10/11/2025

A história do Brasil realista e inventada!

RIOS DO MARAJÓ AS BELEZAS NATURAIS

RIO AMAZONAS NA AMAZÔNIA GURUPAENSE

 Poesia entorpecida

 

Na capital as fumaças entorpecidas de ilusão 

Uma forma de estar feliz no altar sagrado 

Amo-te tua existência, 

Capital morena, curando tua fraqueza. 

Extensa na beleza de teus rios.

No alto da torre, vejo o relógio do tempo. 

Não posso ficar parado Corro contra as ilusões. 

Até o limite do rio Guamá 

Agradando meu íntimo caboclo Faço de ti, uma bela poesia. 

Beijando-te intensamente Doce inspiração amazônica. 

Nas palafitas da vila da barca 

Misturo-me numa dose pura de aguardente

Encho minha cara num bar decadente 

Sequestro almas numa poesia sínica 

Estranha alquimia branca 

Na noite revelada das fumaças proibidas 

Exaltados sentimentos. 

De um poeta subversivo e anestesiado 

Pela imagem urbana e suja da noite, 

vagando pelo silêncio. 

És uma obra incompleta e inédita.

autor: GILVANDRO TORRES- 1996

 1998 fui para um longo exilio num cenário poético e reflexivo no rio mararú absorvendo novas experiências

Eu sempre estava indignado porque uns tinham e outros não, fui aluno frequentador da fundação Curro Velho no Telegrafo onde a cultura era arte em tudo que fazíamos, fiz alguns cursos e aprendi a pintar, conheci o outro lado do asfalto nessa época nas favelas da vila da barca onde mantinha amigos de infância, aquele cenário de pobreza me chocou vi de perto a desigualdade social e onde as pessoas trabalhavam em subempregos, crianças pedindo no sinal de transito, tráfico de drogas e meninas se vendendo nas esquinas, a policia estava corrompida e facilitava tudo.

Alguns amigos morreram nessa época outros viraram assaltantes e não tiveram tempo de contar suas histórias,


Enfim o sistema não me corrompeu e sobrevivi diante das coisas que aconteciam tinha que adquirir experiência e ideologicamente já estava inclinado ao socialismo ,está fuga que resultou na solidificação de minha convicção esquerdista.

Vivi tudo na minha adolescência e claro algo incontrolável e agitado está na capital paraense tudo era sonhos rebeldes sem causa onde decifrar a palavra liberdade era escrever uma poesia entorpecida por um som que virava a cabeça de uma geração, onde aprendi a respeita as diferenças e me arriscar intensamente.

Percebi uma sociedade consumista vendida pelo capitalismo a imagem de Che Guevara nas estampas de camisas. 

Afastei-me da religião e fiz um pacto comigo mesmo seria o mestre de minhas próprias situações.

Ocupei espaços indevidos num mundo que não era o meu, fui exilado para longe num cenário poético e reflexivo no rio mararú absorvi novas experiências, iniciei minha militância ainda jovem nas passeatas mais agora a natureza que via era uma nova história na foz do rio amazonas em 54 meses de minha vida, estive nas mobilizações estudantis e rurais, fui um líder estudantil, nunca escondendo minha visão política.

2002 em Macapá cenas que marcaram minha vida!

Cenas que marcaram essa campanha no meio do mundo, considerando uma Experiência pessoal muito importante. Não tínhamos hora para almoçar, nem para dormir. 

De dia estava nas periferias buscando e conquistando votos e lugares para colocarmos as placas conseguimos eleger Capiberibe para senado e com meu voto elegemos Lula para presidente do país, pela primeira vez um operário comandaria um país exausto desigualdade social e desemprego. 

Vi Lula então candidato de perto, afinal meu cunhado subiu no palanque para apoia Dalva(PT),para governo, ela perdeu para o gurupaense radicado no Amapá Waldez (PDT). 

Perdemos a campanha por contratempos e traições politicas, mais valeu muito a experiência e a convivência com este povo, o mais engraçado foi o parto que aconteceu no carro, a caminho do hospital, não deu tempo de chegar e meu cunhado que é médico fez o parto ali mesmo a beira da pista, eu e minha irmã Mariana ajudamos,

Cenas e situações que nunca esqueceria. Foi dias de sufoco, ainda recordo com saudades, daqueles dias que levamos parentes e amigos para o estado do Amapá para transferir o titulo de eleitor para este estado, levamos muitas pessoas e fomos para Gurupá de voadeira e de lá fizemos compras e alugamos um barco, eu e minha irmã Mariana Duarte. 

Chegamos em casa de madrugada e de manhã ia buscar o pessoal, o dia ia ser longo a viagem foi tranquila, mais estávamos viajando clandestinamente para Santana, ajudei a fazer a comida e chegamos a noite na cidade de Santana, solo amapaense depois pegamos um micro ônibus e fomos para Macapá onde alguns ficaram na casa da minha irmã Mariana e outros na casa da mãe dela, conheci meu irmãos que moravam na capital amapaense e para mim tudo era novidade, foi uma grande experiência ter participado dessa campanha de reeleição do meu cunhado Alexandre Torrinha à deputado estadual.

Uma fase de minha vida ricamente ilustrada, lugares que nunca tinha imaginado ir, perto do povo estava no caminho certo, fatos e situações que a vida me oferecia.

Toda essa experiência vivida em 54 meses foi base daquilo que vivi desde minha viagem para o rio mararú,  aquela viagem me causou um impacto no sentido de moldar minha personalidade, quando comecei a viver com o povo ribeirinho, não só aprendi muitas coisas da vida como me serviram para avaliar futuras decisões que tive que tomar. 

As lembranças dessas viagens maravilhosas que participei num momento especial de minha vida,
desde a ilha grande de Gurupá. Ficam em minha memória como testemunho de momentos intensos que a vida me privilegiou aos meus conterrâneos a quem tenho muito estima e afeto ofereço esses relatos como uma forma de dizer o quanto tenho orgulho de ser gurupaense.

O verdadeiro ouro dos ribeirinhos de Gurupá

Quando cheguei no Mararú o comércio de palmito, já tinha perdido o mercado devido às exigências sanitárias no exterior, exportava-se muito para França através de compradores do estado do Amapá. 

A maior parte da produção de palmito naquela região é direcionada ao fornecimento de fabriquetas clandestinas, que não possuem qualquer controle de qualidade. 

Isso foi o grande motivo do fechamento de grandes fábricas instaladas na região chamada de areião(Melgaço). 

A fiscalização e o não cumprimento das exigências e o desmatamento da região. 

Se a fruta e o palmito de açaí do estuário amazônico perderem mais mercado, a sobrevivência dos ribeirinhos da região pode até ser comprometida no caso de monocultivo de açaí, por isso muitos ribeirinhos do rio Mararú transformaram seus terrenos em plantações de açaí. 

O açaizeiro É uma planta que prefere os terrenos alagados e áreas úmidas. Por isso sua ocorrência é mais frequente nas margens dos rios, como na ilha grande de Gurupá e especial do Mararú e Mojú. Como floresce e frutifica o ano todo, é possível encontrar na mesma árvore, diferentes estágios de maturação, desde flores até frutos maduros.

Dessa árvore, que chega a 30 m. de altura e se aproveita-se tudo. As folhas são usadas para cobertura de casas; a madeira é usada em construções rústicas; as fibras das folhas para tecer chapéus, esteiras e ''rasas'', cestas utilizadas como medida padrão no transporte e comércio da fruta; os cachos secos são aproveitados como vassouras. 

Alimento básico das populações ribeirinhas da Amazônia. (diário pessoal-2002)




 SOBRE O PROCESSO DE CRIAÇÃO DA ARQUIMIG DE GURUPÁ, CONTRIBUIÇÃO DO AMIGO PEDRO TAPURU

Em 21 de setembro de 1999 o Sindicato dos Trabalhadores Rurais apresentou o pedido de reconhecimento de domínio das comunidades quilombolas tendo como base legal o art. 68 do ADCT em nome das comunidades Gurupá Mirim, Maria Ribeira, Jocojó, Flexinha, Carrazedo, Camutá do Ipixuna, Bacá do Ipixuna, Alto Ipixuna e Alto Pucurui. No final do requerimento, assinado pelo presidente e pelo Diretor de Política Agrícola e Agrária do STR, e pelos representantes de todas as comunidades, se evidencia que: “informamos que as comunidades estão em processo de criação de uma Associação dos Remanescentes de Quilombos que irá administrar o título” . 

