A Amazônia Gurupaense é rio que fala, floresta que reza, povo que resiste.
É o açaí batido na cuia, o peixe fresco na mesa, a farinha espalhada no paneiro.
É São Benedito em procissão, é a canoa deslizando no silêncio das águas,
é a memória viva de indígenas, negros e colonos que fizeram deste chão
um território de fé e de luta.
A Amazônia Gurupaense é identidade.
É canto que ecoa nas festas, é dança que levanta poeira nos terreiros,
é a criança que aprende com o rio, o jovem que herda o saber da mata,
o ancião que guarda histórias como quem guarda tesouros.
Aqui, a vida pulsa no compasso das marés,
e cada palmeira, cada igarapé, cada roçado,
conta a história de um povo que nunca deixou de lutar.

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