O saudoso Papa Francisco dizia sobre a Igreja: “A Igreja é aberta a todos, então existem regras que regulam a vida dentro da Igreja”, disse o Papa Francisco. “Cada um encontra Deus a seu modo dentro da Igreja.
Por outro lado, a Igreja quando sai, quando caminha, se sente mais forte. Sigam adiante e que a Igreja de vocês seja sempre em saída, nunca escondida”.Em suas próprias palavras, a Sinodalidade “é precisamente o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro milênio” porque é uma “dimensão constitutiva da Igreja”.
Igreja em saída é um termo cunhado na primavera do papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium, a alegria do evangelho (EG).
É nessa exortação que o pontífice exprime suas principais preocupações a respeito da Igreja e do mundo, e desenvolve alguns temas que têm implicação direta na dinâmica pastoral e missionária da Igreja, a fim de delinear novo perfil eclesial.
Era um convite para uma “Igreja em saída” é a marca predominante do seu pontificado, que deseja ver renascer na Igreja nova experiência de fé cristã missionária, fundamentada no evangelho, de modo que a mensagem da salvação chegue realmente a todos, sem exclusão.
Guiamo-nos pelo método ver-julgar-agir, nos dias de 18 a 22 de julho. Com o tema “ Cebs: Igreja em saída, na busca da vida plena para todos e todas” e o lema “ Vejam! Eu vou criar um novo céu e uma nova terra”( Is 65,17ss).
Método consagrado pela tradição da Igreja na América Latina e Caribe. Reconhecer os sinais dos tempos, a presença e atuação de Deus. Diálogos em várias realidades e regiões do Brasil. Vimos que a desigualdade social é fruto de um sistema capitalista, de natureza excludente constatamos uma triste realidade, como: A imensa fila de desempregados e desempregadas, de trabalhadores e trabalhadoras informais, muitos/as em trabalhos análogos à escravidão; O desmatamento e incêndios criminosos afetando os diversos biomas.
Poluição das águas, do ar e da terra, destruindo a vida do planeta e das pessoas, o uso desregulado de agrotóxicos, o avanço do agronegócio e da mineração ilegal.O processo de reorganização das Cebs, trazendo e Identificando o rosto das Comunidades Eclesiais de base ouvindo suas dores e lutas, dos ribeirinhos, pescadores(as), quilombolas e povos originários como identidade das Cebs.

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