2/18/2026

 

UM POUCO SOBRE GURUPÁ-GILVANDRO TORRES 


O chamado patrão fez parte da história do município de Gurupá desde o sistema de aviamento até o sistema de votos em que os fregueses eram obrigados a votar no candidato do “patrão”. 

Algumas famílias se diziam donas de grandes faixas de terra, exigindo que fossem os únicos compradores da produção dos posseiros que ocupavam sua propriedade. Nessa época como era preciso provocar uma mudança tanto social quanto política. 

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Gurupá começam a conscientizar o povo na questão de seus direitos. 

O patrão cobrava ainda desses moradores 5% de "taxa de uso do solo". 

Esse modelo se perpetuou por décadas, até que um levantamento fundiário feito com apoio do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais mostrou que a maioria das escrituras desses latifundiários não tinha validade, havia extensão de terra declarada em escrituras no cartório quase duas vezes maior do que o tamanho do município, sendo que estes documentos não teriam validade. 

Aspectos relevantes para compreensão e promoção da cultura gurupaense O acampamento de 1996 é considerado um marco histórico do STTR- Gurupá e do movimento social de Gurupá, os companheiros de chapa, tiveram grande importância de cada um no processo sindical de organização sindical e os preparativos da luta sindical, onde era uma necessidade tomar o sindicato e ser verdadeiramente representado pelos trabalhadores rurais. 

Na década de 1980 a FASE, apoiou o movimento sindical na conquista do sindicato rural, além de ajudar a programar alguns projetos, como o projeto Bem Te Vi que apoiava os agricultores e pescadores. Esse apoio foi essencial para o meio rural. 

As terras de Gurupá pertenciam a cerca de 10 grandes proprietários, isso aconteceu pelo colapso da época da borracha na região com seu processo de aviamento e algumas famílias não conseguindo saldar as dívidas junto ao patrão e entregavam as estradas de borracha como forma de pagamento e com o tempo essas famílias acumularam muitas posses de terras passando a ser latifundiários.

 A madeireira multinacional norte americana BRUMASA  S.A que havia comprado em 1966 uma grande área de terras no município de forma duvidosa. Os rastros da exploração ilegal no município de Gurupá causaram destruição nos seringais na ilha grande de Gurupá.

 A consequência foi avassaladora dos latifundiários onde os posseiros extraiam madeira e palmito sem consciência ambiental. 

O povo ribeirinho tomou conhecimento dos seus direitos ao se organizarem e perceberem que a mata em pé dá mais lucro do que derrubada, e os trabalhadores rurais procuraram caminhos para melhores condições econômicas no campo da agricultura, do extrativismo e na capacitação de trabalhadores para atuarem contra a exploração capitalista e na defesa dos recursos naturais. mento inédito na economia local.

autor GILVANDRO TORRES

GILVANDRO TORRES, Atua como assessor leigo na Paróquia Santo Antônio de Gurupá, com ênfase em CEBs, catequese e pastoral, influenciado pela espiritualidade redentorista. Seu ativismo aborda desigualdades amazônicas


 

GILVANDRO TORRES, Autor de "Gurupá: uma conquista pelo povo" (Editora Paka-Tatu, 2019), que resgata história local com foco em quilombos, indígenas e movimentos sociais. Membro fundador da Academia Marajoara de Letras (2024) e Cidadão Honorário de Gurupá (Lei Municipal nº 1.279/2023), mantém o blog Projeto Virtual Cultural de Gurupá, com crônicas, poesias e reflexões sobre o Marajó. Recebeu o Diploma de Honra ao Mérito do SINTEPP Gurupá (2017).


 

Análise de conjuntura sobre a VENEZUELA A ação envolveu bombardeios aéreos e incursões terrestres em áreas estratégicas como Caracas, Miranda, La Guaira e Aragua, visando alvos militares e sistemas de energia. Tropas especiais romperam a segurança presidencial, resultando em pelo menos 58 mortes confirmadas, incluindo militares cubanos e civis. Maduro foi levado para Nova York, onde enfrenta varias acusações . O Ex Presidente da Venezuela Maduro deixou um legado de 80% em pobreza, agora agravado por bloqueios petrolíferos que cortam 70% das receitas estatais. Nicolás Maduro liderou um regime amplamente descrito como autoritário e repressivo na Venezuela por mais de uma década, reprimiu protestos com prisões arbitrárias e leis que silenciavam dissidentes. ​Enquanto as eleições fraudadas profundou essa crise econômica, hiperinflação e sanções agravaram a miséria, levando milhões ao exílio e no contexto atual a sua captura em janeiro de 2026 pelos EUA encerrou esse ciclo. Nicolás Maduro liderou um regime amplamente classificado como ditatorial na Venezuela, marcado por autoritarismo extremo e violações sistemáticas de direitos humanos. Foi um trajetória Autoritária que assumindo o poder em 2013 como sucessor de Hugo Chávez, dissolveu o Parlamento oposicionista em 2017, uma Assembleia Constituinte leal e manipulou eleições em 2018, 2020 e 2024. Prisões políticas somaram cerca de 15 mil casos, com repressão violenta a protestos que causou centenas de mortes entre 2014 e 2019. A Venezuela, outrora a mais rica da América Latina graças ao petróleo, mergulhou na pobreza extrema sob comando do Governo de Maduro devido a políticas econômicas fracassadas, corrupção sistêmica e má gestão da Estatal PDVSA, enquanto a elite e apoiadores acumularam fortunas bilionárias. A Corrupção desviou centenas de bilhões de dólares da PDVSA via propinas, sobrepreços e controles militares de importações, enriquecendo generais, família e aliados de Maduro. A má gestão da PDVSA, estatal venezuelana de petróleo, foi central no empobrecimento nacional, destruindo a principal fonte de receita do país apesar de suas reservas gigantescas. Sem manutenção em poços e refinarias, a infraestrutura deteriorou, elevando custos operacionais e reduzindo exportações e Bilhões foram desviados via sobrepreços, propinas e contratos superfaturados, isso gerou rombo fiscal, hiperinflação e queda do PIB forçando importações caras de combustível. Com 95% das divisas do petróleo perdidas, o governo imprimiu dinheiro, disparando inflação a 65.000% em 2018 e elevando pobreza a 82% em 2023, enquanto elite ( aliados do governo) se enriquecia. Que acumularam bens luxuosos, financiados por receitas estatais desviadas, enquanto o povo enfrentava fome. A falta de gasolina e peças paralisou transporte público, enquanto escassez de divisas limitou importações de remédios e equipamentos médicos, elevando déficit nutricional de 3% para 35% e reduzindo capacidade hospitalar em 70%. Educação e assistência social também deterioraram, com PIB encolhendo 80% e migração por fome e falta de serviços básicos. A crise social é severa, com mais de 20 milhões de venezuelanos vivendo em situação de pobreza multidimensional. Estima-se que mais de 7,7 milhões de pessoas já fugiram do país em busca de melhores condições de vida até agosto de 2023. O que resultou na perca da capacidade de fornecer serviços básicos adequados, como saúde e alimentação, o que aprofundou o sofrimento da população. ​A pobreza extrema na Venezuela resultou principalmente de políticas econômicas fracassadas sob comando de Hugo Chávez e Maduro, corrupção, dependência excessiva do petróleo e repressão política que agravaram a atual crise humanitária. Pesquisa e Texto: GILVANDRO TORRES


