3/06/2026

GURUPÁ POR GILVANDRO TORRES

 Gurupá é um município localizado no estado do Pará, no norte do Brasil. Está situado na margem direita do rio Amazonas, próximo à confluência com o rio Xingu, na região do Marajó. 

O município apresenta coordenadas aproximadas de latitude 1°24'18" Sul e longitude 51°38'24" Oeste, com altitude média de cerca de 5 a 20 metros. Faz parte da microrregião de Portel e mesorregião do Marajó.

Gurupá fica a nordeste do Pará, a cerca de 77 km ao norte-leste de Porto de Moz, e é cortado pela Ilha Grande de Gurupá, a segunda maior ilha do delta do Amazonas. 

Inclui distritos como Carrazedo e Itatupã. Possui uma área de aproximadamente 8.540 km², integrando a zona fisiográfica do Marajó e Ilhas. 

Gurupá, no Pará, possui clima equatorial úmido, quente o ano todo, com alta umidade e duas estações bem definidas: chuvosa (meses dezembro a maio) e menos chuvosa (no meses de junho a novembro). 

As temperaturas variam pouco, com mínimas entre 23-25°C e máximas de 28-32°C mensalmente, sendo agosto e setembro os mais quentes (até 31-32°C). A sensação térmica é opressiva devido à umidade constante acima de 80%.  

A pluviosidade anual supera 2.000 mm, com pico em março-abril (até 372 mm/mês) e mínimo em setembro (32 mm). Chuvas são intensas na estação úmida, influenciadas pela zona de confluência intertropical. 

Ventos predominantes do nordeste, céu frequentemente encoberto (mais no inverno) e pouca variação na duração do dia (12 horas).  

Proximidade do rio Amazonas e a várzeas sujeitas a cheias sazonais afeta o microclima local.

O município de Gurupá, no Pará, apresenta relevo predominantemente plano e inexpressivo, típico da Planície Amazônica, com altitude média de 16 metros na área municipal e sede a cerca de 20 metros acima do nível do mar. Suas variações altimétricas vão de mínimas negativas (-8 m, em áreas alagadas) a máximas de 286 m, influenciadas pela proximidade do rio Amazonas e ilhas do delta. 

O relevo é moldado por sedimentos aluvionares quaternários na Ilha Grande de Gurupá e sedimentos terciários da Formação Barreiras ao sul, resultando em baixos terraços e várzeas. 

A topografia é homogênea, com pouca variação, inserida na zona fisiográfica de Marajó e Ilhas. 

Essa configuração favorece inundações sazonais devido à hidrografia dominante do Amazonas. 

A estrutura geológica reflete a Ilha de Marajó, com solos aluviais e concrecionários lateríticos, promovendo relevo suave sem serras expressivas. 

O corte longitudinal pela Ilha Grande de Gurupá (4.864 km²) acentua planícies aluviais, com canais como Norte e Gurupá moldando o terreno.

Gurupá, no estado do Pará, é banhado principalmente pelo rio Amazonas e pelo rio Xingu, na região do delta amazônico. 

O município está na margem direita do rio Amazonas, logo abaixo da foz do rio Xingu, com a sede municipal nessa confluência estratégica. 

A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior do delta do Amazonas com 4.864 km², divide longitudinalmente o território municipal. Comunidades ribeirinhas se destacam nos rios Ipixuna, Mararu, Moju, Marajoí, Pucuruí e Gurupá-Miri, que servem como vias de acesso e sustento local. Distritos como Carrazedo e Itatupã reforçam a importância hidroviária, conectando Gurupá a Porto de Moz e Santana (AP).  

Esses rios influenciam o abastecimento de água, com 34,1% da população dependendo de rede geral e o restante de poços ou fontes alternativas. O rio Amazonas forma a margem direita onde fica a sede municipal, logo abaixo da confluência com o Xingu, delimitando a Ilha Grande de Gurupá. 

