2/15/2026

datas sobre Gurupá

 

DATAS E INFORMAÇÕES

 

          O Apostolado da Oração foi fundado em Gurupá em 1908.

          A Paróquia Santo Antônio de Gurupá foi erguida em 1693, sendo a segunda do estado do Pará. 

          A Igreja matriz de Santo Antônio foi erguida em 1864 somente no ano de 1948 foi incorporada na Prelazia do Xingu em 2019 foi elevada canonicamente a Diocese de Xingu-Altamira pelo Papa Francisco sendo incorporada à Província Eclesiástica de Santarém.

          A chegada do padre italiano Giulio Luppi em 1971, criando e fundando as Cebs em Gurupá em 1972.

          Em 1973 foi realizada a primeira Semana Catequética paroquial.

          Em 1975 foi criado o Conselho Pastoral Paroquial.

          1984 foi organizado o movimento de mulheres de Gurupá.

          Em 1985 deu-se início aos estudos bíblicos-CEBI.

          Em 29 de março de 1986 foi afundado o barco Livramento da Paróquia por motivação política, sendo resgatado em 14 de janeiro de 1988.

          O primeiro encontro de jovens da Pastoral da Juventude foi no ano de 1986.

          Em 2002 foi organizado pela Irmã Paulina a Pastoral Infância e Adolescência missionária, somente em 2006 ocorreu o primeiro encontro.

          Dom Frei João Muniz Alves, OFM com a instalação da Diocese e posse do Bispo ocorreu em 1°/02/2020, em Altamira.

          Posse do Pároco Aderney Gemaque Leal no dia 06 de maio de 2022.

          Chegada do Pe. Amaro como Padre Cooperador da Paróquia St. Antônio de Gurupá.

          Em 2022 a Paróquia completou jubileu das Cebs em Gurupá, 50 anos de organização, fé e vivência comunitária.

          1º Encontro da Pastoral do dízimo- 2023

          50º Semana catequética-2024

GILVANDRO TORRES- um gurupaenses


 GILVANDRO DOS SANTOS TORRES, nascido no rio Mararu no município de Gurupá. É Católico devoto de Sto. Afonso. Adepto a Teologia da Libertação. Filho de Henry W. Diamantino Torres e Maria Neuza F. dos Santos. Casado com Nilda Diamantino. É pai Arthur, Gilvannia e Gisele. Historiador e Escritor. Participou ativamente do movimento estudantil em Belém na década de 90. recebeu medalha de honra ao mérito pela EEEM Magalhaes Barata( 2003) sendo eleito Conselheiro Escolar. Foi Assessor Parlamentar na Assembleia legislativa do Estado do Pará(2009-2018).  Secretário do Gabinete da Promotoria de Justiça de Gurupá (2013-2014).  Chefe de Departamento da Prefeitura Municipal de Gurupá (2015-2016). Conselheiro Municipal de Assistência Social(2015-2016). Recebeu Diploma de honra ao mérito pelo SINTEPP sub sede Gurupá (2017). Assessor da Secretaria Municipal de Integração Social de Altamira (2017). Publicou o livro “Gurupá, uma conquista pelo povo” (2019). Conselheiro Tutelar do município de Gurupá-PA (2020-2023). Empossado em 2024 Membro Perpétuo da Academia Marajoara de Letras.  Atualmente é Conselheiro Paroquial e Conselheiro Diocesano(2024-2026). Conselheiro Municipal de Educação(2026-2027). Pela Câmara municipal de Gurupá foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de Gurupá(2026). Define-se como militante social em busca do bem comum pra todos.

A Doutrina Social da Igreja- GILVANDRO TORRES

 

A Doutrina Social da Igreja (DSI) é o conjunto de ensinamentos da Igreja Católica sobre a vida em sociedade, aplicando os princípios do Evangelho às questões sociais, econômicas e políticas, visando a dignidade humana, a justiça e o bem comum, com foco especial nos pobres e vulneráveis, fundamentada na Sagrada Escritura e tradição, e sistematizada a partir da encíclica Rerum Novarum (1891). Ela não é ideologia política, mas uma bússola moral e espiritual para guiar os fiéis e toda a humanidade na construção de um mundo mais justo, promovendo valores como solidariedade, subsidiariedade e destinação universal dos bens. Surgimento: Nasceu com a Rerum Novarum (1891) do Papa Leão XIII, respondendo à "questão operária" do capitalismo industrial, defendendo os direitos dos trabalhadores e a dignidade do trabalho. Desenvolveu-se em documentos de Papas como Pio XI (Quadragesimo Anno), João XXIII (Mater et Magistra, Pacem in Terris), Paulo VI (Populorum Progressio), João Paulo II (Sollicitudo Rei Socialis, Centesimus Annus) e Francisco (Laudato Si', Fratelli Tutti).

