Projeto Cultural foi idealizado e Coordenado por GILVANDRO TORRES com objetivo do dialogo sobre a realidade de Gurupá-PA.
4/24/2026
São Felipe de Jesus foi um frade franciscano mexicano e um dos 26 Mártires do Japão. Em 1597, foi crucificado em Nagasaki por causa da fé cristã, tornando-se o primeiro santo mártir do México.
A história de São Felipe de Jesus é realmente marcante, especialmente pelo seu caminho incomum até o martírio. É fascinante notar que ele não pretendia originalmente ir ao Japão; ele estava a caminho do México quando uma tempestade desviou seu galeão para a costa japonesa. Esse imprevisto acabou selando seu destino ao lado de São Paulo Miki e seus companheiros.
O que significa o ‘símbolo do peixe’ para nós cristãos?
O peixe foi um dos primeiros símbolos do cristianismo, porque a palavra peixe em grego é ICTIS, iniciais de “Iesus Christós Théos Ios Soter” = Jesus Cristo Filho de Deus Salvador. As pessoas batizadas eram comparadas a peixes, renascidas pela água do batismo.
O TRAPICHE
DE GURUPÁ
Encantador és, minha
querida cidade de Gurupá. A vida aqui passa devagar, no compasso largo da
correnteza dos rios Xingu e Amazonas, como se o tempo tivesse um ritmo próprio,
conhecido apenas pelos barqueiros que te atravessam desde sempre. Nos olhos de
quem navega, a cidade cresce e se revela pelos portos onde atracam barcos
carregados de mercadorias e de sonhos, todos guardados, silenciosos, no porão.
As pequenas embarcações, calafetadas de zarcão, encostam nos trapiches de
madeira à beira do rio, sob o olhar atento do ribeirinho, acostumados a ver o
vai e vem das marés humanas que chegam e partem todos os dias.
À noite, quando o vento
sopra mais forte, as redes balançam no convés, embalando conversas, memórias e
cansaços, enquanto a proa corta firme as águas inquietas do verão amazônico.
Deste trapiche, quase sempre o que se vê é a despedida.
Partem homens, mulheres
e crianças por esse rio de saudade, tão natural quanto o próprio tempo, que
passa sem nunca parar. Os rios se transformam em ruas, e as embarcações passam
como se fossem carros em uma avenida de águas; num incessante vai e vem, cada
imagem parece virar poesia no cotidiano das ilhas, das revoadas de pássaros, do
movimento discreto da vida ribeirinha.
De manhã bem cedo, as
pessoas começam a chegar. Trazem sacolas, paneiros, filhos pela mão, pequenos
carregos da vida diária. Os barcos cruzam o rio devagar, sem pressa de chegar,
como se conhecessem o peso do silêncio de quem fica aguardando na beira. As
águas se abrem à frente das embarcações, sem alarde, quase sem fazer ondas,
neste imenso rio de sonhos e esperança. Ao olhar esse rio de saudade, uma
lágrima insiste em brotar; é uma dor antiga, uma perda que não se sabe
explicar, uma ausência tão grande que nem encontra palavra para se dizer.
O barco segue,
atravessando as veias líquidas dos rios e igarapés, enfrentando os invernos
impiedosos desta Amazônia sem fim. Há momentos em que tudo parece uma grande
pintura intocável: rios que viram ruas, casas que se refletem na água,
embarcações que se confundem com miragens, como se ali morassem habitantes
imaginários de um universo encantado de pescadores artesanais.
Seus sonhos se desenham
em redes de pesca estendidas ao sol, em barcos que parecem encantados,
deslizando sobre um rio que, paradoxalmente, não tem ruas, mas define todos os
caminhos.
Nas ruas de Gurupá, o
ouro do ribeirinho não está nas vitrines, mas nas margens dos rios e nas
várzeas férteis. São os açaizais que vencem, um a um, os longos estirões de rio
da ilha grande de Gurupá. Lá estão eles, erguidos como colunas vivas, marcando
o caminho de quem navega em busca do sustento diário. Cada palmeira de açaí é
uma promessa silenciosa de alimento e renda, um fio de esperança que puxa a
canoa para frente. Quem navega conhece bem essas paisagens e sabe que, ao final
do percurso, mora sempre uma esperança de cada dia, uma fé teimosa que não se
deixa levar pela enchente.