O processo foi acompanhado pelo mapa de localização da área (já neste documento se pode visualizar a exclusão da área ocupada por Foad, Fl. 465). Em 07.12.99 a ARQMG enviou cópia da certidão cartorial de seu registro, Estatuto, CNPJ, Ata de Fundação, cópia dos documentos pessoais do presidente e secretária da Associação, coordenadas geográficas dos limites da área pretendida (fls. 474-492). 

No pedido de juntada destes documentos a Associação pede: “Solicitamos que o supracitado processo, a partir deste momento seja formalizado em nome de nossa Associação“ (fl. 474). 

Em 20.12.99 foi elaborado o memorial descritivo com uma área de 85.428,2213 ha (Fls. 495-496). Em 20 de dezembro de 1999 o Diretor do Departamento Jurídico analisou detidamente o processo exarando seu parecer (fls. 497-501). 

Nele comprova a legitimidade de quem apresentou o pedido (o STR e os representantes das comunidades), comprovou o auto-reconhecimento considerando que o requerimento fazia explicita menção ao fato de serem comunidades remanescentes de quilombo e a referência ao Art. 68 do ADCT.

 Destaca também: “Devemos registrar, ainda, que como às fls. 13 dos autos (hoje 474), existe o requerimento da Associação da Comunidade Remanescente de Quilombo de Gurupá, para que o processo seja autuado em seu nome, esta pessoa jurídica reafirma a condição de comunidades remanescente de quilombo das comunidades interessadas (fl. 499)”. 

Mais adiante escreve: “Percebemos que o pedido foi formulado por quem de direito, devidamente comprovada a sua legitimidade representativa, e juntando nos autos a declaração de auto-reconhecimento da comunidade como remanescentes de quilombo (...)”. 

No que diz respeito ao memorial descritivo o Dr. Ibraim José das Mercês Rocha escreveu: “A partir de dados fornecidos em complemento ao mapa preliminar da FASE – Federação dos Órgãos para Assistência Social e Educacional - Programa Pará o Departamento Técnico, através da Divisão de Cartografia, elaborou o Memorial Descritivo Preliminar da área pretendida pela ARQM, inclusive excluindo do perímetro o total de 6.276,00 ha, correspondentes as áreas das posses Boa Vista, Curralinho, Laranjal, Iguara, Maria Ribeira e dos senhores Arnaldo e Foad”. 

Finalmente sugere que o processo seja recapeado em nome da Associação das Comunidades Remanescente de Quilombo de Gurupá - ARQM e expedido edital. 

Os editais foram publicados no DOE e Jornal O Liberal em 15 de fevereiro de 2000 e 2 de março de 2000. Em 15.02.00 e 23.05.00 os editais foram remetidos para a Prefeitura Municipal, Câmara Municipal, Juíza e Cartório de Registros de Imóveis. 

O Processo tramitou sob o número 1999172148 e culminou com a expedição do título em 28 de julho de 2000 com uma área de 83.437,1287 hectares beneficiando cerca de trezentas famílias. 

Em 08.10.2003 foi mandada uma equipe para fiscalizar os trabalhos de demarcação na área que faz limite com Foad Dib Tachy e Jorge Luiz Fonseca Tachy. Em 29.01.04 Foad Dib Tachy solicitou vista do processo por ser possuidor de algumas posses no local. Considerando que o pedido de ampliação abrange também o município de Porto de Moz o Dr. Pedro Marques da Conceição solicita publicação de novo edital. Neste processo foi apensado o processo 2003179986, de 18.07.03 do Raízes solicitando a efetivação da retificação do título da ARQMG ampliando a área. 

EM 24 de outubro de 2001, por meio do processo número 2001286451, a ARQM apresentou um pedido de substituição do título incorporando as áreas pleiteadas. 

Foi juntada a ata da Associação na qual se faz a inclusão das famílias que moram no Alto Pucuruy e Arinhoá; procuração; listagem dos novos pontos da área e mapa. 

Em 27 de março de 2002 foi juntado um novo croquis, memorial descritivo com uma área de 91.320,1066 ha. Em 27.05.03 o Dr. Raimundo Pedro Marques da Conceição sugere que os autos retornem ao DT para que seja elaborado estudo histórico-antropológico (fls. 31-33). 

Parecer aceito no mesmo dia pelo Diretor do DJ. Em 05.06.03 o presidente remete o processo para o DT para encaminhamentos. Em 20.06.03 o DT determinou: “Notificar o procurador da comunidade da necessidade de adequar o processo conforme está previsto no Dec. 357299 e IN 0299, como consta do parecer do DJ, que foi acolhido pelo Sr. Presidente (Fls 33). 

Em 01.07.03 Girolamo Domenico Treccani, procurador da associação, dirigiu um expediente para o presidente do ITERPA afirmando: “Considerando o disposto no inciso I, do art. 3˚ da IN n˚ 299 que prevê que a auto-declaração da comum idade permite comprovar sua situação como comunidade remanescente de quilombo, sugiro que o pleito da associação (ARQMG) relativo à ampliação da área, seja atendido (fl. 33v). 

Em 20.08.03 o Dr. Carlos Lamarão Correa, Diretor DJ remeteu o processo para o presidente para última decisão. 

Em 27.08.03 o Dr. Sérgio Maneschy remeteu o processo para o DT: “conforme entendimentos mantidos na última reunião de Diretoria, realizada em 26 do mês corrente, encaminho os autos ao DT, para as providências cabíveis visando a re-ratificação (fl. 35)”. 

Em 13.10.03 o processo foi remetido para o técnico Justo Marques para que procedesse aos levantamentos necessários a re-ratificação. 

Em 20.11.03 foi juntado um novo memorial descritivo com uma área de 92.800,3481 há e, posteriormente uma proposta de decreto de ratificação do título. 

Em 29.01.04 Foad Dib Tachy solicitou vista do processo. 

Em seguida (19.02.2004) ele apresentou um documento requerendo a suspensão do processo até a publicação de um novo edital. Em 05.04.04 Pedro Marques solicitou ao DT um parecer sobre o pedido do Foad. 

No mesmo dia foi designado o técnico Justo Marques da Costa Filho para que realizasse uma nova vistoria. Em foi 30.04.04 Justo apresentou um relatório contendo levantamento de campo. 

O memorial descritivo apresenta uma área de 92.680,3601 ha (fl. 74-106). 

Em 18 de junho de 2004 Jorge Santos, Diretor DT, remeteu o processo para o jurídico com cópia do decreto de ratificação. 

Em seu relatório ele destaca: “Vale ressaltar que o agrimensor Justo Marques, ao executar a demarcação da área quilombola, respeitou os limites das áreas requeridas pelo Sr. Foad Dib Tachy, citadas nos documentos as fls. 67, 70-71 dos autos, saneando, assim, as pendências existentes (fl. 107)”. 

Em 01.07.04 o Dr. Carlos Lamarão remeteu o processo para o DT escrevendo: “devo alertá-lo qualquer providência subseqüente a ser adotada pelo ITERPA de área tida como de ocupação “quilombola”, deve ser precedida de documentação comprobatória de que as ditas terras se acham caracterizadas como tal, tornando-se por base as diretrizes traçadas pelo art. 68 do ADCT da Constituição Federal de 1988” (fl. 107v). 

Em 23.06.04 a cartografia afirmou: “com base nas coordenadas apresentadas as fls. 105 informo que a área em questão está localizada em dois municípios, em Porto de Moz e em Gurupá como demonstra o mapa em anexo (fls. 112-113). 

Em 05.07.04 Girolamo D. Treccani, procurador da associação, solicitou a juntada da ata da Assembléia Geral de constituição da ARQMG, ata da incorporação das famílias das comunidades de Arinhoá e Alto Pucurui e da ficha cadastral de todas as famílias da associação (fls. 114-464). 

