Projeto Cultural foi idealizado e Coordenado por GILVANDRO TORRES com objetivo do dialogo sobre a realidade de Gurupá-PA.
3/05/2026
A paz não nasce primeiro no campo de batalha, nasce no coração humano. Em um mundo marcado por conflitos e divisões, ela é dom de Deus e também compromisso nosso. Quando escolhemos ouvir, compreender e buscar o bem comum, vencemos silenciosamente o egoísmo e a vontade de dominar. Somente corações pacíficos podem construir um mundo de paz.
A Quaresma não é apenas um período de renúncias externas, mas um caminho de retorno ao coração de Deus. É tempo de silêncio, de conversão sincera, de oração mais profunda e de caridade concreta. Ao dizer não ao excesso, aprendemos a dizer sim ao essencial. Ao jejuar, abrimos espaço. Ao rezar, reencontramos o sentido. Ao praticar a caridade, deixamos Cristo agir em nós. Que este seja um tempo de voltar ao Amor que nunca nos abandona. Paz e Bem. .
3/04/2026
A Exortação Apostólica Dilexi Te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, ressoa como sopro de esperança e significativa reafirmação do Evangelho vivido a partir dos pobres. No Brasil, onde a desigualdade social tem rosto, cor e território — o rosto das mulheres negras periféricas, o corpo exaurido dos trabalhadores informais, os povos indígenas ameaçados, os jovens de favelas mortos pela violência —, o conteúdo do documento não chega como novidade, e sim confirmação e estímulo da caminhada histórica da Teologia da Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).
O massacre de Babi Yar
O massacre de Babi Yar ocorreu em 29 e 30 de setembro de 1941, na ravina de Kiev, Ucrânia, onde nazistas assassinaram 33.771 judeus em apenas dois dias.
Foi um dos maiores massacres individuais da Segunda Guerra Mundial, com o total de vítimas (incluindo ciganos, prisioneiros de guerra e civis) chegando a cerca de 100.000, perpetrado por unidades da SS com apoio local.
Aqui estão os detalhes principais sobre o massacre de Babi Yar:
Localização: A ravina de Babi Yar (Babyn Yar) situa-se perto de Kiev, na Ucrânia.
Contexto: Após a ocupação alemã de Kiev, a Einsatzgruppe C, uma unidade móvel de extermínio nazista, recebeu ordens para eliminar a população judaica local.
O Massacre Principal: Em dois dias (29-30 de setembro de 1941), 33.771 judeus foram fuzilados e enterrados na ravina.
Vítimas: Além dos judeus, o local foi usado para assassinar ciganos (Roma), prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes psiquiátricos e membros da resistência ucraniana, totalizando cerca de 100.000 mortos ao longo da ocupação.
Esforços de Ocultação: Em 1943, os alemães tentaram esconder as evidências do crime, ordenando que prisioneiros exumassem e queimassem os corpos (ação conhecida como Sonderaktion 1005).
Memória: Babi Yar tornou-se um símbolo do "Holocausto por balas" na Europa Oriental, marcando o início intenso do extermínio na União Soviética.
O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.
A Campanha da Fraternidade 2026 nos convida a lembrar que Jesus veio morar entre nós.
Ele se faz presente em cada pessoa, especialmente nos que mais precisam de acolhida e cuidado.
Que possamos abrir o coração, partilhar o que temos e ajudar a construir um mundo onde todos tenham um lar digno e sejam tratados com amor.
Pequenos gestos de fraternidade transformam a vida e fazem nascer a esperança.
O primeiro passo para viver a fraternidade é abrir os olhos e enxergar a realidade.
Ao contemplarmos a situação da moradia no Brasil, percebemos que muitos irmãos e irmãs ainda vivem sem casa digna, sem saneamento, sem segurança e, muitas vezes, sem esperança.
São milhões de pessoas que enfrentam diariamente a falta de um lar adequado, realidade que fere a dignidade humana e o sonho de Deus para seus filhos.
O tema da Campanha da Fraternidade nos convida a ver, sentir e nos deixar tocar por essa realidade.
Ver não é apenas observar números ou estatísticas; é reconhecer rostos, histórias e vidas.
Como comunidade cristã, somos chamados a não permanecer indiferentes.
O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.
Ver a realidade da moradia é dar o primeiro passo para transformá-la: por meio da solidariedade, da partilha, da mobilização e da busca por justiça social.
Que este tempo nos ajude a olhar com mais atenção para quem vive ao nosso redor.
Que possamos perceber as necessidades de nossas comunidades e nos comprometer, juntos, a construir uma sociedade onde todos tenham um lugar para morar, viver e sonhar.
Ver a realidade é o começo da mudança; agir com amor é o caminho para a fraternidade.