O rio Xingu deságua no Amazonas nessa região, influenciando o regime hídrico local e comunidades ribeirinhas. 

Esses cursos d'água sustentam a pesca e o transporte hidroviário essencial à região.  

A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior ilha do delta do Amazonas com cerca de 4.864 km², é formada pelos canais do rio Amazonas. 

O rio Amazonas se divide em dois grandes canais ao redor da ilha: o Canal do Norte e o Canal de Gurupá (ou Canal do Sul), que a circundam longitudinalmente, criando essa formação insular estratégica na confluência com o rio Xingu. 

Na margem direita do Canal de Gurupá, destacam-se os rios Pucumí, Marajó e Camutá, enquanto na própria ilha nascem rios como Mojoí (ou Moju), Tauarí e Baquiá Preto, além de furos como Urucuricaia e Macacos que conectam essas vias hídricas. 

Esses cursos d'água sustentam a navegação e as comunidades ribeirinhas do município. 

Gurupá, no Pará, apresenta uma vegetação diversa influenciada pelo clima equatorial úmido e pela hidrografia amazônica.

A floresta densa de planície aluvial domina a Ilha Grande de Gurupá e ilhas vizinhas, com subtipos densos em relevo aplainado ao norte. Florestas de palmáceas, especialmente buritizeiros, ocorrem em áreas deprimidas e inundadas. 

Pequenas áreas aluviais campestres aparecem na ilha, além de formações pioneiras em várzeas com influência fluvial. Na região, há Floresta Ombrófila Densa em unidades de conservação como a RESEX Gurupá-Melgaço.

Gurupá, no Pará, abriga espécies nativas típicas da floresta amazônica de várzea, com ênfase em palmeiras e árvores de alto valor econômico e ecológico. 

Açaí (Euterpe oleracea) é amplamente explorado para fruto e palmito, essencial na economia local e na dieta ribeirinha. Buriti (Mauritia flexuosa) e buçu prevalecem em áreas inundadas, formando formações densas em reservas como Gurupá-Melgaço. Pupunha também é comum em extrativismo sustentável.

Espécies como maçaranduba (Manilkara huberi), jatobá (Hymenaea courbaril) e cupiúba (Goupia glabra) são as mais exploradas legalmente na região, destacando-se no Baixo Amazonas. Goiabeira e outras frutíferas nativas contribuem para a biodiversidade em florestas de planície.

Vegetação de várzea inclui formações aluviais com gramíneas e arbustos adaptados a inundações sazonais. 

Exploração madeireira foca em espécies de alto volume, mas manejo sustentável é priorizado em unidades de conservação.

Gurupá, no Pará, cultiva diversas frutíferas nativas amazônicas em sistemas agroflorestais, quintais e roças familiares, adaptadas à várzea do rio Amazonas: 

Açaí (Euterpe oleracea): Principal espécie cultivada para frutos e palmito.

Cupuaçu (Theobroma grandiflorum): Usado em sucos e doces, de alto valor econômico.

Taperebá (Spondias mombin): Fruto sazonal consumido in natura ou em bebidas.

Jenipapo (Genipa americana): Polpa para sucos e fermentados tradicionais.

Goiabeira (Psidium guajava): Integrada em arborizações e cultivos locais.

Ingá (Inga edulis): Para sombreamento e frutos doces em consórcios.

Pupunha (Bactris gasipaes): Cultivada para frutos e palmito em manejo sustentável. 


Hoje, a economia de Gurupá depende muito da natureza: pesca artesanal, extrativismo, agricultura de subsistência, coleta de frutos (como açaí), além de atividades de floresta e comércio local. 

A região é majoritariamente ribeirinha e as vias fluviais — rios, canais e furos — são a principal forma de comunicação entre a sede, comunidades ribeirinhas e outras cidades da região.  

Gurupá testemunha fases distintas da história amazônica: ocupação indígena; colonização holandesa; conquista e ocupação portuguesa; formação de vilas e cidades; economia de extrativismo; transformações socioeconômicas da Amazônia. 

