2/15/2026

 Embora não tivesse sido pedido, certas respostas apontaram algumas saídas:

 • Continuar o processo sinodal. As CEBs são indispensáveis para a horizontalização eclesial e a identificação da Igreja com o Povo de Deus: comunitária, solidária, participativa e missionária. 

 • As Pastorais Sociais precisam ser fortalecidas com urgência. 

 • Ministérios para as mulheres

 • O princípio básico de uma vida plena, em comunidade e de uma sociedade justa para todos e todas é a busca do bem viver, dentro de uma ecologia integral. Sonhamos uma igreja empenhada em levar o conhecimento para as pessoas sobre a construção de igualdades entre os povos e etnias, e que esteja em harmonia com as pessoas e comunidades, praticando a compreensão, a partilha e o fortalecimento da espiritualidade. 

 • A Igreja é mãe. E como mãe acolhe e orienta seus filhos e filhas. Mas depende muito de quem está à frente da diocese ou Paróquia. Se todos/as ouvissem o apelo do Papa Francisco haveria verdadeira unidade. 

 • As CEBs encontram força na ressureição e são sinais de esperança. Mesmo diante desta dura realidade, os sonhos, as utopias e as esperanças continuam e nossas lutas por uma vida melhor. Tudo faz parte da Pedagogia do Fermento: fazer crescer, transformar 282 para o espírito de justiça, solidariedade e inclusão, tornar-se forte e dar sustento. 

 • A Igreja deve ser Evangelho. Deve viver o Evangelho. Ir na contramão da sociedade - a realidade que mata – e buscar a conversão, revisitar o primeiro amor, fazer a memória.

 • Estamos sendo aquela pequena porção, o resto de Israel, que resiste, se levanta e segue! 

 • Temos um outro modelo de Igreja: CEBs uma Igreja sinodal

 • As CEBs se constituem enquanto modelo de Igreja profética, ecumênica, centrada na Palavra que liberta. Manter esse modelo de igreja será cada vez mais desafiador. Vamos depender cada vez mais dos nossos padres e bispos para propagar e fortalecer essa igreja presente e atuante no meio da comunidade.



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