6/01/2026

15º INTERECLESIAL DAS CEBS- 2023, participei representando a Diocese de Xingu como Leigo

 









15º Encontro Intereclesial das CEBs valoriza papel de leigos e clama por uma Igreja em Saída



O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes do encontro. O Santo Padre pediu aos participantes para seguirem trabalhando não se esquecerem de buscar sintonia com a “Igreja em Saída”. O Papa comparou a Igreja como a água. “Se a água não corre no rio, fica estagnada e adoece. A Igreja quando sai, caminha, se sente mais forte”.


O 15º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs:

  • Tema: "CEBs: Igreja em saída, na busca da vida plena para todos e todas".
  • Lema: “Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra” (Is 65, 17).
  • Foco: O evento debateu o impacto do sistema econômico neoliberal, reafirmou a espiritualidade libertadora e promoveu um forte diálogo ecumênico e inter-religioso.


CONCILIO DE NICEIA-

 O Primeiro Concílio de Niceia, realizado no ano de 325 d.C. na cidade de Niceia (hoje İznik, na Turquia), foi um dos eventos mais importantes e divisores de águas na história do Cristianismo.

Foi o primeiro concílio ecumênico — ou seja, uma reunião global que uniu bispos de várias regiões do Império Romano para definir as bases da doutrina cristã.

O grande estopim para a reunião foi uma crise teológica profunda chamada Crise Ariana, liderada por um presbítero de Alexandria chamado Ário.

  • O problema: Ário defendia que Jesus Cristo não era Deus em pé de igualdade com o Pai. Para ele, o Filho era um ser criado, uma criatura superior, mas não eterna.

  • A reação: Outros líderes da Igreja, principalmente o bispo Atanásio, argumentavam que se Jesus não fosse totalmente Deus, a própria salvação da humanidade estaria comprometida.

Essa disputa gerou tanta divisão e debates calorosos nas ruas do império que chamou a atenção do imperador romano Constantino I

Visando a unidade política e a paz em seu território, Constantino financiou e convocou a assembleia de bispos para que chegassem a um consenso.

O concílio durou cerca de dois meses e resultou em definições que moldam o cristianismo majoritário até os dias de hoje:

A esmagadora maioria dos bispos rejeitou as ideias de Ário. Para deixar clara a divindade de Jesus, a Igreja adotou o termo técnico grego homoousios (que significa "da mesma substância" ou "consubstancial"). Ficou definido que o Filho e o Pai compartilham exatamente a mesma essência divina.

Para evitar interpretações ambíguas, os bispos redigiram uma declaração oficial de fé. O texto original de 325 afirmava categoricamente a crença em "um só Senhor, Jesus Cristo, o Filho de Deus (...) gerado, não criado, consubstancial ao Pai".

Até então, diferentes regiões celebravam a Páscoa em dias diferentes (algumas seguindo o calendário judaico, outras não). Niceia determinou que a Páscoa cristã seria celebrada sempre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio de primavera no hemisfério norte.

Foram promulgados 20 leis ou decretos curtos (chamados cânones) para organizar a estrutura da Igreja. Eles tratavam de temas como a ordem de precedência dos bispos (dando destaque a Roma, Alexandria e Antioquia), a disciplina do clero e regras para reintegrar pessoas que haviam negado a fé durante as perseguições romanas. O foco foi puramente esclarecer a relação teológica entre o Pai e o Filho, baseando-se em escrituras que as igrejas já utilizavam há séculos.

A influência do imperador Constantino I no Concílio de Niceia foi monumental, mas frequentemente interpretada de forma exagerada ou distorcida. Ele não agiu como um teólogo ditando dogmas, mas sim como um patrono político e um mediador pragmático.

Para entender o papel dele, precisamos separar suas motivações políticas de sua interferência teológica prática.

Constantino não convocou o concílio por uma profunda preocupação com a metafísica sobre a natureza de Cristo. O motivo dele era a estabilidade do Império Romano.

Após anos de guerras civis, ele havia unificado o império sob o seu comando. Como o Cristianismo estava se expandindo rapidamente e se tornando a base cultural da nova Roma, ver a Igreja rachada ao meio pela Crise Ariana era um pesadelo político. Para Constantino, divisão religiosa significava instabilidade social e fraqueza política.

"As vossas dissensões me causam mais dor do que qualquer guerra ou batalha." — Carta de Constantino aos líderes da Igreja antes do concílio.

