3/08/2026


 

O perigo nuclear representa uma das maiores ameaças à humanidade

 O perigo nuclear representa uma das maiores ameaças à humanidade, com arsenais globais capazes de causar destruição em massa. Tensões recentes entre potências como EUA, Israel, Irã, Rússia e China elevaram o risco de escalada para um conflito nuclear.

Conflitos Atuais

Ataques conjuntos de EUA e Israel a instalações iranianas em 2026 intensificaram as preocupações, com respostas iranianas a bases americanas no Golfo Pérsico. Especialistas alertam para retaliações em cadeia envolvendo aliados como Rússia e China, podendo levar a uma guerra generalizada.

A expiração de tratados de redução nuclear entre EUA e Rússia, somada à modernização de arsenais, piora o cenário. O secretário-geral da ONU, António Guterres, descreveu a ameaça como a maior em décadas.

Países com Armas Nucleares

Nove nações possuem cerca de 12.200 ogivas: EUA, Rússia, China, Reino Unido, França, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte. Todos expandem ou atualizam seus estoques, com a Rússia liderando o maior arsenal.

Consequências Potenciais

Um conflito nuclear seria curto, mas devastador, com retaliação automática destruindo cidades e causando colapso econômico global. Efeitos como "inverno nuclear" atingiriam todos os continentes, ameaçando a vida no planeta.

Os 10 melhores futebolistas bolivianos de todos os tempos.


 

Seguir Jesus, como o Evangelho nos recorda, exige uma entrega radical que vai além da admiração superficial. Ele nos chama a renunciar ao egoísmo diário, abraçar as cruzes cotidianas e caminhar em sua companhia, transformando o sofrimento em amor fecundo.

 Significado do Chamado

Jesus revela seu destino de sofrimento, rejeição, morte e ressurreição para mostrar que o amor autêntico passa pela cruz. Ao dizer "renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me" (Lc 9,23), Ele convida todos a uma rendição total, morrendo para o "eu" que busca salvar a si só. Quem tenta preservar a vida a perde; quem a entrega por Ele a encontra em plenitude.

Renúncia Diária

Renunciar significa deixar de lado o que nos afasta dos pobres e marginalizados, doando-se em favor dos necessitados. Tomar a cruz é enfrentar problemas, doenças e lutas com fé, transformando-os em oração e santificação pessoal. Segui-Lo é praticar justiça, fraternidade e perdão no dia a dia.

Proposta de Vida

Essa entrega não é busca de sofrimento gratuito, mas aceitação do caminho pascal que leva à vida eterna. Jesus ensina que ganhar o mundo inteiro sem Ele é perda; perder por amor a Ele é salvação. Assim, o discipulado é acreditar e viver sua proposta de amor concreto.

O Evangelho de João não menciona o chamado de Jesus para "tomar a cruz" porque seu enfoque teológico difere dos sinóticos, priorizando a glorificação de Cristo desde o início. João estrutura seu Evangelho em torno do "Livro da Glória" (caps. 13-20), onde a cruz é vista como exaltação e vitória, não como predição de discipulado sofrido. Ele foca na hora da paixão como cumprimento da vontade do Pai (Jo 12,23-28), sem os anúncios da Paixão presentes em Mateus, Marcos e Lucas. Escrito para uma comunidade helenizada tardia, João enfatiza sinais, milagres e o "Eu Sou" de Jesus, omitindo parábolas e ensinamentos sinóticos  sobre renúncia diária. A cruz aparece na narrativa histórica (Jo 19,17), com João como testemunha ocular ao pé da cruz, mas sem exortação aos discípulos.João expressa discipulado radical em outros termos, como "permanecer em mim" (Jo 15) e amar até o fim (Jo 13,1), equivalentes à cruz sinótica, mas sem a imagem literal para evitar escândalo ou redundância. Sua omissão reforça a unidade: seguir Jesus é comunhão com sua hora gloriosa.


GILVANDRO TORRES


Legado do Papa Francisco por GILVANDRO TORRES

 


Uma Igreja sinodal é uma Igreja onde todo o povo de Deus caminha junto, onde todos(as), batizados discípulos missionários, qualquer que seja a sua vocação e a sua posição, se reencontram na interdependência e na mutualidade.
Vivamos intensamente o nosso Ser Igreja em saída.

