12/15/2025

AMAZÔNIA com GILVANDRO TORRES

 AMAZÔNIA UM TERRITÓRIO DIVERSIFICADO E INTERCULTURAL. 

A floresta amazônica é de uma importância para o planeta, rica biodiversidade e multicultural, hoje a riqueza da floresta e dos rios amazônicos está ameaçado pelos grandes interesses econômicos, contaminação dos rios e expansão das atividades de extração mineral ilegal

A importância dos indígenas e dos negros na grande diversidade cultural e religiosa, seus saberes diferentes, espiritualidade, crenças que provocou expressão amazônica na cultura da identidade afro amazônida na região, no contexto histórico percebe-se que a colonização na região da Amazônia   não foi pacifica, a região.

Amazônia equivale a 35% das áreas florestais do planeta, o ecossistema corresponde ao predomínio do clima equatorial úmido, sendo um dos locais mais chuvosos do planeta. 

Apresentando enorme biodiversidade. Classificando como ecorregiões amazônicas. 

A floresta amazônica apresenta em três níveis diferentes: mata do igapó, que permanece alagada com árvores que chegam a 20 metros, a várzea é alagada durante as cheias e tem árvores características como seringueira. 

A terra firme constitui 75% da floresta onde a água não atinge seu solo. Esses são os níveis da floresta amazônica.   

A Amazônia Legal abrange nove estados do Brasil: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e uma parte do estado do Maranhão. As principais atividades econômicas desenvolvidas na região são a agricultura, a pecuária e o extrativismo. 

Em relação à atuação de indústrias, atualmente, um dos maiores problemas enfrentados pela Amazônia Legal está relacionado com o desmatamento excessivo. Esse fator tem comprometido o ecossistema bem como as populações que nele vivem. Cerca de 55% de todos os povos indígenas que habitam o Brasil vivem na área da Amazônia legal. 

A degradação do ambiente, potencializada pelo desmatamento, afeta diretamente a conservação do ambiente natural e traz sérias consequências ao ecossistema amazônico. 

A extração dos recursos minerais valiosos, a exploração exagerada das florestas e os métodos de mineração levam ao desmatamento, à erosão do solo e à contaminação da água com o uso do mercúrio e dos resíduos. 

Em muitas partes da Amazônia, a exploração ilegítima do ouro gera prejuízo às comunidades locais. Amazônia Legal é uma nomenclatura usada para demarcar os estados brasileiros responsáveis pela parte no Brasil. 

A Amazônia Legal está dividida em Amazônia Ocidental e Amazônia Oriental. A primeira se localiza no centro geográfico da Amazônia continental, ocupando uma área de 2 194 599 km².  

Esta área corresponde a 25,7% do território brasileiro, tem 6 242 000 habitantes, segundo censo de 2010 e foi criada pelo decreto-lei 356/68.  Segundo este, constitui-se dos estados de Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Já a Amazônia Oriental é definida por exclusão, restando ser constituída por: Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará. 

 As CEBs necessitam de guias que as ajudem a manter-se motivadas e com os pés firmes no caminho e no seguimento do Mestre, Jesus Cristo. 

À medida que a Igreja, por meio de seus líderes, testemunha com gestos concretos e com uma mensagem que toca o coração dos fiéis, as comunidades são beneficiadas.

Foi a partir da Igreja que começamos a despertar para a realidade sofrida e de luta. Então a Igreja hierárquica não pode nos reprimir e sim nos chamar para entrar na roda e, juntos, lutar por um mundo mais justo e fraterno. 

É fundamental continuar o processo sinodal. As CEBs são indispensáveis para a horizontalização eclesial e a identificação da Igreja com o Povo de Deus, comunitária, solidária, participativa e missionária.

PESQUISA E TEXTO: GILVANDRO TORRES


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