10/21/2025

 Para os cristãos do primeiro e do início do segundo século, o cristianismo foi como uma explosão de luz, não só no mundo, mas também em suas vidas. Era uma vida nova, algo tão inesperado e imerecido que, apesar das perseguições, tudo o que podiam fazer era louvar. O homem chamado Inácio – que gostava de se chamar Teóforo, ou “portador de Deus” – fazia parte dessa Igreja da era Apostólica.

Sabemos pouco sobre sua infância. A tradição diz que ele era um convertido. Quaisquer que sejam as suas origens, ele se tornou o segundo ou – se contarmos São Pedro como o primeiro – o terceiro bispo de Antioquia, na província romana da Síria, cidade onde “os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos” (Atos 11:26). Inácio era amigo de São Policarpo, que foi discípulo de São João, então é possível que Inácio também conhecesse o discípulo amado.

Quase tudo o que sabemos sobre ele vem das sete cartas que escreveu após sua prisão, que o historiador Eusébio de Cesaréia situa durante o reinado do imperador Trajano, em algum momento entre os anos 107 e 110 d.C. As cartas foram endereçadas às comunidades cristãs pelas quais Inácio passou enquanto era escoltado por “feras” – soldados romanos – de Antioquia a Roma, onde seria alimentado às feras, muito mais literais. Essas cartas são um testemunho precioso da vida e da fé da Igreja Apostólica.

- Santo Inácio de Antioquia, rogai por nós!

Nenhum comentário:

Postar um comentário