 

 

FRANCISCO ALVES NOGUEIRA é uma figura central na história comunitária e religiosa de Gurupá, no Pará. Nascido em 15 de janeiro de 1943 no rio Mararu, ele se destacou como liderança católica e articulador político nas décadas de 1970 e 1980.  Casado com Maria Dinair Martins Diamantino, com quem teve seis filhos. Sua origem ribeirinha no rio Mararu reflete a realidade das comunidades amazônicas, marcadas por desafios sociais e ambientais. Ligado à Igreja Católica, Francisco incentivou as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) na comunidade N. Sra. de Nazaré, no rio Mararu, e depois na N. Sra. de Fátima, em Gurupá. Ele atuava na catequese, celebrações da Palavra e reflexões sobre o Evangelho, promovendo organização popular e defesa de direitos sociais entre ribeirinhos. Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) em Gurupá, junto a outras lideranças religiosas e comunitárias. O PT local surgiu de reuniões comunitárias e debates sobre justiça social, antes de estruturas partidárias formais, com ênfase na organização de trabalhadores ribeirinhos. Como articulador de base, fazendo a ponte entre fé católica, ação social e construção política local. Sua trajetória exemplifica o papel das CEBs na conscientização política e na luta por equidade nas comunidades amazônicas de Gurupá.











AUTOR: GILVANDRO TORRES

Gilvandro Torres é um educador popular, escritor e ativista social de Gurupá, Pará, Brasil, nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú. Ele se destaca pela preservação da história local, com ênfase em questões sociais, culturais e amazônicas.

Trajetória Profissional: Sua carreira inclui papéis como conselheiro tutelar, conselheiro municipal de educação e assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Pará. 

Ele trabalhou na Prefeitura municipal de Gurupá, como chefe de Recursos Humanos e secretário de gabinete, além de funções públicas em Belém e Altamira, recebendo honrarias como a Medalha de Honra ao Mérito do SINTEPP em 2017. 

Contribuições Culturais : É autor do livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", que explora a história social do município, incluindo quilombos, indígenas e movimentos locais. Ele fundou projetos como o Virtual Cultural de Gurupá e Amazônia Gurupaense via blogs e redes sociais, e integra a Academia Marajoara de Letras, participando de podcasts e documentarios sobre o Marajó.


 

ALDINO FRÓES DA SILVA foi uma figura exemplar de liderança comunitária em Gurupá, Pará. Nascido em 23 de dezembro de 1939 no rio Mararu, ele casou-se com Maria de Nazaré Nogueira Alves e criou nove filhos — cinco homens e quatro mulheres — com ênfase nos valores da honestidade, apesar das grandes dificuldades. Na sua trajetória Sindical e Política o Sr. Aldino integrou o movimento sindical do STTR (Sindicato dos Trabalhadores Rurais) de Gurupá em 1986, chegando a membro da diretoria. Ele foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) no município em 1982, participando ativamente de reuniões partidárias e momentos decisivos no processo político local. Seu engajamento Social e Religioso sempre comprometido com o bem comum, Aldino destacou-se nos movimentos sociais, promovendo uma sociedade mais igualitária onde todos tivessem voz. Na Paróquia Santo Antônio de Gurupá, esteve presente nas semanas catequéticas históricas, análises de conjuntura, mutirões e fundações das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), além de reuniões de planejamento. Sua humildade e conselhos inspiraram lições de vida a muitos, consolidando-o como exemplo de ser humano participativo e dedicado à justiça social na região amazônica.

autor: GILVANDRO TORRES

A Campanha da Fraternidade 2026, com o tema "Fraternidade e Moradia" e lema "Ele veio morar entre nós" ( 1,14), tem como objetivo geral promover a moradia digna como direito fundamental e prioridade, fundamentado na Boa-Nova de Jesus e em espírito de conversão quaresmal.


 

GILVANDRO e o Docat


 

2/17/2026

lei municipal n. 632/1980 nomenclatura de varias ruas de Gurupá


 

DOCUMENTÁRIO III Seminário da Escola FÉ E CIDADANIA IRMÃ DOROTHY STANG- produzido pela PASCOM


 

Documentário Vidas em Cenas uma homenagem aos 400 anos de Gurupá.