A cidade, por sua vez,
guarda em suas ruas o brilho discreto da fé em São Benedito de Gurupá, protetor
dos que caminham e dos que navegam. O ribeirinho vence, dia após dia, inúmeros
estirões de água. Navega entre silêncio e correnteza, desviando de troncos,
enfrentando chuvas, sol forte e noites escuras. Segue sempre em direção ao seu
destino, guiado pela experiência do corpo e pelo conhecimento ancestral da
floresta e das marés. À beira dos rios, as plantações de açaí se espalham,
firmes na terra úmida da várzea. Entre buritizeiros e mata fechada, se abre o
cenário grandioso do rio, que acolhe um povo simples, resistente e acolhedor.
Na pele do tirador de
açaí, marcam-se o esforço, a coragem e a destreza de quem sobe ao alto da
palmeira com a naturalidade de quem caminha no chão firme. De lá de cima, ele
alcança o cacho maduro, corta com precisão, desce trazendo nas mãos o futuro da
família. Com as folhas do próprio açaizeiro, tece sua peçonha, arruma os frutos
em cestos de cipó, simples e perfeitos, que garantirão a renda e a alimentação
de muitos lares.
Em cada curva, uma
história; em cada porto, um encontro, um abraço, uma despedida. Encantador tu
és, minha Gurupá: cidade de rios que viram ruas, de barcos que carregam
saudades, de gente que transforma a dureza da vida em poesia silenciosa,
bordada na água e na memória.
GILVANDRO TORRES
BIOGRAFIA
DO AUTOR
4/23/2026
Olga Benário foi assassinada pelo nazismo, mas sua história permanece como símbolo de coragem, convicção e luta contra o fascismo. Militante comunista, Olga enfrentou a prisão, a separação da filha e, mesmo diante da morte, não abriu mão de seus ideais. Sua vida e sua luta seguem como exemplo de resistência e de compromisso com um mundo mais justo. Olga Benário, presente.
Ludovico Pavoni nasceu em Bréscia (Itália), no dia 11 de setembro de 1784. Primeiro de cinco filhos, ele viveu em um tempo de mudanças políticas e sociais: a Revolução Francesa (1789), a Revolução Jacobina (1797), a dominação napoleônica com suas diversas denominações e, enfim, desde 1814, a dominação austríaca.
MASSACRE DE ELDORADO DO CARAJÁS- GILVANDRO TORRES
O Massacre de Eldorado do Carajás é um dos episódios mais violentos e marcantes da história recente do Brasil, simbolizando o conflito agrário e a luta pela terra no país.
Aqui está um resumo detalhado do ocorrido:
1. O Contexto (Abril de 1996)
Cerca de 3.500 famílias de trabalhadores rurais sem-terra, ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), estavam acampadas na região sudeste do Pará. O objetivo principal era marchar até Belém para reivindicar a desapropriação da fazenda Macaxeira, que consideravam improdutiva, para fins de reforma agrária.
2. O Bloqueio na Curva do S
No dia 17 de abril de 1996, os manifestantes bloquearam a rodovia PA-150 (atual BR-155), em um trecho conhecido como "Curva do S", no município de Eldorado do Carajás. O bloqueio era uma forma de pressionar o governo estadual por comida e transporte para continuarem a marcha.
3. O Ataque
Por ordem do então governador do Pará, Almir Gabriel, a Polícia Militar foi enviada para desobstruir a rodovia. A operação envolveu cerca de 155 policiais militares de Marabá e Parauapebas.
O confronto resultou em uma tragédia:
Mortes: 19 sem-terra morreram no local e 2 faleceram pouco depois no hospital (totalizando 21 vítimas fatais).
Feridos: Mais de 60 pessoas ficaram feridas, muitas com sequelas permanentes.
Violência: Laudos posteriores indicaram que muitos foram mortos com tiros à queima-roupa ou por instrumentos cortantes (facões), sugerindo execuções sumárias após a rendição.
4. Consequências e Impunidade
O massacre gerou indignação internacional e colocou a reforma agrária no centro do debate político brasileiro.
Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária: Em memória às vítimas, o dia 17 de abril foi instituído como o Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária no Brasil e o Dia Internacional da Luta Camponesa pela Via Campesina.