Constantino transformou o que seria uma disputa regional em um evento de Estado de proporções inéditas:

  • Logística Imperial: Ele financiou o concílio com os cofres públicos. Os bispos receberam permissão para usar o sistema de correio público imperial (cursus publicus), viajando de graça e com segurança até Niceia.

  • Presença de Palco: O próprio imperador abriu o concílio vestido com suas roupas imperiais de púrpura e ouro. Ele não sentou no trono até que os bispos dessem permissão, demonstrando um respeito formal pela autoridade espiritual deles, mas sua presença física ali deixava claro quem estava financiando a paz.

  • A Moderação dos Debates: Constantino presidiu várias sessões como um mediador amigável. Ele não votava, mas incentivava os bispos a abandonarem as picuinhas e buscarem o consenso.

Embora Constantino não fosse um especialista em teologia (ele era, na melhor das hipóteses, um neófito na fé cristã e só foi batizado no leito de morte), ele teve um papel crucial na redação final do Credo.

Historiadores da época, como Eusébio de Cesareia, relatam que foi o próprio imperador quem propôs (ou endossou fortemente) a introdução da palavra grega homoousios ("da mesma substância") no texto do Credo.

  • Por que ele fez isso? Muito provavelmente, ele foi aconselhado por seu principal conselheiro teológico, o bispo Ósio de Córdoba. Constantino percebeu que essa palavra específica era algo que os arianos se recusavam terminantemente a aceitar, servindo como a ferramenta perfeita para encerrar o debate com uma definição clara e inquestionável.

A maior e mais perigosa inovação de Constantino em Niceia foi a fusão do dogma religioso com a lei civil.

Uma vez que a esmagadora maioria dos bispos assinou o Credo de Niceia, Constantino transformou aquela decisão eclesiástica em lei imperial. 

Quem se recusasse a assinar não estava apenas discordando da Igreja; estava desobedecendo ao imperador.

  • Ele exilou Ário e os poucos bispos que se recusaram a assinar o Credo (como Eusébio de Nicomédia).

  • Ordenou a queima de todos os escritos arianos.

  • Tornou a ocultação de livros arianos um crime punível com a morte.

Constantino não escolheu quais livros entrariam na Bíblia, não votou na divindade de Jesus e não alterou a doutrina central que a maioria das igrejas já praticava.

O que ele fez foi dar à Igreja as ferramentas logísticas e o peso do braço forte do Estado para que ela definisse, de uma vez por todas, a sua própria ortodoxia. 

Ele criou o precedente do Cesaropapismo — onde o governante secular interfere diretamente nos assuntos da Igreja, um modelo que moldaria a Europa e o Império Bizantino pelos mil anos seguintes.

GILVANDRO TORRES

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O Concílio Vaticano II (1962-1965) redefiniu a atuação da Igreja Católica, transformando-a em uma das principais forças de oposição à Ditadura Militar (1964-1985) e na maior defensora dos direitos humanos, da reforma agrária e da organização popular na política brasileira.

 O Concílio Vaticano II (1962-1965) redefiniu a atuação da Igreja Católica.

A influência direta do Concílio desdobrou-se em três pilares principais na política do Brasil:

1. Resistência à Ditadura Militar

A mudança de postura de uma Igreja historicamente conservadora para uma instituição progressista foi imediata. Inspirados pela constituição pastoral Gaudium et Spes, que exigia a presença ativa da Igreja no mundo e a defesa da dignidade humana, bispos e padres passaram a denunciar torturas, prisões arbitrárias e a repressão estatal. Nomes como Dom Paulo Evaristo Arns e Dom Aloisio Lorscheider tornaram-se símbolos internacionais na proteção de perseguidos políticos.

2. Teologia da Libertação e Movimentos Sociais

O Concílio valorizou os leigos e as comunidades de base, o que no contexto latino-americano gerou a Teologia da Libertação. 

A Igreja passou a adotar a "opção preferencial pelos pobres", promovendo a politização das massas através das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Essas organizações foram fundamentais na base da sociedade para:

  • A alfabetização política de trabalhadores rurais e urbanos.
  • O fomento de movimentos sindicais e populares.
  • A gênese do Partido dos Trabalhadores (PT) e de outros movimentos sociais que emergiram no final dos anos 70 e 80.3. 
  • Fundação do MST e Luta pela Terra

A influência da Igreja no campo político também se deu por meio da criação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em 1975 e do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) em 1972. 