 

Toda Santidade consiste em amar a Jesus Cristo. AUTOR GILVANDRO TORRES


 

   MARIA DO CARMO CALADO, é uma empreendedora gurupaense nascida em 8 de maio de 1953 no rio Baquia, zona rural de Gurupá estado do Pará, com cidadania portuguesa. Ela se destacou como palestrante e organizadora de oficinas de negócios, com foco em economia criativa e ecológica. Foi proprietária de diversos empreendimentos e residiu por muitos anos em Portugal antes de retornar ao Brasil.  Com Prêmios Nacionais e Internacionais. Ganhou reconhecimento do Centro Nacional de Indústria em 2004 e da FINEP em 2005 vencedora do norte, categoria inovação. Recebeu homenagem do Governo do Acre com tintura de açaí no papel em 2005, prêmio Mulher Empreendedora do SEBRAE em 2006 e 2007, na França em 2009 foi representar o Pará, a semana do Brasil, que tinha como tema a Amazônia. Ao voltar para Belém, atuou como Coordenadora da Casa de Apoio da Prefeitura Municipal de Gurupá. Presidiu o Rotary Club Noroeste Belém (2017-2018), recebendo a honraria Paul HarrisA maior honraria que um rotariano pode receber no mundo inteiro. Seus principais temas incluem estratégias para empreendimentos sustentáveis, inspirados em sua trajetória premiada como organizadora de oficinas, aborda capacitação para mulheres empreendedoras, inovação ecológica (como uso de açaí) e liderança comunitária. Compartilha experiências e projetos de impacto econômico local. Suas falas motivam o público para negócios inovadores no Pará e na Amazônia. Atualmente reside em Brasília- DF.

 AUTOR: GILVANDRO TORRES

PERSONALIDADES DE GURUPÁ AUTOR GILVANDRO TORRES

 

JOSÉ VICENTE DE PAULA BARRETO MELLO, foi o segundo filho de Clodoveu Araújo Mello e Ignácia Barreto da Fonseca nasceu em Gurupá/PA, em 1932. Estudou e tornou-se Enfermeiro e Laboratorista. Nos meados da década de 1960, ingressou na política, sendo eleito Prefeito Municipal de Gurupá por dois mandatos. Criou e instituiu através de lei municipal os símbolos do Município, Bandeira e Brasão inspirados nas riquezas e distritos do Município.

 RAIMUNDO NOGUEIRA MONTEIRO DOS SANTOS,  nasceu no rio Mararu no dia 08 de junho de 1948, filho de Antônio Nogueira dos Santos e da Sra. Alda Monteiro dos Santos, casado com a sra. Humbertina Silva dos Santos. Em 1982 foi eleito Vereador Municipal de Gurupá. Reeleito em 1989 e 1992, Em 2000, foi eleito, Prefeito Municipal de Gurupá, reeleito em 2004. Em 2012 foi eleito pela terceira vez Prefeito Municipal de Gurupá.

LOURIVAL CORRÊA CARDOSO foi uma figura proeminente na história de Gurupá, no Pará. Nascido no rio Moju, ele atuou como Comissário de Polícia e depois como Delegado na década de 1960, além de ser um respeitado comerciante. Na carreira Pública ele se destacou como Delegado de Gurupá nos anos 1960, contribuindo para a ordem local. Em 1972, foi eleito para o legislativo municipal, onde teve amplo destaque em momentos políticos regionais, conforme registros históricos da época. Suas atividades Econômicas como comerciante, desenvolveu amizades duradouras e impulsionou a economia gurupaense, fortalecendo o comércio local em um período de transformações na região. Seu legado Familiar e Social constituiu uma grande família baseada em princípios de honestidade e bem comum, refletindo sua boa conduta social. Sua trajetória ilustra o perfil de líderes locais que uniam comerciantes e representantes políticos em Gurupá durante meados do século XX.


 BENEDITO MONTEIRO DE OLIVEIRA, conhecido pela população “BENÉ GAMA”, nascido no dia 22 de agosto de 1949. Falecendo no dia 06 de dezembro de 2024, filho do Sr. Manoel Reis de Oliveira e da Sra. Benedita Monteiro da Silva, casado com a Sra. Tereza de Souza lobo. Entrando na vida pública nas comunidades eclesial de base, candidatou nas eleições municipais de 1996 para o cargo de Vereador Municipal de Gurupá, sendo eleito e reeleito em 2000, 2004, 2008 e 2012. Continuou seu trabalho comunitário, em defesa do povo, deixando belas lições de humildade, honestidade e amor ao próximo. Seu legado jamais será esquecido.

PADRE GIULIO LUPPI, nascido em Nascimento: 08/08/1942, ordenação sacerdotal em 24/06/1967, foi Pároco da Paróquia Santo Antônio de Gurupá de 1971 à 2021. Foi um dos fundadores do movimento que se organizou em comunidade eclesiais de base, esteve em muitas lutas em defesa do direito dos trabalhadores rurais de Gurupá. O processo de conscientização e educação popular na zona rural foi iniciado pelo padre Giulio Luppi desde que chegou à cidade no início dos anos 70.

 MOACIR GONÇALVES ALHO, com apoio de CEBs e STR foi eleito Prefeito Municipal de Gurupá em 1992, avançou assistência técnica e alfabetização com o realização dos Projetos Gavião 1 e 2, construiu o primeiro escolão do município — Manoel Januário Nunes. No Distrito do Itatupã. Foi eleito pela segunda vez Prefeito em 2009.

  MARIA IRACILDA DE ALMEIDA ALHO, graduada em Pedagogia e Especialista em Políticas Públicas pela UFPA. No ano de 2004 assumiu o Departamento de Educação da Prefeitura Municipal de Gurupá, Em 2006, passou a atuar como Professora da rede pública de ensino. Em 2008 foi eleita Vereadora Municipal de Gurupá, sendo reeleita nas eleições de 2012 e 2016. Em 2020, foi eleita Vice-Prefeita de Gurupá. No dia 02 de maio de 2024, assume a titularidade do cargo de Prefeita do Município de Gurupá, em decorrência da renúncia do prefeito titular. Em 2024 é eleita Prefeita do município de Gurupá.