Tertulino, um grande gurupaense


 

Irã nomeou Mojtaba Khamenei, filho de 56 anos do falecido aiatolá Ali Khamenei, como novo líder supremo do país em 8 de março de 2026. Ali Khamenei foi morto em ataques dos EUA e Israel no final de fevereiro de 2026, junto com familiares, o que acelerou o processo sigiloso de sucessão. Mojtaba, clérigo linha-dura com laços fortes na Guarda Revolucionária, emergiu como favorito apesar de resistências à hereditariedade na tradição xiita. Essa escolha reforça o controle de facções conservadoras em meio ao conflito atual, sinalizando continuidade da resistência iraniana contra pressões externas de Washington e Israel. Analistas preveem tensões internas, com possíveis protestos de opositores.



O Grêmio Recreativo Beneficente Jurunense Rancho Não Posso Me Amofiná é uma escola de samba de Belém do Pará, sendo uma das mais tradicionais escolas de samba da cidade.

O Grêmio Recreativo Jurunense Rancho Não Posso Me Amofiná, fundado em 31 de janeiro de 1934 no bairro do Jurunas, é a escola de samba mais antiga de Belém e do Pará. 

Conhecida como a "escola do velho Manito", é uma agremiação tradicional (azul, amarelo e vermelho) com mais de 90 anos de história e títulos.




























A escola foi fundada pelo sambista paraense Raimundo Manito, que morou alguns anos no Rio de Janeiro, e era militante político do Velho PCB.

Por conta disso, membros da escola afirmam que a agremiação sofreu perseguições, sendo prejudicadas em alguns concursos, como por exemplo, o Carnaval de 1946, quando apresentou o enredo "Exaltação aos expedicionários Brasileiros”, dentro do regulamento estipulado, e acabou sendo derrotada pela Escola Mista do Umarizal. Já teve como seu cantor Dominguinhos do Estácio.

Em 2002, homenageando a cantora e compositora paraense Fafá de Belém com o enredo "A Estrela do Norte em Fá Maior", sagrou-se campeã do carnaval com um desfile luxuoso.

Em 2003, homenageou o empresário, jornalista e fundador do Grupo Liberal, Romulo Maiorana, com o enredo "Rômulo Maiorana - O Gigante em Off-set".

Em 2004, ano em que a escola completava 70 anos de fundação, foi para a avenida com o enredo "O Imperador da Alegria no Berço do Samba".

Em 2005, homenageou o Centenário de fundação do Clube do Remo, com o enredo "Das Águas do Guajará às terras do Pará: Clube do Remo, 100 anos de tradição e glórias!", sagrando-se campeã do carnaval.

Em 2007, contando a história da chegada da manga ao Pará, o Rancho conquistou seu 26º título oficial.

Em 2008, homenageando a cidade de Igarapé-miri, sagrou-se bi-campeã consecutiva do Carnaval de Belém.

Comemorando 75 anos de existência em 2009, a escola apresentou sua própria história como enredo.

Em 2010, contou a história do Hangar na avenida.

Por divergências com a liga, ausentou-se dos desfiles oficiais em 2011

Retornou ao Carnaval em 2012, reeditando o enredo do carnaval de 1979, "Tempo de Criança", onde foi mais uma vez campeã do carnaval.

Em 2013, foi para a avenida com o enredo "Sangue de Minh'Alma", onde foi bi-campeã consecutiva.

Em 2014, homenageou o centenário de fundação do Paysandu Sport Club, com o enredo "Da paixão secular ao ícone bicolor, um marco a celebrar, em uníssono uma história a perpetuar!", se tornando tri-campeã consecutiva do Carnaval.

Em 2015, homenageou mais um centenário clube de Belém, a Assembléia Paraense, com o enredo "AP, Saga 5 Estrelas, Bordada a ouro pelo tempo", tornando-se tetra-campeã consecutiva do Carnaval.

Em 2016, reeditou o enredo "A Dança das Folhas na Cidade das Mangueiras" de 1982, em comemoração ao 4° Centenário de Belém.

Em 2018, após o ano de 2017 ficar sem desfiles oficiais por conta de problemas na estrutura do Sambódromo, o Rancho levou para a avenida Marechal Hermes, local do desfile de 2018, o enredo "Seis cores por um mundo melhor, celebração ao orgulho de ser diferente, não desigual", se tornando a primeira escola de samba do grupo especial de Belém a levar em seu enredo o tema LGBT, se tornando campeã do Carnaval mais uma vez.