Princípios Fundamentais: Dignidade da Pessoa Humana: O valor intrínseco de todo ser humano, criado à imagem de Deus.

Bem Comum: O conjunto de condições sociais que permitem a todos os indivíduos e grupos alcançarem sua plena realização.

Evangelização: Anunciar a mensagem de Cristo para todas as dimensões da vida humana, incluindo as sociais.

Anúncio e Denúncia: Apontar o que está de acordo e o que não está com o projeto de Deus para a humanidade.

Serviço: Colocar a Igreja a serviço da família humana, promovendo o bem de todos e não interesses de grupos.

Em Resumo A Doutrina Social da Igreja é a voz da fé cristã aplicada à vida pública, um chamado à ação para transformar o mundo à luz do Evangelho, buscando a fraternidade e a justiça para todos.

A Campanha da Fraternidade (CF) 2026 da Igreja Católica no Brasil terá o tema "Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós" (João 1,14),

 

A Campanha da Fraternidade (CF) 2026 da Igreja Católica no Brasil terá o tema "Fraternidade e Moradia" e o lema "Ele veio morar entre nós" (João 1,14), focando na dignidade da moradia como direito fundamental e expressão da fé, abordando o grande déficit habitacional brasileiro com a figura do "Cristo sem-teto", e convidando à conversão para uma sociedade mais justa durante a Quaresma de 2026, com a Coleta Nacional da Solidariedade em 29 de março.

Tema e Lema: Tema: Fraternidade e Moradia. Lema: "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14).

Despertar a consciência sobre o direito à moradia digna como parte essencial da fé cristã e da construção do Reino de Deus na Terra, combatendo o déficit habitacional no Brasil. Cartaz: Apresenta a escultura "Cristo sem-teto", um homem coberto por um cobertor com pés feridos, simbolizando Jesus, e um fundo dividido, representando a desigualdade urbana. A campanha responde ao grande déficit habitacional (6 milhões de moradias) e à precariedade de muitas habitações no Brasil. Segue o método "ver, iluminar, agir", promovendo a reflexão sobre a moradia como expressão de fé e solidariedade. A Coleta Nacional da Solidariedade, em 29 de março de 2026, arrecada fundos para projetos de moradia e dignidade. Um Texto-Base aprofunda o tema, e há materiais específicos para crianças, buscando engajar todos na reflexão e ação.

Proposta: Trabalhar para informar e ajudar criar mecanismos para acessar os programas sociais do Governo Federal para Beneficiar aa quem precisa, a moradia é um direito social de todos, no entanto falta acesso À habitação adquada, para a população. Um grande abismo social onde quem ganha menos sustenta o luxo dos ricos.( trabalho de grupo)

A Paróquia Santo Antônio de Gurupá está localizada na margem direita do rio Amazonas na zona fisiográfica do Marajó e ilhas. Limitando-se com o município de Porto de Moz, Almeirim, Melgaço, Afuá e Breves. Padroeiro Santo Antônio, celebrado no período de 04 a 13 de junho e São Benedito, celebrado no período de 09 a 28 de dezembro. A festa de São Benedito é a maior festividade religiosa de toda Diocese de Xingu- Altamira.

Dividido em Setores Pastorais:

Setor IPIXUNA, Setor AGRJF, Setor COJUBA Setor MOJU, Setor MARARU, Setor BAQUIÁ, Setor AMAZONAS, Setor MARAJOÍ, Setor BAGIM e Setor CIDADE:

Setor Cidade (12 comunidades): São Paulo, São Benedito, Sant’Ana, São Judas Tadeu, Nossa Senhora de Fátima, São Francisco de Assis, Santo Antônio, Nossa Senhora das Graças, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, São José, Imaculada Conceição e Santa Maria.

Setor PUCURUÍ: Nossa Senhora de Fátima, São Francisco, São José, Nossa Senhora da Conceição e Perpétuo Socorro.