Com fé e união, podemos transformar a realidade e fazer com que o amor de Deus habite em cada casa e em cada coração.
3/03/2026
O Bom Samaritano, uma inspiração para acolher os outros. Na encíclica Fratelli tutti, o saudoso Papa Francisco sugere uma releitura da parábola do Bom Samaritano. Ele traça os seus antecedentes no Antigo Testamento e pergunta ao leitor com que personagem se identifica. Olhando para o mundo de hoje e mesmo para a Igreja, afirma: "Ainda há aqueles que parecem sentir-se encorajados ou pelo menos autorizados pela sua fé a sustentar várias formas de nacionalismo fechado e violento, atitudes xenófobas, desprezo e até maus tratos daqueles que são diferentes". Saudoso Papa Francisco falava a que a catequese e a pregação sejam mais atentas ao falar da dignidade de cada pessoa.
3/02/2026
GURUPÁ
Eles fizeram a Diferença
Intendente Wortingenr Castelo Branco (inaugurou o prédio da prefeitura municipal).
Mário da Silva Machado (construiu a 1ª usina de Gurupá ―Força e Luz‖).
Wilson Lima (Construiu o Trapiche Municipal e a Praça Mariocay em 1959).
Wilson Benathar (Construiu o Mercado Municipal, atual Biblioteca e o Grupo Escolar Prof. Dr. Jaime Aben-Athar — Clube de Mães).
Oscar José dos Santos (construiu a Casa de Saúde de Gurupá).
José Vicente de Paula Barreto Melo (Construção da Delegacia, Coletoria, reformou o Forte de Santo Antônio, inaugurou o 1º sistema de água na cidade, inaugurou o sistema elétrico da Celpa, reformou o Trapiche Municipal, aquisição de uma caçamba, construção do Fórum, residência da juíza e instalou o sistema de telefonia Telepará).
Jorge Palheta de Souza, (construção do Marcílio Dias e caz de arrimo em frente a cidade).
Juvenal do Vale Tavares, (construção / asfaltamento das Av. São Benedito e Santo Antônio).
Benedita Cecília Palheta Pereira, (Construiu o B/M Gurupá, asfaltou várias ruas e travessas ao longo de seus dois mandatos, deu apoio a cultura gurupaense — Festival do Camarão, 07 de setembro, Guarda Miri, Concurso de Quadrilhas).
Esmeraldina Nunes dos Santos, (implantou o sistema de organização modular de ensino — SOME, aquisição de caminhões para o transporte dos colonos e limpeza pública, construção da Secretaria de Saúde, Semae e residência oficial do prefeito, reformou o B/M Gurupá).
Moacir Alho, (construção da Escola Raimundo Ribeiro Dias, alfabetização de mais de 600 pessoas, realização dos Projetos Gavião 1 e 2, reforma da Escola Mariocay, construiu o primeiro escolão do município — Manoel Januário Nunes, aquisição de uma lancha voadeira).
Raimundo Nogueira, revitalização do prédio da prefeitura, inauguração prédio da câmara municipal, ginásio municipal, estádio municipal, casa da cultura, ruas asfaltadas, ruas aterradas, escolas revitalizadas e construídas no meio urbano e rural e pagamento do funcionário em dias, concurso publico e dialogo transparente com as entidades de classe.
O tempo é como um rio... você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou nunca passará novamente. Aproveite cada momento de sua vida com seus familiares, amigos. Busque acima de tudo valorizar quem te valoriza, ame teu próximo e tenha em seu coração: Amor, fé, esperança e caridade.
Para cada tempo, Deus envia os seus profetas. 🙏✨ Há vozes que não se calam com o passar dos anos. Há gestos que continuam ecoando na história. A profecia não é coisa do passado, ela é presença viva, denúncia das injustiças e anúncio de esperança. Dom Helder Camara e @padrejulio.lancellotti são sinais dessa profecia encarnada na vida concreta do povo. Um ontem que permanece atual. Um hoje que continua atuante. Que saibamos reconhecer os profetas do nosso tempo. Que não fechemos os olhos diante da dor dos mais pobres. Que sejamos também nós voz, coragem e compromisso. A profecia é sempre atual. E segue viva.
Sem um julgamento justo e sem possibilidade real de defesa, Soraya foi condenada e executada por apedrejamento, numa demonstração extrema de abuso de poder, misoginia e ausência de garantias legais.
O caso só se tornou conhecido fora da região porque o jornalista franco-iraniano Freidoune Sahebjam investigou o ocorrido e registrou o testemunho de pessoas da aldeia, especialmente o de uma tia de Soraya que denunciou a injustiça.
Ele transformou a investigação no livro La Femme Lapidée (1990), que expôs ao mundo a história e denunciou a violência institucional e cultural sofrida por Soraya.