Em 2019, homenageou a cidade de Barcarena, com o enredo "Made in Barcarena - Eu canto o encanto do teu universo", se tornando novamente bi-campeã consecutiva do carnaval.

Em 2020, homenageou a cidade de Abaetetuba, com o enredo "As margens do Maratauíra encontrei a terra dos homens fortes e valentes", ficando na 4ª colocação.

Em 2021 e 2022, os desfiles foram cancelados por conta da Pandemia de COVID-19.

Para 2023, a escola trouxe para a avenida o enredo "A ilha das maravilhas e o mundo perdido dos marajós: o arquipélago que encanta!", sendo a 3ª escola a desfilar da 1ª noite de desfiles do Carnaval de Belém, no dia 11 de fevereiro de 2023.

Em 2025, a escola trouxe o enredo "A história do mascate amazônico que se tornou o midas do norte", homenageando o empresário Oscar Rodrigues.

Com esse desfile, a agremiação fechou em 6° lugar e sofreu o seu primeiro rebaixamento para o Grupo de Acesso 1 em toda a sua história.

É inaugurado o Estádio Estadual Jornalista Edgar Augusto Proença, também conhecido por Estádio Olímpico do Pará ou Mangueirão. O Estádio surgiu do desejo do então Governador do Estado Paraense, Alacid Nunes, em criar uma praça de esportes com capacidade para 120 mil pessoas. A estreia extra-oficial do estádio ocorreu no dia 20 de fevereiro de 1978, na vitória do Clube do Remo sobre a equipe do Operário-MS, válido pelo Campeonato Brasileiro de 1977. Entretanto, a data escolhida para a inauguração do Mangueirão foi o dia 4 de março de 1978, quando a Seleção Paraense - formada por jogadores de Remo, Tuna e Paysandu - goleou a Seleção Uruguaia por 4 a 0 em um amistoso. O primeiro gol do estádio foi marcado por Mesquita, jogador do Clube do Remo. O Estádio já recebeu 5 partidas da Seleção Brasileira. O Maior público do Estádio ocorreu no dia 29/04/1979, no jogo entre Remo e Paysandu, onde 64 010 estiveram presentes, sendo 59 613 pagantes e 3 397 não pagantes. 4 de março de 1978

O PAYSANDU SPORT CLUB SE TORNA PELA 51ª VEZ CAMPEÃO DO CAMPEONATO PARAENSE!

 


O Estreito de Ormuz é uma passagem marítima estratégica localizada entre Irã, Emirados Árabes Unidos e Omã. Ele conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, permitindo o acesso ao Oceano Índico. Cerca de 20% do petróleo mundial exportado passa por esse estreito, principalmente de países como Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes Unidos. Por isso, ele possui grande importância econômica e geopolítica, já que conflitos ou bloqueios na região podem afetar o comércio mundial de petróleo e elevar os preços da energia.

 O Estreito de Ormuz é uma passagem marítima localizada entre o Irã e os Emirados Árabes Unidos e Omã, ligando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e, consequentemente, ao Oceano Índico.

Esse estreito é considerado um dos pontos estratégicos mais importantes do mundo, pois por ele passa cerca de 20% do petróleo comercializado internacionalmente, exportado por países produtores do Golfo, como Arábia Saudita, Kuwait e os Emirados Árabes Unidos.

Devido a essa função estratégica, o estreito possui enorme importância econômica e geopolítica, pois qualquer conflito, tensão ou bloqueio na região pode afetar o comércio mundial de energia e provocar impactos significativos nos preços do petróleo.

























GILVANDRO TORRES


Você Sabia? Os termos Ocidente e Oriente têm origem nas palavras usadas para indicar a posição do Sol no céu.

Ocidente vem do latim occidens e significa “lugar onde o Sol se põe”, ou seja, o oeste.

Oriente vem do latim oriens e significa “lugar onde o Sol nasce”, ou seja, o leste.

Essa divisão começou a ganhar importância ainda na Antiguidade, quando o Império Romano foi dividido em duas partes, uma ocidental e outra oriental.
Com o tempo, esses termos passaram a ser usados para diferenciar regiões do mundo a partir do Meridiano de Greenwich, além de representar também diferenças históricas, culturais e políticas entre áreas do planeta, especialmente entre regiões da Europa, das Américas e da Ásia.

fonte: https://www.facebook.com/geografia.on

Diferenças entre Hebreu, Judeu, Israelense e Israelita

Embora esses termos muitas vezes sejam usados como sinônimos, cada um possui um significado histórico, cultural ou nacional específico.