Essas entidades da CNBB forneceram apoio logístico, jurídico e ideológico aos trabalhadores rurais, desempenhando um papel de protagonismo na fundação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

 A Constituição de 1988 

Durante a Assembleia Constituinte de 1987-1988, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) exerceu forte pressão política. A Igreja mobilizou suas bases para influenciar diretamente a elaboração da nova Constituição Federal, garantindo a inclusão de leis voltadas para a justiça social, direitos trabalhistas, reforma agrária e proteção às minorias.

Efeito sobre movimentos sociais e políticas públicas

As novas orientações estimularam formação de lideranças comunitárias, CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) e apoio a reivindicações por reforma agrária e direitos trabalhistas, o que teve repercussões na agenda sociopolítica brasileira nas décadas seguintes.

Legado e transformações posteriores

A longo prazo, o Concílio ajudou a secularizar o discurso público católico, isto é, a Igreja passou a dialogar mais com a sociedade civil e com o Estado em termos de justiça social e direitos humanos, enquanto o campo católico permaneceu politicamente diverso, com correntes que iam do conservadorismo político até o engajamento progressista inspirado pela Teologia da Libertação.

Aqui está a linha do tempo focada nas CEBs durante a ditadura militar (1964–1985), com os principais marcos de formação, crescimento e atuação política:

Linha do tempo: CEBs e Ditadura Militar

1964 Golpe militar instala a ditadura no Brasil. A Igreja Católica ainda mantém posição cautelosa; setores da Ação Católica já trabalhavam com comunidades populares.

1965–1968 Vigor do espírito do Concílio Vaticano II (1962–1965) inicia a renovação pastoral. Primeiras experiências de grupos de base ligados à Ação Católica Operária e Estudantil começam a se transformar em CEBs.

1969 Padre Antônio Henrique Pereira Neto, assessor Dom Helder Câmara, é sequestrado e assassinado por paramilitares de direita no Recife. Helder Câmara já denuncia torturas no exterior (1970), marcando a postura de parte da Igreja contra a ditadura. 

1970 Dom Helder Câmara, em Paris, é a primeira figura pública a denunciar no exterior a tortura de presos políticos no Brasil.

1972 Dom Paulo Evaristo Arns cria a Comissão Justiça e Paz de São Paulo, que assiste presos políticos e denuncia violações. CEBs começam a se organizar mais formalmente em paróquias urbanas e rurais.

1974 CEBs ganharam força significativa a partir dos anos 1970, reunindo grupos vinculados a paróquias para discutir carências comuns e buscar soluções. Uso da metodologia "ver-julgar-agir" para conscientização política sob a ditadura.

1975 Criação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no campo, fruto da conscientização dos trabalhadores rurais pelas CEBs. Missa pela morte de Alexandre Vannucchi Leme na Catedral da Sé, organizada por dom Paulo Evaristo Arns. Ato ecumênico em homenagem a Vladimir Herzog (morto no IPE) — Arns lidera gesto de resistência. CEBs incentivam o Movimento de Luta contra a Carestia em São Paulo.

1977 CNBB rompe institucionalmente com o regime, publicando "Exigências Cristãs de uma Ordem Política": defende democracia, justiça social e direitos humanos. Arns posiciona-se contra a invasão da PUC pelo governo. CEBs crescem como oposição organizada no auge da resistência da Igreja à ditadura.

1979–1980 CEBs participam da formação de lideranças sindicais e populares. Início da elaboração do dossiê "Brasil: Nunca Mais", organizado por dom Paulo Evaristo Arns e documentos sobre abusos militares. 

1984–1985 CEBs atuam na mobilização popular pelas Diretas Já e na transição democrática. Abertura política consolidada; fim formal da ditadura em 1985.

1988 CEBs contribuem metodologicamente para a elaboração da Constituição Federal de 1988, influenciando políticas públicas de justiça social. 

As CEBs funcionaram como instrumento de educação política e mobilização popular, formando lideranças e articulando resistência à ditadura, com base na Teologia da Libertação e na opção preferencial pelos pobres.

O Concílio Vaticano II foi um dos acontecimentos mais importantes da história da Igreja Católica no século XX. Convocado por Papa João XXIII e concluído sob Papa Paulo VI, teve como objetivo promover uma renovação da Igreja e um diálogo mais próximo com o mundo contemporâneo.

Principais mudanças e contribuições: 

1. Renovação da Liturgia

  • A Missa passou a poder ser celebrada nas línguas locais, além do latim.
  • Incentivou-se a participação ativa dos fiéis nas celebrações.
  • Houve revisão dos ritos e dos livros litúrgicos.

