5/24/2026

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: JESUS LIBERTADOR

 


INTRODUÇÃO A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO- GILVANDRO TORRES



AMAZÔNIA GURUPAENSE- AUTOR GILVANDRO TORRES

































 

Uma breve reflexão AFONSEANA

 A vida de Santo Afonso é marcada pela oração, pela adoração eucarística e pela devoção mariana.

"A ti", escreveu ele no livro "Glórias de Maria", dirijo-me, ó minha dulcíssima Senhora e Mãe minha: tu sabes que eu depois de Jesus em ti depositei toda a esperança da minha eterna saúde”.

No dia 12 de março de 2015, encontrando os participantes do curso promovido pelo Tribunal da Penitenciária Apostólica, o saudoso   Papa Francisco convidou-os a voltarem o olhar como Santo Afonso, para Maria: "Gosto muito de ler as Histórias de Santo Afonso Maria de Liguori, e os diversos capítulos do seu livro 'As Glórias de Maria'.

Estas histórias de Nossa Senhora, que é sempre o refúgio dos pecadores e procura o caminho para que o Senhor perdoe tudo. Que Ela nos ensine esta arte".

O Bom Samaritano, uma inspiração para acolher os outros.
Na encíclica Fratelli tutti, o saudoso Papa Francisco sugere uma releitura da parábola do Bom Samaritano.
Ele traça os seus antecedentes no Antigo Testamento e pergunta ao leitor com que personagem se identifica.
Olhando para o mundo de hoje e mesmo para a Igreja, afirma: "Ainda há aqueles que parecem sentir-se encorajados ou pelo menos autorizados pela sua fé a sustentar várias formas de nacionalismo fechado e violento, atitudes xenófobas, desprezo e até maus tratos daqueles que são diferentes".

"Quem olha para a sua gente com desprezo, estabelece na própria sociedade categorias de primeira e segunda classe, de pessoas com mais ou menos dignidade e direitos. Deste modo, nega que haja espaço para todos." Papa Francisco (Fratelli Tutti, 99)

GILVANDRO TORRES

 Gilvandro Torres é um paraense, escritor, Historiador e ativista social nascido em 14 de março de 1980, no rio Mararú, município de Gurupá, Pará. Ele é conhecido por unir atuação política, pastoral e cultural, especialmente na região do Marajó.

Gilvandro é filho da terra marajoara e cresceu em Gurupá, tendo sido ex‑aluno Afonseano redentorista e participante ativo do movimento estudantil secundarista em Belém na década de 1990. 

Essa vivência inicial marcou sua sensibilidade para questões de juventude, educação e direitos sociais.

Ao longo da carreira, atuou como feirante sindicalizado, assessor parlamentar na Assembleia Legislativa do Pará, chefe de departamento, secretário de gabinete e assessoria técnica em prefeituras municipais, além de ter integrado órgãos como o Conselho Tutelar e conselhos municipais de Assistência Social e Educação. É atuante em conselhos e movimentos sociais locais.

Gilvandro é autor de livros como “Gurupá: uma conquista pelo povo” e do livro de poesias “O Trapiche”, que retrata a beleza e o cotidiano do povo marajoara. Ele também é membro da Academia Marajoara de Letras e coordena projetos culturais e educativos voltados à valorização da história e da cultura local.

Ligado à pastoral e aos movimentos sociais da Paróquia Santo Antônio de Gurupá, atuando como Conselheiro Paroquial e Diocesano. Desenvolve pesquisa, escritos e ações que articulam fé, cultura e justiça social, sempre denunciando desigualdades e propondo caminhos pastorais para o bem comum. Essa dimensão explica naturalmente o seu perfil de “militante social” que você assumiu em sua própria biografia. É adepto a Teologia da Libertação. 

"O coração é um só, e a própria miséria que leva a maltratar um animal não tarda a manifestar-se na relação com as outras pessoas. Todo o encarniçamento contra qualquer criatura é contrário à dignidade humana." Papa Francisco (Laudato si', 92)

"No início da audiência geral desta quarta-feira, 13 de maio, Leão XIV ajoelhou-se no local do atentado contra São João Paulo II, exatamente 45 anos atrás, durante a audiência geral de 13 de maio de 1981."