Setor MOJU: Santo Antônio, anjo da Guarda, Santa Luzia, Santa Lucia, São João, Nossa Sra. De Nazaré, Nossa Sra. Sant’Ana, Bom Jesus, Santa Maria.

Setor BAGIM: São Raimundo, Nossa Sra. Do Livramento, Nossa Sra. De Nazaré, Santa Maria, São Sebastião, Nossa Sra. Da Conceição, São Pedro, Grupo São Benedito.

Setor AMAZONAS: São Sebastião, N. Sra. Do Perp. Socorro, Bom Jesus, Paz de Jesus, Grupo São Raimundo.

Setor MARARU: São Francisco, São Sebastião (Murupucu), São José, Nossa Sra. De Nazaré, Bom Pastor, São Sebastião, N. Sra. Das Graças (Mararuzinho), São Francisco (Bixuga), Nossa Sra. Das Graças (Urutaí), N. Sra. Da Conceição (Maruiní).

Setor IPIXUNA: São José, São Pedro, Santo Antônio, Nossa Sra. Do Livramento, Grupos: Terra Preta, Bom Jesus, Nossa Sra. Da Piedade.

Setor MARAJOÍ:  São José, Santa Cruz, Sant’Ana, Santíssima Trindade, São Sebastião, Santa Maria, Divino Espírito Santo, Santo Antônio, São Tomé e GRUPO Cristo Rei.

Setor BAQUIÁ: São Francisco, São Pedro, Santo Antônio, Nossa Sra. Do Perpétuo Socorro, Bom Jesus, São José, Divino Espírito Santo.

Setor COJUBA: Nossa Senhora de Nazaré, Bom Jesus, Santa Maria

Setor AGRIJF: Santa Luzia, Nossa Sra. De Nazaré (Jocojó), Divino Espírito Santo(Maria Ribeira), Nossa Sra. De Nazaré Gurupá Miri), Santa Maria e Nossa Sra. Da Conceição (Arinhoá).

O Conselho Paroquial está composto atualmente por representes dos setores e das pastorais, é organizado em 03 equipes: CEB’s, Pastoral Específica e Equipe de Finanças (Conselho Econômico) funciona de acordo com seu Estatuto ajudando na organização e concretização das decisões tomadas em assembleia.

Os trabalhos que estamos desenvolvendo

Pastoral da Criança, Pastoral da Juventude, Pastoral da Comunicação, Centro de Estudos Bíblico – CEBI, Pastoral da Acolhida, Pastoral do Dizimo. 

Caminhada em conjunta: Movimento de Mulheres (MMG), Irmandade Foliões de São Benedito, CEBS ribeirinha.


 

 

 

 Embora não tivesse sido pedido, certas respostas apontaram algumas saídas:

 • Continuar o processo sinodal. As CEBs são indispensáveis para a horizontalização eclesial e a identificação da Igreja com o Povo de Deus: comunitária, solidária, participativa e missionária. 

 • As Pastorais Sociais precisam ser fortalecidas com urgência. 

 • Ministérios para as mulheres

 • O princípio básico de uma vida plena, em comunidade e de uma sociedade justa para todos e todas é a busca do bem viver, dentro de uma ecologia integral. Sonhamos uma igreja empenhada em levar o conhecimento para as pessoas sobre a construção de igualdades entre os povos e etnias, e que esteja em harmonia com as pessoas e comunidades, praticando a compreensão, a partilha e o fortalecimento da espiritualidade. 

 • A Igreja é mãe. E como mãe acolhe e orienta seus filhos e filhas. Mas depende muito de quem está à frente da diocese ou Paróquia. Se todos/as ouvissem o apelo do Papa Francisco haveria verdadeira unidade. 

 • As CEBs encontram força na ressureição e são sinais de esperança. Mesmo diante desta dura realidade, os sonhos, as utopias e as esperanças continuam e nossas lutas por uma vida melhor. Tudo faz parte da Pedagogia do Fermento: fazer crescer, transformar 282 para o espírito de justiça, solidariedade e inclusão, tornar-se forte e dar sustento. 

 • A Igreja deve ser Evangelho. Deve viver o Evangelho. Ir na contramão da sociedade - a realidade que mata – e buscar a conversão, revisitar o primeiro amor, fazer a memória.

 • Estamos sendo aquela pequena porção, o resto de Israel, que resiste, se levanta e segue! 