Julgamento: O processo judicial foi longo e complexo. Apenas em 2012, os comandantes da operação, o coronel Mário Colares Pantoja e o major José Maria Pereira de Oliveira, foram presos com penas que ultrapassavam os 150 anos. No entanto, os policiais que efetuaram os disparos e as autoridades políticas que ordenaram a ação não foram condenados ou cumpriram penas curtas.
5. O Local Hoje
A "Curva do S" tornou-se um local de memória. Ali foi erguido o Monumento das Castanheiras Mortas, composto por troncos de castanheiras queimadas, simbolizando as vidas interrompidas e a persistência da luta camponesa na Amazônia.
4/22/2026
DESVIO ACIDENTAL EM 22 DE ABRIL DE 1500
A narrativa tradicional de um "desvio acidental" pela frota de Pedro Álvares Cabral em 22 de abril de 1500 tem sido questionada por historiadores, que apontam para um planejamento estratégico português.
O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494, já posicionava uma linha divisória (370 léguas a oeste de Cabo Verde) que incluía o território brasileiro na esfera portuguesa, resultado de negociações intensas onde Portugal insistiu em deslocar essa linha para o oeste.
Portugal e Espanha disputaram a divisão do mundo não europeu após as viagens de Colombo em 1492. D. João II negociou diretamente para mover a linha da bula papal Inter Coetera (1493), garantindo o Atlântico Sul aos portugueses sem interferência castelhana.
Essa cartografia avançada sugere conhecimento prévio de terras no hemisfério sul, possivelmente de expedições secretas como a de Duarte Pacheco Pereira em 1498.
A rota de Cabral desviou-se intencionalmente para Cabo Verde, longe da costa africana usual para a Índia, indicando um desvio planejado para o oeste.
A frota de 13 navios — a maior até então, com mais de 1.400 homens e para 18 meses — representa um investimento colossal improvável para uma missão puramente indiana arriscada por "ventos".
A frota seguiu uma trajetória conhecida para explorar o Atlântico Sul, desviando em Cabo Verde para oeste, o que não ocorreria por mero acaso climático — ventos teriam levado a um ponto mais ao norte.
Expedições secretas anteriores, como a de Duarte Pacheco Pereira (1498-1499), mapearam terras brasileiras, mantidas em sigilo para evitar disputas.
Com 13 navios (10 naus e 3 caravelas), 1.500 homens e suprimentos para 18 meses, era a maior esquadra portuguesa até então, um custo altíssimo para arriscar em uma rota "acidental" à Índia.
Cabral recebeu 10 mil cruzados (cerca de 35 kg de ouro) como recompensa, sinalizando expectativas de resultados além da Índia.
O Tratado de Tordesilhas (1494) já garantia o Brasil a Portugal, negociado para incluir o Atlântico Sul; a expedição visava tomar posse formal dessas terras conhecidas.
A Carta de Pero Vaz de Caminha descreve ações de posse imediata, reforçando o planejamento.
Dai-nos, Senhor, a paz Uma paz que nasce no meio da luta, que atravessa a noite, que não desaparece diante da dor. 🤍 “Dai-nos, Senhor, aquela paz estranha que brota em plena luta como uma flor de fogo; quebra em plena noite como um canto escondido; que chega em plena morte como o beijo esperado... ” — Pedro Casaldáliga, oração “Dai-nos, Senhor, a paz”
Esse bispo, viveu para os pobres, caminhou com eles, sofreu com eles, o que eu posso dizer sobre Dom Pedro, homem sábio, a estrada que nos leva a Deus, é a estrada dos pobres.
A caminho do Dia dos Povos Indígenas
A Palestina vive no seu povo, na sua memória e em cada geração que continua resistindo.
A Palestina nunca vai cair.