 JOSÉ MACDOWELL TORRES ALVES, filho de João Alves e Adelina Torres, casado com Maria da Glória Campos Alves, teve 05 filhos: Katia Silene, Max José, Adelina Simone, Macklon e Macdowell Júnior. Nasceu no Rio Jupati braço do rio Mararu no município de Gurupá, ao casar mudou-se para o Ilha do Major, também município de Gurupá. Onde tornou-se comerciante próspero nesse local, teve muitos fregueses, ofertou trabalho a muitas pessoas através de sua serraria e fábrica de conserva de palmito e comércio, deixou um imenso legado de generosidade e amor ao próximo. Hoje é lembrado com saudade por todos que o conheceram.

  ADELINO PANTOJA DA COSTA, nascido em 23/12/1935, falecendo no dia 13/11/2022. Em toda sua vida foi um grande colaborador da Igreja Católica em Gurupá, pioneiro na organização das Comunidades Eclesiais de Base na formação, na catequese e na organização social, em vida um escritor nato anotando todas situações da sociedade gurupaense com uma profunda análise crítica, na comunidades sempre foi fiel ao evangelho de Crista na busca da sinodalidade, Participou dos acontecimentos sindicais, partidário e principalmente nos encontros de aprofundamento das formações na Paróquia Santo Antônio de Gurupá.

  MANOEL FERREIRA DOS SANTOS, nascido em 25/12/1937, falecendo em 05/11/2022. Importante educador popular, liderança católica, presenta marcante nas Assembleias e Semana Catequética, como colaborador da Paróquia Santo Antônio de Gurupá. Membro da Comunidade Nossa Senhora de Fátima fez sua missão catequista, sobretudo na pregação da palavra, no serviço da Coordenação e preparação para os sacramentos da Iniciação da vida cristã. Importante liderança no movimento sindical, eclesial e partidário.

  EURICO RODRIGUES DA GAMA, nascido em 16/03/1952 e falecido em 21/08/2022. Foi uma grande liderança da Comunidade São Raimundo da Ilha do Gurupai, filho de uma grande liderança Abílio Gama(falecido) e de Sime Rodrigues(falecida). Em vida sempre pautou na justiça social e nos direitos dos trabalhadores rurais, sendo trabalhador rural/ extrativista, sempre teve uma vida simples. Sempre presente na caminhada das Cebs e na luta sindical, junto com os movimentos sociais, foi Coordenador do Setor BAGIM, Conselheiro Paroquial, Delegado da Comissão de Justiça e Paz-CJP. Prestou relevantes serviços na Diretoria da Festividade São Benedito de Gurupá.

ROSIVALDO FERNANDES, faleceu em 28/05/2022. Membro da Irmandade de São Benedito de Gurupá, como 1º Alferes. Durante sua vida serviu com simplicidade e zelo aos serviços na Folia de São Benedito e nas Comunidades Eclesiais de Base do Setor Cidade de Gurupá. No serviço de 1º Alferes transmitiu com serenidade a fé recebida de seus pais, ancestrais guardando na memória a devoção a São Benedito.

 

JURANDIR ALVES DA SILVA, nascido em 14/12/1956 e falecido em 28/01/2022. Trabalhador rural, dedicado aos serviços comunitários no Setor Marajoi. Membro da comunidade São Sebastião do rio Marajoi, foi catequista, liderança social, Conselheiro Paroquial, assumindo as lutas pela vida do seu povo. Em vida uma pessoa simples, mais nas suas intervenções uma sabedoria muito profunda na luz do evangelho.

 

MANOEL RAIMUNDO DE JESUS, ingressou no grupo de Foliões, na época “Escravos de São Benedito”, desde os 07 anos de idade, tendo como função Tamboeiro. A partir do ano 1973, ingressou nas Comunidades Eclesiais de Base, fez viagens missionarias pelas comunidades, ajudando a fundar várias comunidades. Participando dos círculos bíblicos, com os catequistas. Em 1983 na Comunidade São Judas do Setor cidade, ajudou na preparação dos Sacramentos da Eucaristia, Crisma e do matrimonio. Participou da Comissão de Justiça e Paz-CJP, Pastoral do Idoso e da Pastoral da Terra. Viveu intensamente o evangelho dedicando sua vida nos serviços comunitários.

 

 MANOEL FRANCISCO EVANGELISTA DE MATOS, conhecido “ Mané Chico”, atuante nos movimentos sociais, participou dos processos sindicais de 1986e foi eleito Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Gurupá, continuou reformas agrárias inspiradas no Acre, liderou acampamentos por autonomia sindical e direitos. Foi Secretário municipal de agricultura(2000-2004),( 2005-2008),(2009-2012). Em 2012 assumiu o cargo eletivo de Vice Prefeito municipal de Gurupá. Estando a frente da Secretaria municipal de meio ambiente(2012-2016). Participou dos movimentos eclesiais e da Pastorais da Terra.

  MANOEL NOGUEIRA. Um ser humano admirável, respeitado como pessoa e pai de família, venceu todas as dificuldades da vida e resistiu a tudo com sua simplicidade. Trabalhador rural, Vem de uma família tradicional do rio Mararu. Foi atuante nos serviços comunitários em diversos mutirões, e nas formações das comunidades, em vida foi membro da comunidade São José do Setor Mararu, foi Delegado Sindical, participou dos movimentos sociais e político. Faleceu em 2010. De vida simples e conhecido por sua honestidade e postura crítica, desenvolveu trabalhos como catequista.

MARIA DO CEU BAHIA MACHADO, nascida em 14/04/1950, viúva e mãe de 4 filhos. Servidora Pública Municipal aposentada, exercendo o vários cargos administrativo na Prefeitura Municipal de Gurupá. Foi Professora na EEEM Marcilio Dias(1969), Secretaria do Gabinete do Prefeito. Secretaria da Junta Militar. Atuou como Secretária Paroquial entre os anos de 1971-1976. Sendo atuante nas primeiras comunidades do Setor cidade com os círculos bíblicos, mutirões, coral e celebrações católicas, Devota de São Benedito de Gurupá.