 • Temos um outro modelo de Igreja: CEBs uma Igreja sinodal

 • As CEBs se constituem enquanto modelo de Igreja profética, ecumênica, centrada na Palavra que liberta. Manter esse modelo de igreja será cada vez mais desafiador. Vamos depender cada vez mais dos nossos padres e bispos para propagar e fortalecer essa igreja presente e atuante no meio da comunidade.



“Devemos amar o nosso próximo, porque ele e amado por Deus! Devemos amar aqueles que Deus ama”( Santo Afonso).


As Cebs são Igreja que nasce do povo pelo espírito de Deus, vivem sua opção pelos pobres, compartilham as dificuldades do dia a dia, identificam-se e participam da vida comunitária.

 As Cebs são Igreja que nasce do povo pelo espírito de Deus, vivem sua opção pelos pobres, compartilham as dificuldades do dia a dia, identificam-se e participam da vida comunitária. 

 Numa visão compreendida É TEMPO DE SER IGREJA: Onde as Comunidades Eclesiais de Base é um exemplo de igreja viva, se atualiza se renova a partir da perspectiva de um evangelho de libertação

Uma igreja simples, uma extensão de comunidade, clero e leigos. 

 Uma IGREJA ABERTA para a realidade, através da teologia da libertação que interpreta os ensinamentos de Jesus Cristo como libertador da opressão e injustiças. 

 Segundo o Teólogo Professor Leonardo Boff, as comunidades eclesiais de base seriam um NOVO MODO DE SER IGREJA e de experimentar a salvação comunitariamente, o lugar de encontro do POVO OPRIMIDO. Seriam capazes de "REINVENTAR A IGREJA" a partir da FÉ DO POVO. 

 O sofrimento dos servos de Cristos Jesus está previsto, inevitável, mais faz parte da missão, pois é uma caminhada de fé longa e cheio de desafios, ser SERVO DE JESUS CRISTO, significa um amor fiel, quem aceita e responde este chamado como Saulo se converteu renuncia a sua AUTONOMIA se perder sua IDENTIDADE, pelo contrario esta é a profunda conversão que se encontra a sua verdadeira IDENTIDADE. Saulo que já não era O PERSEGUIDOR e sim Paulo o SERVO DE JESUS CRISTO em uma carta a Gálatas relata sua experiência: “ JÁ NÃO SOU EU QUE VIVO, MAS É CRISTO QUE VIVE EM  MIM.(GL 2,20); Esta reflexão responde as três perguntas da conversão espiritual:

 1- O MEU PAPEL NA COMUNIDADE EM QUE VIVO;

 2- MEU COMPROMISSO COM A CAMINHADA; 

3- MINHA NECESSIDADE DE VIVER EM COMUNIDADE. 



“Não se esqueçam: Igreja em saída. ‘Igreja em saída’: este é o tema. Sim, a Igreja é como a água: se a água não corre no rio, fica estagnada, adoece. Por outro lado, a Igreja quando sai, quando caminha, se sente mais forte. Sigam adiante e que a Igreja de vocês seja sempre em saída, nunca escondida”, mensagem do Papa Francisco para 15º Intereclesial.


 

 

O modelo de desenvolvimento implantado na AMAZÔNIA LEGAL não corresponde com a vida e a realidade dos povos originários, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores e trabalhadores urbano, é realidade o ECOCÍDIO nestas realidade do contexto social a implantação da pastoral social nível Diocesano e a formação dos núcleos da Escola de Fé e Cidadania Ir. Dorothy Stang nas paróquias, respeitando a Hierarquia Eclesial. Em parte as comunidades devem retomar através do processo de RENOVAÇÃO DAS COMUNIDADES que são as Coordenações eleitas ou escolhidas sucessivamente e evitar dentro das comunidades o apego ao poder( comunitário) o que gera: INDIVIDUALISMO, ROMPIMENTO DE DIALOGO, CORRUPÇÃO, e transforma a comunidade em uma COMUNIDADE ADOECIDANeste compromisso fortalecer os círculos bíblicos, grupos de reflexões através das novenas comunitárias, inclusão das pessoas nos serviços pastorais, são amplos desafios e incertezas, mais também propor um debate sobre as questões acima citado. Desafios para uma Pastoral Libertadora é manter fiel a Jesus Cristo e seu projeto: DIGNIDADE E A LIBERDADE DA PESSOA HUMANA E DA FAMÍLIA.