Em 20 de novembro de 2000, também a Associação dos Remanescentes de Quilombo Maria Ribeira – ARQMR, foi beneficiada com uma área de 2.031,8727, beneficiando 32 famílias. 

Diante da necessidade de contemplar também as outras comunidades quilombolas que não tinha sido incluída no primeiro título (Arinoá e Alto Pucuruy), a Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombo de Gurupá (ARQMG), apresentou um pedido de ampliação da área cujo processo está ainda em tramitação.

Analisando o processo se percebe como o ITERPA não leva em consideração a Instrução Normativa n˚ 299 que permite o auto reconhecimento da comunidade. Se percebeu, também, que a morosidade da tramitação deste processo administrativo levou a impedir a ampliação da área pretendida pelos quilombolas, pleito hoje impossível de ser feito, considerando a existência do processo judicial movido pelo Foad Dib Tachy.

Á HISTÓRICO DA SEDE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE GURUPÁ

O prédio onde funciona a Prefeitura Municipal de Gurupá foi construído em pedra, cimento e cal, a alguns arremates e tijolos, contendo dois andares,

As telhas são tradicionais de barro, sendo que existiam duas escadas construídas de pedras na área externa, hoje não existente.

O prédio localiza-se de frente do rio amazonas, entre as avenidas são benedito e santo Antônio, a praça Mariocay antiga praça Magalhães Barata fica na frente, há uma área em torno com calçadas de pedras decorativas. 

A praça de inauguração consta o nome do Intendente Municipal Wortigenes Castelo Branco, mais segundo alguns moradores antigos conta que seus avos falavam que se deu inicio na gestão do Intendente Municipal Rafael Castiel, que era filho de Moises Jacó Castiel e de Alegria Serfaty Castiel, ambos eram judeus marroquinos e comerciantes na cidade de Gurupa

Sabe-se que a construção foi no Governo Estadual de Augusto Montenegro entre os anos de 1905 ate 1909, interrompido por problemas econômicos como a queda do preço da borracha, tendo iniciado 31 anos depois no ano de 1943, sendo inaugurado no dia 10 de novembro de 1946 pelo Intendente Wostigenes. 

O prédio histórico já abrigou a Comarca de Gurupá e a Câmara Municipal de Vereadores e hoje é apenas sede da Administração Municipal.

GILVANDRO TORRES


  Você sabia? Curiosidades sobre o Rio Amazonas 

1️⃣ O Rio Amazonas nasce na Cordilheira dos Andes, no Peru, e percorre cerca de 6.992 km até sua foz na Ilha de Marajó, no Pará.

2️⃣ Sua nascente fica a mais de 5.300 metros de altitude, em um terreno bem inóspito.

3️⃣ É o rio mais caudaloso do mundo, com uma vazão média de cerca de 210.000 m³/s.

4️⃣ Sua bacia hidrográfica cobre aproximadamente 7 milhões de km², sendo a maior do planeta.

5️⃣ O rio atravessa Peru, Colômbia e Brasil, e ainda abastece partes de Bolívia, Venezuela, Guianas e Equador.

6️⃣ Tem mais de 1.100 afluentes, como os rios Negro, Madeira, Tapajós e Purus.

7️⃣ Ao entrar no Brasil, é chamado de Solimões, e passa a se chamar Amazonas após se encontrar com o Rio Negro, em Manaus.

8️⃣ Sua foz combina delta e estuário, espalhando água doce por quilômetros mar adentro.

9️⃣ O rio pode chegar a 300 km de largura na foz, e até 50 km perto de Manaus durante as cheias.

🔟 Sua profundidade média é de 50 metros, podendo chegar a 120 metros em alguns trechos.

 Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa

PALOP é a sigla para Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. São seis nações africanas que compartilham o português como idioma oficial e uma herança cultural comum:

 Angola

Cabo Verde

Guiné-Bissau

Moçambique

São Tomé e Príncipe

Guiné Equatorial

🔹 Os cinco primeiros países (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe) formaram originalmente o grupo PALOP nos anos 1990.

🔹 A Guiné Equatorial passou a integrar o grupo em 2011, ao adotar o português como língua oficial.

🟢 Esses países também fazem parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa), junto com Brasil, Portugal e outros países lusófonos.

📈 Projeções indicam que, até o fim do século XXI, a maior parte dos falantes de português no mundo será africana, reflexo do crescimento populacional e da força cultural da África lusófona.

 🌎✨ Os 5 maiores países da América Latina por extensão territorial.

1️⃣ 🇧🇷 Brasil – 8.515.767 km²

2️⃣ 🇦🇷 Argentina – 2.780.400 km²

3️⃣ 🇲🇽 México – 1.964.375 km²

4️⃣ 🇵🇪 Peru – 1.285.216 km²

5️⃣ 🇨🇴 Colômbia – 1.141.748 km²

 10 CURIOSIDADES SOBRE O CANADÁ

🗺️ 1. Segundo maior país do mundo

📏 Com cerca de 9,98 milhões de km², o Canadá só perde em extensão territorial para a Rússia.

🌊 2. A maior costa do planeta

🧭 Mais de 243 mil quilômetros de litoral, banhados pelos oceanos Atlântico, Pacífico e Ártico. 🌐

🏞️ 3. O país dos lagos

🦆 São mais de 2 milhões de lagos, cobrindo cerca de 9% do território canadense — recorde mundial!

🏕️ 4. De onde vem o nome “Canadá”?

📜 Vem da palavra iroquesa kanata, que significa “aldeia” ou “acampamento”.

🇨🇦 5. O Canadá não é o 51º estado dos EUA

📢 Apesar da proximidade geográfica e dos laços econômicos, o Canadá é uma nação soberana, com governo, leis, identidade e cultura próprias. Não confunda! 😎

🕒 6. Seis fusos horários

🗺️ Do Pacífico até Terra Nova e Labrador, o Canadá se estende por 6 fusos oficiais.

🚗 7. A estrada que cruza um país

🛣️ A Rodovia Transcanadense tem cerca de 7.800 km, ligando a costa leste à oeste do país.

🌲🐻 8. Fauna selvagem e paisagens únicas

O Canadá abriga animais como ursos, alces, lobos e castores, e lugares incríveis como:

📍 Cataratas do Niágara

📍 Parques Nacionais de Banff e Jasper

📍 Montanhas Rochosas

🍁 9. Terra do xarope de bordo

🥞 O Canadá produz mais de 70% do maple syrup do mundo. Símbolo doce e delicioso da cultura canadense!

🌎 10. Diversidade e bilinguismo

🌐 Mais de 20% dos canadenses são imigrantes.

🗣️ O país tem dois idiomas oficiais: inglês e francês, com destaque para a província de Quebec.

Celebramos com o povo palestino, reconhecemos o fracasso dos acordos anteriores, mas esperamos avançar desta vez rumo à criação de um Estado Palestino. Gustavo Petro @gustavopetrourrego Presidente da Colômbia


 

O retorno a Gaza representa uma vitória temporária para a Humanidade e, se não fosse pela luta humanitária, os assassinos de crianças não teriam recuado. Gostavo Petro @gustavopetrourrego Presidente da Colômbia


 


 

“Ensina-nos a escutar o clamor dos pobres e da mãe terra, atentos aos apelos do Espírito no segredo do coração, na vida dos irmãos, nos acontecimentos da história, no gemido e no júbilo da criação. Ensina-nos a permanecer contigo junto das infinitas cruzes onde o teu Filho continua crucificado, onde a vida é mais ameaçada; a viver e testemunhar o amor cristão, acolhendo em cada homem um irmão; a renunciar ao egoísmo opaco para seguir Cristo, verdadeira luz do homem. Virgem da Paz, porta de esperança segura, acolhe a oração dos teus filhos!” (Oração proferida pelo Papa Leão XIV na vigília de oração pela paz no Jubileu da Espiritualidade Mariana, 11.10.2025)