 

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A EUCARISTIA NÃO É O PRÊMIO DOS SANTOS, MAS O PÃO DOS PECADORES "Jesus conhece-nos, sabe que somos pecadores e sabe que erramos muito, mas não renuncia a unir a sua vida à nossa. Ele sabe que precisamos, porque a Eucaristia não é o prêmio dos santos, mas o Pão dos pecadores." Papa Francisco (06/06/2021)

 

EVANGELHO JOÃO CAPITULO 20, 19-23

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,19-23 🙏

Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana,

estando fechadas, por medo dos judeus,

as portas do lugar onde os discípulos se encontravam,

Jesus entrou e pondo-se no meio deles,

disse: "A paz esteja convosco".

Depois destas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado.

Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.

Novamente, Jesus disse: 

"A paz esteja convosco.

Como o Pai me enviou, também eu vos envio".

E depois de ter dito isto,

soprou sobre eles e disse: 

"Recebei o Espírito Santo.

A quem perdoardes os pecados,

eles lhes serão perdoados; 

a quem os não perdoardes,

eles lhes serão retidos".

Palavra da Salvação.

5/22/2026

São Sebastião no Rio marajoi em Gurupá


 

BARCO LIVRAMENTE, UMA EMBARCAÇÃO HISTÓRICA SOBRE MOVIMENTOS SOCIAIS E CEBS EM GURUPÁ


 

ENTRE FÉ E POLITICA COM GILVANDRO TORRES


 

EVANGELHO DE SÃO MARCOS- GILVANDRO TORRES


 

A BIBLIA CATÓLICA- GILVANDRO TORRES


 

A CABANAGEM POR GILVANDRO TORRES


 

AMAZÔNIA GURUPAENSE


 

AMAZONIA GURUPAENSE


 

GILVANDRO TORRES- PSICOLOGIA PASTORAL


 

4/27/2026

LANDI em GURUPÁ- GILVANDRO TORRES

 Embora a maior parte da fama de Antonio Landi venha de suas obras em Belém, ele também deixou seu traço no interior do estado. No caso de Gurupá, existe um detalhe histórico importante:

Landi projetou a Igreja Matriz de Santo Antônio de Gurupá por volta de 1759-1761.

Diferente das igrejas monumentais de Belém, o projeto para Gurupá foi pensado como um modelo paroquial para o interior da Amazônia.

 Landi desenhou uma fachada mais sóbria, adaptada à mão de obra e aos materiais disponíveis na época no interior, mas mantendo a simetria e o equilíbrio do neoclassicismo italiano.

Existem desenhos originais de Landi (planta baixa, fachada e seção) que pertencem ao acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Esses desenhos provam que a coroa portuguesa queria levar a arquitetura "erudita" para pontos estratégicos do Rio Amazonas, como Gurupá.

A Igreja Matriz é um marco central em Gurupá, que é uma das cidades mais antigas do Pará (fundada em 1623). Ela fica próxima ao famoso Forte de Santo Antônio de Gurupá, que também foi peça-chave na defesa da região contra invasores estrangeiros.

Um detalhe curioso: Muitos desses projetos de Landi para o interior sofreram modificações ao longo dos séculos devido a reformas, falta de recursos na época da construção ou até danos durante conflitos (como a Cabanagem). 

Por isso, a igreja que vemos hoje pode não ser a cópia exata do desenho original de 1760, mas o "DNA" da arquitetura landiana está na sua fundação e concepção.

GILVANDRO TORRES

Igrejas projetadas por Antônio Landi em Belém- GILVANDRO TORRES

 As Igrejas projetadas ou reformadas por Antonio Landi em Belém são verdadeiras joias arquitetônicas. Ele trouxe o rigor da geometria italiana para o cenário amazônico, criando espaços que impressionam pela acústica e pelo jogo de luzes.

Aqui estão as principais que você pode encontrar no Centro Histórico (Cidade Velha e arredores):


1. Catedral Metropolitana de Belém (Sé)

Embora a construção tenha começado antes dele, Landi foi o responsável pela finalização e pelo desenho da fachada atual e dos altares.

Destaque: É a sede do Círio de Nazaré. O interior é monumental, com 28 candelabros de bronze e um dos maiores órgãos da América Latina. O estilo é uma mistura equilibrada entre o Barroco tardio e o Neoclássico.


2. Igreja de Santana (Nossa Senhora de Santana)

Esta é considerada por muitos historiadores como a obra-prima de Landi. Ele a projetou do zero, começando em 1761.