 





A Amazônia Legal é uma área que corresponde a 59% do território brasileiro e engloba a totalidade de oito estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Estado do Maranhão (a oeste do meridiano de 44ºW), perfazendo 5,0 milhões de km². Nela residem 56% da população indígena brasileira. O conceito de Amazônia Legal foi instituído em 1953 e seus limites territoriais decorrem da necessidade de planejar o desenvolvimento econômico da região e, por isso, não se resumem ao ecossistema de selva úmida, que ocupa 49% do território nacional e se estende também pelo território de oito países vizinhos. Os limites da Amazônia Legal foram alterados várias vezes em consequência de mudanças na divisão política do país. 

Ecocídio é uma expressão que pode ser usada para fazer referência a qualquer destruição em larga escala do meio ambiente ou à sobre-exploração de recursos não-renováveis. O termo foi também usado em relação aos danos ambientais devidos à guerra, como por exemplo o uso de desfolhantes na Guerra do Vietnam.

 

ANÁLISE DA CONJUNTURA MUNICIPAL, apresentado pelo Conselheiro Paroquial Gilvandro Torres, com o tema: A IGREJA E A POLÍTICA DO BEM COMUM, dado início fez um breve comentário sobre a política não é cor partidária, política é o bem comum na sociedade. O evangelho tem uma dimensão política que é transformar a mentalidade social, nossa igreja está perdendo muitos espaços nos mais diversos segmentos, é preciso que cada cristão faça uma reflexão acerca do seu voto (voto consciente).

 

1- MUDANÇAS CLIMÁTICAS, ANTROPOCENO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA VIDA: tudo estar interligado. Eventos que acontecem com aumento das temperaturas, enchentes, deslizamentos, secas e queimadas. Uma reflexão sobre os impactos ambientais nas vidas CEB´ˢ, com uma leitura crítica através de um conjunto de ocorrência com objetivo de aprofundar conhecimento. Com inserções e falas sobre a realidade das problemáticas socais. Destrutivas   através das guerras, degradação ambiental e uma grande desigualdade social. O que gera uma falta de consciência ambiental. Foi questionado sobre pôs pandemia da COVID-19. Foi dado exemplos claros e objetivos dentro da realidade social que vivemos e em nível internacional foi abordado os impactos e fenômenos naturais como El nino que gera aquecimento das águas, e em razão também das florestas na Amazônia como deterioração da qualidade de vida humana, entende-se também como a degradação social e a desigualdade planetária. 

2- GUERRAS NO MUNDO: Foi explanado as guerras internacionais, em ponto especifico a guerra entre Israel e a Palestina. Disputas histórica. E em relação a guerra da Ucrânia, o que pode levar um quadro inédito de insegurança internacional desde a Segunda Guerra mundial. Sendo que se deve aprofundar os esforços pela paz como maneira necessária e urgente. A Igreja Católica Apostólica Romana uma grande missão através do Papa Francisco que pede insistentemente uma Igreja em Saída. Também foi explanado o contexto social que envolve as Milícias, como poder paralelo dentro do Estado. Criando grupos paramilitares. O que gerou massacres, chacinas e o aumento da violência. Neste sentido a conjuntura nacional é caracterizado com a falta e ausência do Estado. E o fundamentalismo religioso, como retrocessos de Direitos e garantias fundamentais de comunidades inteiras. O que destaca as desigualdades raciais, de gênero e regiões geralmente as vítimas são jovens negros. 

3- DEMOCRACIA AMEAÇADA: Autoritarismo e as sociedades divididas, neste período o NEOLIBERALISMO assume uma forma mais extrema, utiliza-se o discurso do ODIO, FAKE NEWS. Identificam-se como autoritários, recorre as instrumentações das religiões e meio da comunicação, tendo como inimigos os grupos LGBT e imigrantes. Criando interesses ideológicos e difusão de discursos antidemocráticos nas redes sociais. Não se esquecendo do dia 8 de janeiro de 2023 tentativa de golpe com acampamento e invasões aos prédios dos poderes públicos. Em Brasília, a retomada da Democracia em bases sólidas e apuração dos responsáveis de todos envolvidos. É importante reconhecer o papel desempenhado do STF as respostas ágeis e à tentativa antidemocráticas. Se desenvolveu na apresentação do tema também que os grupos d instituições radicais da extrema direita é a disseminação de informações falsas. O que causas divisões na sociedade com esse perfil radical. Entres as partes da direita e esquerda há radicalismo entre esses polos, o que cria projetos políticos populistas e oportunistas. É fundamental promover a participação dentro da sociedade civil organizada. O combate da corrupção em todos os níveis permanentes.  Criando diálogos construtivos. Para políticas públicas para o bem comum.  