Atentado à imagem de Nossa Senhora Aparecida. Era 16 de maio de 1978, terça-feira. Àquela tarde, houve forte ventania em Aparecida. Durante a última Santa Missa do dia na atual Basílica velha, iniciada às 20h, já durante a distribuição da Sagrada Comunhão, às 20h10, ocorreu um blecaute de energia de aproximadamente 2 minutos de duração. Rogério Marcos de Oliveira, de 19 anos, aproveitou-se do blecaute, pulou subindo no nicho da imagem de Nossa Senhora Aparecida, quebrou o vidro protetor no terceiro golpe, pegou a imagem, gerando gritaria na igreja. Ao descer, a coroa ficou presa no vidro quebrado, depois caindo e sendo amassada. A cabeça da imagem desprendeu-se, caiu ao chão e estilhaçou-se em farelos. Eis que a luz retorna, e em meio ao tumulto, Rogério sai com o corpo da imagem, sendo alcançado na rua pelo guarda João Batista, que o puxa pelo braço. Não se sabe se pelo puxão ou ou desejo de destruí-la, deixa o corpo da imagem cair ao chão e empreende fuga nas ruas escuras de Aparecida. O jovem foi preso a pouco mais de um quilômetro da Basílica, perto do rio, sangrando com cortes na mão e no braço direitos. Foi levado à Santa Casa para tratamento, depois à delegacia e dois dias depois, a um sanatório, sem que se tenha registrado queixa contra ele. Depois descobriu-se que Oliveira era um jovem da cidade de São José dos Campos, iconoclasta, que havia sido exortado a destruir todas as imagens que pudesse. Tendo ido à paróquia de São José, bateu na imagem do santo com uma toalha. Tendo viajado para Aparecida, realizou o conhecido atentado. Após a fuga, alguns tentaram correr para linchar o agressor, ao que o Padre Antônio Lino Rodrigues CSsR, na tentativa de acalmar os fiéis, grita que a imagem roubada era falsa. As freiras Êgide e Efigênia começaram a juntar os cacos, depois sendo ajudadas por fiéis presentes, sendo que, infelizmente, houve fragmentos levados a residências. Os padres tentaram manter a versão de que a imagem quebrada era falsa, mas o bispo de Aparecida, Dom Geraldo Penido, revelou no dia seguinte que era a verdadeira, mas ainda escondendo o fato da grande fragmentação da imagem. Restauração Dada a importância da imagem, cogitou-se no Santuário colocar uma réplica em seu lugar como sendo a autêntica, tendo logo abandonado a absurda ideia. O assunto da restauração foi discutido em diversas esferas da Igreja. O reitor do Santuário, Padre Izidro de Oliveira Santos CSsR telefonou ao Vaticano tentando encomendar a restauração ao prof. Deoclécio Redig de Campos, que havia feito, seis anos antes, a restauração da Pietà, de Michelangelo. Este sugeriu que o Pe. Izidro recorresse ao diretor do Masp, prof. Pietro Maria Bardi. Este encarregaria o serviço à artista plástica Maria Helena Chartuni, à época chefe do Departamento de Restauração do Masp. Em 28 de junho, os padres Izidro e Antônio foram ao Masp, onde entregaram uma caixa branca contendo os fragmentos a Bardi e Chartuni. Perguntaram se estes eram católicos, ao que confirmaram. Rezaram todos uma Ave-Maria par abençoar os trabalhos, e o prof. Bardi acompanhou os religiosos à saída. À imprensa, Pe. Izidro dizia que tinham quebrado a imagem que a levariam ao Vaticano para restauração, fato desmentido somente às vésperas da restauração ter ficado pronta, o que permitiu sossego nos trabalhos. No segundo dia dos trabalhos a sala de restauração do Masp foi isolada com cordas, ficava vigiada 24 horas por dia por seguranças e teve o segredo da fechadura trocado, de forma que apenas Chartuni, Bardi, um fotógrafo do Masp e os padres tinham acesso à sala. Inicialmente a artista classificou cuidadosamente as peças, que eram mais de 200, sendo 165 do corpo. Estudou a cola a ser usada, selecionando uma cola argentina à base de epóxi. Começou pelas peças maiores do manto, depois as mãos, que estavam intactas, e assim por diante. A cabeça foi a parte mais crítica, pois o lado direito fora ou esfacelado, transformando-se em pó, ou desapareceram fragmentos na noite da tragédia. Não teve alternativa a não ser esculpir o que faltava do lado direito da face baseando-se no que vira no lado esquerdo e em réplicas que os padres a levaram. O trabalho efetuado produziu uma cabeça quase idêntica à original, distinguível apenas aos que muito conheciam os detalhes da imagem da Padroeira. Durante a conclusão parcial dos trabalhos, a imagem estava ainda muito feia. Chartuni discutiu certa vez com Pe. Izidro sobre a cor da imagem. Este queria que esta fosse levemente clareada, que discordou, querendo manter a cor da imagem à altura do atentado. O reitor exigiu exames de raio-X na imagem para certificar-se de que foram preservados os fragmentos e o pino de alumínio que foram introduzidos no passado. Pe. Izidro, extra-oficialmente, não esteve contente com o andamento dos trabalhos de restauração, tendo pedido demissão de seu cargo assim que a imagem retornou a Aparecida. A restauração foi concluída em 31 de julho de 1978.[6] Retorno a Aparecida A imagem retornou a Aparecida sobre um carro do Corpo de Bombeiros. Relata a artista, que esteve no carro dos Bombeiros, que “foi um corredor humano que foi da Avenida Paulista até Aparecida, de um lado e do outro”. “Os caminhoneiros vinham do Rio de Janeiro e, quando viam a imagem, se ajoelhavam em cima das cargas e rezavam.” A devolução da imagem a Aparecida ocorreu menos de duas semanas depois do falecimento do Papa Paulo VI, durante seu luto.

308 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição nas águas do rio Paraíba! Temos a graça de celebrarmos a Solenidade de Nossa Senhora Aparecida. O dia 12 de outubro vem lembrar a todos os brasileiros que a devoção a Senhora Aparecida está impregnada da certeza da proteção da Mãe de Cristo e de que Ela intercede por nós, seus filhos. Toda celebração e devoção mariana nos remete a Cristo, a quem Maria anuncia como missionária e segue como discípula. A Solenidade de Nossa Senhora Aparecida recorda a proteção da Virgem Maria, sua presença materna e consoladora, experimentada em 1717, por três pescadores, na aurora de nossa história nacional. As redes vazias dos pobres quase se romperam pela abundância de peixes, após o “aparecimento” da imagem enegrecida da Imaculada Conceição. Desde então, aquela imagenzinha humilde recorda ao povo brasileiro a presença materna da Mãe do Senhor na nossa história e na nossa terra. A imagem ficou na casa de Filipe Pedroso por 15 anos. Ali, os amigos e vizinhos se encontravam para rezar à Nossa Senhora da Conceição. Graças e mais graças começaram a acontecer e a história se espalhava Brasil afora. Por várias vezes, à noite, ao rezarem junto à imagem, as pessoas viam que as luzes se apagavam e depois acendiam misteriosamente. Então, todo o povo da vizinhança passou a rezar aos pés da imagem. Construíram um pequeno oratório em Itaguaçu, que em pouco tempo já não comportava o grande número de fieis que para lá acorria. PRIMEIRA CAPELA O vigário da cidade de Guaratinguetá resolveu construir uma capela no morro dos Coqueiros. As obras terminaram em julho de 1745. O filho de Filipe Pedroso ajudou a construir essa capela. No dia 20 de abril de 1822, o imperador Dom Pedro I, juntamente com uma grande comitiva, fizeram uma visita à capela para homenagear a imagem milagrosa da Senhora de Aparecida, como também é conhecida. A quantidade de pessoas e romeiros que visitavam a imagem aumentava a cada dia. Por isso, em 1834, deram início às obras da igreja que é conhecida hoje como Basílica Velha. Ela era bem maior que a capela e foi consagrada no dia 8 de dezembro do ano de 1888. A BASÍLICA E A CIDADE Em 29 de abril de 1908, a igreja passou a ser chamada de Basílica Menor e sua sagração se deu no dia 5 de setembro de 1909. Para a solenidade o Papa Pio X enviou, de Roma, relíquias de São Vicente Mártir. No dia 17 de dezembro de 1928, a vila que crescera em volta da Basílica e que pertencia ao município de Guaratinguetá, fica independente, tornando-se o município de Aparecida do Norte. Hoje, a cidade se chama Aparecida. NOSSA SENHORA APARECIDA, RAINHA DO BRASIL. O Papa Pio XI decreta Nossa Senhora da Conceição Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil no dia 16 de julho de 1930. A Lei Federal nº 6.802 (30/06/1980) decreta oficialmente o dia 12 de outubro como feriado nacional, dia de devoção à santa. Esta Lei Federal também reconhece Maria como sendo a protetora do Brasil. NOVA BASÍLICA O fenômeno de Aparecida é impressionante. O número de romeiros cresce, cresce, cresce. Milhares de graças e milagres são relatados ano após ano. Por isso, uma nova basílica, bem maior, começou a ser construída em 1955 para acolher o numeroso fluxo de romeiros vindos de todo o país. Benedito Calixto, o arquiteto responsável pela obra, idealizou um edifício no formato da cruz grega. A igreja tem 168m de largura por 173m de comprimento. Suas naves chegam a 40m de altura e a cúpula central alcança 70m de pé direito. É uma obra impressionante. No dia 4 de julho de 1980, numa celebração eucarística solenemente conduzida pelo Papa João Paulo II, a Basílica de Nossa Senhora Aparecida foi finalmente consagrada. O santuário de Aparecida é a maior basílica do mundo dedicada à Maria Mãe de Deus. Peçamos a Nossa Senhora Aparecida que nos ilumine e nos faça sempre lutar por um Brasil melhor, com mais solidariedade, honestidade, justiça, concórdia e paz. É aos pés da padroeira do Brasil que queremos depositar estes nossos pedidos e pedir a sua intercessão. Queremos consagrar todo o nosso país nas mãos dela. Que sejamos unidos como simboliza a imagem quebrada e unida. Que acolhamos os excluídos e descartados como recorda a cor da imagem, compartilhando com os excluídos daquele tempo a sua sorte.