Destaque: A planta da igreja é em formato de cruz grega com uma cúpula central, algo muito comum na Itália, mas raríssimo no Brasil colonial. A cúpula foi a primeira construída na Amazônia e permite uma iluminação natural única sobre o altar.


3. Igreja de São João Batista

Localizada na Praça da Bandeira, é uma igreja menor, mas de uma sofisticação técnica incrível.

Destaque: Ela possui uma planta octogonal, o que gera uma acústica perfeita. Foi construída originalmente para ser a capela do Palácio dos Governadores (que fica logo atrás). É um dos melhores exemplos do Neoclássico puro de Landi.


4. Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Landi interveio na reforma desta igreja, que pertencia à irmandade dos negros.

Destaque: A fachada é mais simples do que a da Sé, mas mantém a elegância das linhas retas e simétricas que eram a marca registrada do arquiteto.


5. Igreja e Convento de Nossa Senhora das Mercês

Embora tenha sido danificada durante a Cabanagem (foi palco de combates intensos), o projeto de Landi ainda é visível.

Destaque: A fachada é convexa (curvada para fora), o que dá um movimento especial ao prédio. É uma das poucas igrejas no Brasil com essa característica arquitetônica.

GILVANDRO TORRES

ANTÔNIO LANDI, LEGADO DE UM ITALIANO NA AMAZÔNIA- GILVANDRO TORRES

 A arquitetura e história colonial, falar de Antônio Landi (Giuseppe Antonio Landi) é essencial. Ele foi, sem dúvida, o homem que desenhou o rosto de Belém no século XVIII.

Diferente da Belle Époque, que trouxe um estilo mais francês, Landi trouxe a herança italiana e o neoclassicismo para o meio da Amazônia.

Aqui estão os pontos principais sobre o legado dele:


1. O Arquiteto Bolonhês na Amazônia

Landi chegou ao Grão-Pará em 1753 como parte da Expedição de Limites, enviada pela Coroa Portuguesa para demarcar as fronteiras do Tratado de Madri. Ele era um erudito formado na prestigiada Academia de Bolonha e acabou se apaixonando pela região, onde viveu por mais de 40 anos até sua morte.

2. Obras Icônicas em Belém

A influência de Landi está em quase todos os prédios históricos importantes do centro:

Catedral Metropolitana de Belém (Sé): Ele foi responsável pela conclusão da igreja, dando a ela o porte monumental que vemos hoje.

Palácio dos Governadores (Palácio Lauro Sodré): Uma de suas obras primas, mostrando a transição do barroco para o neoclássico, com linhas mais retas e elegantes.

Igreja de Santana: Considerada por muitos sua obra mais autoral e sofisticada em termos de design arquitetônico.

Igreja de São João Batista: Uma igreja menor, mas que exibe sua maestria no uso de plantas centrais (em formato octogonal).


3. Ciência e Natureza

Landi não era apenas um arquiteto. Como parte da expedição científica, ele fez ilustrações detalhadíssimas da fauna e flora amazônica. Seus desenhos eram tão precisos que serviram de base para estudos botânicos e zoológicos na Europa, ajudando o mundo a "enxergar" a Amazônia pela primeira vez com rigor científico.


4. Uma Curiosidade: O Túmulo Desaparecido

Apesar de ter transformado a paisagem de Belém, o local exato onde ele foi enterrado (provavelmente na Igreja de Santana ou na Igreja das Mercês) permanece um mistério histórico, o que traz um ar de lenda ao seu nome na capital paraense.

É curioso notar como Landi preparou o terreno para o que Belém viria a ser. Enquanto a Cabanagem foi um movimento de resistência e a Belle Époque foi o ápice do luxo, o período de Landi foi o momento em que a capital ganhou sua "espinha dorsal" monumental.

GILVANDRO TORRES

CABANAGEM O POVO NO PODER- GILVANDRO TORRES

 1. A Cabanagem: O Povo no Poder (1835–1840)

Diferente de outras revoltas do período imperial, a Cabanagem não foi apenas uma briga de elites. Foi uma explosão social de indígenas, tapuios, negros e ribeirinhos que viviam na miséria total.

A Tomada de Belém: Em janeiro de 1835, os rebeldes invadiram a capital e executaram o governador. Pela primeira vez na história do Brasil, um governo de origem popular assumiu o controle de uma província.

Os Três Governadores: O movimento teve três líderes principais: Félix Malcher, Francisco Vinagre e o jovem Eduardo Angelim (que assumiu com apenas 21 anos). A instabilidade era grande, e as traições internas enfraqueceram o movimento.