Hebreu

É um termo antigo usado na Bíblia e na história para se referir aos povos semitas que vieram da região da Mesopotâmia e se estabeleceram em Canaã. Está ligado aos primeiros patriarcas do povo de Israel, como Abraão, e ao período mais antigo da formação desse povo.

Judeu

Originalmente, o termo designava os descendentes da Tribo de Judá e habitantes do antigo Reino de Judá. Com o tempo, passou a identificar qualquer pessoa que segue a religião judaica ou que pertence ao povo judeu por origem cultural, étnica ou familiar.

Israelense

Refere-se à nacionalidade. Um israelense é qualquer cidadão do Estado moderno de Israel, criado em 1948, independentemente de sua religião ou origem étnica. Portanto, israelenses podem ser judeus, muçulmanos, cristãos ou de outras crenças.

Israelita

É um termo bíblico e histórico que descreve os descendentes de Jacó, também chamado de Israel. Os israelitas formaram as doze tribos de Israel e constituíram o antigo povo que deu origem às tradições e à história do povo judeu.

Resumo:

✓Hebreu: termo antigo para os primeiros antepassados do povo de Israel.

✓Judeu: identidade religiosa, cultural e étnica.

✓Israelense: nacionalidade moderna.

✓Israelita: membro do antigo povo das doze tribos de Israel.

À luz da Teologia da Libertação, reconhecemos que Deus se revela na história concreta das pessoas oprimidas.

 À luz da Teologia da Libertação, reconhecemos que Deus se revela na história concreta das pessoas oprimidas.

As mulheres, sobretudo as mulheres pobres, negras e trabalhadoras, carregam muitas vezes o peso das injustiças estruturais do nosso mundo. 
A fé cristã, como nos recorda Gustavo Gutiérrez, exige de nós um compromisso real com a libertação dos povos e com a defesa da vida.
Neste dia também lembramos, com dor e esperança, da religiosa Nadia Gavanski, de 82 anos, brutalmente assassinada em um convento no Paraná após dedicar décadas de sua vida ao serviço religioso e ao cuidado com os outros. 
Sua morte nos recorda a dura realidade da violência que atravessa nossa sociedade e atinge tantas mulheres, mesmo aquelas que consagraram suas vidas ao cuidado e à fé.
Que a memória de tantas mulheres conhecidas e anônimas, fortaleça nossa caminhada. 
Não haverá verdadeira libertação enquanto mulheres continuarem sofrendo violência, exclusão e silenciamento
Que o Deus da vida nos ajude a construir comunidades onde as mulheres sejam protagonistas da história, da Igreja e da luta por justiça.

Na ilharga da Amazônia Gurupaense




 

“A romaria da floresta não se explica, se sente. ”18ª Romaria da floresta-2025


 

GILVANDRO TORRES, UM POUCO DE HISTÓRIA


 

GILVANDRO TORRES, SOBRE GURUPÁ

 


Toda Santidade consiste no amor a Cristo


 

3/07/2026

Joseph Schleifstein é um testemunho vivo da resiliência humana no coração do horror do Holocausto

Joseph Schleifstein é um testemunho vivo da resiliência humana no coração do horror do Holocausto. Nascido em 7 de março de 1941 no gueto judeu de Sandomierz, na Polônia ocupada, ele tinha apenas quatro anos quando chegou a Buchenwald, escondido pelo pai em um grande saco para escapar dos guardas nazistas. Na triagem inicial, quem ia para a esquerda era enviado direto para as câmaras de gás em Auschwitz — crianças como ele eram consideradas inúteis para o trabalho forçado. Sua mãe foi separada e enviada para Bergen-Belsen.

No campo, o pai de Joseph, habilidoso em fabricar selas e arreios, conseguiu protegê-lo inicialmente com ajuda de dois prisioneiros alemães antifascistas. Descoberto, o menino virou o "mascote" dos guardas: vestiram-no com um uniforme infantil, faziam-no saudar nas chamadas matinais ("Todos os prisioneiros contabilizados!") e o exibiam como troféu. Em inspeções de oficiais nazistas, no entanto, ele era escondido novamente — e certa vez, marcado para execução, foi salvo pela intervenção do pai. Doente, passou tempo no hospital do campo, desafiando as odds.

