
  • Charles Roven[1]
  • Richard Suckle[1]
RoteiroEric Warren Singer[1]
Elenco
Música
  • Reinhold Heil[1]
  • Johnny Klimek[1]
  • Tom Tykwer[1]
CinematografiaFrank Griebe[1]
Direção de arteUli Hanisch[1]
EdiçãoMathilde Bonnefoy[1]
Companhia produtoraColumbia Pictures[1]
DistribuiçãoSony Pictures[1]
Idiomas

The Internacional (prtThe International - A Organização[2][3]braTrama Internacional[4][5]) é um filme teuto[1]-britano[1]-estadunidense[1] de 2009, dos géneros suspensedrama e espionagem, dirigido por Tony Tykwer, com roteiro de Eric Warren Singer.[1]

Sinopse

O enredo gira em torno da trajectória do agente da Interpol Louis Sallinger, na caça a um banqueiro suspeito de lavagem de dinheironarcotráficotráfico de armas e terrorismo. Quem o vai auxiliar nesta demanda é a promotora de justiça de Manhattan, Eleanor Whitman.

Gilvandro Torres é escritor gurupaense, nascido às margens do rio Amazonas, onde a palavra nasce do encontro entre memória, território e tradição. Sua escrita dialoga com a cultura amazônica e com a experiência ribeirinha, valorizando histórias, vozes e saberes que atravessam gerações. Em sua obra, o autor explora temas como identidade, pertencimento, memória coletiva e a relação profunda entre o ser humano e a natureza, construindo narrativas sensíveis e marcadas pelo compromisso com a preservação cultural da Amazônia. Seus textos reafirmam Gurupá como espaço vivo de história, resistência e criação literária.

 


GILVANDRO TORRES, nas comunidades

 


























GILVANDRO TORRES em familia













GILVANDRO TORRES- CRISMA EM GURUPÁ