Francisco beijou o leproso e, naquele gesto, descobriu que o amor cura primeiro quem ama.
O jubileu nos convida a tocar as dores do nosso tempo: a solidão, a indiferença, a dureza dos julgamentos, o cansaço espiritual.
Não para salvar o mundo sozinhos, mas para não passar por ele sem deixar misericórdia.

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