A presença de sítios arqueológicos e patrimônio histórico preservado — como o Forte de Santo Antônio, torna Gurupá uma peça-chave para estudos sobre ocupação humana, miscigenação cultural e história da colonização na Amazônia. 

A história local reflete também as dinâmicas naturais da região: rios, várzeas, ilhas, comunidades ribeirinhas — e a forte relação entre população e ambiente amazônico.

GILVANDRO TORRES

3/05/2026

A paz não nasce primeiro no campo de batalha, nasce no coração humano. Em um mundo marcado por conflitos e divisões, ela é dom de Deus e também compromisso nosso. Quando escolhemos ouvir, compreender e buscar o bem comum, vencemos silenciosamente o egoísmo e a vontade de dominar. Somente corações pacíficos podem construir um mundo de paz.

Para São Francisco, o Evangelho não era apenas leitura ou inspiração, mas forma de vida. Cada gesto, escolha e relação era iluminado pela Palavra de Cristo, vivida com radicalidade, alegria e confiança.

A Quaresma não é apenas um período de renúncias externas, mas um caminho de retorno ao coração de Deus. É tempo de silêncio, de conversão sincera, de oração mais profunda e de caridade concreta. Ao dizer não ao excesso, aprendemos a dizer sim ao essencial. Ao jejuar, abrimos espaço. Ao rezar, reencontramos o sentido. Ao praticar a caridade, deixamos Cristo agir em nós. Que este seja um tempo de voltar ao Amor que nunca nos abandona. Paz e Bem. .

Imagine uma "rua" no meio do oceano, com apenas 33 quilômetros de largura, capaz de ditar o preço de quase tudo o que você consome. O Estreito de Ormuz não é apenas um ponto no mapa; é a jugular energética da economia global, conectando o Golfo Pérsico ao resto do mundo.

 

















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3/04/2026

15ª INTERECLESIAL DAS CEBS DO BRASIL- 2023 EM RONDONOPOLIS-MT

 



 Quatro grandes cristãos socialistas e que morreram assassinados por lutarem pelo melhor para o povo.

Rev. Martin Luther King Jr (1929-1968).
Santo e mártir Arcebispo D. Oscar Romero (1917-1980).
Pe. Camilo Torres (1929-1966).
Beato Pe. Rutilio Grande (1928-1977).



GILVANDRO TORRES, torcedor do Paysandu e também do São Raimundo da cidade de Santarém.

 


















Gilvandro dos Santos Torres é um historiador, educador popular, escritor e militante social de Gurupá, no Pará, Brasil. Nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú, ele se destaca por sua atuação em movimentos sociais, educação comunitária e preservação cultural local.

 



















A Exortação Apostólica Dilexi Te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, ressoa como sopro de esperança e significativa reafirmação do Evangelho vivido a partir dos pobres. No Brasil, onde a desigualdade social tem rosto, cor e território — o rosto das mulheres negras periféricas, o corpo exaurido dos trabalhadores informais, os povos indígenas ameaçados, os jovens de favelas mortos pela violência —, o conteúdo do documento não chega como novidade, e sim confirmação e estímulo da caminhada histórica da Teologia da Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

 


O massacre de Babi Yar

 O massacre de Babi Yar ocorreu em 29 e 30 de setembro de 1941, na ravina de Kiev, Ucrânia, onde nazistas assassinaram 33.771 judeus em apenas dois dias. 

Foi um dos maiores massacres individuais da Segunda Guerra Mundial, com o total de vítimas (incluindo ciganos, prisioneiros de guerra e civis) chegando a cerca de 100.000, perpetrado por unidades da SS com apoio local. 

Aqui estão os detalhes principais sobre o massacre de Babi Yar:

Localização: A ravina de Babi Yar (Babyn Yar) situa-se perto de Kiev, na Ucrânia.

Contexto: Após a ocupação alemã de Kiev, a Einsatzgruppe C, uma unidade móvel de extermínio nazista, recebeu ordens para eliminar a população judaica local.

