Na Bíblia, Ruah é comparado ao temperamento humano. O vento invisível é comparado à disposição mental do ser humano, e os efeitos visíveis do vento são comparados à ação humana.
Na Igreja Católica, o termo "Espírito" traduz o termo hebraico "Ruah". Jesus usou a imagem do vento para sugerir a Nicodemos a novidade transcendente do Espírito divino. No relato da Criação em Gênesis 1,1, se diz que a Ruah Divina vibrava sobre as águas.
O princípio básico de uma vida plena, em comunidade e de uma sociedade justa para todos e todas é a busca do bem viver, dentro de uma ecologia integral.
Sonhamos uma igreja empenhada em levar o conhecimento para as pessoas sobre a construção de igualdades entre os povos e etnias, e que esteja em harmonia com as pessoas e comunidades, praticando a compreensão, a partilha e o fortalecimento da espiritualidade.
Sendo uma Igreja em Saída e Sinodal que cuida e protege, na busca de vida plena para todas as pessoas no aqui e agora da história; Na Bíblia, a expressão "novo céu e nova terra" significa a transformação radical do universo físico atual, com a restauração da criação e a libertação do pecado.
Que a Ruah com seu sopro de vida nos fortaleça a tecer novo e nova terra (Is 65.17ss). Ninguém é excluído dessa missão.
Em virtude do sacramento do batismo, todos os membros da Igreja são missionários(a). A Igreja sinodal é uma Igreja da escuta, com a consciência de que escutar é mais do que ouvir.
É uma escuta recíproca em que cada um tem algo a aprender. Ter ouvidos, ouvir, é o primeiro compromisso. Trata-se de ouvir a voz de Deus, colher a sua presença, interceptar a sua passagem e sopro de vida.
Construir no coletivo e caminharmos juntos no processo do Diálogo fraterno e da Conscientização de ser Igreja na Sinodalidade, com rosto Amazônico.
Com as portas abertas para o acolhimento na Fé, Esperança e na Alegria do Evangelho de Cristo.
O Papa Francisco comparou a Igreja com a água. “Se a água não corre no rio, fica estagnada e adoece. A Igreja quando sai, caminha, se sente mais forte”.
Um tempo de desafios, mas de esperança, onde sob a proteção dos nossos padroeiros Santo Antônio de São Benedito “saibamos escutar as indicações preciosas do Espírito Santo de Deus para novos passos essenciais para o compromisso em levar a concretização da Igreja Sinodal”.
A Igreja no Xingu no caminho da Sinodalidade.
As sementes foram jogadas em solo fértil. O esperançar foi plantado.
A palavra de Deus quando ela é compartilhada ela orienta, restaura e refaz nossa força alimentada na espiritualidade.
Jesus é o cumprimento e anunciação libertadora. Alimentados pela fé e pela Eucaristia. O senhor Jesus Cristo nos chama e transforma toda nossa vida.
A conversão de São Paulo é um grande exemplo da manifestação da graça, transformação e renovação espiritual.
Decisão de cada um como Batizado, ser seguidores de Cristo ressuscitado.
A valorização da cultura quilombola envolve a preservação das tradições e conhecimentos ancestrais, a participação da comunidade na definição da produção e a interação com outras comunidades.
Identidade cultural do povo quilombola, buscando a interação da comunidade no resgate da origem e da História do Quilombo.
A manutenção dessas populações em seus territórios originais e a valorização da sua expressão favorece o fortalecimento da identidade dessas comunidades.
Com a participação dos quilombolas na definição da produção, espera-se que sejam recuperadas histórias e métodos de agricultura tradicional daquela comunidade.
O historiador contemporâneo, ao pesquisar e escrever a partir de diversas fontes documentais, deve considerar a importância de uma abordagem crítica e reflexiva, levando em conta a diversidade de perspectivas e interpretações possíveis.
Além disso, é fundamental que o historiador esteja atento às questões éticas envolvidas na pesquisa histórica, como a preservação da privacidade e dos direitos dos indivíduos e grupos estudados, bem como a necessidade de evitar a reprodução de preconceitos e estereótipos, por fim, é importante que o historiador esteja aberto ao diálogo com outras áreas do conhecimento, como a antropologia, a sociologia e a filosofia, a fim de enriquecer sua compreensão do passado e do presente.
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