Libertados pelos Aliados em 12 de abril de 1945, pai e filho encontraram 21 mil sobreviventes em Buchenwald, incluindo cerca de mil menores (a maioria adolescentes). A mãe de Joseph também sobreviveu e foi reencontrada em Dachau. Por décadas, ele silenciou o trauma, nem com os filhos. Sua história veio à tona em 1999, por ironia do destino: inspirou o filme A Vida é Bela (1997), de Roberto Benigni, e uma busca jornalística levou à entrevista que a revelou ao mundo.

Essa narrativa, como a de tantos sobreviventes, destaca não só a crueldade nazista, mas a engenhosidade e o amor paternal que desafiaram o impensável. Histórias como a de Schleifstein nos lembram o custo humano do ódio e a força da memória coletiva.

O conflito armado entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciado em 28 de fevereiro de 2026, representa um dos episódios mais intensos e surpreendentes da história recente do Oriente Médio. Início do Conflito Os ataques conjuntos começaram no sábado, 28 de fevereiro de 2026, por volta das 9h45 (horário do Irã), com a Operação Leão Rugidor (Israel) e Operação Fúria Épica (EUA), mirando instalações nucleares, defesas aéreas, mísseis balísticos e líderes iranianos, incluindo o assassinato do aiatolá Ali Khamenei. Desenvolvimentos Recentes Nas últimas semanas, até março de 2026, EUA e Israel intensificaram bombardeios, destruindo 80% das defesas aéreas iranianas e 60% dos lançadores de mísseis, com mais de 2.500 ataques israelenses e promessas de Trump de continuar até rendição incondicional. O Irã retaliou com mísseis contra Israel, Líbano e Golfo Pérsico, quebrando tréguas com Hezbollah e causando explosões em Tel Aviv, Beirute e cidades como Riyadh. Objetivos Declarados Os EUA visam destruir a marinha, mísseis e programa nuclear iraniano, impedir apoio a militantes e promover mudança de regime, com Trump exortando o povo iraniano a se rebelar. Israel foca em neutralizar ameaças existenciais, com superioridade aérea total estabelecida. Impactos Iniciais O conflito já causou mais de 1.200 mortes em uma semana, com ataques a infraestrutura iraniana e retaliações regionais, elevando tensões e afetando rotas de petróleo como o Estreito de Ormuz.

Pontos importantes a considerar sobre a situação atual:

Confrontação Direta: O conflito no Oriente Médio tem se intensificado, saindo da "guerra nas sombras" para confrontos mais diretos, com ataques de drones e mísseis, frequentemente envolvendo aliados regionais.

Resposta Iraniâna: O Irã tem focado em aumentar sua capacidade militar e estratégica, intensificando o esforço de guerra em resposta às pressões externas.

Narrativa de Unidade: A narrativa de que ataques externos resultam em união automática do povo iraniano é complexa e contrasta com episódios de protestos internos contra o regime, indicando uma sociedade polarizadaA região continua instável, com o aumento da presença de Estados Unidos e Israel, o que gera incertezas sobre o futuro do conflito



Belo Sun: O projeto do mal no coração do Xingu A Belo Sun, com seu megaprojeto de mina de ouro na Volta Grande do Xingu, é o projeto do mal disfarçado de progresso. Anunciada como oportunidade econômica, essa iniciativa canadense ameaça destruir ecossistemas vitais da Amazônia paraense, poluir rios com mercúrio e cianeto, e deslocar comunidades indígenas e ribeirinhas que dependem do rio para viver. Em Gurupá e Volta do Xingu, o impacto já é visível: perda de biodiversidade, contaminação de águas e violações de direitos territoriais. Estudos independentes, como os do MPF e ONGs como Greenpeace, alertam para desastres semelhantes ao de Mariana e Brumadinho. Por trás das promessas de empregos, esconde-se o risco de envenenamento geracional e destruição irreversível. Não é desenvolvimento; é saqueio. Precisamos de resistência unida: fiscalização rigorosa, consultas prévias livres e priorização da vida sobre o lucro. O Xingu não é para vender.








 

31 de março de 1964: O relógio da democracia parou. O que foi anunciado como uma "intervenção" temporária, para conter crises e o fantasma da Guerra Fria, revelou-se um hiato de duas décadas na liberdade brasileira. Tanques nas ruas e o fim do governo João Goulart inauguraram um capítulo de silêncio forçado, censura implacável e autoridade absoluta. Por 21 longos anos, o comando do país trocou de farda, mas nunca de punho. Generais sucederam generais em um tabuleiro moldado pela "exceção institucional". Sob a justificativa de proteger a nação contra ameaças externas e instabilidades internas, o regime redefiniu a cidadania, impondo controle rígido sobre o pensamento e a política. Foram 7.665 dias de espera até que a luz da redemocratização voltasse a brilhar, em 1985. Uma jornada complexa, que deixou marcas profundas na nossa identidade nacional e nas instituições. Conhecer esse passado não é só revisitar datas de livros; é compreender o preço da liberdade, para garantir que a voz livre nunca mais seja silenciada em solo brasileiro.