O Massacre Principal: Em dois dias (29-30 de setembro de 1941), 33.771 judeus foram fuzilados e enterrados na ravina.

Vítimas: Além dos judeus, o local foi usado para assassinar ciganos (Roma), prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes psiquiátricos e membros da resistência ucraniana, totalizando cerca de 100.000 mortos ao longo da ocupação.

Esforços de Ocultação: Em 1943, os alemães tentaram esconder as evidências do crime, ordenando que prisioneiros exumassem e queimassem os corpos (ação conhecida como Sonderaktion 1005).

Memória: Babi Yar tornou-se um símbolo do "Holocausto por balas" na Europa Oriental, marcando o início intenso do extermínio na União Soviética. 















O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo.

 A Campanha da Fraternidade 2026 nos convida a lembrar que Jesus veio morar entre nós. 

Ele se faz presente em cada pessoa, especialmente nos que mais precisam de acolhida e cuidado. 

Que possamos abrir o coração, partilhar o que temos e ajudar a construir um mundo onde todos tenham um lar digno e sejam tratados com amor. 

Pequenos gestos de fraternidade transformam a vida e fazem nascer a esperança.

 O primeiro passo para viver a fraternidade é abrir os olhos e enxergar a realidade. 

Ao contemplarmos a situação da moradia no Brasil, percebemos que muitos irmãos e irmãs ainda vivem sem casa digna, sem saneamento, sem segurança e, muitas vezes, sem esperança. 

São milhões de pessoas que enfrentam diariamente a falta de um lar adequado, realidade que fere a dignidade humana e o sonho de Deus para seus filhos.

O tema da Campanha da Fraternidade nos convida a ver, sentir e nos deixar tocar por essa realidade. 

Ver não é apenas observar números ou estatísticas; é reconhecer rostos, histórias e vidas. 

Como comunidade cristã, somos chamados a não permanecer indiferentes. 

O Evangelho nos ensina que Jesus se aproxima dos que mais sofrem e nos convida a fazer o mesmo. 

Ver a realidade da moradia é dar o primeiro passo para transformá-la: por meio da solidariedade, da partilha, da mobilização e da busca por justiça social.

Que este tempo nos ajude a olhar com mais atenção para quem vive ao nosso redor. 

Que possamos perceber as necessidades de nossas comunidades e nos comprometer, juntos, a construir uma sociedade onde todos tenham um lugar para morar, viver e sonhar. 

Ver a realidade é o começo da mudança; agir com amor é o caminho para a fraternidade. 

Com fé e união, podemos transformar a realidade e fazer com que o amor de Deus habite em cada casa e em cada coração.


3/02/2026

GURUPÁ

Eles fizeram a Diferença

Intendente Wortingenr Castelo Branco (inaugurou o prédio da prefeitura municipal). 

Mário da Silva Machado (construiu a 1ª usina de Gurupá ―Força e Luz‖). 

Wilson Lima (Construiu o Trapiche Municipal e a Praça Mariocay em 1959). 

Wilson Benathar (Construiu o Mercado Municipal, atual Biblioteca e o Grupo Escolar Prof. Dr. Jaime Aben-Athar — Clube de Mães). 

Oscar José dos Santos (construiu a Casa de Saúde de Gurupá). 

José Vicente de Paula Barreto Melo (Construção da Delegacia, Coletoria, reformou o Forte de Santo Antônio, inaugurou o 1º sistema de água na cidade, inaugurou o sistema elétrico da Celpa, reformou o Trapiche Municipal, aquisição de uma caçamba, construção do Fórum, residência da juíza e instalou o sistema de telefonia Telepará). 

Jorge Palheta de Souza, (construção do Marcílio Dias e caz de arrimo em frente a cidade). 

Juvenal do Vale Tavares, (construção / asfaltamento das Av. São Benedito e Santo Antônio). 

