Maria ocupa um lugar de destaque na espiritualidade redentorista porque Santo Afonso, fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, era profundamente devoto da Imaculada Conceição, escolhendo-a como padroeira da Congregação.
O título de "Mãe do Perpétuo Socorro" foi incorporado à devoção redentorista.
O ícone venerado hoje tem origem na ilha de Creta (entre os séculos XII e XVII) e, após um período MISSÃO EM FOCO de esquecimento, foi recolocado na Igreja de Santo Afonso, em Roma, em 1866, a pedido do Papa Pio IX, que também incumbiu os Redentoristas de propagá-lo pelo mundo.
A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro teve início com um gesto de amor profundo à Virgem Maria, reconhecida sob esse título especial como aquela que está sempre pronta a interceder por nós e nos conduzir a Jesus, o Redentor.
A partir daí, iniciou-se uma linda história marcada por fé e confiança na Mãe Imaculada, que não cessa de apresentar nossas súplicas ao seu Filho.
Essa devoção foi acolhida com entusiasmo pelos Missionários Redentoristas, que encontraram nas Novenas Perpétuas uma forma concreta e eficaz de torná-la conhecida.
Com o passar dos anos, a Mãe do Perpétuo Socorro tornou-se parte fundamental da espiritualidade redentorista, profundamente ligada à missão da Congregação: evangelizar os mais pobres e abandonados.
No ícone venerado globalmente, Maria nos olha com ternura e aponta para Jesus, indicando que é nele que encontramos o verdadeiro socorro e salvação. Seu gesto é um convite constante a voltarmos o olhar ao seu Filho.
Tamanha é a importância dessa devoção que ela se tornou inseparável da identidade redentorista.
Falar de Maria sob o título do Perpétuo Socorro é falar de uma experiência de fé que transforma e aproxima o povo de Deus do amor misericordioso do Redentor.
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