3/06/2026

GURUPÁ POR GILVANDRO TORRES

 Gurupá é um município localizado no estado do Pará, no norte do Brasil. Está situado na margem direita do rio Amazonas, próximo à confluência com o rio Xingu, na região do Marajó. 

O município apresenta coordenadas aproximadas de latitude 1°24'18" Sul e longitude 51°38'24" Oeste, com altitude média de cerca de 5 a 20 metros. Faz parte da microrregião de Portel e mesorregião do Marajó.

Gurupá fica a nordeste do Pará, a cerca de 77 km ao norte-leste de Porto de Moz, e é cortado pela Ilha Grande de Gurupá, a segunda maior ilha do delta do Amazonas. 

Inclui distritos como Carrazedo e Itatupã. Possui uma área de aproximadamente 8.540 km², integrando a zona fisiográfica do Marajó e Ilhas. 

Gurupá, no Pará, possui clima equatorial úmido, quente o ano todo, com alta umidade e duas estações bem definidas: chuvosa (meses dezembro a maio) e menos chuvosa (no meses de junho a novembro). 

As temperaturas variam pouco, com mínimas entre 23-25°C e máximas de 28-32°C mensalmente, sendo agosto e setembro os mais quentes (até 31-32°C). A sensação térmica é opressiva devido à umidade constante acima de 80%.  

A pluviosidade anual supera 2.000 mm, com pico em março-abril (até 372 mm/mês) e mínimo em setembro (32 mm). Chuvas são intensas na estação úmida, influenciadas pela zona de confluência intertropical. 

Ventos predominantes do nordeste, céu frequentemente encoberto (mais no inverno) e pouca variação na duração do dia (12 horas).  

Proximidade do rio Amazonas e a várzeas sujeitas a cheias sazonais afeta o microclima local.

O município de Gurupá, no Pará, apresenta relevo predominantemente plano e inexpressivo, típico da Planície Amazônica, com altitude média de 16 metros na área municipal e sede a cerca de 20 metros acima do nível do mar. Suas variações altimétricas vão de mínimas negativas (-8 m, em áreas alagadas) a máximas de 286 m, influenciadas pela proximidade do rio Amazonas e ilhas do delta. 

O relevo é moldado por sedimentos aluvionares quaternários na Ilha Grande de Gurupá e sedimentos terciários da Formação Barreiras ao sul, resultando em baixos terraços e várzeas. 

A topografia é homogênea, com pouca variação, inserida na zona fisiográfica de Marajó e Ilhas. 

Essa configuração favorece inundações sazonais devido à hidrografia dominante do Amazonas. 

A estrutura geológica reflete a Ilha de Marajó, com solos aluviais e concrecionários lateríticos, promovendo relevo suave sem serras expressivas. 

O corte longitudinal pela Ilha Grande de Gurupá (4.864 km²) acentua planícies aluviais, com canais como Norte e Gurupá moldando o terreno.

Gurupá, no estado do Pará, é banhado principalmente pelo rio Amazonas e pelo rio Xingu, na região do delta amazônico. 

O município está na margem direita do rio Amazonas, logo abaixo da foz do rio Xingu, com a sede municipal nessa confluência estratégica. 

A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior do delta do Amazonas com 4.864 km², divide longitudinalmente o território municipal. Comunidades ribeirinhas se destacam nos rios Ipixuna, Mararu, Moju, Marajoí, Pucuruí e Gurupá-Miri, que servem como vias de acesso e sustento local. Distritos como Carrazedo e Itatupã reforçam a importância hidroviária, conectando Gurupá a Porto de Moz e Santana (AP).  

Esses rios influenciam o abastecimento de água, com 34,1% da população dependendo de rede geral e o restante de poços ou fontes alternativas. O rio Amazonas forma a margem direita onde fica a sede municipal, logo abaixo da confluência com o Xingu, delimitando a Ilha Grande de Gurupá. 

