3/28/2026

Por que um ateu convicto aceitaria acompanhar uma comitiva do Vaticano em uma viagem à Mongólia? E por que o papa visitaria um dos países menos católicos do mundo? Em “O louco de Deus no fim do mundo”, Javier Cercas transforma esse convite inédito em uma narrativa íntima e inquietante. Motivado por uma pergunta profundamente pessoal — se a mãe reencontrará o pai na vida eterna —, o autor acompanha o papa Francisco e se lança a uma investigação sobre fé, espiritualidade, religião e a busca pela imortalidade. Dividido entre o antes, o durante e o depois da viagem, o livro combina crônica, ensaio, biografia e memórias pessoais para refletir sobre os limites da Igreja, o legado de Francisco e o cristianismo do século XXI. Um “romance sem ficção” marcado por ironia, humanidade e perplexidade.


 O escritor espanhol Javier Cercas, um ateu convicto, viajou com o Papa Francisco para a Mongólia em 2023, a convite do Vaticano. 

Essa experiência resultou no livro "O Louco de Deus no Fim do Mundo" (Editora Record), que mistura crônica e ensaio para narrar longas conversas sobre fé, Igreja e espiritualidade entre o pontífice e o autor.

Convite Inusitado: Cercas foi convidado pelo Vaticano para acompanhar a comitiva papal à Mongólia em agosto de 2023, com total liberdade para fazer perguntas, mesmo as mais difíceis, sobre a fé e o papel da Igreja.

A Conversa no Avião: O autor descreve o Papa Francisco como um homem de diálogo, que não fugiu de temas controversos e demonstrou uma personalidade notável.

O Livro: O Louco de Deus no Fim do Mundo (título em português) narra a viagem, as reflexões de Cercas e as respostas do Papa, focando no contraste entre o ceticismo do escritor e a espiritualidade do pontífice.

Legado: A obra, lançada em 2025, captura a visão de mundo de Francisco, retratando-o como um "papa revolucionário" e "radical".







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