 2ª parte com a ANÁLISE DA CONJUNTURA MUNICIPAL, apresentado pelo Conselheiro Paroquial Gilvandro Torres, com o tema: A IGREJA E A POLÍTICA DO BEM COMUM, dado início fez um breve comentário sobre a política não é cor partidária, política é o bem comum na sociedade. O evangelho tem uma dimensão política que é transformar a mentalidade social, nossa igreja está perdendo muitos espaços nos mais diversos segmentos, é preciso que cada cristão faça uma reflexão acerca do seu voto (voto consciente). 

Propondo uma análise de consciência metodologia da Educação Popular sobre as provocações e fatos de acordo com a realidade de cada comunidade através do VER- A REALIDADE: GURUPA 400 ANOS QUAIS NOSSOS MAIORES DESAFIOS? 

Feito a abertura das falas a Assembleia sobre temas como: 1- Educação e políticas públicas; População movida a um sistema pré-estabelecido (conjuntura política atual). Educação sendo respeitada. Mudança de ideologia. Bem pessoal acima do coletivo (a luta pelo bem comum).  Educação prejudicada em função da COVID 19. Voto consciente. Saúde mental e prioridade na saúde no meio rural; Águia e vida; Êxodo rural; Migração do povo do campo para áreas urbanas não apropriadas. Meio ambiente e agroecologia; muitas queimadas causando prejuízos as populações. Muita fumaça causando problemas respiratórios as pessoas. Preocupação com as mudanças climáticas. Juventude rural e urbana; Geração de emprego e renda; Meios de produção sustentáveis. Efetivação dos direitos sociais; Respeito aos idosos; Proteção do nosso território; Divergências quanto aos limites territoriais do nosso município e população. Seguindo a 2ª parte da metodologia: ILUMINAR, cada participante falou sobre sua realidade com uma profunda reflexão. Em seguida fez-se a conclusão com a 3ª parte: AGIR (compromisso), em trabalho de grupo foi feito algumas provocações:

1- Que tipo de cristão nós estamos sendo na política? Com a resposta:

- Omissos e desinformados

- Devemos ser mais conscientes nas nossas escolhas

2- Estamos elegendo políticos que se comprometem em defender a política do bem, comum? Com a resposta:

- Infelizmente não, pois não teremos a presença de ambos.

3- Qual o nosso papel no cenário político atual, dentro de nossa comunidade? Com a resposta:

- Reivindicar nossos direitos

- Colocar em práticas ações discutidas.



A morte de Jesus é “natural”, lógico, de todo seu caminho e atitude, síntese de sua doutrina, valores e critérios que defendeu e viveu, que entrou em choque e confronto com as estruturas humanas de pecado.

 

A PAIXÃO E MORTE DE JESUS

 

A morte de Jesus é “natural”, lógico, de todo seu caminho e atitude, síntese de sua doutrina, valores e critérios que defendeu e viveu, que entrou em choque e confronto com as estruturas humanas de pecado.

No entanto, se a paixão e morte é algo que acontece a Jesus, que se lhe impõe dramaticamente, ao mesmo tempo é algo de profundamente seu, de ativo, de pessoal, de livremente aceito, escolhido e assumido; Jesus assume a realidade, faz da sua vida o dom, entregando-se ao pai pela sua Comunidade, pela Humanidade inteira.

A própria paixão, livremente aceito por Jesus, a sua atitude interior e exterior perante a ela, é ainda anuncio de Boa Nova, do reino de Deus: o que Jesus anunciara ao longo do seu mistério é agora vivido por Jesus até ao extremo na Sua própria carne e existência. Cita-se como redenção a ação libertadora realizada por Deus em Jesus Cristo, em favor da humanidade; como significado salvífico da paixão e morte de Jesus.






 

As CEBs têm como objetivo principal promover a participação ativa dos fiéis leigos na vida da Igreja e na transformação da sociedade.