Benedita Cecília Palheta Pereira, (Construiu o B/M Gurupá, asfaltou várias ruas e travessas ao longo de seus dois mandatos, deu apoio a cultura gurupaense — Festival do Camarão, 07 de setembro, Guarda Miri, Concurso de Quadrilhas). 

Esmeraldina Nunes dos Santos, (implantou o sistema de organização modular de ensino — SOME, aquisição de caminhões para o transporte dos colonos e limpeza pública, construção da Secretaria de Saúde, Semae e residência oficial do prefeito, reformou o B/M Gurupá). 

Moacir Alho, (construção da Escola Raimundo Ribeiro Dias, alfabetização de mais de 600 pessoas, realização dos Projetos Gavião 1 e 2, reforma da Escola Mariocay, construiu o primeiro escolão do município — Manoel Januário Nunes, aquisição de uma lancha voadeira). 

Raimundo Nogueira, revitalização do prédio da prefeitura, inauguração prédio da câmara municipal, ginásio municipal, estádio municipal, casa da cultura, ruas asfaltadas, ruas aterradas, escolas revitalizadas e construídas no meio urbano e rural e pagamento do funcionário em dias, concurso publico e dialogo transparente com as entidades de classe. 

Fonte: Alaércio Gonçalves dos Santos 

O tempo é como um rio... você nunca poderá tocar na mesma água duas vezes, porque a água que já passou nunca passará novamente. Aproveite cada momento de sua vida com seus familiares, amigos. Busque acima de tudo valorizar quem te valoriza, ame teu próximo e tenha em seu coração: Amor, fé, esperança e caridade.


 

Para cada tempo, Deus envia os seus profetas. 🙏✨ Há vozes que não se calam com o passar dos anos. Há gestos que continuam ecoando na história. A profecia não é coisa do passado, ela é presença viva, denúncia das injustiças e anúncio de esperança. Dom Helder Camara e @padrejulio.lancellotti são sinais dessa profecia encarnada na vida concreta do povo. Um ontem que permanece atual. Um hoje que continua atuante. Que saibamos reconhecer os profetas do nosso tempo. Que não fechemos os olhos diante da dor dos mais pobres. Que sejamos também nós voz, coragem e compromisso. A profecia é sempre atual. E segue viva.

 


 Soraya Manutchehri, moradora da pequena aldeia de Kuhpayeh, foi acusada falsamente de adultério em 1986. A acusação foi articulada pelo próprio marido, que desejava contrair um novo casamento e evitar obrigações financeiras — algo que, segundo os relatos, motivou a fabricação das denúncias com apoio de autoridades locais.

Sem um julgamento justo e sem possibilidade real de defesa, Soraya foi condenada e executada por apedrejamento, numa demonstração extrema de abuso de poder, misoginia e ausência de garantias legais.

O caso só se tornou conhecido fora da região porque o jornalista franco-iraniano Freidoune Sahebjam investigou o ocorrido e registrou o testemunho de pessoas da aldeia, especialmente o de uma tia de Soraya que denunciou a injustiça.

Ele transformou a investigação no livro La Femme Lapidée (1990), que expôs ao mundo a história e denunciou a violência institucional e cultural sofrida por Soraya.

A obra depois foi adaptada para o cinema no filme The Stoning of Soraya M., que dramatiza os acontecimentos com forte impacto emocional e ajudou a ampliar o debate internacional sobre direitos humanos, justiça e a condição das mulheres sob sistemas legais abusivos.

A memória de Soraya permanece como símbolo de denúncia contra condenações sem devido processo, manipulação da lei e violência de gênero — e continua sendo citada em discussões globais sobre direitos humanos.

Após a Revolução Islâmica de 1979, o sistema jurídico iraniano passou a incorporar interpretações estritas da lei islâmica (sharia) em algumas áreas penais e familiares.

Na década de 1980 — período em que ocorreu o caso — havia:

Tribunais locais com grande poder discricionário, especialmente em vilarejos rurais, onde líderes religiosos e autoridades comunitárias influenciavam decisões.