ANTÔNIO SANTANA ALVES ALHO nasceu em 19/07/1963 no rio Moju, município de Gurupá (PA), filho de Altino Rodrigues Alho e Benedita Alves da Silva. Militante e fundador do PT local, chegou a ser Presidente do Diretório Municipal ele construiu carreira política focada em educação e administração pública. Eleito Vereador em Gurupá nas legislaturas 1988-1991 e 1992-1996, presidiu a Câmara Municipal por duas gestões e serviu como secretário legislativo em 1997. Atuou como Secretário Municipal de Educação nas gestões do Prefeito Raimundo Nogueira (PT), de 2001-2004 e 2005-2008, promovendo organização administrativa e capacitação. Em 2008, foi eleito Vice-Prefeito de Gurupá. Em 2015 atuou como Secretário municipal de Administração. Sua gestão educacional enfatizou informatização, transparência e diálogo com sindicatos como o SINTEPP, contribuindo para queda no analfabetismo e expansão escolar em Gurupá. Reconhecido por inovações como padronização de escolas e apoio a projetos rurais.

 AUTOR DAS BIOGRAFIAS: GILVANDRO TORRES

 

GURUPÁ POR GILVANDRO TORRES

  



















As imagens foram tiradas por Gilvandro Torres nas visitas pastorais nas Cebs de Gurupá no barco motor Semear no ano de 2025. A serviço da Paróquia Sto. Antônio de Gurupá/ Diocese de Xingu-Altamira. 

Gurupá é um município localizado no estado do Pará, no norte do Brasil. Está situado na margem direita do rio Amazonas, próximo à confluência com o rio Xingu, na região do Marajó.​ O município apresenta coordenadas aproximadas de latitude 1°24'18" Sul e longitude 51°38'24" Oeste, com altitude média de cerca de 5 a 20 metros. Faz parte da microrregião de Portel e mesorregião do Marajó.​

Gurupá fica a nordeste do Pará, a cerca de 77 km ao norte-leste de Porto de Moz, e é cortado pela Ilha Grande de Gurupá, a segunda maior ilha do delta do Amazonas. Inclui distritos como Carrazedo e Itatupã. Possui uma área de aproximadamente 8.540 km², integrando a zona fisiográfica do Marajó e Ilhas.

Gurupá, no Pará, possui clima equatorial úmido, quente o ano todo, com alta umidade e duas estações bem definidas: chuvosa (meses dezembro a maio) e menos chuvosa (no meses de junho a novembro).​ As temperaturas variam pouco, com mínimas entre 23-25°C e máximas de 28-32°C mensalmente, sendo agosto e setembro os mais quentes (até 31-32°C). A sensação térmica é opressiva devido à umidade constante acima de 80%.​  A pluviosidade anual supera 2.000 mm, com pico em março-abril (até 372 mm/mês) e mínimo em setembro (32 mm). Chuvas são intensas na estação úmida, influenciadas pela zona de confluência intertropical.​ Ventos predominantes do nordeste, céu frequentemente encoberto (mais no inverno) e pouca variação na duração do dia (12 horas).  proximidade do rio Amazonas e a várzeas sujeitas a cheias sazonais afeta o microclima local.​ 

O município de Gurupá, no Pará, apresenta relevo predominantemente plano e inexpressivo, típico da Planície Amazônica, com altitude média de 16 metros na área municipal e sede a cerca de 20 metros acima do nível do mar. Suas variações altimétricas vão de mínimas negativas (-8 m, em áreas alagadas) a máximas de 286 m, influenciadas pela proximidade do rio Amazonas e ilhas do delta.​ O relevo é moldado por sedimentos aluvionares quaternários na Ilha Grande de Gurupá e sedimentos terciários da Formação Barreiras ao sul, resultando em baixos terraços e várzeas. A topografia é homogênea, com pouca variação, inserida na zona fisiográfica de Marajó e Ilhas. Essa configuração favorece inundações sazonais devido à hidrografia dominante do Amazonas.​ A estrutura geológica reflete a Ilha de Marajó, com solos aluviais e concrecionários lateríticos, promovendo relevo suave sem serras expressivas. O corte longitudinal pela Ilha Grande de Gurupá (4.864 km²) acentua planícies aluviais, com canais como Norte e Gurupá moldando o terreno.

Gurupá, no estado do Pará, é banhado principalmente pelo rio Amazonas e pelo rio Xingu, na região do delta amazônico.​ O município está na margem direita do rio Amazonas, logo abaixo da foz do rio Xingu, com a sede municipal nessa confluência estratégica. A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior do delta do Amazonas com 4.864 km², divide longitudinalmente o território municipal.​ Comunidades ribeirinhas se destacam nos rios Ipixuna, Mararu, Moju, Marajoí, Pucuruí e Gurupá-Miri, que servem como vias de acesso e sustento local. Distritos como Carrazedo e Itatupã reforçam a importância hidroviária, conectando Gurupá a Porto de Moz e Santana (AP).

Esses rios influenciam o abastecimento de água, com 34,1% da população dependendo de rede geral e o restante de poços ou fontes alternativas. O rio Amazonas forma a margem direita onde fica a sede municipal, logo abaixo da confluência com o Xingu, delimitando a Ilha Grande de Gurupá. O rio Xingu deságua no Amazonas nessa região, influenciando o regime hídrico local e comunidades ribeirinhas.​ Esses cursos d'água sustentam a pesca e o transporte hidroviário essencial à região.  A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior ilha do delta do Amazonas com cerca de 4.864 km², é formada pelos canais do rio Amazonas.​ O rio Amazonas se divide em dois grandes canais ao redor da ilha: o Canal do Norte e o Canal de Gurupá (ou Canal do Sul), que a circundam longitudinalmente, criando essa formação insular estratégica na confluência com o rio Xingu.​ Na margem direita do Canal de Gurupá, destacam-se os rios Pucumí, Marajó e Camutá, enquanto na própria ilha nascem rios como Mojoí (ou Moju), Tauarí e Baquiá Preto, além de furos como Urucuricaia e Macacos que conectam essas vias hídricas. Esses cursos d'água sustentam a navegação e as comunidades ribeirinhas do município. 