2. Igreja como Povo de Deus

  • A Constituição Lumen Gentium destacou que todos os batizados participam da missão da Igreja.
  • Reforçou a importância dos leigos na evangelização e na vida comunitária.

3. Diálogo com o Mundo Moderno

  • A Constituição Gaudium et Spes abordou temas sociais, econômicos, políticos e culturais.
  • A Igreja passou a dialogar mais com a ciência, a cultura e as transformações da sociedade.

4. Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso

  • Incentivou a aproximação com outras Igrejas cristãs.
  • Promoveu o respeito e o diálogo com outras religiões.

5. Missão e Evangelização

  • Reforçou a responsabilidade missionária de toda a Igreja.
  • Incentivou maior presença da Igreja nos desafios sociais e humanos.

Impactos: O Concílio Vaticano II marcou a passagem de uma Igreja mais voltada para suas estruturas internas para uma Igreja mais missionária, participativa e aberta ao diálogo. Suas orientações continuam influenciando a liturgia, a pastoral, a catequese e a ação evangelizadora da Igreja Católica até os dias atuais.











Mateus 13:1-9
Jesus ensina uma multidão à beira do mar da Galileia a partir de um barco.
A parábola mostra as sementes caindo em quatro tipos de solo: à beira do caminho, em solo pedregoso, entre espinhos e em terra boa, que produz frutos abundantes. A passagem detalha como a mesma semente (a Palavra) gera resultados diferentes dependendo da disposição de quem a recebe:
  • À beira do caminho: A semente é pisada e comida pelos pássaros, representando quem ouve, mas não compreende a mensagem.
  • Em terreno pedregoso: Brota rápido por falta de terra profunda, mas seca ao sol porque não tem raiz. Representa quem ouve a palavra e a aceita com alegria, mas desiste nas primeiras dificuldades.
  • Entre espinhos: As sementes crescem, mas são sufocadas pelas plantas daninhas. Representa quem ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ganância sufocam a mensagem.
  • Em terra boa: A semente germina e produz frutos fartos, rendendo por um. Representa quem ouve, compreende e coloca a Palavra em prática.















Cansado da viagem, Jesus pediu água a ela. Ele quebrou barreiras culturais ao falar com uma mulher e samaritana, oferecendo a ela uma "água viva" que sacia a sede espiritual para sempre. Poço de Jacó está registrado no capitulo 4 do evangelho de João.
Pontos principais do encontro:

  • Quebra de preconceitos: Judeus e samaritanos não se relacionavam. Além disso, homens judeus da época não costumavam conversar com mulheres em público. 
  • A Água Viva: Quando ela pediu da água para não ter mais sede física, Jesus explicou que quem cresse nEle receberia uma fonte para a vida eterna. 
  • Revelação pessoal: Jesus demonstrou conhecer o passado dela (revelando que ela já havia tido cinco maridos e vivia com outro). 
  • Adoração verdadeira: Jesus afirmou que chegaria o tempo em que os adoradores adorariam o Pai "em espírito e em verdade". 
  • O Messias: Após esse diálogo, Jesus revelou abertamente que Ele era o Messias, o que levou a mulher a voltar para a cidade e testemunhar para os outros. 

Para entender melhor a reação dos discípulos ao verem Jesus conversando com a mulher samaritana, precisamos olhar o que o texto bíblico diz em João 4:27.

  • A Reação dos Discípulos: Surpresa total: Os discípulos haviam saído para comprar comida. Ao voltarem, ficaram chocados ao ver Jesus conversando publicamente com uma mulher, e ainda por cima, samaritana.
  • Preconceitos culturais: Naquela época, os rabinos judeus tinham uma regra rígida de não falar com mulheres em público, nem mesmo com as próprias esposas, para evitar fofocas ou quebra de protocolos religiosos.
  • O silêncio deles: Apesar do espanto, o respeito por Jesus era tão grande que nenhum deles teve coragem de perguntar: "O que o Senhor quer com ela?" ou "Por que está falando com ela?".
  • Mudança de mentalidade: Esse episódio foi uma lição prática para os discípulos. Jesus mostrou a eles que o Evangelho deveria romper todas as barreiras sociais, culturais e religiosas.


