2/22/2026

Dom Maurício da Silva Jardim Bispo Diocesano em Rondonópolis (MT) | Mato Grosso. Durante as partilhas nas plenárias podemos conhecer as experiências vividas na diversidade de nossas comunidades, localidades em todo nosso país, e a riqueza das experiências pessoais.

 


PAPO SINODAL com o Cardeal e Arcebispo de Manaus, Dom Leonardo Steiner, Participar de um evento como o Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) é ter a oportunidade de conhecer a riqueza de nossas comunidades. A alegria de viver em comunidade mesmo diante de tantos desafios agravado pós pandemia, mas principalmente não deixar morrer a esperança e a profecia.

 


REPRESENTANTES da REGIONAL NORTE 2 CNBB rumo ao 15 INTERECLESIAL DAS CEBS DO BRASIL, sediado no Estado do Mato Grosso na cidade de Rondonópolis. Participei desse momento como Representante leigo da Diocese de Xingu- Altamira.

 


Dom Vital Bispo diocesano de Marabá. Nossa preparação n cidade de Marabá para 15 INTERECLESIAL 2023

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 “Cada um lê com os olhos que tem. E interpreta a partir de onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto”. Leonardo Boff- Teologo



Gilvandro Torres é um escritor reconhecido da literatura amazônica contemporânea, natural de Gurupá-PA, com forte raízes na cultura ribeirinha e na história local. Ele é autor do livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", publicado em 2019 pela Editora Paka-Tatu, que resgata memórias, identidade e lutas sociais do município. Em 2024, foi empossado membro da Academia Marajoara de Letras (AML), consolidando sua trajetória como voz da região do Marajó e foz do Amazonas. Além da escrita engajada em causas sociais e educação popular, atuou em 2019-2024 como conselheiro tutelar de Gurupá, assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Pará e militante do PT, autor projeto cultural AMAZÔNIA GURUPAENSE um blog cultural dedicado à preservação da história local.








 











 A centralidade de Cristo traz alegria profunda e cura integral, superando o apego excessivo a desejos pessoais ou dificuldades passageiras. 




 Jesus Cristo no Centro da Vida

Colocar Jesus Cristo no centro da vida significa elevá-Lo à prioridade máxima, alinhando ações, pensamentos e decisões aos Seus ensinamentos. 

Assim, encontramos paz verdadeira, propósito eterno e força nas provações. 

A centralidade de Cristo traz alegria profunda e cura integral, superando o apego excessivo a desejos pessoais ou dificuldades passageiras.

Fundamento de Toda a Existência
Jesus é o "fio condutor" que une família, trabalho e fé, impedindo que troquemos o essencial pelo apenas bom. 

Como diz Colossenses 1:16-17, "tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de tudo e tudo subsiste por ele".

Renovação Diária
Manter Cristo no centro exige oração constante, adoração sincera e exame de consciência. 

Essa prática renova nossa aliança com Ele, permitindo que Sua compaixão guie nossas atitudes cotidianas.

Fonte Inabalável de Paz
Mesmo em meio às aflições, quem tem Cristo como centro experimenta uma paz que o mundo não pode dar (João 14:27). 

Ele, o Redentor, conforta a alma e fortalece o espírito, como o Príncipe da Paz prometido em Isaías 9:6.


Quem é Jesus para Nós? Uma Reflexão de Fé Viva

 Quem é Jesus para Nós? Uma Reflexão de Fé Viva

Para a fé cristã, Jesus é o Filho de Deus, o Messias prometido e o Salvador da humanidade. 

Ele é o mediador único entre Deus e os homens (1Tm 2,5), o caminho que nos leva ao Pai e a revelação plena do amor divino (Jo 14,6). 

Verdadeiramente Deus e verdadeiro homem.

Ele assumiu nossas fraquezas, perdoou pecados e nos abriu as portas para uma vida nova e eterna.

Mas essa verdade vai além de ideias: é uma experiência pessoal, um relacionamento diário com Aquele que nos chama pelo nome.

Salvador e Redentor
Pela sua vida, morte e ressurreição, Jesus pagou o preço dos nossos pecados, reconciliando-nos com o Pai e restaurando a esperança (Rm 5,8-10).

Senhor e Mestre
Reconhecê-Lo como Senhor significa entregar nossas escolhas aos Seus ensinamentos, deixando que Seu Reino guie nossas ações cotidianas (Mt 6,33).

Companheiro e Amigo
Ele caminha conosco nas provações, oferecendo paz, força e consolo — como o amigo fiel que seca nossas lágrimas (Jo 15,15; Mt 11,28).