Gurupá, no Pará, apresenta uma vegetação diversa influenciada pelo clima equatorial úmido e pela hidrografia amazônica.​

A floresta densa de planície aluvial domina a Ilha Grande de Gurupá e ilhas vizinhas, com subtipos densos em relevo aplainado ao norte. Florestas de palmáceas, especialmente buritizeiros, ocorrem em áreas deprimidas e inundadas.​

Pequenas áreas aluviais campestres aparecem na ilha, além de formações pioneiras em várzeas com influência fluvial. Na região, há Floresta Ombrófila Densa em unidades de conservação como a RESEX Gurupá-Melgaço.

Gurupá, no Pará, abriga espécies nativas típicas da floresta amazônica de várzea, com ênfase em palmeiras e árvores de alto valor econômico e ecológico.​

Açaí (Euterpe oleracea) é amplamente explorado para fruto e palmito, essencial na economia local e na dieta ribeirinha. Buriti (Mauritia flexuosa) e buçu prevalecem em áreas inundadas, formando formações densas em reservas como Gurupá-Melgaço. Pupunha também é comum em extrativismo sustentável.​

Espécies como maçaranduba (Manilkara huberi), jatobá (Hymenaea courbaril) e cupiúba (Goupia glabra) são as mais exploradas legalmente na região, destacando-se no Baixo Amazonas. Goiabeira e outras frutíferas nativas contribuem para a biodiversidade em florestas de planície.​

Vegetação de várzea inclui formações aluviais com gramíneas e arbustos adaptados a inundações sazonais. Exploração madeireira foca em espécies de alto volume, mas manejo sustentável é priorizado em unidades de conservação. Gurupá, no Pará, cultiva diversas frutíferas nativas amazônicas em sistemas agroflorestais, quintais e roças familiares, adaptadas à várzea do rio Amazonas:

  • Açaí (Euterpe oleracea): Principal espécie cultivada para frutos e palmito.​
  • Cupuaçu (Theobroma grandiflorum): Usado em sucos e doces, de alto valor econômico.​
  • Taperebá (Spondias mombin): Fruto sazonal consumido in natura ou em bebidas.​
  • Jenipapo (Genipa americana): Polpa para sucos e fermentados tradicionais.​
  • Goiabeira (Psidium guajava): Integrada em arborizações e cultivos locais.​
  • Ingá (Inga edulis): Para sombreamento e frutos doces em consórcios.​
  • Pupunha (Bactris gasipaes): Cultivada para frutos e palmito em manejo sustentável.​

Hoje, a economia de Gurupá depende muito da natureza: pesca artesanal, extrativismo, agricultura de subsistência, coleta de frutos (como açaí), além de atividades de floresta e comércio local. 

A região é majoritariamente ribeirinha e as vias fluviais — rios, canais e furos — são a principal forma de comunicação entre a sede, comunidades ribeirinhas e outras cidades da região.  

Gurupá testemunha fases distintas da história amazônica: ocupação indígena; colonização holandesa; conquista e ocupação portuguesa; formação de vilas e cidades; economia de extrativismo; transformações socioeconômicas da Amazônia

A presença de sítios arqueológicos e patrimônio histórico preservado — como o Forte de Santo Antônio, torna Gurupá uma peça-chave para estudos sobre ocupação humana, miscigenação cultural e história da colonização na Amazônia. 

A história local reflete também as dinâmicas naturais da região: rios, várzeas, ilhas, comunidades ribeirinhas — e a forte relação entre população e ambiente amazônico.

AUTOR: GILVANDRO TORRES



 

RAIMUNDA DA CRUZ DOS SANTOS, nasceu em 30/11/1956, filha de Tito Cardoso dos Santos e Marieta Cruz dos Santos. Mãe de 10 filhos, avó de 17 netos e 3 bisnetos. Aposentada como Trabalhadora Rural, desde sua juventude atuou nas devoções de ladainha, aos 19 anos veio morar no rio Marajoi, e foi uma das fundadoras da Comunidade São Sebastião. Por duas vezes assumiu a Coordenação(2004/2008) e (20018/2019). Participando ativamente dos trabalhos comunitário, e do grupo de mulheres, na iniciativa das farmácias comunitárias. Atuando na Comunidade Perpetuo Socorro(Setor cidade). Nos serviços pastorais. Participou como Delegada na 1ª Assembleia Diocesana do Povo de Deus(2024). Em Altamira.

AUTOR:GILVANDRO TORRES

 

DULCICLEA MARIA DIAMANTINO TORRES, nasceu no rio mararu, filha de Palmira Diamantino Torres e Santino Vieira Torres, assumindo como Professora, dedicou-se a alfabetização por muitos anos. Na eleição de 1972 assumiu o cargo de Secretária do Prefeito Juvenal Tavares. Assumindo a mesma função no mandato do Prefeito eleito José Vicente em 1976. Com complicações de saúde veio a falecer com 28 anos de idade em 1979. Em sua memória uma rua no centro da cidade de Gurupá, leva seu nome, pelos relevantes serviços prestados na administração pública em termos de documentações e organização administrativa.

AUTOR: GILVANDRO TORRES

HISTORIA de GURUPÁ com GILVANDRO TORRES

 

1948- A primeira Câmara Municipal e seu 1° Prefeito Constitucional. As eleições na cidade de Gurupá estavam entre os partidos PSD e PSP, os candidatos eram o Coletor Federal Sr. Flodoaldo Pontes Pinto e Antemorgenes Mariocai da Fonseca, os candidatos a Vice Prefeito eram em chapas separadas estavam José Libanio de Souza Pará e Abílio Cardoso Lobato; Sendo Flodoaldo Pontes Pinto eleito 1°Prefeito de Gurupá . A Câmara Municipal de Vereadores constituía com apenas quatro representantes, os eleitos foram: Daniel Pires Serra, Raimunda Machado Tavares (a 1° mulher eleita Vereadora do município), Eulálio Jose dos Santos, Teotônio Manoel Palheta. 