Hugo Sánchez (México)
Títulos
- Pumas UNAM
- Copa Interamericana: 1980
- Liga dos Campeões da CONCACAF: 1980
- Campeonato Mexicano: 1976-77, 1980-81
- Copa México: 1974-75
- Campeón de Campeones: 1975
- Atlético de Madrid
- Real Madrid
- Liga Europa da UEFA: 1985-86
- Campeonato Espanhol: 1985-86, 1986-87, 1987-88, 1988-89, 1989-90
- Copa do Rei: 1988-89
- Supercopa da Espanha: 1988, 1989, 1990
- América
- Seleção Mexicana
GILVANDRO TORRES, A VIDA DE UM GURUPAENSE
GILVANDRO DOS SANTOS TORRES é um destacado Historiador, militante social, escritor e educador popular natural de Gurupá, no Estado do Pará. Nascido em 14 de março de 1980, no rio Mararú, na comunidade Bom Pastor na zona rural do município.
Gilvandro se mudou para Belém aos três anos, onde viveu a efervescência cultural na infância e juventude com a família no bairro do Telégrafo (bairro dos artistas). Praticou Karatê, Teatro e Artes plástica na fundação " Curro Velho".
Recebeu influências de seus livros de cabeceira: Escrava Isaura de Bernardo Guimarães, As Veias Abertas da América Latina, de Eduardo Galeano, o Capital de Karl Marx e Engels, Os miseráveis de Vitor Hugo, tornando um frequentador nato da biblioteca da UEPA, em sua contagem leu mais de 200 livros antes dos 18 anos.
Nesta época era admirador confesso do guerrilheiro argentino Che Guevara, ao ler sua biografia, a sua coragem e história de vida. Ex aluno Afonseano (Primário e Ginásio) nos anos de 1987 à 1994 com formação pastoral.
Católico é devoto de Santo Afonso Maria de Ligório. Tem formação católica social de esquerda, também conhecida como "esquerda católica" ou cristandade progressista, é um campo de pensamento e ação política que une os princípios da fé católica (especialmente a Doutrina Social da Igreja) com ideais de igualdade social, justiça e, em muitos casos, transformações estruturais de viés socialista ou progressista.
Alinhado a Teologia da Libertação e as mensagens cristã do saudoso Papa Francisco. Torcedor do Paysandu Sport Club.
Segundo Gilvandro, o amor pelo Paysandu Sport Club "se cristalizou" quando o Paysandu ganhou o Campeonato Brasileiro da 2ª divisão em 1991 e o campeonato paraense de 1992.
Casou-se no dia 24 de setembro de 2021 na capela do Santíssimo Redentor na Paróquia N. Sra. Perpétuo Socorro em Belém com a Enfermeira Nilda Diamantino. Pai de Arthur Diamantino Torres(2011), Gilvannia Torres(2001) e Gisele Torres(2004).
Aos 18 anos passou 54 meses exílio voluntário, deixando Belém para residir no Rio Mararu na Comunidade Bom Pastor.
Aos 22 anos de idade conheceu todo Estado do Amapá trabalhando numa Distribuidora. Morando na cidade de Santana. Participando do processo político.
Retornado a residir em Belém em 2003. Sua trajetória profissional também inclui experiência como feirante sindicalizado na Telégrafo(2003-2006) e como funcionário do ex-Governador do Pará, Santos(2007-2008).
Sua formação acadêmica ensino superior completo em Licenciatura em História, graduado pela Universidade Estácio de Sá.
Sua atuação profissional como Assessor Parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Pará- ALEPA (2009-2018). Chegando ao Gabinete da Presidência na gestão Engº Domingos Juvenil(MDB). Participando ativamente da Coordenação de sua campanha para Governo do Estado do Pará(2010). Obtendo 380 mil votos ficando em 3º lugar no pleito eleitoral. Período este que conheceu várias cidades do nordeste paraense.
Foi residir aos 32 anos em Gurupá onde exerceu no Ministério Público o cargo de Secretário da Promotoria de Justiça de Gurupá(2013-2014).
Na Prefeitura municipal de Gurupá exerceu a função Chefe do Departamento na Secretária municipal de Administração(2015) e Secretário do Gabinete do Prefeito(2016), período que atuou como Social(2016). Prestou Assessoria Técnica na Prefeitura Municipal de Altamira(2017).
Pela Secretária Municipal de Integração Social- SEMIS. Residindo na cidade de Altamira PA, finalizando o Curso de Extensão e Aperfeiçoamento em Gestão Cultural realizado pela Pró Reitoria da UFPA, na cidade de Brasil Novo-PA.