Pouca padronização processual, o que permitia julgamentos rápidos, sem investigação adequada ou direito efetivo de defesa.

Desigualdade estrutural entre homens e mulheres em questões de casamento, divórcio, custódia e acusações morais.

Uso político e social das acusações de “adultério”, que podiam ser manipuladas para resolver disputas familiares ou econômicas.


Gilvandro Torres é um educador popular e militante social de Gurupá, no Pará. Nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú, ele tem uma trajetória marcada por engajamento comunitário e cultural na região do Marajó.

 

Gilvandro dos Santos Torres,, nasceu em Gurupá e passou a infância e adolescência em Belém e estudou no Colégio Afonseano Redentorista. Trabalhou como feirante sindicalizado, assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Pará e em cargos públicos de Gurupá e Altamira. Conheceu todo estado do Amapá aos 22 anos de idade trabalhando de numa distribuidora e residindo na cidade de Santana-AP em 2002. 

Ele ocupou posições como secretário de gabinete em prefeituras de Gurupá e Altamira e promotoria de Gurupá, assessor do Legislativo Municipal pelos vereadores do PT e conselheiro de educação e assistência social. Já como conselheiro tutelar e secretário executivo da ASMUDEACS. Atualmente Conselho Paroquial e Diocesano. Ex militante movimento estudantil em Belém década de 90 e militante do Partido dos Trabalhadores-PT. 

Autor do livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", que documenta a história local com foco em quilombos, indígenas e movimentos sociais. Membro fundador da Academia Marajoara de Letras, mantém um blog sobre cultura de Gurupá e recebeu prêmios como Diploma de Honra ao Mérito do SINTEPP em 2017.

Participa de podcasts como "Ecos do Marajó" discutindo história regional e é ativo em redes sociais, com perfil no Facebook destacando seu papel como acadêmico em História e Assessor leigo da Paróquia Sto. Antônio de Gurupá, recebeu homenagem da Câmara Municipal de Gurupá. É torcedor declarado do Paysandu Sport Club.

Gilvandro Torres é membro fundador da Academia Marajoara de Letras (AML), uma instituição dedicada à promoção da literatura e cultura marajoara.

3/01/2026

O pelerine roupa utilizada pelas Academias de Letras, sobreposta aos ombros de seus Membros vestimenta obrigatória em momentos festivos e Solene da Agremiação Literária, sou o primeiro Gurupaense a usar como Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras composto por 40 Membros de todos os municípios do Marajó, ocupando a cadeira n. 37. Imortalizado pelo livro "Gurupá uma conquista pelo povo", uma grande honra saber que daqui a 100 anos nosso legado literário e social sempre será lembrado. Um sentimento de pertencimento, usar está pelerine e também uma grande responsabilidade transmitir a cultura do nosso Marajó é suas belas histórias e cultura do povo. Ir além de sonhos a realidade com ações concretas é a nossa missão! Gilvandro Torres- Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras. Representando o município de Gurupá-PA.

 























O Pelerine: Símbolo de Honra Literária no Marajó

O pelerine, roupa utilizada pelas Academias de Letras, é sobreposta aos ombros de seus Membros como vestimenta obrigatória em momentos festivos e solenes da Agremiação Literária. 

Sou o primeiro gurupaense a usá-lo como Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras, composta por 40 Membros de todos os municípios do Marajó, ocupando a cadeira nº 37.

Imortalizado pelo livro "Gurupá: uma conquista pelo povo", é uma grande honra saber que, daqui a 100 anos, nosso legado literário e social sempre será lembrado.

Usar esta pelerine desperta um profundo sentimento de pertencimento e, ao mesmo tempo, uma grande responsabilidade: transmitir a cultura do nosso Marajó, suas belas histórias e o rico patrimônio do povo. Ir além dos sonhos, transformando-os em realidade com ações concretas, é a nossa missão!