O Custo Humano: A retomada pelas tropas imperiais foi implacável. Estima-os que cerca de 30 mil pessoas morreram. Para uma região com pouca densidade populacional, foi um verdadeiro massacre que deixou marcas profundas na identidade de resistência do povo paraense.


2. A Belle Époque: A "Paris n'América" (1890–1910)

Cerca de 50 anos após a Cabanagem, o Pará viveu seu momento de maior riqueza graças à exploração do látex para a indústria automobilística mundial. Belém tornou-se o centro das atenções.

Modernização Acelerada: Enquanto o Rio de Janeiro ainda se transformava, Belém já tinha saneamento, luz elétrica e bondes. A elite da borracha mandava suas roupas para lavar em Lisboa e importava de tudo: de telhas francesas a mármore de Carrara.

O Teatro da Paz: Inspirado no Teatro Scala de Milão, ele é o maior símbolo desse período. Tudo ali foi pensado para que os "Barões da Borracha" se sentissem na Europa.

Arquitetura e Urbanismo: O prefeito Antônio Lemos foi o grande mentor dessa transformação, plantando as famosas mangueiras que hoje dão o apelido de "Cidade das Mangueiras" a Belém, para criar sombra e amenizar o calor tropical para quem vestia ternos pesados à moda europeia.


O Contraste Histórico

É fascinante notar que, enquanto na Cabanagem o povo lutava para ser reconhecido como cidadão, na Belle Époque a elite tentava, de certa forma, "esconder" a floresta e as raízes locais para parecer europeia.

GILVANDRO TORRES

A história do Pará é uma das mais fascinantes e complexas do Brasil, marcada por um isolamento geográfico que, durante séculos, fez com que a região tivesse mais contato direto com Lisboa do que com o Rio de Janeiro.

Aqui estão os pontos fundamentais para entender essa trajetória:


1. O Início: Conquista e o Forte do Presépio (1616)

A ocupação luso-brasileira começou efetivamente em 12 de janeiro de 1616, quando Francisco Caldeira Castelo Branco fundou o Forte do Presépio (hoje o Forte do Castelo), dando origem à cidade de Santa Maria de Belém do Grão-Pará. O objetivo era expulsar invasores estrangeiros (ingleses, franceses e holandeses) e garantir o domínio sobre a foz do Rio Amazonas.


2. O Estado do Maranhão e Grão-Pará

Devido às correntes marítimas e à distância, era mais fácil navegar de Belém para Portugal do que para o Sul do Brasil. Por isso, a Coroa Portuguesa criou o Estado do Maranhão e Grão-Pará, uma unidade administrativa separada do resto do Brasil que durou até 1774. Isso deu ao Pará uma identidade cultural e política muito distinta.


3. A Cabanagem (1835–1840)

Este foi o movimento popular mais importante da região. A Cabanagem foi uma revolta onde negros, indígenas e ribeirinhos (que viviam em cabanas, daí o nome) tomaram o poder na província. Foi a única revolta regencial em que as camadas populares chegaram a governar. A repressão do Império foi brutal, resultando na morte de cerca de 30% a 40% da população da província na época.


4. O Ciclo da Borracha (1870–1912)

No final do século XIX, a extração do látex transformou Belém em uma das cidades mais ricas do mundo. Esse período trouxe:


A "Paris n'América": Belém ganhou arquitetura europeia, bondes elétricos e luxo.

Teatro da Paz: Um dos símbolos máximos dessa riqueza, construído para receber companhias de ópera europeias.

Declínio: A economia entrou em colapso quando os ingleses conseguiram cultivar seringueiras na Ásia, produzindo borracha mais barata.


5. Integração e Desenvolvimento Moderno

A partir da metade do século XX, o Pará passou por uma nova fase de mudanças com a abertura de rodovias como a Belém-Brasília e a Transamazônica. Surgiram grandes projetos minerais, como a exploração de minério de ferro na Serra dos Carajás e a construção da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, consolidando o estado como uma potência energética e mineral do Brasil.

O Pará não aceitou a independência do Brasil em 7 de setembro de 1822 imediatamente. A adesão só ocorreu quase um ano depois, em 15 de agosto de 1823 (o feriado da "Adesão do Pará"), após intensa pressão militar e política.