Elas enfatizam a importância da partilha da Palavra de Deus, da oração, da solidariedade e da ação social como expressões da vivência do Evangelho no contexto concreto em que vivem.

Algumas características comuns das CEBs incluem:

1. Participação ativa dos fiéis leigos: As CEBs buscam a valorização e a participação plena dos leigos na vida da Igreja, incentivando-os a assumir responsabilidades pastorais e a compartilhar seus dons e talentos.

2. Encontro com a Palavra de Deus: A leitura e reflexão da Bíblia são fundamentais nas CEBs, sendo consideradas fonte de inspiração e orientação para a vida dos membros da comunidade.

3. Celebrações litúrgicas e sacramentais: As CEBs celebram a Eucaristia, os sacramentos e outras formas de oração comunitária, adaptando-as às necessidades e realidades locais.

4. Ação social e engajamento comunitário: As CEBs se preocupam com as questões sociais e trabalham em prol da justiça, da solidariedade e da transformação das realidades de injustiça e exclusão.

5. Formação e educação: As CEBs valorizam a formação dos seus membros, oferecendo momentos de estudo, reflexão e capacitação em temas relevantes para a vida da comunidade e da sociedade.

6. Liderança compartilhada: As CEBs promovem a participação de todos os membros na tomada de decisões e no exercício da liderança, evitando concentrações excessivas de poder e incentivando a colaboração e o serviço mútuo.

 

AUTOR: GILVANDRO

 

 

DILEXI-TE do Papa Leão XIV

 10 ATITUDES CONCRETAS — Dilexi te (Papa Leão XIV

 1. Escutar antes de ajudar: A exortação insiste na proximidade real. → Antes de oferecer algo, escute a história, as dores, a realidade e as necessidades da pessoa pobre. Isso evita caridade improvisada e cria relação verdadeira. 

 2. Tratar cada pessoa com dignidade, não como número: Os pobres não são “casos sociais”, mas irmãos, com rosto, nome e história. Use o nome da pessoa, olhe nos olhos, trate com respeito isso já devolve humanidade. 

 3. Praticar caridade estável, não ocasional: A exortação critica o assistencialismo de ocasião. Em vez de ajudar só quando sente vontade, assume um compromisso contínuo com uma pessoa, família ou instituição. 

 4. Ajudar sem humilhar: Dar não é dominar. Ofereça ajuda sem exigir nada em troca e sem expor a pessoa. A verdadeira caridade é discreta e humilde. 

 5. Apoiar iniciativas que promovam autonomia: Leão XIV destaca o valor do trabalho digno. Dê preferência a ações que gerem autonomia: cursos, emprego, capacitação, microcrédito, inserção social. 

 6. Combater estruturas de injustiça: Não basta ajudar indivíduos: é preciso denunciar o que gera pobreza. Apoie políticas públicas, projetos sociais ou iniciativas que reduzem desigualdade e exclusão. 

 7. Reduzir desperdício e partilhar bens: Inspirado na crítica às desigualdades: → Divida alimentos, roupas, livros, tempo, habilidades. Pequenas renúncias mudam vidas. 

 8. Criar “espaços de pertença”: Os pobres devem ter lugar central nas comunidades. Promova grupos, encontros, refeições comunitárias, rodas de conversa. Não é só dar: é incluir. 

 9. Orar pelos pobres: e com os pobres. A exortação lembra que a fé se encarna na solidariedade, mas brota da oração. Reze com pessoas em situação de vulnerabilidade; a espiritualidade partilhada fortalece e humaniza. 

 10. Ver Cristo em cada pobre É o núcleo de Dilexi te: → Ao encontrar um pobre, repita interiormente: “Ali está Cristo.” Essa visão transforma o comportamento, a relação e o coração.

SINAL DA CRUZ- AUTOR GILVANDRO TORRES

 

O sinal da cruz é um dos gestos mais importantes da fé cristã. Ele não é apenas um costume ou tradição, mas um verdadeiro ato de fé cheio de significado espiritual e teológico.

 Principais significados do Sinal da Cruz:

Profissão de fé na Trindade

Ao dizer: “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, proclamamos a fé no Deus Uno e Trino. O gesto é feito invocando o nome de Deus, não apenas “em nomes”, mas em nome, porque Deus é um só em três Pessoas.