 

















































O jovem Carlo Acutis tinha uma fé apaixonada pela Eucaristia e um amor profundo por Maria, a Mãe de Jesus. 🙏💙 Ele reconhecia em Nossa Senhora uma aliada poderosa no caminho da santidade. E hoje, olhando para Nossa Senhora Aparecida, a nossa Mãe e Padroeira do Brasil 🇧🇷, recordamos que também nós somos chamados a amar como Carlo: com o coração cheio de fé, simplicidade e confiança. Que o exemplo de Carlo nos inspire a viver com mais devoção, especialmente neste mês dedicado a Nossa Senhora Aparecida. Carlo Acutis, rogai por nós! Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nós!

Hoje a Igreja faz memória de São João XXIII, Papa que, movido pelo Espírito Santo, convocou o Concílio Vaticano II, abrindo um novo tempo de renovação e comunhão eclesial. ⠀ O Papa Francisco nos recordou: “São João XXIII foi um pastor que soube ouvir Deus, a Igreja e o mundo”. ⠀ Que o exemplo deste “Papa Bom” continue a iluminar o caminho da Igreja e a fortalecer nossa fé.

 


As mudanças do logo da Seleção Brasileira no decorrer dos anos

 


Quem leva a próxima ???

 


Origem de nomes de cidades brasileiras formados com a palavra indígena "Itá", que significa "pedra". Para facilitar a compreensão da imagem Itá: Pedra. Yuba: Itajubá (MG) - pedra amarela. Nha'em: Itanhaém (SP) - prato de pedra. Ker: Itaquera (SP) - pedra dormente. Byr: Itabira (MG) - pedra levantada. Pororok: Itapororoca (PB) - pedra explodida. Y + Pu: Itaipu (PR) - barulho do rio das pedras. Ya + Y: Itajaí (SC) - rio com muitas pedras. Peb + Syrik: Itapecerica (SP) - pedra achatada e escorregadia.

O rio Nilo é o segundo rio mais longo do mundo, com uma extensão de aproximadamente 6.650 km. Flui em direção norte pelo nordeste de África, passando por vários países antes de desembocar no mar Mediterrâneo. Os principais países que atravessa são Uganda, Sudão do Sul, Sudão e Egito. 👉 O Nilo tem dois principais afluentes: Nilo Branco e Nilo Azul. O Nilo Branco, considerado a fonte principal e mais longa, nasce no Lago Victoria, que fica no Uganda. O Nilo Azul, que traz a maior parte da água e sedimentos do Nilo, nasce no lago Tana nas terras altas da Etiópia. Ambos os afluente s se unem perto de Khartum, capital do Sudão. 🌊 O rio Nilo tem sido vital para as civilizações ao longo de seu curso, especialmente no Egito, onde forneceu água, alimentos e transporte há milhares de anos. O Vale do Nilo e o seu delta são áreas férteis que permitiram o desenvolvimento da agricultura e abriram algumas das civilizações mais antigas e avançadas do mundo, como a civilização egípcia. 〰️ Hoje, o Nilo continua a ser crucial para os países que atravessa, fornecendo água para consumo humano, agricultura e geração de energia hidroelétrica. No entanto, também enfrenta desafios significativos, como a poluição, a gestão da água e as tensões entre os países costeiros sobre a utilização e distribuição dos seus recursos hídricos. ✨ O Rio Amazonas é o primeiro mais longo, com 6.992 km de extensão, o Amazonas é o maior rio do mundo. Ele nasce na cordilheira dos Andes, no Peru, e deságua na ilha de Marajó, no Pará. O Amazonas também é o rio com maior volume de água do planeta, com uma vazão média de 210 mil metros cúbicos por segundo.

A Grande Pirâmide de Quéops contém um enigma do qual nenhum historiador ou arqueólogo gosta de falar. Todos os arqueólogos concordam que a estrutura da pirâmide é composta por cerca de 2 400 000 blocos de rocha que pesam entre 2 e 70 toneladas. Cada um desses blocos de rocha foi posicionado com uma precisão absoluta, uma vez que a pirâmide tem uma margem de erro de apenas 1 centímetro na base e apenas 1 grau de alinhamento em direção ao norte. Um resultado semelhante só pode ser alcançado hoje em dia com sistemas de construção guiados a laser. Mas não é a precisão com que a Grande Pirâmide foi construída que impressiona. Não queremos também falar sobre como os blocos foram transportados. Em vez disso, a "questão das centenas de armas" é outra: quanto tempo lhes terá levado? Por que é que esta é a pergunta de todas as perguntas? Supondo que os trabalhadores egípcios conseguissem cortar, transportar e colocar 1 bloco por dia, teria sido necessário exatamente (2 400 000 : 365) anos para construir a Grande Pirâmide, ou seja, 6 575 anos para a concluir. Isso significa que a pirâmide, dada como concluída por volta de 2500 a.C., teria começado pelo menos em 9000 a.C. Mas, segundo os arqueólogos, a Grande Pirâmide foi construída em apenas 10 anos, por volta de 2500 a.C. O que implica esta afirmação? Para ser construída em cerca de 10 anos, como ensina a arqueologia oficial, considerando que o trabalho era feito apenas durante o dia e portanto 10 horas por dia, cada bloco da pirâmide teria de ser cortado, transportado e colocado a uma taxa de menos de 1 por minuto, ou seja, um a cada 60 segundos ou mais. (1 bloco x 60 minutos x 10 horas x 365 dias x 10 anos) = 2 190 000. Conseguem imaginar um grupo de trabalhadores com ferramentas tão rudimentares como o cobre, que nem conheciam a roda naquela altura, a cortar blocos de 2 a 70 toneladas, a transportá-los através de rampas e a colocá-los 1 a cada minuto sem interrupção, todos os dias, todas as semanas, durante anos, durante 10 anos? Honestamente, tenho algumas dificuldades em aceitar. A Grande Pirâmide foi certamente construída por pessoas que viviam onde ela foi encontrada. Mas é bastante evidente que o tempo em que foi construída, e talvez também as pessoas que a construíram, provavelmente não são o que muitos pensam. O artigo continua no livro: HOMO RELOADED - A história escondida dos últimos 75 000 anos.