Em 2019 participou do processo de escolha sendo eleito com 343 votos para o cargo de Conselheiro Tutelar do município de Gurupá(2020-2024). Assumiu por duas vezes a função de Secretário Geral do Conselho Tutelar(2021-2022), (2023-2024). Atualizando o Regimento Interno do CTG em 2021. Apresentando o projeto de lei de iniciativa do Conselho Tutelar como rege nossa Lei orgânica aos Membros do Poder Legislativo municipal: Que proíbe e o uso do cerol (vidro moído e cola) venda da linha encerada, conhecida como "Linha Chilena", ou de qualquer produto similar utilizado no ato de empinar pipas, que contenham elementos cortantes. Sendo aprovado por unanimidade pelo colegiado do Poder Legislativo. Tornando Lei Municipal n. 1.256 de 02 de julho de 2021.
Filiado no Partido dos Trabalhadores, desde 19 de abril de 2016. Com sua Militância e Reconhecimento desde jovem, se envolveu com movimentos estudantis secundarista em Belém na década de 90 e movimentos sociais. Na década de 1990, participou ativamente de passeatas contra a privatização de serviços essenciais, como CELPA, COSAMPA e TELEPARÁ, durante o governo do PSDB. Afiliado na época UPES(União Paraense dos Estudantes secundarista). Recebeu medalha honra ao mérito da EEEM Magalhaes Barata, pelos relevantes serviços prestados a instituição como Conselheiro Escolar, representando alunos.
Participou ativamente do Fórum Social Mundial(2009), sediado em Belém. Com várias formações políticas Movimento República de EMAUS, Fundação Perseu Abramo e Projeto ESPERANÇAR CATÓLICA pela Universidade Católica de Brasília-UCB.
Em 2017 recebeu diploma de Honra ao mérito pelo SINTEPP sub sede Gurupá. Participando dos atos da histórica greve em Gurupá. Apresentou os programas radiofônicos na Rádio Comunitária Educadora 87,9 FM de Gurupá, Interativo do movimento social. Nesta associação exerceu a função de Secretário(2018-2021), Conselheiro Fiscal(2022- 2025).
Filiado no Partido dos Trabalhadores, participou das eleições municipais de 2016, 2020 e 2024 como Delegado Eleitoral do PT. Pelo Diretório Municipal de Gurupá participou da Comissão Eleitoral 2025.
Seu engajamento foi reconhecido pela Câmara Municipal de Gurupá, que, em 2024, concedeu-lhe o título de Cidadão Honorário, destacando sua contribuição à cultura.
Em 2021 conheceu a cidade de Manaus- AM, em 2026 conheceu a cidade de Brasília-DF, aprofundando sua pesquisa cultural.
Com Produção Literária e Cultural como escritor, Gilvandro é Membro da Letras(2024) empossado na cidade de Ponta de pedras na Ilha do Marajó.
Toda essa bagagem de vida, essa imersão profunda na cultura e nos desafios do Marajó, culminou em seu reconhecimento como um grande intelectual.
Gilvandro Torres é um dos membros fundadores da Academia Marajoara de Letras e Artes. Um espaço que ele ajudou a criar para valorizar e perpetuar a rica produção cultural da região. Ser um "imortal" da academia não é apenas um título; é o reconhecimento de uma vida dedicada a registrar, celebrar e lutar pela alma do Marajó. É autor de do livro povo, pela editora Paka-Tatu publicado em 2019.
Foi homenageado pelas EMEF Padre Giúlio Luppi( 2022) e Centro INCLUIR(2023), no dia da independência do Brasil no desfile escolar. Participou do Documentário " vidas em Cenas" em ocasião aos 400 anos de Gurupá. Produzido pela SEMAS Gurupá(2024). Participou do livro "Antologia Poética: Verão em Versos".
Nesta coletânea, os poetas exploram os diversos aspectos desta estação tão singular, desde as cálidas tardes de sol até as noites estreladas à beira-mar.(2024). Participou como autor do livro didático "Nossa terra, nossa história" da editora Marajó LTDA, para o ensino fundamental (1º e 2º etapa). Com ênfase na história, Geografia e Cultura Regional e local do município de Gurupá-PA, a ser utilizado na rede municipal de ensino(2026). Referência nas temática que refletem a realidade social e cultural de Gurupá.