1950- Mario da Silva Machado foi eleito Prefeito, o cargo de Vice- Prefeito estava extinto, os Vereadores eleitos foram: Daniel Pires Serra, Manoel Gonçalves Flexa, José de Brito Manço Flexa, Oscar Jose dos Santos, Demetrio Clemente da Rocha. 

1954- Wilson Alfredo de Lima foi eleito Prefeito derrotando o ex. Vereador José de Brito Manço Flexa, os Vereadores eleitos foram: Wilson Jacob Benathar, Oscar José dos Santos, Hermano Jucá de Araújo, Raimunda Gonçalves Ramos, João da Silva Lima, José Libanio de Souza Pará, este ultimo era oposição. 

1958- Eleito o Prefeito Sr.Wilson Jacob Benathar, filho do ex. Intendente Municipal Marcos Jacob Benathar, oriundos da família Aben-athar, imigrantes marroquinos judeus que se estabeleceram na cidade como comerciantes; os Vereadores eleitos foram: Oscar José dos Santos, Jorge Palheta de Souza, João da Silva Lima, Francisco Alberto Fonseca de Lima, Raimundo Gonçalves Ramos, José Libanio de Souza Pará. 

1962- Eleito para Prefeito Oscar José dos Santos, comerciante e morador do rio Muruchaua, os Vereadores eleitos foram: Jorge Palheta de Souza, Ademar da Silva Machado, Raimundo Gonçalves Ramos, Wilson Jacob Benathar (que era prefeito e mesmo assim se candidatou), Benedito Sanches da Silva,Raimundo Armando Tavares, José Libanio de Souza Pará. 

1967-São empossados o Prefeito José Vicente de Paula Barreto Melo e Vice Prefeito Jorge Palheta de Souza eleitos em 1966, com apoio da ARENA, comandada pelo Deputado Alfredo Jacob Gantuss. Os Vereadores eleitos foram: Benedito Sanches da Silva, Wilson Jacob Benathar, Manoel Gomes do Rosário, Pedro Pereira de Almeida, Salomão Vieira Torres, Antônio Ricardo Borralho dos Santos, Edilson Gomes. 

1971- Empossados Jorge Palheta de Souza Prefeito de Gurupá e os Vereadores Wilson Jacob Benathar, Oscar José dos Santos, Raimundo Ribeiro Dias, Manoel Gomes do Rosário, Pedro Pereira de Almeida, Benjamim Coelho Pantoja, Raimundo Gonçalves Ramos. 

1972-Foram eleito para Prefeito Juvenal do Vale Tavares e para Vice Prefeito o comerciante do rio mararú Santino Vieira Torres pela ARENA II, os Vereadores eleitos foram: Manoel Gomes do Rosário, Godofredo da Silva Machado, Flaviano Gonçalves Ramos, Francisco Alberto Fonseca Pereira, Euclides Monteiro Palheta, Henry Wanderlan Diamantino Torres, Raimundo Ribeiro Dias. 1975- O Vereador Francisco Alberto Pereira é cassado perdendo seu cargo por decoro parlamentar, o Vereador Manoel Gomes do Rosário renunciou a mandato, assumindo Lourival Correa Cardoso. 

1976- José Vicente de Paula Barreto Melo e para Vice Prefeito Oscar José dos Santos, que saíram vencedores. Os Vereadores eleitos foram: Raimundo Ribeiro Dias, Vicente Nery dos Santos, Sandoval da Silva Belo, Benedito Sanches da Silva, Esmeraldina Nunes dos Santos, Jorge Palheta de Souza, Wilson Jacob Benathar. 

1982- O Partido dos Trabalhadores lançou os candidatos Alfredo da Costa Filho para Prefeito e para Vice Prefeito Florêncio Coelho Machado. O PT elegeu dois primeiros Vereadores no Pará, ambos moradores da zona rural de Gurupá, Raimundo Nogueira que seria Prefeito anos mais tarde. As eleições foram vencidas pela Professora Benedita Cecilia Palheta, e Vice Prefeita Esmeraldina Nunes dos Santos ambos do PDS, para um mandato de seis anos. Os Vereadores eleitos foram: Manoel Pedro dos Santos Marques, Benedito Ferreira Marques, Terezinha Dias, Ivanete dos Santos Melo, Jorge Palheta de Souza, Raimundo Nogueira e Benedito Gomes da Gama. 

1888- As eleições foram disputadas pelo PMDB e PT, tendo como representante do PT, o trabalhador rural morador do rio Moju Moacir Alho, e como Vice Prefeito Manoel Pantoja da Costa; o PMDB apresentou os candidatos a Professora Esmeraldina Nunes dos Santos e o Comerciante Liberato César Borralho, que saíram vencedores desta eleição. - Os Vereadores eleitos foram: Hamilton Rodrigues da Silva, Antônio Josinaldo Nunes dos Santos, Manoel Pedro dos Santos Marques, Ivanete dos Santos Melo, Wilson Jacob Benathar, Manoel do Carmo de Jesus Pena, Raimundo Nogueira, Antônio Santana Alves Alho, Rosalina Barbosa Serrão. - 

1990- Promulgada a Lei Orgânica Municipal de Gurupá no dia 5 de abril.

1992 - Ós candidatos da coligação PMDB, PDS eram o Engenheiro Sergio Lima para Prefeito e para Vice Prefeito Edison Palheta Teixeira, os candidatos do PT eram o Agricultor Moacir Alho para Prefeito e para Vice Prefeito Edson Lima da Costa, se elegeram com muitos votos da zona rural de Gurupá. - Os Vereadores eleitos foram: Antônio Josinaldo Nunes dos Santos, Hamilton Rodrigues da Silva, Benedito Coimbra Palheta, Luiz Gonzaga de Almeida, Antônio Santana Alves Alho, Raimundo Nogueira, Josiel Pantoja de Souza, Max José Campos Alves, Osmar Sanches Ferreira. 1995- O Vereador Josiel Pantoja( Alonso) se desligou do PT, que se licenciou por 90 dias, o suplente Manoel Evangelista Palheta assumiu o cargo, Max Campos que era Presidente da Câmara e assumia a prefeitura interinamente quando o Prefeito se ausentava do município, se desligou do PT e filiou-se ao PPB, posteriormente ao PSDB. 