 


Canibalismo dos Tupinambás. Entre as tribos indígenas que viviam no Brasil na época do início da colonização portuguesa, no século XVI, os tupinambás ficaram conhecidos amplamente por uma característica peculiar: a antropofagia, isto é, o ato de comer carne humana, também denominado canibalismo. É certo que os tupinambás não eram os únicos a exercer tal prática, mas em razão sobretudo dos relatos de alguns viajantes europeus que presenciaram os rituais de canibalismo dessa tribo, sua fama correu o mundo. O principal relato escrito sobre o canibalismo dos tupinambás é de autoria do aventureiro alemão Hans Staden (1525-1579) e está registrado na obra Duas Viagens para o Brasil, publicada em 1557. Esse relato circulou amplamente entre os círculos letrados da Europa por várias décadas, o que contribuiu para a composição de um imaginário exótico do chamado “Novo Mundo”. Outro europeu que se dedicou a refletir sobre o canibalismo dos índios brasileiros foi o filósofo francês Michel de Montaigne (1533-1592), inventor do gênero de escrita chamado ensaio. Montaigne escreveu o ensaio intitulado “Dos Canibais” para pensar a própria forma de organização da civilização europeia de sua época (século XVI) em contraste com a tribo primitiva dos tupinambás. Sem contar que tanto Montaigne quanto várias multidões de pessoas do século XVI tiveram a oportunidade de ver índios tupinambás em cidades como Lisboa e Paris. Eles haviam sido capturados no Brasil e para lá conduzidos a fim de acrescentar uma “mostra exótica” à corte dos monarcas europeus. A prática do canibalismo entre as tribos indígenas brasileiras é interpretada por antropólogos e historiadores sobre vários ângulos. Primeiramente, deve-se destacar que o canibalismo tupinambá é caracterizado como “exocanibalismo”, isto é, essa tribo não devorava membros de sua própria comunidade, mas buscava em outras tribos rivais o seu “alimento”. Geralmente os homens canibalizados eram guerreiros capturados em batalhas. O corpo desses rivais era comido em cerimônias com presença de dança e outros elementos ritualísticos. O canibalismo, na maioria dos casos, possuía algum fundamento mítico que o legitimava, como a necessidade de espantar a violência do grupo, da comunidade, através do sacrifício de membros de fora dela. Na década de 1920, vale acrescentar que o poeta, polemista e filósofo Oswald de Andrade, um dos organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922, publicou o “Manifesto Antropófago”, um dos textos-base do Modernismo artístico brasileiro, no qual evocou a ideia dos índios canibais brasileiros, dando a ela um sentido estético que serviu como marca da capacidade da cultura brasileira de absorver outras culturas e tradições e imprimir nelas sua própria marca.

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10/10/2025


 

Papa Leão XIV a primeira Exortação Apostólica, intitulada “Dilexi te”. “Eu te amei”









 

o dia 9 de outubro de 1967, há 58 anos, Ernesto Guevara de la Serna, o líder revolucionário marxista “Che Guevara”, foi executado de forma brutal, aos 39 anos, por ter escolhido combater a exploração capitalista e lutar pela justiça social. No dia anterior, 8 de outubro, ele havia sido capturado pelo Exército Boliviano com o apoio da CIA. Nascido na Argentina, Che estudou Medicina na Universidade de Buenos Aires, mas as fronteiras acadêmicas logo se mostraram pequenas diante de sua inquietação. Em viagens por diversos países da América Latina, viu de perto a miséria, a desigualdade e o sofrimento de povos inteiros. Foi essa experiência que o transformou de estudante em revolucionário. Em 1954, na Guatemala, presenciou o golpe articulado pela CIA. Esse episódio marcou seu compromisso definitivo com a luta anti-imperialista e o aproximou dos combatentes cubanos que, poucos anos depois, libertariam Cuba da ditadura de Fulgêncio Batista, em 1º de janeiro de 1959. Durante e após a Revolução Cubana, Che assumiu papel decisivo: liderou frentes de batalha, formou novos quadros revolucionários e ocupou funções como ministro de Estado, contribuindo para a reorganização econômica e social da ilha. Sua convicção, porém, ultrapassava as fronteiras nacionais, levou a chama da revolução ao Congo e, posteriormente, à Bolívia, sempre movido pela ideia de uma libertação continental e internacional. Trinta anos após sua morte, em 1997, seus restos mortais foram encontrados e levados a Cuba, onde descansam em um memorial dedicado à sua memória. Mais do que um nome na história, Che Guevara representa a persistência do ideal libertário. Seu exemplo segue vivo como um chamado à resistência, à coragem e à construção de um mundo onde a dignidade não seja privilégio, mas direito de todos. “Sejamos o pesadelo dos que querem roubar nossos sonhos” - Che Guevara


 

10/09/2025

A Terra é um dos oito planetas que orbitam o Sol, nossa estrela-mãe. Juntos formamos um sistema repleto de mundos e luas flutuando no espaço. O Sol, apesar de imenso para nós, é apenas uma entre centenas de bilhões de estrelas da Via Láctea. Vivemos em um canto discreto da galáxia, no braço chamado Orión-Cisne, a cerca de 26 mil anos-luz do centro. E a Via Láctea é só uma entre bilhões de galáxias espalhadas pelo universo observável. Estima-se que existam até dois trilhões delas, um número quase impossível de imaginar. O universo observável é a parte do cosmos cuja luz conseguiu chegar até nós desde o Big Bang, uma imensa esfera de 93 bilhões de anos-luz de diâmetro. No fim, somos um pequeno planeta em meio a um universo gigantesco, e mesmo assim é aqui que algo incrível acontece: a vida.

 


Extrema direita e o centrão sempre contra povo brasileiro e a favor dos ricos e uma vergonha

 


O homen que criou as folgas no fim de semana.! Em 1926, Henry Ford mudou o mundo com uma decisão simples: conceder folga no sábado. Naquela época, os operários trabalhavam até 12 horas por dia, seis ou sete dias por semana. O descanso era um luxo, e o tempo livre, um sonho distante. Mas em setembro de 1926, o fundador da Ford Motor Company surpreendeu os Estados Unidos ao anunciar que suas fábricas passariam a operar apenas cinco dias por semana, com 40 horas de trabalho e o mesmo salário. Ford acreditava que os trabalhadores mereciam viver, não apenas produzir. Ele afirmou que um funcionário descansado trabalhava melhor, e que ter dois dias livres permitiria às famílias aproveitar o tempo juntas e até consumir os produtos que ajudavam a fabricar. Esse gesto foi revolucionário. Pouco a pouco, o modelo de Ford se espalhou, inspirando leis trabalhistas, sindicatos e empresas ao redor do mundo. Hoje, o fim de semana parece algo natural. Mas foi preciso um homem, quase um século atrás, acreditar que produtividade e dignidade poderiam caminhar juntas.

 


O médico que decidiu não patentear a vacina para que todas as casas farmacêuticas pudessem produzi-la e oferecer a todas as crianças do mundo: Albert Bruce Sabin nasceu em 1906 em Białystok, Polônia. Médico e virologista judeu naturalizado americano, famoso por descobrir a vacina contra a Poliomielite, renunciou ao dinheiro da patente permitindo a sua propagação para todos, incluindo entre os pobres. Entre 1959 e 1961, milhões de crianças dos países de Leste, Ásia e Europa foram vacinadas: a vacina contra a poliomielite de Sabin foi autorizada na Itália em 1963, tornada obrigatória em 1966 , erradicando assim a doença no país. Ele disse: "Muitos insistiram que eu patenteasse a vacina, mas eu não quis. Este é o meu presente para todas as crianças do mundo". E esse era o testamento dele.

O debate na sociedade está aceso. De um lado, o otimismo com a visibilidade global, as oportunidades econômicas e o avanço nas políticas ambientais. Do outro, a preocupação com os impactos locais, a exclusão social e a real efetividade dos acordos que serão firmados. Será que a COP 30 será um ponto de virada real ou apenas mais uma conferência com muitas promessas e pouca ação? A verdade é que o sucesso do evento dependerá do nosso engajamento, da cobrança por transparência e de garantir que os benefícios cheguem a quem mais precisa. É uma oportunidade única para o Brasil liderar pelo exemplo, mostrando que o futuro do planeta passa, obrigatoriamente, pela Amazônia.

