À esquerda, 1986: um Miura jovem começando a carreira profissional no Brasil. À direita, 2026: o mesmo jogador, ainda em atividade, prestes a completar 59 anos, com a mesma vontade de competir.
Em um esporte onde muitos se aposentam antes dos 40, “King Kazu” atravessou gerações. Mudaram os ritmos, as táticas e a preparação física. O que não mudou foi o desejo de jogar.
Mais do que recordes, o que impressiona é a constância de Kazuyoshi Miura em seguir fazendo o que se ama por tanto tempo.
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