Gilvandro Torres- Membro Fundador da Academia Marajoara de Letras
Representando o município de Gurupá-PA





O Irã vive um momento delicado de transição

 O Irã vive um momento delicado de transição política após a morte do aiatolá Ali Khamenei, com a ativação do Artigo 111 da Constituição iraniana. Um Conselho de Liderança Interino, formado por Alireza Arafi (clérigo sênior e chefe do conselho), o presidente Masoud Pezeshkian e o chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei, assumiu temporariamente os poderes do Líder Supremo para garantir estabilidade.

Esse trio exerce coletivamente funções como política externa, supervisão do Parlamento e comando da Guarda Revolucionária, até a Assembleia de Peritos eleger um líder permanente – possivelmente em poucos dias.

​Alireza Arafi: Membro do Conselho dos Guardiões e vice-presidente da Assembleia de Peritos, atua como chefe interino.

Masoud Pezeshkian: Presidente moderado, foca em políticas internas e econômicas.

Gholamhossein Mohseni Ejei: Líder hardline do Judiciário, garante continuidade repressiva.

​Contexto da Transição

A morte de Khamenei ocorreu em ataques coordenados por EUA e Israel em Teerã, durante tensões regionais, o que agrava a crise de sucessão. O conselho visa projetar unidade em meio a instabilidade interna e luto de 40 dias, com influência da Guarda Revolucionária (IRGC).

A continuidade do regime teocrático está em risco, com disputas internas entre moderados e radicais. Relações com EUA e Israel tendem a endurecer, enquanto o programa nuclear e a estabilidade no Oriente Médio dependem da rapidez na escolha do novo líder. O mundo monitora para evitar vácuo de poder que beneficie rivais regionais.

CONJUNTURA INTERNACIONAL- GILVANDRO TORRES

 Trump afirmou que os EUA forneceram inteligência para forças mexicanas eliminarem Nemesio Oseguera Cervantes, "El Mencho", em operação em Tapalpa, Jalisco, no dia 22 de fevereiro de 2026. O México confirmou a morte do líder do Cartel Jalisco Nova Geração durante confronto armado, com apreensões de armas e veículos; Trump destacou o papel americano no apoio.

Nicolás Maduro (Venezuela)

Trump declarou que os EUA "deram fim ao reino do ditador Nicolás Maduro" após sua captura em janeiro de 2026 em Caracas, junto com a esposa Cilia Flores, em operação militar com explosões reportadas. Maduro está detido nos EUA aguardando julgamento por narcotráfico, com Delcy Rodríguez como presidente interina apoiada por Washington; ele pediu arquivamento do processo recentemente.

Ali Khamenei (Irã)

Trump anunciou a morte do líder supremo iraniano em bombardeios conjuntos EUA-Israel no final de fevereiro de 2026, elevando tensões globais. 

O presidente da Rússia, Vladmir Putin, disse hoje que a morte do líder supremo do Irã é um "assassinato cínico" que viola o direito internacional. 

O Papa Leão 14 demonstrou preocupação com a escalada do conflito e clamou por uma solução diplomática.



A história é real e é um dos episódios mais marcantes da identidade do futebol brasileiro.

 
O trauma do Maracanazo (1950) foi tão grande porque a derrota para o Uruguai aconteceu dentro do Estádio do Maracanã, diante de quase 200 mil pessoas.

O uniforme branco usado até então passou a ser visto como “sem alma” e pouco representativo do país. Não foi uma decisão oficial de “abandono por azar”, mas sim uma forte pressão simbólica e cultural para mudar a imagem da equipe.

Em 1953, o jornal Correio da Manhã organizou o concurso nacional exigindo que o novo uniforme tivesse todas as cores da bandeira brasileira.

O jovem Aldyr Garcia Schlee venceu com um projeto inovador: camisa amarela, detalhes verdes, calção azul e meias brancas — algo ousado para a época.