No entanto, nem tudo são flores. Realizar um evento dessa magnitude em Belém traz desafios gigantescos. Questões de infraestrutura, como saneamento, mobilidade urbana e segurança, vêm à tona. Será que a cidade está preparada para receber milhares de pessoas? Existe o receio de que as obras se concentrem apenas nas áreas turísticas, deixando um legado pequeno para a maioria da população. Além disso, há o risco de "greenwashing", onde grandes empresas usam o evento para promover uma imagem sustentável sem, de fato, mudar suas práticas prejudiciais.

A COP, ou Conferência das Partes, é o maior evento do mundo sobre clima, reunindo líderes globais para tomar decisões cruciais. Trazer a COP 30 para a Amazônia é um marco histórico! Coloca o Brasil e a nossa floresta no centro do debate sobre sustentabilidade. Imagine a oportunidade: o mundo inteiro de olho na maior floresta tropical do planeta, discutindo como protegê-la e, ao mesmo tempo, promover um desenvolvimento que respeite a natureza e as comunidades locais.

 

10/08/2025

Pode talvez não ter sido a mais bonita, mas com certeza a de maior destaque dentre as Copas que o Brasil disputou jogando de amarelo

 


O Concílio Vaticano II, também conhecido como Vaticano II, foi o 21º Concílio Ecumênico da Igreja Católica, convocado pelo Papa João XXIII em 25 de dezembro de 1961 e aberto oficialmente em 11 de outubro de 1962. O Concílio foi concluído em 8 de dezembro de 1965, durante o pontificado do Papa Paulo VI. Participaram dele mais de 2.500 prelados de todo o mundo, que discutiram e regulamentaram vários temas importantes para a Igreja Católica, visando atualizá-la em resposta às mudanças sociais, políticas, econômicas e tecnológicas do mundo contemporâneo. O Vaticano II resultou em quatro constituições, nove decretos e três declarações que estabeleceram diretrizes para a vida cristã, a liturgia, a relação da Igreja com o mundo moderno, a promoção da unidade entre os cristãos e a atualização das instituições eclesiásticas. O Concílio marcou uma reflexão global da Igreja sobre si mesma e sobre suas relações com o mundo, sendo considerado um momento fundamental para compreender a história da Igreja no século XX e para reafirmar sua fidelidade à fé cristã enquanto responde aos "sinais dos tempos" do mundo atual. O evento buscou fomentar a vida cristã, adaptar-se às necessidades do tempo, promover a unidade dos crentes e fortalecer a Igreja em sua missão. As mudanças geradas pelo Concílio Vaticano II continuam sendo estudadas e aplicadas, influenciando profundamente a liturgia, a doutrina e a postura da Igreja Católica perante o mundo moderno

O Hamas anunciou a conclusão do acordo para cessar o fogo, encerrar o genocídio em Gaza, permitir a entrada de ajuda humanitária, realizar a troca de prisioneiros e efetuar a retirada israelense.




Gurupá é uma cidade que respira história e, em seu coração, pulsa uma fé fervorosa. E o centro dessa fé é São Benedito. Para o povo gurupaense, ele não é apenas um santo; é um protetor, um amigo, um símbolo de esperança. A devoção a ele passa de geração em geração, fortalecendo os laços da comunidade e mantendo vivas as tradições. Gurupá é uma cidade que respira história e, em seu coração, pulsa uma fé fervorosa. E o centro dessa fé é São Benedito. Para o povo gurupaense, ele não é apenas um santo; é um protetor, um amigo, um símbolo de esperança. A devoção a ele passa de geração em geração, fortalecendo os laços da comunidade e mantendo vivas as tradições. E essa fé explode em uma festa grandiosa todo mês de dezembro. A Festividade de São Benedito transforma Gurupá. As ruas se enchem de cores, música e alegria. É uma celebração que une todos: moradores, visitantes, devotos que vêm de longe para pagar promessas e agradecer. As procissões, as missas, as danças folclóricas, como a dança do Gambá, criam uma atmosfera única, uma energia contagiante.

 

Beira da Amazônia gurupaense

10/06/2025

Novo Horizonte

A beira do rio Amazonas

Cores amazônicas

Rio amazonas

Rios com lágrimas

Um assobio da Amazônia

Documentário Vidas em Cenas

Olhar ribeirinho

Olhando

Barcos

Belezas da Amazônia gurupaense

Olhando a beleza gurupaense

Marajoara

Beleza marajoara

Belezas da Amazônia gurupaense

Vida!

Verde é vida!

Águas do rio Amazonas

Rio amazonas

A beira do rio Amazonas

Barcos amazônicos

Chegando em Gurupá

10/01/2025

 No século dezenove, o café já era o motor da economia brasileira. 

Ele financiou a construção de ferrovias, a modernização das cidades e a ascensão de uma nova elite, os "barões do café". 

A riqueza gerada por essa cultura transformou a paisagem social, política e econômica do país, mudando o destino de gerações inteiras e consolidando o Brasil como o maior produtor e exportador de café do mundo.

E tudo isso começou ali, em Gurupá. Hoje, o município amazônico não é apenas um ponto no mapa. Ele é um marco histórico, lembrado como o berço do café no Brasil. 

O lugar onde uma flor escondida em um buquê floresceu e deu início a uma história de sucesso que se espalharia por todo o país.

Francisco de Melo Palheta, o discreto herói dessa narrativa, talvez não imaginasse a dimensão do seu feito. Ao trazer aquelas sementes da Guiana Francesa, ele não plantou apenas café. 

Ele plantou sonhos, riqueza e uma parte fundamental da identidade nacional. 

Da próxima vez que você tomar uma xícara do nosso delicioso cafezinho, lembre-se dessa história incrível. Lembre-se de Palheta, do buquê de flores e do pequeno vilarejo de Gurupá, onde tudo começou.

E essa é a história de como o Brasil se tornou o país do café. Uma história de aventura, astúcia e visão, que começou com um simples gesto nas margens do rio Amazonas

O café está em nosso dia a dia, em nossa cultura, em nossa economia. É um símbolo do Brasil que nasceu de uma semente de coragem.


 



O café chegou ao Brasil no início do século XVIII e acabou se tornando um dos principais motores da economia brasileira. O processo foi assim:

  • Origem mundial: O café é originário da Etiópia (África), mas começou a ser cultivado em larga escala no Iêmen e depois se espalhou para o Oriente Médio, Europa e colônias tropicais.

  • 🇧🇷 Chegada ao Brasil:

    • A versão mais aceita é que o café foi introduzido em 1727, na cidade de Belém do Pará, pelo sargento-mor Francisco de Melo Palheta.

    • Ele foi enviado à Guiana Francesa em missão diplomática e, segundo a tradição, teria conquistado a simpatia da esposa do governador local, que lhe presenteou com algumas mudas e sementes de café.

    • Palheta trouxe essas mudas para o Pará, onde começaram os primeiros cultivos.

  • Expansão pelo território:

    • No início, o café não teve grande importância econômica. Só mais tarde se expandiu para o Maranhão, Bahia e, principalmente, para o Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, que tinham clima e solo ideais.

    • No século XIX, o café já era o principal produto de exportação do Brasil, responsável por transformar a economia e a sociedade.

  • Impacto histórico:

    • Tornou-se a base da economia brasileira durante o Império e a Primeira República (“República do Café com Leite”).

    • Gerou riqueza, atraiu imigrantes para o trabalho nas lavouras (sobretudo italianos) e marcou profundamente a história política e social do país.

há uma tradição histórica que diz que o café entrou no Brasil pela Amazônia, mais especificamente pela região do município de Gurupá (PA), no Baixo Amazonas.

📖 Contexto histórico:

  • Em 1727, o sargento-mor Francisco de Melo Palheta foi enviado à Guiana Francesa para resolver uma disputa territorial.

  • Durante a missão, conseguiu trazer mudas de café para o Brasil.

  • Acredita-se que essas primeiras mudas tenham sido plantadas justamente em Gurupá, por ser um ponto estratégico no rio Amazonas, onde havia um forte português e intenso movimento de colonização.

