2/15/2026

A morte de Jesus é “natural”, lógico, de todo seu caminho e atitude, síntese de sua doutrina, valores e critérios que defendeu e viveu, que entrou em choque e confronto com as estruturas humanas de pecado.

 

A PAIXÃO E MORTE DE JESUS

 

A morte de Jesus é “natural”, lógico, de todo seu caminho e atitude, síntese de sua doutrina, valores e critérios que defendeu e viveu, que entrou em choque e confronto com as estruturas humanas de pecado.

No entanto, se a paixão e morte é algo que acontece a Jesus, que se lhe impõe dramaticamente, ao mesmo tempo é algo de profundamente seu, de ativo, de pessoal, de livremente aceito, escolhido e assumido; Jesus assume a realidade, faz da sua vida o dom, entregando-se ao pai pela sua Comunidade, pela Humanidade inteira.

A própria paixão, livremente aceito por Jesus, a sua atitude interior e exterior perante a ela, é ainda anuncio de Boa Nova, do reino de Deus: o que Jesus anunciara ao longo do seu mistério é agora vivido por Jesus até ao extremo na Sua própria carne e existência. Cita-se como redenção a ação libertadora realizada por Deus em Jesus Cristo, em favor da humanidade; como significado salvífico da paixão e morte de Jesus.






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