A criação passou a ser usada oficialmente pela Seleção Brasileira a partir da Copa do Mundo FIFA de 1954.

Curiosamente, Aldyr depois revelou que torcia pelo Uruguai na final de 1950 — uma ironia histórica que ele mesmo adorava contar.

A “Amarelinha” acabou se transformando não só em uniforme esportivo, mas em um dos maiores símbolos visuais do Brasil no mundo, associada diretamente às conquistas de 1958, 1962, 1970 e às gerações lendárias do futebol nacional.

1958 — O nascimento de um símbolo mundial

Na Copa do Mundo FIFA de 1958, o uniforme criado por Aldyr Garcia Schlee apareceu para o mundo pela primeira vez com grande impacto. Foi ali que o jovem Pelé, com apenas 17 anos, ajudou o Brasil a conquistar o primeiro título mundial — eternizando a camisa amarela como símbolo de alegria, talento e ousadia. 

Curiosidade: na final contra a Suécia, o Brasil teve que usar camisa azul (o segundo uniforme), porque os donos da casa também jogavam de amarelo.

1962 — A confirmação da identidade brasileira

Na Copa do Mundo FIFA de 1962, o Brasil manteve praticamente o mesmo design.

A simplicidade do modelo — sem escudo centralizado, gola verde e número azul — consolidou a estética clássica que ainda hoje inspira versões modernas.

1970 — A camisa mais icônica da história

A consagração definitiva veio na Copa do Mundo FIFA de 1970.

Com jogadores como Jairzinho, Tostão e Rivelino, o Brasil encantou o planeta com futebol ofensivo e artístico.

Foi a primeira Copa transmitida ao vivo em cores para muitos países — e o amarelo vibrante virou uma marca visual inesquecível.

Anos 1990–2000 — Modernização sem perder a essência

Com a profissionalização do marketing esportivo, surgiram:

tecidos mais leves e tecnológicos

ajustes no tom do amarelo

escudos redesenhados após cada título

Na Copa do Mundo FIFA de 1994, o tetra trouxe um uniforme com grafismos discretos — algo inédito até então.

2002 — O penta e a globalização da camisa

Na Copa do Mundo FIFA de 2002, com Ronaldo Nazário como protagonista, a Amarelinha virou definitivamente um ícone pop mundial. Passou a ser usada não só por torcedores, mas também na moda, música e cultura urbana.

GILVANDRO TORRES


A história do Zé Carioca como uma estratégia da "Política da Boa Vizinhança" dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial é precisa e fascinante. Walt Disney realmente visitou o Rio de Janeiro em 1941, financiado pelo governo americano, e criou o personagem ali mesmo, inspirado na cultura brasileira. Em 1941, os EUA temiam a neutralidade ou possível alinhamento do Brasil com o Eixo, liderado pela Alemanha. A Política da Boa Vizinhança, de Franklin Roosevelt, visava fortalecer laços com a América Latina via cultura e diplomacia, evitando o avanço nazista. Disney hospedou-se no Copacabana Palace e, encantado com o samba e a malandragem carioca, esboçou o papagaio Zé Carioca. Ele estreou em 1942 no curta "Alô, Amigos" (Saludos Amigos), guiando o Pato Donald pelo Rio, com músicas como "Aquarela do Brasil". A estratégia funcionou: o Brasil declarou guerra ao Eixo em 1942 e enviou tropas à Europa. Zé Carioca virou símbolo de amizade EUA-Brasil, aparecendo em mais animações e quadrinhos, consolidando a influência cultural americana.

 


GUERRA NO ORIENTE MÉDIO | SEIS GRÁFICOS PARA ENTENDER O PODERIO DE EUA, ISRAEL E IRÃ Após ataques a cidades iranianas, Teerã retaliou com mísseis em direção a Israel e bases americanas no Oriente Médio; veja qual a potência militar dos envolvidos

 

















fonte: https://www.facebook.com/estadao

viagem GILVANDRO TORRES na cidade de Manaus-AM em 2021