A obra depois foi adaptada para o cinema no filme The Stoning of Soraya M., que dramatiza os acontecimentos com forte impacto emocional e ajudou a ampliar o debate internacional sobre direitos humanos, justiça e a condição das mulheres sob sistemas legais abusivos.
A memória de Soraya permanece como símbolo de denúncia contra condenações sem devido processo, manipulação da lei e violência de gênero — e continua sendo citada em discussões globais sobre direitos humanos.
Após a Revolução Islâmica de 1979, o sistema jurídico iraniano passou a incorporar interpretações estritas da lei islâmica (sharia) em algumas áreas penais e familiares.
Na década de 1980 — período em que ocorreu o caso — havia:
Tribunais locais com grande poder discricionário, especialmente em vilarejos rurais, onde líderes religiosos e autoridades comunitárias influenciavam decisões.
Pouca padronização processual, o que permitia julgamentos rápidos, sem investigação adequada ou direito efetivo de defesa.
Desigualdade estrutural entre homens e mulheres em questões de casamento, divórcio, custódia e acusações morais.
Uso político e social das acusações de “adultério”, que podiam ser manipuladas para resolver disputas familiares ou econômicas.
Gilvandro Torres é um educador popular e militante social de Gurupá, no Pará. Nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú, ele tem uma trajetória marcada por engajamento comunitário e cultural na região do Marajó.
Gilvandro dos Santos Torres,, nasceu em Gurupá e passou a infância e adolescência em Belém e estudou no Colégio Afonseano Redentorista. Trabalhou como feirante sindicalizado, assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Pará e em cargos públicos de Gurupá e Altamira. Conheceu todo estado do Amapá aos 22 anos de idade trabalhando de numa distribuidora e residindo na cidade de Santana-AP em 2002.
Ele ocupou posições como secretário de gabinete em prefeituras de Gurupá e Altamira e promotoria de Gurupá, assessor do Legislativo Municipal pelos vereadores do PT e conselheiro de educação e assistência social. Já como conselheiro tutelar e secretário executivo da ASMUDEACS. Atualmente Conselho Paroquial e Diocesano. Ex militante movimento estudantil em Belém década de 90 e militante do Partido dos Trabalhadores-PT.
Autor do livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", que documenta a história local com foco em quilombos, indígenas e movimentos sociais. Membro fundador da Academia Marajoara de Letras, mantém um blog sobre cultura de Gurupá e recebeu prêmios como Diploma de Honra ao Mérito do SINTEPP em 2017.
Participa de podcasts como "Ecos do Marajó" discutindo história regional e é ativo em redes sociais, com perfil no Facebook destacando seu papel como acadêmico em História e Assessor leigo da Paróquia Sto. Antônio de Gurupá, recebeu homenagem da Câmara Municipal de Gurupá. É torcedor declarado do Paysandu Sport Club.
Gilvandro Torres é membro fundador da Academia Marajoara de Letras (AML), uma instituição dedicada à promoção da literatura e cultura marajoara.
3/01/2026
O pelerine roupa utilizada pelas Academias de Letras, sobreposta aos ombros de seus Membros vestimenta obrigatória em momentos festivos e Solene da Agremiação Literária, sou o primeiro Gurupaense a usar como Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras composto por 40 Membros de todos os municípios do Marajó, ocupando a cadeira n. 37. Imortalizado pelo livro "Gurupá uma conquista pelo povo", uma grande honra saber que daqui a 100 anos nosso legado literário e social sempre será lembrado. Um sentimento de pertencimento, usar está pelerine e também uma grande responsabilidade transmitir a cultura do nosso Marajó é suas belas histórias e cultura do povo. Ir além de sonhos a realidade com ações concretas é a nossa missão! Gilvandro Torres- Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras. Representando o município de Gurupá-PA.
O Irã vive um momento delicado de transição
Esse trio exerce coletivamente funções como política externa, supervisão do Parlamento e comando da Guarda Revolucionária, até a Assembleia de Peritos eleger um líder permanente – possivelmente em poucos dias.
Alireza Arafi: Membro do Conselho dos Guardiões e vice-presidente da Assembleia de Peritos, atua como chefe interino.
Masoud Pezeshkian: Presidente moderado, foca em políticas internas e econômicas.
Gholamhossein Mohseni Ejei: Líder hardline do Judiciário, garante continuidade repressiva.Contexto da Transição
A morte de Khamenei ocorreu em ataques coordenados por EUA e Israel em Teerã, durante tensões regionais, o que agrava a crise de sucessão. O conselho visa projetar unidade em meio a instabilidade interna e luto de 40 dias, com influência da Guarda Revolucionária (IRGC).