O rio Xingu deságua no Amazonas nessa região, influenciando o regime hídrico local e comunidades ribeirinhas. 

Esses cursos d'água sustentam a pesca e o transporte hidroviário essencial à região.  

A Ilha Grande de Gurupá, segunda maior ilha do delta do Amazonas com cerca de 4.864 km², é formada pelos canais do rio Amazonas. 

O rio Amazonas se divide em dois grandes canais ao redor da ilha: o Canal do Norte e o Canal de Gurupá (ou Canal do Sul), que a circundam longitudinalmente, criando essa formação insular estratégica na confluência com o rio Xingu. 

Na margem direita do Canal de Gurupá, destacam-se os rios Pucumí, Marajó e Camutá, enquanto na própria ilha nascem rios como Mojoí (ou Moju), Tauarí e Baquiá Preto, além de furos como Urucuricaia e Macacos que conectam essas vias hídricas. 

Esses cursos d'água sustentam a navegação e as comunidades ribeirinhas do município. 

Gurupá, no Pará, apresenta uma vegetação diversa influenciada pelo clima equatorial úmido e pela hidrografia amazônica.

A floresta densa de planície aluvial domina a Ilha Grande de Gurupá e ilhas vizinhas, com subtipos densos em relevo aplainado ao norte. Florestas de palmáceas, especialmente buritizeiros, ocorrem em áreas deprimidas e inundadas. 

Pequenas áreas aluviais campestres aparecem na ilha, além de formações pioneiras em várzeas com influência fluvial. Na região, há Floresta Ombrófila Densa em unidades de conservação como a RESEX Gurupá-Melgaço.

Gurupá, no Pará, abriga espécies nativas típicas da floresta amazônica de várzea, com ênfase em palmeiras e árvores de alto valor econômico e ecológico. 

Açaí (Euterpe oleracea) é amplamente explorado para fruto e palmito, essencial na economia local e na dieta ribeirinha. Buriti (Mauritia flexuosa) e buçu prevalecem em áreas inundadas, formando formações densas em reservas como Gurupá-Melgaço. Pupunha também é comum em extrativismo sustentável.

Espécies como maçaranduba (Manilkara huberi), jatobá (Hymenaea courbaril) e cupiúba (Goupia glabra) são as mais exploradas legalmente na região, destacando-se no Baixo Amazonas. Goiabeira e outras frutíferas nativas contribuem para a biodiversidade em florestas de planície.

Vegetação de várzea inclui formações aluviais com gramíneas e arbustos adaptados a inundações sazonais. 

Exploração madeireira foca em espécies de alto volume, mas manejo sustentável é priorizado em unidades de conservação.

Gurupá, no Pará, cultiva diversas frutíferas nativas amazônicas em sistemas agroflorestais, quintais e roças familiares, adaptadas à várzea do rio Amazonas: 

Açaí (Euterpe oleracea): Principal espécie cultivada para frutos e palmito.

Cupuaçu (Theobroma grandiflorum): Usado em sucos e doces, de alto valor econômico.

Taperebá (Spondias mombin): Fruto sazonal consumido in natura ou em bebidas.

Jenipapo (Genipa americana): Polpa para sucos e fermentados tradicionais.

Goiabeira (Psidium guajava): Integrada em arborizações e cultivos locais.

Ingá (Inga edulis): Para sombreamento e frutos doces em consórcios.

Pupunha (Bactris gasipaes): Cultivada para frutos e palmito em manejo sustentável. 


Hoje, a economia de Gurupá depende muito da natureza: pesca artesanal, extrativismo, agricultura de subsistência, coleta de frutos (como açaí), além de atividades de floresta e comércio local. 

A região é majoritariamente ribeirinha e as vias fluviais — rios, canais e furos — são a principal forma de comunicação entre a sede, comunidades ribeirinhas e outras cidades da região.  

Gurupá testemunha fases distintas da história amazônica: ocupação indígena; colonização holandesa; conquista e ocupação portuguesa; formação de vilas e cidades; economia de extrativismo; transformações socioeconômicas da Amazônia. 

A presença de sítios arqueológicos e patrimônio histórico preservado — como o Forte de Santo Antônio, torna Gurupá uma peça-chave para estudos sobre ocupação humana, miscigenação cultural e história da colonização na Amazônia. 

A história local reflete também as dinâmicas naturais da região: rios, várzeas, ilhas, comunidades ribeirinhas — e a forte relação entre população e ambiente amazônico.