BIOGRAFIA DO AUTOR:

GILVANDRO DOS SANTOS TORRES, na década de 90 participou do movimento estudantil secundarista em Belém. Ex aluno Afonseano recebeu solida formação religiosa humanista. Historiador, Escritor e Membro da Academia Marajoara de letras. É natural do município de Gurupá-PA. Autor do livro "Gurupá: Uma Conquista pelo Povo" (Editora Paka-Tatu, 2019). Coautor do 1ª Antologia Literária da Academia Marajoara de Letras- AML( 2026). Coautor do Livro Conhecendo Gurupá Vol. I e II (Editora Marajó,2026). Tem um histórico ligado aos movimentos sociais, adepto a Teologia da Libertação unindo fé e militância por melhorias na qualidade de vida dos cidadãos. Já atuou em diversos órgãos municipais e estaduais. Ex Conselheiro Tutelar de Gurupá(2020-2024). Recebeu formalmente o Título de Cidadão Honorário de Gurupá pela Câmara Municipal, um reconhecimento oficial por seus serviços prestados à história e à cultura da cidade de Gurupá.

O relato de João 2:1-11 sobre as Bodas de Caná marca o início do ministério público de Jesus.

Ao transformar água em vinho, ele realizou seu primeiro "sinal" milagroso, revelando sua identidade messiânica e antecipando o cumprimento das profecias do Antigo Testamento sobre a alegria e a Nova Aliança.

O Significado Espiritual 

Abundância e Bênção: Na tradição judaica, o vinho era um forte símbolo de alegria, fartura e celebração das bênçãos divinas.

O Vinho Novo: A transformação da água de purificação em vinho de excelente qualidade mostrou que Jesus trazia algo novo e superior — a graça que substitui os velhos ritos.

Cumprimento Profético: O milagre ecoa passagens veterotestamentárias que associavam o tempo do Messias a uma era de rios de vinho e fartura (como em Isaías 25:6 e Joel 2:24).

O Contexto do Milagre

O Pedido de Maria: Durante as festividades, o vinho chegou ao fim. 

A pedido de sua mãe, Jesus transformou a água contida em seis grandes talhas de pedra (usadas pelos judeus para rituais de purificação) em um vinho de alta qualidade.

A Revelação: O mestre-sala, sem saber o que havia ocorrido, provou a bebida e elogiou o noivo por ter guardado o melhor vinho para o final.

A Resposta dos Discípulos: O texto bíblico conclui que este sinal manifestou a glória de Jesus e fez com que seus discípulos cressem nele.

GILVANDRO TORRES

5/31/2026

GRATIDÃO PELOS 4,65 mil ACESSOS, MEU MUITO OBRIGADO DE CORAÇÃO.

 

Singapura
1,84 mil
Brasil
1,55 mil
Estados Unidos
232
Vietnã
152
Hong Kong
93
Japão
57
Alemanha
38
Indonésia
38
Índia
30
Outro
625

obrigado ao povo SINGAPURA com democracia, paz, progresso, justiça e igualdade. GRATIDÃO A TODOS

 


REFLEXÕES COM GILVANDRO TORRES

 



UMA REFLEXÃO COM GILVANDRO TORRES


 

FÉ- GILVANDRO TORRES

A Profissão da Fé 
Os fundamentos deste ensinamento, conforme o Catecismo da Igreja Católica, baseiam-se em:
1. Deus Pai Todo-Poderoso
A fé tem início com a afirmação de que Deus é o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Ele é o princípio e o fim de tudo, movido por um amor incondicional para com o ser humano. 
2. Jesus Cristo, o Filho
O centro da fé cristã. Ele é a Palavra plena e definitiva de Deus. Por meio de Sua encarnação, vida, paixão, morte e ressurreição, cumpre as antigas promessas e realiza a redenção da humanidade. 
3. O Espírito Santo
A terceira pessoa da Santíssima Trindade. É Ele quem santifica a Igreja, guia os fiéis, atua nos sacramentos e mantém viva a presença e os ensinamentos de Cristo no mundo. 
4. A Igreja
A comunidade dos batizados, guiada pelo Espírito Santo. Ela é descrita como o Corpo de Cristo e sacramento de salvação, responsável por transmitir a fé de geração em geração. 
5. O Credo
Também chamado de "Símbolo da Fé". É o resumo das verdades fundamentais professadas desde os tempos apostólicos, frequentemente dividido em duas versões tradicionais: o Credo dos Apóstolos e o Credo Niceno-Constantinopolitano. 
6. A História da Salvação
Todo o desígnio de amor de Deus ao longo da história humana. Abrange desde a criação e as antigas alianças no Antigo Testamento, até a sua realização plena em Jesus Cristo e a missão contínua da Igreja.
GILVANDRO TORRES