O modelo de desenvolvimento implantado na AMAZÔNIA LEGAL não corresponde com a vida e a realidade dos povos originários, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores e trabalhadores urbano, é realidade o ECOCÍDIO nestas realidade do contexto social a implantação da pastoral social nível Diocesano e a formação dos núcleos da Escola de Fé e Cidadania Ir. Dorothy Stang nas paróquias, respeitando a Hierarquia Eclesial. Em parte as comunidades devem retomar através do processo de RENOVAÇÃO DAS COMUNIDADES que são as Coordenações eleitas ou escolhidas sucessivamente e evitar dentro das comunidades o apego ao poder( comunitário) o que gera: INDIVIDUALISMO, ROMPIMENTO DE DIALOGO, CORRUPÇÃO, e transforma a comunidade em uma COMUNIDADE ADOECIDA. Neste compromisso fortalecer os círculos bíblicos, grupos de reflexões através das novenas comunitárias, inclusão das pessoas nos serviços pastorais, são amplos desafios e incertezas, mais também propor um debate sobre as questões acima citado. Desafios para uma Pastoral Libertadora é manter fiel a Jesus Cristo e seu projeto: DIGNIDADE E A LIBERDADE DA PESSOA HUMANA E DA FAMÍLIA.
A Amazônia Legal é uma área que corresponde a 59% do território brasileiro e engloba a totalidade de oito estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Estado do Maranhão (a oeste do meridiano de 44ºW), perfazendo 5,0 milhões de km². Nela residem 56% da população indígena brasileira. O conceito de Amazônia Legal foi instituído em 1953 e seus limites territoriais decorrem da necessidade de planejar o desenvolvimento econômico da região e, por isso, não se resumem ao ecossistema de selva úmida, que ocupa 49% do território nacional e se estende também pelo território de oito países vizinhos. Os limites da Amazônia Legal foram alterados várias vezes em consequência de mudanças na divisão política do país.
Ecocídio é uma expressão que pode ser usada para fazer referência a qualquer destruição em larga escala do meio ambiente ou à sobre-exploração de recursos não-renováveis. O termo foi também usado em relação aos danos ambientais devidos à guerra, como por exemplo o uso de desfolhantes na Guerra do Vietnam.



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