Centro da Vida
Para o discípulo, Jesus é a razão de viver: o modelo supremo de amor, serviço e solidariedade, inspirando-nos a cuidar do próximo (Jo 13,34-35).

Em resumo, Jesus é o Emanuel — "Deus conosco" (Mt 1,23). Sua presença transforma nossa realidade, chamando-nos à comunhão, conversão e missão. 

E você, como Ele se revela em sua vida hoje?



Papa Leão XIV destacou a Igreja como sinal de reconciliação em sua catequese sobre a Papa Leão XIV destacou a Igreja como sinal de reconciliação em sua catequese sobre a Lumen Gentium.


 Papa Leão XIV destacou a Igreja como sinal de reconciliação em sua catequese sobre a Papa Leão XIV destacou a Igreja como sinal de reconciliação em sua catequese sobre a Lumen Gentium. Ele conectou a Páscoa de Jesus à missão unificadora da Igreja em um mundo fragmentado.

Contexto da Audiência: A Audiência Geral ocorreu em 18 de fevereiro de 2026, na Praça São Pedro, continuando o ciclo sobre o Concílio Vaticano II. O Papa refletiu sobre a Constituição Dogmática Lumen Gentium, que descreve a Igreja como sacramento de união com Deus e unidade humana. Ele enfatizou que a ação reconciliadora de Cristo na cruz supera divisões sociais e humanas.

Mensagem Central: Leão XIV explicou que o plano de Deus unifica todas as criaturas pela ação de Jesus, vivida na liturgia onde diferenças se relativizam pelo amor de Cristo. A humanidade, fragmentada e incapaz de se unir sozinha, encontra na Igreja uma presença santificadora e sinal de reconciliação entre povos. Isso revela o mistério paulino de unidade que se expande do local ao universal.

Relevância Atual: Essa catequese inspira gratidão por pertencer à Igreja, corpo de Cristo em peregrinação, promovendo unidade em meio à fragmentação contemporânea. Ela ecoa o chamado conciliar para a Igreja ser instrumento de paz e diálogo global. Ele conectou a Páscoa de Jesus à missão unificadora da Igreja em um mundo fragmentado. 

Contexto da Audiência: A Audiência Geral ocorreu em 18 de fevereiro de 2026, na Praça São Pedro, continuando o ciclo sobre o Concílio Vaticano II

O Papa refletiu sobre a Constituição Dogmática Lumen Gentium, que descreve a Igreja como sacramento de união com Deus e unidade humana. 

Ele enfatizou que a ação reconciliadora de Cristo na cruz supera divisões sociais e humanas.

Mensagem Central: Leão XIV explicou que o plano de Deus unifica todas as criaturas pela ação de Jesus, vivida na liturgia onde diferenças se relativizam pelo amor de Cristo. A humanidade, fragmentada e incapaz de se unir sozinha, encontra na Igreja uma presença santificadora e sinal de reconciliação entre povos. Isso revela o mistério paulino de unidade que se expande do local ao universal. Essa catequese inspira gratidão por pertencer à Igreja, corpo de Cristo em peregrinação, promovendo unidade em meio à fragmentação contemporânea. 

Ela ecoa o chamado conciliar para a Igreja ser instrumento de paz e diálogo global.


O Papa ligou a cruz de Jesus à missão unificadora da Igreja. 

Na liturgia, as diferenças sociais e humanas se dissolvem no amor de Cristo, superando a fragmentação do mundo. Como Paulo descreve em suas cartas (ex.: Ef 2,14-16), Cristo reconcilia judeus e gentios, expandindo essa unidade do local ao universal.

Igreja como Sinal de Reconciliação

  • Plano divino: Deus une todas as criaturas por meio de Jesus, revelado na Igreja como presença santificadora.

  • Realidade humana: Em um mundo dividido, a Igreja age como instrumento de paz, promovendo diálogo e relativizando divisões pelo Evangelho.

  • Chamada conciliar: A Lumen Gentium (cap. I) reforça a Igreja como "povo de Deus" em peregrinação, corpo místico de Cristo.


Essa mensagem ressoa profundamente em contextos amazônicos como Gurupá, Pará, onde divisões sociais, ambientais e étnicas marcam a realidade. 

Ela inspira ações pastorais redentoristas: homilias que unem comunidades ribeirinhas, projetos de educação popular para justiça social e eventos litúrgicos que celebram a unidade no Cristo sofredor. 

Essa reflexão fortalece o chamado à gratidão pela Igreja peregrina.