1996- As convenções partidárias agitaram a cidade, entre a coligação e o PT, O PMDB lançou candidato a Prefeito a Professora Benedita Cecilia Palheta e a Vice Prefeito a Professora Nair Lima dos Santos, o PT lançou o ex. seminarista e atuante líder sindical o ex. Vereador Manoel do Carmo de Jesus Pena e para Vice Prefeito Maria de Fátima Calado. - A coligação que tinha como candidata Benedita Cecilia Palheta vence pela diferença de 214 votos. - Os Vereadores eleitos foram: Antônio Josinaldo Nunes dos Santos, Hamilton Rodrigues da Silva, Benedito Coimbra Palheta, Luiz Gonzaga de Almeida, Manoel Evangelista Palheta, Antônio Adalto Nunes dos Santos, Nivaldo dos santos Nascimento, Francisco Diamantino Pessoa, Benedito Monteiro de Oliveira.

2000- O PT sai vencedor pela diferença de 131 votos, o ex. Vereador Raimundo Nogueira é eleito Prefeito tendo como Vice Prefeito Manoel Evangelista Palheta, com a votação histórica de 3.345 votos, a candidata da coligação tee 3.214 votos, 45 votos em branco, 300 votos nulos, abstenções 1.46, compareceu 6.904 eleitores. - Os Vereadores eleitos foram: Antônio Josinaldo Nunes dos Santos, Benedito Ferreira de Andrade, Benedito Coimbra Palheta, Benedito Sanches da Silva, Luís Gonzaga de Almeida, Antônio Adalto Nunes dos Santos, Benedito Monteiro de Oliveira, Nivaldo dos Santos Nascimento, Rosalina Pombo de Almeida.

2004- As convenções dos partidos políticos, apresentam a reeleição do Prefeito Raimundo Nogueira pelo PT, novamente como o Vice Prefeito Manoel Evangelista Palheta, a coligação apresentou a ex. Prefeita Esmeraldina Nunes, tendo como candidato a Vice Prefeito o ex. Vereador Max Campos. - Raimundo Nogueira foi reeleito Prefeito com 5.023 votos, a candidata da coligação teve 3.833,os votos nulos foram 348, votos em branco 48, as abstenções foram de 1.606 pessoas, compareceu 9.252 eleitores, os Vereadores eleitos foram: Waldir Fernandes, Benedito Monteiro de Oliveira, Antônio Adalto Nunes dos Santos, Francisco Diamantino Pessoa, Nivaldo dos Santos Nascimento, Glal Fernandes Sabóia, Benedito Ferreira de Andrade, Benedito Torres Amorim, Francisco Aderval Pereira Góes.

2008- Os candidatos a Prefeitos foram o ex Prefeito e Presidente Municipal do PT Moacir Alho e o ex. Vereador e Secretário Municipal de Educação Antônio Santana Alves Alho pelo PT, a coligação apresentou o empresário Sergio Lima e o comerciante Libe. - Moacir Alho venceu as eleições com 6.518 votos, Sergio Lima teve 4.161 votos, as abstenções foram 1.695, votos nulos foram 407, e brancos 44. - Os Vereadores eleitos foram Max Campos, Iracilda Alho, Francisco Diamantino Pessoa, Marlon Santos, Benedito Monteiro de Oliveira, João Silva de Souza, Antônio Adalto Nunes dos Santos, Waldir Fernandes, Manoel Lúcio Palheta. 

2012- As eleições municipais foi eleito Prefeito. -  Raimundo Nogueira ( PT) obteve 6.505 votos, - Os Vereadores eleitos foram: João Silva de Souza, Iracilda Alho, Nivaldo dos Santos Nascimento, Neucinei Fernandes, Waldir Fernandes, Benedito Monteiro de Oliveira, Rosivaldo dos Santos, Orivaldo Gonçalves dos Santos, Manoel José Brito dos Santos, Benedito Antônio Freitas Marques,Roselio Pureza da Silva. 

2016- Neucinei Fernandes foi eleita Prefeita,  com 6.649 votos, os Vereadores eleitos foram: Iracilda Alho, Waldir Fernandes, Miltão, Prof. Roselio Pureza, Nivaldo, Elsinho Mult Show, Fabiola Coração Valente, Carlos Alberto, Joelso Mendes, Davison Palheta e Morcego. 

2020- Joãozinho Batista  é eleito Prefeito com 8.159 votos,  os Vereadores eleitos foram: Fabiola Coração Valente (PL) 777 votos, Morcego (MDB) - 677 votos, Roselio Pureza (PROS) - 662 votos, Elsinho Multishow (MDB) - 630 votos, Moacira Alho (PSD) -  - 625 votos, Heraldo Pantoja (PT) - - 611 votos, Joelso Mendes (PSD)  - 601 votos, Joel Gama (MDB)  - 578 votos, Waldir Fernandes (PT)  - 418 votos, João Padre (PT) -- 379 votos, Mara Vilela (PT) - 325 votos.

2024- Iracilda Alho foi eleita Prefeita com 11.941 votos, os Vereadores eleitos foram: Joel Gama 1.720 votos, Leny Albuquerque 1.469 votos, Moacira Alho 1.370 votos, Alvaro Sicçu 1.065 votos, Morcego 900 votos, Marcely Teixeira 874 votos, Geovane Camarão 861 votos, Walcicley Juvena 795 votos, Sávio Brandão 693 votos, Mackdowell Neto 537 votos, Zeca Ferreira 476 votos.