A continuidade do regime teocrático está em risco, com disputas internas entre moderados e radicais. Relações com EUA e Israel tendem a endurecer, enquanto o programa nuclear e a estabilidade no Oriente Médio dependem da rapidez na escolha do novo líder. O mundo monitora para evitar vácuo de poder que beneficie rivais regionais.
CONJUNTURA INTERNACIONAL- GILVANDRO TORRES
Trump afirmou que os EUA forneceram inteligência para forças mexicanas eliminarem Nemesio Oseguera Cervantes, "El Mencho", em operação em Tapalpa, Jalisco, no dia 22 de fevereiro de 2026. O México confirmou a morte do líder do Cartel Jalisco Nova Geração durante confronto armado, com apreensões de armas e veículos; Trump destacou o papel americano no apoio.
Nicolás Maduro (Venezuela)
Trump declarou que os EUA "deram fim ao reino do ditador Nicolás Maduro" após sua captura em janeiro de 2026 em Caracas, junto com a esposa Cilia Flores, em operação militar com explosões reportadas. Maduro está detido nos EUA aguardando julgamento por narcotráfico, com Delcy Rodríguez como presidente interina apoiada por Washington; ele pediu arquivamento do processo recentemente.
Ali Khamenei (Irã)
Trump anunciou a morte do líder supremo iraniano em bombardeios conjuntos EUA-Israel no final de fevereiro de 2026, elevando tensões globais.
O presidente da Rússia, Vladmir Putin, disse hoje que a morte do líder supremo do Irã é um "assassinato cínico" que viola o direito internacional.
O Papa Leão 14 demonstrou preocupação com a escalada do conflito e clamou por uma solução diplomática.
A história é real e é um dos episódios mais marcantes da identidade do futebol brasileiro.
O uniforme branco usado até então passou a ser visto como “sem alma” e pouco representativo do país. Não foi uma decisão oficial de “abandono por azar”, mas sim uma forte pressão simbólica e cultural para mudar a imagem da equipe.
Em 1953, o jornal Correio da Manhã organizou o concurso nacional exigindo que o novo uniforme tivesse todas as cores da bandeira brasileira.
O jovem Aldyr Garcia Schlee venceu com um projeto inovador: camisa amarela, detalhes verdes, calção azul e meias brancas — algo ousado para a época.
A criação passou a ser usada oficialmente pela Seleção Brasileira a partir da Copa do Mundo FIFA de 1954.
Curiosamente, Aldyr depois revelou que torcia pelo Uruguai na final de 1950 — uma ironia histórica que ele mesmo adorava contar.
A “Amarelinha” acabou se transformando não só em uniforme esportivo, mas em um dos maiores símbolos visuais do Brasil no mundo, associada diretamente às conquistas de 1958, 1962, 1970 e às gerações lendárias do futebol nacional.
1958 — O nascimento de um símbolo mundial
Na Copa do Mundo FIFA de 1958, o uniforme criado por Aldyr Garcia Schlee apareceu para o mundo pela primeira vez com grande impacto. Foi ali que o jovem Pelé, com apenas 17 anos, ajudou o Brasil a conquistar o primeiro título mundial — eternizando a camisa amarela como símbolo de alegria, talento e ousadia.
Curiosidade: na final contra a Suécia, o Brasil teve que usar camisa azul (o segundo uniforme), porque os donos da casa também jogavam de amarelo.
1962 — A confirmação da identidade brasileira
Na Copa do Mundo FIFA de 1962, o Brasil manteve praticamente o mesmo design.
A simplicidade do modelo — sem escudo centralizado, gola verde e número azul — consolidou a estética clássica que ainda hoje inspira versões modernas.
1970 — A camisa mais icônica da história
A consagração definitiva veio na Copa do Mundo FIFA de 1970.
Com jogadores como Jairzinho, Tostão e Rivelino, o Brasil encantou o planeta com futebol ofensivo e artístico.
Foi a primeira Copa transmitida ao vivo em cores para muitos países — e o amarelo vibrante virou uma marca visual inesquecível.
Anos 1990–2000 — Modernização sem perder a essência
Com a profissionalização do marketing esportivo, surgiram:
tecidos mais leves e tecnológicos
ajustes no tom do amarelo
escudos redesenhados após cada título
Na Copa do Mundo FIFA de 1994, o tetra trouxe um uniforme com grafismos discretos — algo inédito até então.
2002 — O penta e a globalização da camisa
Na Copa do Mundo FIFA de 2002, com Ronaldo Nazário como protagonista, a Amarelinha virou definitivamente um ícone pop mundial. Passou a ser usada não só por torcedores, mas também na moda, música e cultura urbana.
GILVANDRO TORRES

















































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