  • Daí, a planta teria se espalhado para outras partes da Amazônia e depois para o Maranhão e a Bahia, até chegar ao Sudeste, onde ganhou grande importância econômica.

Por que nem sempre se fala em Gurupá nos livros de história?

  • Muitos manuais de história resumem apenas que o café chegou “ao Pará” em 1727, sem detalhar o local exato.

  • Pesquisas locais e tradições orais de Gurupá reforçam a versão de que o município foi o verdadeiro “portal de entrada” do café no Brasil.

Francisco de Melo Palheta (1670–1733)

Naturalidade: Lisboa, Portugal
Atuação no Brasil: Pará e Maranhão

Carreira Militar e Missão Diplomática

  • Era sargento-mor do Exército português, enviado à Amazônia para missões militares e administrativas.

  • Em 1727, foi escolhido para uma missão diplomática na Guiana Francesa, onde Portugal e França disputavam limites territoriais.

  • Durante sua estadia, teria conquistado a simpatia da esposa do governador francês, que lhe entregou mudas e sementes de café escondidas em um buquê de flores.

Introdução do Café no Brasil

  • Retornando da missão, trouxe as primeiras mudas de café para o Brasil.

  • O local onde essas mudas teriam sido plantadas inicialmente foi o município de Gurupá (PA), então um importante entreposto militar e comercial da Amazônia.

  • De Gurupá, o café se espalhou para o Maranhão e a Bahia, até chegar ao Sudeste no final do século XVIII.

Importância Histórica

  • Francisco de Melo Palheta é considerado o responsável oficial pela introdução do café no Brasil, ainda que seu feito tenha recebido reconhecimento tardio.

  • O café, a partir do século XIX, se tornou o principal produto da economia brasileira, projetando o país no cenário internacional.

  • O papel de Gurupá como porta de entrada reforça a importância da Amazônia na formação histórica e econômica do Brasil.

NARRATIVA:

No ano de 1727, um homem atravessava os rios turbulentos da Amazônia com uma missão secreta que mudaria a história do Brasil. Francisco de Melo Palheta, sargento-mor português, vinha da Guiana Francesa, onde, com astúcia e charme, conquistara a simpatia da esposa do governador francês. Entre sorrisos e corteses conversas, ela lhe confiou um tesouro em miniatura: mudas e sementes de café, escondidas em um buquê de flores. Palheta trouxe consigo aquele presente precioso até o coração da Amazônia. O destino escolhido foi Gurupá, um pequeno município à beira do rio Amazonas, estratégico ponto de encontro de colonizadores, indígenas e aventureiros. Ali, entre terras férteis e rios caudalosos, as primeiras mudas encontraram solo e clima perfeitos. Do silêncio das matas e do murmúrio das águas, o café começou a crescer, tímido, mas promissor. Pouco a pouco, espalhou-se pelo Pará, Maranhão e Bahia, até alcançar o Sudeste do país, transformando-se no motor da economia brasileira e mudando o destino de gerações. Hoje, Gurupá não é apenas um município amazônico: é lembrado como o portal do café no Brasil, onde uma flor escondida em um buquê floresceu e deu início a uma história que se espalharia por todo o país. Francisco de Melo Palheta, discreto herói dessa narrativa, tornou-se, sem saber, o responsável por plantar não apenas sementes, mas sonhos e riqueza para a nação. No amanhecer de um dia quente da Amazônia, Francisco de Melo Palheta seguia pelos rios caudalosos, levando consigo o tesouro mais inesperado: as primeiras mudas de café destinadas ao Brasil. Sua embarcação avançava lentamente pelas águas barrentas do rio Baquiá, cercada por densas matas e pelo canto distante de aves exóticas. Ao chegar ao território de Gurupá, Palheta encontrou um pequeno vilarejo ribeirinho, fortificado apenas pelo entreposto português que vigiava a região. Ali, no cruzamento de águas e caminhos, o homem que vinha da Guiana Francesa fez uma pausa estratégica. Gurupá, com seu clima úmido e solo fértil, oferecia o local ideal para que as mudas de café pudessem se enraizar e sobreviver. Ele desembarcou com cuidado, protegendo as mudas embaladas em vasos improvisados, e encontrou aliados locais dispostos a ajudá-lo a plantar aquelas primeiras sementes. A cada passo, o perfume das flores do café recém-chegadas misturava-se ao aroma da floresta e à brisa do rio. Foi naquele canto remoto da Amazônia que o café começou sua jornada pelo Brasil. O que parecia um simples plantio tornou-se o primeiro capítulo da história do café no país, e Gurupá, silenciosa testemunha, entrou para sempre nos registros da memória nacional como a porta de entrada da bebida que viria a transformar a economia e a cultura brasileirasEnquanto o rio Baquiá seguia seu curso, levando barcos, peixes e histórias, Palheta continuava sua viagem, mas o marco de Gurupá permanecia: o lugar onde um pequeno buquê de flores e algumas mudas iniciaram a saga do café brasileiro.


Rios com lágrimas

 









































Críticas à guerra de Israel
  1. Desproporcionalidade militar

    • Israel possui um dos exércitos mais poderosos do mundo, com apoio tecnológico e militar dos EUA e aliados da OTAN, enquanto os palestinos contam com recursos muito limitados.

    • Bombardeios israelenses atingem áreas densamente povoadas em Gaza, causando milhares de mortes civis.

  2. Alvo em civis e infraestrutura

    • Ataques atingem escolas, hospitais, campos de refugiados e casas, violando princípios básicos do direito internacional humanitário.

    • Críticas apontam que Israel não distingue alvos militares de civis.

  3. Bloqueio e ocupação

    • Gaza é frequentemente chamada de "a maior prisão a céu aberto do mundo". O bloqueio imposto por Israel (e parcialmente pelo Egito) restringe entrada de comida, remédios, água potável e energia.

    • A Cisjordânia sofre expansão contínua de assentamentos israelenses, considerados ilegais pela ONU.

  4. Violações de direitos humanos

    • Denúncias de execuções extrajudiciais, detenções sem julgamento, demolições de casas palestinas e expulsões forçadas.

    • Organizações como Anistia Internacional e Human Rights Watch classificam a política israelense como apartheid.


📌 Argumentos a favor da Palestina

  1. Direito à autodeterminação

    • O povo palestino luta por reconhecimento como Estado soberano e pelo fim da ocupação.

    • A ONU já aprovou diversas resoluções que reconhecem a legitimidade dessa causa.

  2. Resistência contra a ocupação

    • Muitos defensores da Palestina afirmam que, diante da ocupação militar, a resistência é um direito legítimo de qualquer povo colonizado.

  3. Questão humanitária

    • Apoiar a Palestina significa apoiar civis que vivem em condições de miséria extrema, vítimas de bloqueio e bombardeios constantes.

    • A crise em Gaza é vista como uma catástrofe humanitária fabricada, não apenas consequência da guerra.

  4. Justiça histórica

    • A criação do Estado de Israel em 1948 (Nakba para os palestinos, ou “catástrofe”) resultou na expulsão de centenas de milhares de palestinos de suas terras.

    • Muitos defendem o retorno dos refugiados e o reconhecimento das injustiças históricas.

 Críticas a Israel
  • Israel usa força desproporcional contra um povo desarmado e ocupado.

  • Bombardeios atingem civis, hospitais e escolas, violando o direito internacional.

  • Gaza é uma prisão a céu aberto: sem água, luz, comida e medicamentos por causa do bloqueio.

  • Israel expande assentamentos ilegais na Cisjordânia, expulsando famílias palestinas.

  • Organizações de direitos humanos classificam Israel como regime de apartheid.

  • Milhares de crianças e inocentes morrem em cada ofensiva israelense.


 Argumentos a favor da Palestina

  • A Palestina tem direito à autodeterminação e soberania.

  • Todo povo colonizado tem direito à resistência contra ocupação.

  • Defender a Palestina é defender civis que vivem sob bloqueio e massacre.

  • A Nakba de 1948 expulsou palestinos de suas terras; a justiça histórica exige reparação.

  • Apoiar a Palestina não é ser contra judeus, mas contra o colonialismo e a opressão.

  • A luta palestina é também uma luta por direitos humanos universais.