Autor do projeto cultural "AMAZÔNIA GURUPAENSE", onde compartilha textos, crônicas e reflexões sobre a história e cultura da região. Nas plataformas do Youtube e Blogspot. É artista artesanal com obras que retratam a vida ribeirinha. Com acervo Artístico de 100 obras produzidas e denominadas " olhar Amazônico".
Seu trabalho literário e sua atuação em diversas frentes comunitárias contribuem significativamente para o Desenvolvimento e reconhecimento de sua cidade natal.
Atuante como Educador Popular nas Comunidades Eclesiais de Base do município de Gurupá/PA. Apresenta o Programa católico " Caminhando com Maria".
Na rádio comunitária 87,9 FM de Gurupá. Escolhido Conselheiro Paroquial(2023-2026); Membro do Conselho Paroquial Pastoral exerce a função de Secretário Geral-CPP.
Em conjunto participou da atualização do Estatuto do CPP em 2024. Representa a Igreja Católica no Conselheiro Municipal de Educação(2025-2027).
Participou da Coordenação da 51º(2025) e 52ª(2026) Semana Catequética Paroquial. Secretariou a 46º(2025) e 47ª(2026) Assembleia Paroquial.
Período que conheceu nas Visitas Pastorais e Tríduos as 85 Comunidades divididas em 11 setores da Paróquia Santo Antônio de Gurupá.
Palestrante na temática de Políticas Públicas no XLII Encontro do movimento de Mulheres de Gurupá(2026).
É Membro do Conselho Diocesano de Pastoral(2025-2026).
Participou(2019) ( 2020)(2022)(2023)(2024)(2025) da Diretoria da Festividade de São Benedito de Gurupá, na parte de assuntos sociais.
Participou em 2017 do XIX Encontro das Cebs Ribeirinha que aconteceu na Comunidade Bom Jesus no Rio Sarapoi e do XXI Encontro das Cebs Ribeirinha que foi realizado na Comunidade São Sebastião no rio Marajoi zona rural de Gurupá.
Em 2023 participou da Delegação da Regional Norte II na 15º Intereclesial das Cebs do Brasil, em Rondonópolis- MT.
Em 2025 participou da 18º romaria da floresta na cidade de Anapu- PA. Caminhada nos dias 10 e 13 de julho de 2025, nesta edição, o tema foi “Juventudes e Ecologia Integral”.
A Romaria é realizada anualmente desde o assassinato de Dorothy Stang, o trajeto simbólico marca a travessia entre o local onde Dorothy foi plantada/sepultada, o Centro de Formação São Rafael, até o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Esperança, local onde foi assassinada.
A caminhada, de aproximadamente 54 quilômetros. Em 2025 na cidade de Porto de Moz-PA palestrou sobre políticas públicas no II Seminário Diocesano e Secretariou em 2026 no III Seminário Diocesano da Escola de Fé e Cidadania Ir. Dorothy Stang que aconteceu na cidade de Gurupá. Atua na Coordenação da Equipe de Formação Paroquial e na Comissão de Justiça e Paz(CJP).
Colabora com crônicas, poesias e assessoria em causas sociais e religiosas locais. Seus textos, abordam desigualdades sociais, resistência comunitária, conectando-se à sua expertise em história regional e pastoral em Gurupá.
Sua militância social começou cedo, influenciada por estudos em bibliotecas e leituras como Leonardo Boff e Frei Betto, evoluindo para engajamento político e reencontro com a fé católica.
UMA IGREJA ACIDENTADA
A frase do saudoso Papa Francisco é um chamado corajoso para romper com uma fé acomodada e autorreferente, que se protege em estruturas e certezas, mas perde o pulsar da vida real.
Ela nos empurra para uma Igreja em saída, que não teme se sujar com a dor do povo, que não se escandaliza com as feridas da humanidade, mas as assume como lugar sagrado de encontro com Deus.
Ser uma Igreja “enlameada” é aceitar o risco do amor concreto, é descer das seguranças institucionais e caminhar com os pobres, os invisibilizados e os descartados.
É nesse chão imperfeito, marcado por lágrimas e esperança, que o Evangelho se torna carne viva, não como teoria distante, mas como libertação que nasce do compromisso, da justiça e da compaixão ativa.