 Memória da Redenção

O movimento da mão lembra a cruz de Cristo, sinal do amor e da entrega de Jesus para salvar a humanidade. É como se disséssemos: “Eu me coloco debaixo da cruz de Cristo e assumo sua vitória sobre o pecado e a morte”.

 Sinal de bênção e proteção

Desde os primeiros séculos, os cristãos faziam o sinal da cruz pedindo proteção contra o mal. É uma forma de consagrar a si mesmo, os outros e até os objetos a Deus.

 Confissão pública da fé

Fazer o sinal da cruz é testemunhar diante do mundo que pertencemos a Cristo. É um gesto de identidade cristã.

 Recordação do Batismo

O sinal da cruz retoma a marca do Batismo, quando fomos consagrados à Santíssima Trindade. Cada vez que o fazemos, renovamos esse compromisso.

 Sentido do gesto

 Na testa: peço que minha mente esteja em Deus.

 No peito: que o amor a Cristo habite meu coração.

 Nos ombros: que eu carregue com fé e coragem a cruz da vida.

 Assim, o sinal da cruz expressa a totalidade da pessoa – mente, coração e corpo – entregue a Deus.

CATEQUESE- AUTOR GILVANDRO TORRES-2025

 





















Foi apresentado pelos assessores Gilvandro Torres e Padre José Amaro, as etapas do IVC, primeiramente sobre a CATEQUESE

E suas origens: A catequese é um processo contínuo de ensino e aprendizagem da fé cristã dentro da Igreja Católica, com o objetivo de formar discípulos de Jesus e torná-los participantes ativos da vida cristã. 

Ela abrange a doutrina e a experiência de vida da fé, preparando os fiéis, especialmente crianças e jovens, para os sacramentos, integrando-os à comunidade eclesial e inspirando um testemunho apostólico e missionário. Tendo como principais aspetos da catequese:

 

1-    Educação da fé: É um ensino orgânico e sistemático da doutrina cristã, baseado na Sagrada Escritura, na Tradição e nos ensinamentos da Igreja, como o Catecismo da Igreja Católica.

2-    Formação de discípulos: A catequese visa criar discípulos de Jesus, ajudando as pessoas a crerem que Jesus é o Filho de Deus para que, pela fé, recebam a vida eterna.

3-    Preparação para os sacramentos: É uma etapa essencial na preparação para a vida nos sacramentos, como a Primeira Comunhão e a Crisma.

4-    Integração na comunidade: Além do ensino, a catequese busca aprofundar a experiência de vida cristã e a integração na comunidade da Igreja, promovendo um testemunho de fé no mundo.

 Na abertura das falas foi relatado que a catequese é parte da missão evangelizadora da Igreja, refletindo uma paixão pelo anúncio do Evangelho e um forte caráter missionário. 

Acompanhamento ao longo da vida: Não se limita a crianças e jovens, mas também se destina a adultos, acompanhando-os em seu processo de conversão e aprofundamento da fé. (Falas de pessoas presentes no Tríduo). Pela tarde se aprofundou: OS  EXEMPLOS E MÉTODOS:


      Ensino da doutrina: Apresenta as verdades da fé, como o "símbolo da fé" (o Credo), de forma clara e acessível.

      Experiências de fé: Inclui a celebração dos sacramentos, a vida litúrgica e a participação em grupos e pastorais.

      Uso da arte: A catequese pode utilizar a arte, a música e o teatro para ilustrar histórias bíblicas e aprofundar a experiência de fé.

      Encontros temáticos: Oferece roteiros dinâmicos que unem o ensinamento doutrinal à reflexão da Sagrada Escritura e às celebrações litúrgicas.

Em momento foi apresentado de forma geral a Iniciação à Vida Cristã (IVC) é o processo pelo qual uma pessoa entra e amadurece na fé da Igreja. Tradicionalmente, envolve três sacramentos fundamentais:


      Batismo – porta de entrada da vida cristã, que perdoa os pecados, incorpora à Igreja e torna a pessoa filho(a) de Deus.

      Crisma (ou Confirmação) – fortalece com o Espírito Santo, confirmando a fé recebida no Batismo.

      Eucaristia – alimento espiritual que une a Cristo e à comunidade, centro da vida cristã.

Além dos sacramentos, a iniciação também inclui:


      Catequese: formação bíblica, doutrinária e espiritual.

      Vida comunitária: participação na Igreja, celebrações e missão.

      Conversão contínua: aprendizado de viver segundo o Evangelho.