GILVANDRO TORRES

GILVANDRO TORRES- UM POUCO DE MINHA HISTÓRIA EM GURUPÁ

 

Em 2019 participei do processo de escolha unificada com 24 candidatos sendo eleito Conselheiro Tutelar do município de Gurupá com 343 votos. Para mandato quadriênio do dia 10 de janeiro de 2020 a 10 de janeiro de 2024. Assumiu por duas vezes a função de Secretário Geral do Conselho Tutelar(2021-2022), (2023-2024).

Anunciei que não concorre à reeleição como justificativa, que sempre fui contra a reeleição. Não é agora, que ela em tese me beneficia que vou mudar de ideia. Preservando a coerência do discurso e a prática.

Fizemos campanha de conscientização na zona rural sobre o art. 243 da Lei Federal n. 8.069/1990, alterado pela Lei Federal n. 13.106/2015. E várias campanhas de informação e comunicação educativa em defesa de criança e adolescente e sobre as atribuições do Conselho Tutelar.

Representando o Conselho Tutelar fui nomeado Conselheiro Municipal pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica-FUNDEB para o biênio (2021/2022). Na condição de Titular.

Utilizei a Tribuna da Câmara Municipal em reunião com entidades presentes propondo e dando sugestões de políticas públicas para a juventude.

   Apresentamos projeto de lei de iniciativa do Conselho Tutelar como rege nossa Lei orgânica aos Membros do Poder Legislativo municipal: Que proíbe e o uso do cerol (vidro moído e cola) venda da linha encerada, conhecida como "Linha Chilena", ou de qualquer produto similar utilizado no ato de empinar pipas, que contenham elementos cortantes. Sendo aprovado por unanimidade pelo colegiado do Poder Legislativo. Tornando Lei Municipal n. 1.256 de 02 de julho de 2021. 

Participando dos movimentos sociais, minha experiência nas Ceb´s Gurupá, em 2017 comecei a participar das formações permanentes da Paróquia Santo Antônio de Gurupá.

 

Participei dos encontros Cebs ribeirinha (Rio Sarapoí- 2017), (Marajoi- 2019).

Em 2020 comecei apresentar o programa radiofônico católico “Caminhando com Maria” das 18hs às 18:30hs, com mensagens de fé e esperança pela Comissão Justiça e Paz.

Adaptações em tempos de pandemia com o isolamento social, necessário para conter a disseminação do CORONAVÍRUS, tivemos que se adaptar. Assim, as atividades que eram presenciais, passaram para o formato online.

Em 17 de março de 2021 fui empossado por decreto municipal n. 268/2021.  Conselheiro Municipal de Educação, representando a Igreja católica, na condição de suplente para o mandato de 2022-2023.

 Estou filiado no Diretório municipal de Gurupá do PT desde 2015 sou militante do Partido dos Trabalhadores declarando-me nas eleições municipais de Gurupá de 2016, 2020 e 2024.

Nesse período da pandemia participei de várias formações na área da Infância e da adolescência, lives, cursos on-line e presencial, algumas certificações, o importante é o aprendizado.

Participei do I Seminário “Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente em período de pandemia”. Na condição de palestrante. Promovido pela Secretaria Municipal de Assistência Social em 15 de dezembro de 2020 em Gurupá.

 Participei da 10ª Conferência Municipal de Assistência Social, que teve como tema: “Assistência Social: Direito do povo e dever do Estado, com financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir a Proteção Social.” como Delegado Titular representando o Conselho Tutelar em 2021.

Participei online do Seminário “O Atendimento Socioeducativo e a ressocialização através da aprendizagem”, promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional – CEAF do Ministério Público do Estado do Pará. Relativamente à Lei n.º 13.257/2016 (Marco Legal da Primeira Infância).

Representando o Conselho Tutelar de Gurupá na cidade de Belém no Distrito de Icoaraci do 2º Workshop Amazônico de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Com o lema: Os desafios de garantir Direitos na Amazônia.

Evento durou três dias e foram debatidos diversos temas contemporâneos referentes à infância e adolescência, em especial as dificuldades de trabalhar a política pública de educação, saúde, trabalho infantil, violência sexual, ato infracional e a lei orgânica do Conselho Tutelar.

2º Workshop Amazônico de Direitos Humanos de criança e adolescente: Os desafios de garantir Direitos na Amazônia-2021.



GILVANDRO TORRES- Tudo na providência de Deus!