GILVANDRO TORRES

3/05/2026

A paz não nasce primeiro no campo de batalha, nasce no coração humano. Em um mundo marcado por conflitos e divisões, ela é dom de Deus e também compromisso nosso. Quando escolhemos ouvir, compreender e buscar o bem comum, vencemos silenciosamente o egoísmo e a vontade de dominar. Somente corações pacíficos podem construir um mundo de paz.

Para São Francisco, o Evangelho não era apenas leitura ou inspiração, mas forma de vida. Cada gesto, escolha e relação era iluminado pela Palavra de Cristo, vivida com radicalidade, alegria e confiança.

A Quaresma não é apenas um período de renúncias externas, mas um caminho de retorno ao coração de Deus. É tempo de silêncio, de conversão sincera, de oração mais profunda e de caridade concreta. Ao dizer não ao excesso, aprendemos a dizer sim ao essencial. Ao jejuar, abrimos espaço. Ao rezar, reencontramos o sentido. Ao praticar a caridade, deixamos Cristo agir em nós. Que este seja um tempo de voltar ao Amor que nunca nos abandona. Paz e Bem. .

Imagine uma "rua" no meio do oceano, com apenas 33 quilômetros de largura, capaz de ditar o preço de quase tudo o que você consome. O Estreito de Ormuz não é apenas um ponto no mapa; é a jugular energética da economia global, conectando o Golfo Pérsico ao resto do mundo.

 

















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3/04/2026

15ª INTERECLESIAL DAS CEBS DO BRASIL- 2023 EM RONDONOPOLIS-MT

 



 Quatro grandes cristãos socialistas e que morreram assassinados por lutarem pelo melhor para o povo.

Rev. Martin Luther King Jr (1929-1968).
Santo e mártir Arcebispo D. Oscar Romero (1917-1980).
Pe. Camilo Torres (1929-1966).
Beato Pe. Rutilio Grande (1928-1977).



GILVANDRO TORRES, torcedor do Paysandu e também do São Raimundo da cidade de Santarém.

 


















Gilvandro dos Santos Torres é um historiador, educador popular, escritor e militante social de Gurupá, no Pará, Brasil. Nascido em 14 de março de 1980 no rio Mararú, ele se destaca por sua atuação em movimentos sociais, educação comunitária e preservação cultural local.

 



















A Exortação Apostólica Dilexi Te (“Eu te amei”), do Papa Leão XIV, ressoa como sopro de esperança e significativa reafirmação do Evangelho vivido a partir dos pobres. No Brasil, onde a desigualdade social tem rosto, cor e território — o rosto das mulheres negras periféricas, o corpo exaurido dos trabalhadores informais, os povos indígenas ameaçados, os jovens de favelas mortos pela violência —, o conteúdo do documento não chega como novidade, e sim confirmação e estímulo da caminhada histórica da Teologia da Libertação e das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).

 


O massacre de Babi Yar

 O massacre de Babi Yar ocorreu em 29 e 30 de setembro de 1941, na ravina de Kiev, Ucrânia, onde nazistas assassinaram 33.771 judeus em apenas dois dias. 

Foi um dos maiores massacres individuais da Segunda Guerra Mundial, com o total de vítimas (incluindo ciganos, prisioneiros de guerra e civis) chegando a cerca de 100.000, perpetrado por unidades da SS com apoio local. 

Aqui estão os detalhes principais sobre o massacre de Babi Yar:

Localização: A ravina de Babi Yar (Babyn Yar) situa-se perto de Kiev, na Ucrânia.

Contexto: Após a ocupação alemã de Kiev, a Einsatzgruppe C, uma unidade móvel de extermínio nazista, recebeu ordens para eliminar a população judaica local.

O Massacre Principal: Em dois dias (29-30 de setembro de 1941), 33.771 judeus foram fuzilados e enterrados na ravina.

Vítimas: Além dos judeus, o local foi usado para assassinar ciganos (Roma), prisioneiros de guerra soviéticos, pacientes psiquiátricos e membros da resistência ucraniana, totalizando cerca de 100.000 mortos ao longo da ocupação.

Esforços de Ocultação: Em 1943, os alemães tentaram esconder as evidências do crime, ordenando que prisioneiros exumassem e queimassem os corpos (ação conhecida como Sonderaktion 1005).

Memória: Babi Yar tornou-se um símbolo do "Holocausto por balas" na Europa Oriental, marcando o início intenso do extermínio na União Soviética.