ESTIRÃO DE SAUDADE
Intocável pintura, rios que viram ruas em
seus habitantes imaginários de um universo de pescador.
Sonhos ilustrados em redes de pesca e barcos
encantados num rio sem ruas.
Nas ruas da cidade, contempla a fé.
O ribeirinho vence os inúmeros estirões de
rio, que está em seu caminho navega para chegar ao seu destino.
Os sinos da igreja alertam, para novos
tempos.
A esperança de caminha juntos num tom poético
de libertação.
As plantações de açaí a beira do do rio, a
mata da várzea com seus buritizeiros e a grandeza do rio, seu povo simples.
Acolhedor e amigo, as áreas alagadas pela
água escura.
Os açaizeiros são fonte inesgotável de renda,
manejado se transforma em um garimpo esperança.
A pele reflete o esforço do tirador de açaí,
a naturalidade e a destreza que o ribeirinho executa seu serviço retira o cacho
do açaí com folhas do açaizeiro faz sua peçonha em cesta de cipó, garante a
renda e alimentação das famílias.
Onde os rios possuem um papel fundamental na
vida dos ribeirinhos, é através dos rios que são estabelecida das ligações
entre localidades.

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