2/17/2026

UM POESIA AMAZÔNICA de GILVANDRO TORRES

 Estreito do rio Navegadores em outros tempos passam por rios cheios de esperança... 

Exploradores europeus passam com suas naus atrás de terra nova 

Um povo ali já existia, guerreiros tupinambás

Um costume ali já tinha um grupo de etnia indígena, velhos do tapara, que gritam desde vilarinho do monte é aldeia mariocay

Seus corpos marcados pelo tempo de guerras em iguaru pabá. 

Olhos das gerações, trocados com colares de pedra

Entre holandeses e portugueses, o forte construído.

 Ainda visto em seu por do sol Magnitude de presença 

Olhar indígena, sem esperança. 

Traça novas identidades 

O certo que somos tupis

Deste rio que passamos remando 

Hoje se passa de catraia.

autor: GILVANDRO TORRES

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